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Água
A demanda hídrica da batata- doce é 500 mm para um ciclo de 110 a 140 dias. Para colheitas satisfatórias a demanda semanal por água na fase inicial (até aproximadamente 30 dias após o plantio) e final (de 90 a 120 dias após o plantio) é de 20 mm. Por outro lado, do período que vai dos 30 aos 90 dias a demanda de água é de 40 mm por semana, sendo o período crítico dos 40 aos 55 dias após o transplantio.
Alagamento: É muito importante evitar o excesso de água e possível encharcamento do solo. A quantidade excessiva de água reduz a formação das raízes tuberosas, afetando a quantidade, tamanho e diâmetro do produto, bem como sua capacidade de tolerar estresse.Encontrado na página: Ecofisiologia e exigências climáticas
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Radiação
Lavouras de batata-doce com alta produtividade demandam níveis elevados de radiação solar para favorecer o crescimento e a formação das raízes tuberosas. Em sistemas de cultivo sem irrigação durante o período chuvoso, a disponibilidade de radiação pode ser afetada por períodos nublados ou chuvosos. Quando a batata-doce é cultivada em associação com culturas mais altas, como o milho, o sombreamento resultante pode levar à redução na radiação. Nesses casos, há uma diminuição na produção total de matéria seca, especialmente das raízes tuberosas.
A planta pode tolerar um sombreamento moderado de até 25% sem grandes impactos na produtividade, mas sombreamentos superiores a 40% resultam em redução da produção total e da biomassa das raízes tuberosas, além de atrasar o início da formação dessas raízes.Encontrado na página: Ecofisiologia e exigências climáticas
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Benefícios
Benefícios de adquirir mudas de cultivares registradas:
- Variedades mais precoces e adaptadas podem aumentar a produção e qualidade das raízes.
- Redução da sazonalidade e impacto nos preços de mercado.
- Acessibilidade da batata-doce para a população de baixa renda.
- Lançamentos no Registro Nacional de Cultivares, resultantes de iniciativas regionais e seleções.
Encontrado na página: Produção e obtenção de mudas
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Diferenciação
Diferenciação entre Cultivares:
- Produtividade potencial.
- Ciclo de crescimento.
- Exigências edafoclimáticas.
- Porte e arquitetura da planta.
- Formato e coloração das raízes.
- Resistência a pragas e doenças.
- Exigência nutricional e em tratos culturais.
- Variabilidade na coloração da polpa, película externa, formato da raiz, formato e cor das folhas, entre outras características.
Encontrado na página: Produção e obtenção de mudas
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Adubação Mineral
A batata-doce é forte para suportar condições desafiadoras e responde bem à adubação mineral em solos com baixa fertilidade. Em solos férteis, a aplicação de fertilizantes não resulta em aumentos significativos de produtividade. O nitrogênio é crucial, mas doses elevadas podem reduzir a produção de raízes. A resposta varia com a matéria orgânica do solo e em solos arenosos, ocorre até 50-80 kg/ha após leguminosas ou gramíneas. Recomenda-se dividir a aplicação do nitrogênio, metade na semeadura e metade após 45 dias. Monitorar o desenvolvimento da cultura é essencial, e as doses sugeridas de N são entre 50 e 60 kg/ha para a batata-doce.
Encontrado na página: Correção e adubação
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Texto
Os nutrientes podem ser divididos em macronutrientes e micronutrientes. A divisão é de acordo com a concentração necessária de cada para a boa manutenção do solo. Nitrogênio (N), Fósforo (P) e Potássio (K) precisam de maior concentração e são considerados macronutrientes primários.
Encontrado na página: Nutrição
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Texto 2
A absorção de nutrientes em hortaliças segue um padrão de crescimento ou acúmulo de matéria seca (raiz fibrosa, raiz tuberosa, ramas e folhas) em três fases: inicialmente, a absorção é lenta, seguida por uma fase intensa até atingir o pico, seguida por um pequeno declínio. Na batata-doce, as raízes tuberosas se tornam o principal dreno da planta após os 85 dias do transplantio.
Os nutrientes, especialmente Nitrogênio, Potássio e Cálcio, acompanham o acúmulo de matéria seca. Micronutrientes como Magnésio, Boro e Zinco também são absorvidos em quantidades significativas. A literatura relata variações na quantidade de nutrientes absorvidos pela batata-doce devido a fatores como ambiente de produção, cultivares e tipo de solo.Encontrado na página: Nutrição
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Espaçamento
O espaçamento de plantio para batata-doce varia de 80 cm a 130 cm entre leiras, com ramas espaçadas de 15 cm a 60 cm (ou 3 plantas por metro conforme imagem). Esse espaçamento está relacionado ao diâmetro das ramas, distância entre os nós e ao hábito de crescimento da cultivar. Em solos equilibrados e períodos chuvosos, um plantio mais denso pode ser recomendado para obter maior produtividade, mas é necessário ajustar para evitar o crescimento excessivo das ramas em detrimento das raízes de armazenamento.
Por outro lado, espaçamentos mais amplos reduzem a competição por espaço, resultando em raízes grandes, chamadas de "cocão" ou "batatão", adequadas para processamento ou uso em cozinhas industriais. Em plantios de sequeiro com cultivares de crescimento moderado, espaçamentos maiores garantem o estabelecimento adequado das plantas e boas produtividades devido à menor competição.
Encontrado na página: Plantio
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Lavagem
No Brasil, as batatas-doces são lavadas após a colheita, tanto para o mercado interno quanto para exportação. Porém, o procedimento apresenta desafios associados a danos mecânicos e redução da capacidade de conservação das raízes. As etapas da lavagem são:
1 - Esteira de Lavagem e Classificação:
A linha de lavagem e classificação é acionada com velocidade regulável, dependendo da quantidade de raízes no tanque.
As raízes são transportadas por uma esteira de borracha, onde são pré-lavadas, e depois direcionadas para uma esteira de escovas através de uma esteira de transporte (canos de PVC).
2 - Minimização de Danos Mecânicos:
O número de escovas é mantido o mais reduzido possível para diminuir abrasões e quebras das raízes. A rotação das escovas é ajustada para minimizar os danos mecânicos, que podem prejudicar a aparência e tornar as raízes mais suscetíveis a doenças.
3 - Classificação das Raízes:
Após a lavagem ao longo da esteira de escovas, as raízes são classificadas. Raízes pequenas são descartadas para alimentação animal, enquanto raízes grandes e deformadas são destinadas ao uso industrial.
4 - Embalar e Transportar:
As raízes que atendem aos padrões para o mercado nacional e internacional são embaladas e transportadas para comercialização.Encontrado na página: Pós-colheita
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Beneficiamento e Classificação 2
Pela padronização sugerida pela Ceagesp ser de adesão voluntária, cada região utiliza padrões de classificação diferentes. De modo geral, a batata-doce tem sido classificada no mercado in natura em três categorias, utilizando o tamanho e peso como critério:
Peso e tamanho – padrão maior (popularmente denominadas em diferentes regiões como “cocão” ou “batatão”).
Peso e tamanho – padrão médio, que é de melhor padrão comercial.
Peso e tamanho – padrão pequeno.As raízes da classificação 1 e 3 costumam ter preços inferiores às do padrão médio, mas comumente são destinadas a outras finalidades como processamento em cozinhas industriais, fábricas de doces/geleias no tipo 1, ou são embaladas em conjunto em bandejas comercialização em feiras e outros mercados.
Encontrado na página: Beneficiamento e classificação
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Irrigação
Período Crítico e Início do Plantio:
Nas primeiras semanas após o plantio, especialmente para áreas com ramas, é crucial manter o solo úmido, realizando irrigações leves e frequentes para evitar a desidratação até a formação das raízes. Tensões de água no solo próximas à capacidade de campo durante esse período.Estabelecimento das Ramas:
Após o pleno estabelecimento das ramas (10 a 20 dias após o plantio), as irrigações devem ocorrer quando a tensão de água no solo estiver entre 15 kPa e 25 kPa.A frequência de irrigações pode ser reduzida após o início das brotações, continuando pelo menos até os 40 dias após o plantio para promover o desenvolvimento vegetativo.
Frequência de Irrigação:
O sistema radicular da batata-doce varia de 75 cm a 90 cm, permitindo aplicações de água com menor frequência. Recomenda-se irrigar duas vezes por semana até os 20 dias, uma vez por semana dos 20 aos 40 dias, e a cada duas semanas após os 40 dias até a colheita, considerando uma profundidade efetiva radicular de aproximadamente 30 cm.Manejo baseado na Evapotranspiração da Cultura (ETc)
A depender da localidade e da época de plantio a mesma cultivar poderá demandar mais ou menos água durante o ciclo de produção. Para a estimativa da lâmina de água a ser aplicada por irrigação, pode-se usar dados agroclimáticos para estimativa da evapotranspiração da cultura (ETc), com a definição da evapotranspiração de referência (ETo) e utilizar coeficientes de cultura (Kc) de 0,5 para estádio inicial; 1,05 para os estádios vegetativo e de floração e 0,65 nos estádios de maturação/produção da cultura. -
Texto cultivares
A proposta de um programa de melhoramento com foco nas demandas da cadeia de valor da batata-doce é essencial para que sejam alcançados resultados que superem os desafios da produção nacional, com ação em rede entre Embrapa, institutos de pesquisa, universidades e empresas privadas. Para a instalação de uma lavoura comercial e obter sucesso no cultivo de batata-doce, é fundamental entender as preferências do mercado, a adaptação da cultivar ao clima local e época de plantio, escolher variedades resistentes a pragas e doenças, considerar o ciclo de crescimento, avaliar o potencial de produção e a forma das raízes, além de pensar na viabilidade da colheita mecânica. A seleção cuidadosa de variedades é fundamental, levando em conta as características específicas da região e do sistema de produção do agricultor.
Encontrado na página: Cultivares
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Introdução à Biofortificação
Capacitar produtores, extensionistas, professores, pesquisadores, estudantes, dirigentes e técnicos de agroindústrias; representantes de órgãos de fomento e formuladores de políticas públicas, acerca dos conceitos de alimentos biofortificados, combate à fome, vantagens, dentre outros temas.
Organizadora: Embrapa
Duração:
Carga horária: 20 horas
Encontrado na página: Cursos
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18/06Embrapa na Hortitec
Leia maisEm nosso estande, você conhecerá tecnologias disponíveis para o mercado e oportunidades de parcerias. Fique por dentro de como a conexão entre ciência e setor produtivo é fundamental para levar soluções que estimulam a inovação do campo à mesa.
Conheça e acompanhe!
Encontrado na página: Notícia
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Encontrado na página: Cursos
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Como plantar batata-doce
Como plantar batata-doceEm função da amplitude de ambientes em que pode ser plantada, a batata-doce está presente de norte a sul do Brasil e seu cultivo é viável ao longo de todo o ano na maior parte do país. Os últimos dados da Produção Agrícola Municipal (PAM) do IBGE indicam que, em 2017, foram colhidos 53,5 mil hectares de batata-doce no Brasil. A área colhida, que vinha caindo nas últimas três décadas, voltou a crescer em 2012, quando a curva apresentou uma inversão e tem se mantido ascendente (Figura 1).
Figura 1 – Área colhida de batata-doce no Brasil, em hectares.
Fonte: Produção Agrícola Municipal (PAM), IBGE (2018).
A produção total, que oscilou muito no mesmo período, mas sempre com tendência de queda, também apresentou aumento a partir do ano de 2012, atingindo em 2017 um valor de 776,3 mil toneladas (Figura 2). O aumento da área colhida e da produção total reflete a demanda por raízes de batata-doce no mercado nacional.
Figura 2 – Produção total de batata-doce no Brasil, em toneladas.
Fonte: PAM, IBGE (2018).
A produtividade média nacional da batata-doce tem apresentado uma curva ascendente ao longo dos anos, com um valor de 14,5 t ha-1 em 2017 (Figura 3). Apesar da tendência crescente, o Brasil ainda ocupa a 34a posição nesse quesito, com produtividade bem inferior à dos principais países produtores como, por exemplo, Senegal, com produtividade de 35,4 t ha-1 (FAOSTAT, 2018). No Brasil, o aumento da produtividade da cultura é um reflexo da adoção de tecnologias de produção recomendadas para cultura, além do uso de cultivares com maior potencial produtivo e utilização de mudas sadias para implantação da lavoura, que é responsiva ao uso de práticas de produção adequadas.
Figura 3 – Produtividade média de batata-doce no Brasil, em kg/ha.
Fonte: PAM, IBGE (2018).
Encontrado na página: Cursos
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Tecnologias Embrapa
Tecnologias Embrapa
Saiba maisConheça as cultivares de batata desenvolvidas pela Embrapa
Publicado: 21/12/2023
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Temperatura
TemperaturaA temperatura é um dos fatores que mais afetam o crescimento e o desenvolvimento da planta e tanto as altas temperaturas quanto as baixas causam danos irreversíveis à produtividade e qualidade das raízes tuberosas, comprometendo a rentabilidade do agricultor. Isso ocorre devido às mudanças fisiológicas como na síntese hormonal (Ravi; Indira, 1999) e na fotossíntese.
A temperatura ideal para o crescimento e desenvolvimento da batata-doce é de 30 ºC / 20 ºC (diurna/noturna). O aumento da temperatura favorece o crescimento das ramas e aumenta o número de nós nas ramas, enquanto que a temperatura média ótima para o desenvolvimento da área foliar, da biomassa total e da raiz tuberosa é de 25,5 ºC (Gajanayake et al., 2015), e temperaturas superiores a essa reduzem a biomassa da raiz tuberosa (Figura 1), em detrimento de folhas e caule (Tabela 2). Echer et al. (2009) observaram que sob temperatura média de 26,2 ºC durante o ciclo de cultivo (máxima média de 31,9 ºC e mínima média de 20,6 ºC) houve um acúmulo total de 15,4 t/ha de matéria seca, sendo 40,7% alocada nas raízes tuberosas (6,29 t/ha), 31,5% nas ramas (4,87 t/ha), 22,8% nas folhas (3,52 t/ha) e 5% na raiz fibrosas (0,8 t/ha).
Figura 1. Desenvolvimento das raízes tuberosas de batata-doce sob diferentes regimes de temperatura (diurna/noturna). Partição de biomassa (%)
Temperatura media (Cº)
Raíz tuberosa
Folha
Caule
21,2
39
25
36
25,5
41
24
35
30,1
31
28
41
35,1
10
30
60
Tabela 2. Partição de biomassa entre órgãos de batata-doce em razão da temperatura.
Encontrado na página: Cursos
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Nutrição e adubação
Nutrição e adubaçãoO manejo ideal do solo deve abranger práticas simples e fundamentais ao bom desenvolvimento da batata-doce, integrando diferentes estratégias ou técnicas para se atingir máximo potencial produtivo da cultura sem, no entanto, comprometer a qualidade química, física e biológica do solo.
A escolha da técnica de manejo adequada depende de alguns fatores como a textura do solo, o grau de infestação de invasoras, os resíduos vegetais remanescentes na superfície, a umidade do solo, a existência de camadas compactadas, pedregosidade e riscos de erosão.
O solo para uso agrícola apresenta três fases distintas – sólida, líquida e gasosa –, que juntas atuam como reserva, dreno e fonte de nutrientes para as plantas. O preparo continuado do solo, sem a adoção de práticas mais sustentáveis de manejo, altera as proporções dessas fases, afetando sensivelmente, ao longo do tempo, sua capacidade produtiva. A diminuição da porosidade causada pela compactação, a redução na capacidade de troca catiônica (CTC) devido à redução nos teores de matéria orgânica e a redução na mobilidade de nutrientes acarretada pela alteração do fluxo difusivo, são exemplos notórios da perda de qualidade do solo.
Por vários anos a batata-doce era posicionada como cultura secundária e utilizada para aproveitar a adubação residual da cultura anterior. Porém, repostas positivas à adubação têm sido observadas, principalmente naqueles cultivos em que se utilizam a análise química do solo e a demanda da cultura como ferramenta de tomada de decisão nos programas de manejo da adubação. Adicionar fertilizantes ao solo sem considerar a sua análise química é mera adivinhação e, muito provavelmente, resultará em desperdício de recurso financeiro.
Os solos brasileiros, se bem manejados, não apresentam limitação física para plantio da batata-doce. Porém, a capacidade de drenagem do solo é uma característica que deve ser observada com frequência principalmente nas regiões de solos com maior teor de argila ou aqueles onde o lençol freático é pouco profundo. O excesso de umidade pode induzir o alongamento das raízes, processo denominado de “chicote” (Figura 1).
Foto: João Bosco Carvalho da Silva
Figura 1. Raízes longas ("chicote") ocasionadas por plantio em solos rasos ou encharcados. Os solos arenosos são os mais indicados para plantio da batata-doce. Estes solos permitem uma drenagem mais eficiente, apresentam melhores respostas à adubação, facilita o desenvolvimento lateral das raízes, a produção de batatas mais uniformes e, principalmente, permite a colheita com menor índice de danos.
Em áreas onde o solo é mais argiloso, situação mais comum para as diferentes regiões brasileiras, e submetidas a cultivos intensivos com uso de maquinários, é importante realizar a avaliação da presença de camadas compactadas, utilizando para isso medidores de resistência à penetração (penetrômetros) ou abrindo uma trincheira para avaliação do perfil do solo. Confirmada a presença de camada compactada, deve ser realizada a subsolagem profunda para devolver ao solo a sua capacidade de drenagem.
Para um desenvolvimento uniforme das raízes é importante a elevação do solo a partir da formação de leiras (camalhões) ou canteiros, em especial nas áreas localizadas em cotas mais baixas da propriedade, sujeitas a encharcamento, e em solos mais pesados, como os argilosos. O plantio em leiras é o mais comum e na construção delas deve-se elevar o solo a no mínimo 30 cm de altura, mantendo-se a distância entre leiras de 80 cm (Figura 2). O plantio também pode ser realizado em canteiros (Figura 3).
Figura 2. Construção de leiras (camalhões) para o plantio.
Fotos: Geovani Bernardo Amaro
Figura 3. Preparo de canteiros para plantio de batata-doce.
Fotos: Geovani Bernardo Amaro
Em solos arenosos, quando possível, deve-se evitar a aração e a elevação do solo, uma vez que esses são mais propensos à erosão (Figura 4), expondo as raízes. Já em solos argilosos, antes da confecção do canteiro, pode ser necessária uma aração para descompactar o solo e, em seguida, uma gradagem.
Figura 4. Erosão das leiras construídas em solos arenosos.
Fotos: Geovani Bernardo Amaro
O plantio em áreas mais planas é recomendado, pois facilita as operações mecanizadas, em especial a colheita. Nas áreas de relevo mais acidentado (maior declividade) o cultivo deve ser feito em nível para evitar a erosão do solo (Figura 5).
Figura 5. Leiras construídas em nível.
Foto: João Eustáquio Cabral de Miranda
Encontrado na página: Cursos
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Tratos culturais
Tratos culturaisA seleção e a disponibilização de cultivares de batata-doce mais precoces, com melhor desempenho agronômico e com adaptação às diferentes regiões geográficas de produção podem aumentar o potencial produtivo e a qualidade das raízes, reduzir a sazonalidade e, consequentemente, impactar no preço de mercado, tornando-a mais acessível à população de baixa renda. A lista de cultivares de batata-doce do Registro Nacional de Cultivares (Tabela 1) apresenta uma série de lançamentos a partir de iniciativas isoladas, de caráter regional e, em sua maioria, provenientes de seleções a partir de bancos de germoplasma ou de genótipos de produtores.
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