Em pequenas áreas predomina o uso de canteiros e fileiras simples e os espaçamentos mais tradicionalmente utilizados variam de 8 a 10 cm entre plantas e 20 a 25 cm entre linhas. Em áreas de grandes produtores é mais comum e em sistemas mais tecnificados, o plantio em fileiras duplas se tornou o mais comum. Desta forma, o plantio é feito em canteiros largos com quatro linhas duplas, utilizando entre 30 a 40 cm entre fileiras duplas, 10 a 12 cm entre fileiras simples e 8 a 10 cm entre plantas, com profundidade de 2 a 3 cm. O estande final varia de 350 a 400 mil plantas por hectare, dependendo do espaçamento, independente do plantio em linhas simples ou duplas.
Embora não seja obrigatório posicionar os bulbilhos com o ápice para cima no plantio, a maioria dos agricultores preferem esse método, pois facilita e acelera a emergência da planta, melhora a qualidade dos bulbos e o rendimento da cultura.
Sistemas conservacionistas, como plantio direto sobre palhada, têm sido estudados por instituições, como a Embrapa, para melhorar o manejo do solo, reduzir erosão e otimizar o uso de água.