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Exibindo 323 resultados encontrados
  • Abelhas: prazer em conhecê-las
  • Apresentação sobre apiário

    O sucesso da atividade apícola depende da escolha de locais adequados para os apiários e da correta instalação das colmeias. O local disponível para a criação de abelhas deve proporcionar condições para o desenvolvimento e produção das colônias. 

    A escolha de um bom local para instalar as colméias é um ponto-chave para o sucesso do empreendimento apícola. Para instalar o apiário, o apicultor deve ter em mente uma série de fatores que interferem nos rendimentos pretendidos, na praticidade dos trabalhos e na segurança das pessoas e animais que circulam nos arredores.

    (Eugenia---revisar)

     

    Encontrado na página: Apiário

  • Instalação das colmeias

    Parasitas e inimigos naturais podem causar problemas nas colmeias e provocar a morte ou enxameação. Os problemas mais comuns são o ácaro Varroa destructor, o pequeno-besouro-das-colmeias, a traça-da-cera e formigas. Mas as colmeias podem ser atacadas também por pássaros, irara, sapos e tatus.    

    O varroatose é causado pelo ácaro Varroa destructor, que alimenta-se da hemolinfa das abelhas e causa perda de imunidade, redução do peso e da longevidade, além de disseminar doenças no apiário. Em outros países a varroatose causa problemas sérios e está associado à Desordem do Colapso das Colônias. No Brasil, os casos severos com esse ácaro são raros, mas pesquisas indicam que a taxa de infestação está aumentando, sendo necessário estarmos vigilantes.

    O pequeno-besouro-das-colmeias (Aethina tumida) causa prejuízos na atividade apícola em vários países. No Brasil, foi registrado pela primeira vez em 2016. Esse besouro é considerado uma praga secundária ou oportunista das colônias e causa pequenos danos, contudo, em condições de estresse ou de enfraquecimento das colônias, os danos causados podem tomar grandes proporções. É uma praga de notificação obrigatória e caso seja observado nos apiários, deve-se entrar em contato com um técnico imediatamente para orientações e providencias.

    Manter as colmeias fortes e seguir as recomendações de instalação de apiários ajudam a evitar ou reduzir os danos de grande parte dos problemas de ataque de pragas e inimigos naturais.

  • Como instalar colmeias

    Na apicultura sustentável, a escolha de um bom local para instalar as colmeias é fundamental para o sucesso do empreendimento. As colmeias instaladas em locais adequados para as abelhas proporcionam melhores rendimentos. Para instalar o apiário, os agricultores familiares devem priorizar uma série de fatores que beneficiem: • Os rendimentos pretendidos. • A praticidade das atividades. • A segurança das pessoas e dos animais que circulam nos arredores. É importante avaliar as condições naturais, para garantir o desenvolvimento dos enxames, de modo que atinjam uma produção satisfatória aos agricultores familiares.

  • Calendário de plantas para abelhas-sem-ferrão: Submédio do Vale do São Francisco

    Pólen e néctar são os principais alimentos das abelhas, com ou sem ferrão. A instalação de apiários ou meliponários produtivos exige que as colônias sejam mantidas em locais próximos a plantas que floresçam em diferentes épocas do ano, de tal forma que possam dispor de recursos alimentares de forma ininterrupta. Assim, um produtor interessado na criação de abelhas sem ferrão precisa se inteirar acerca de quais plantas e os períodos que emitem flores. Este Calendário contém indicações de variadas espécies de plantas que são fundamentais como forrageiras para as abelhas. Suas informações são fruto de estudos realizados com algumas espécies nativas da região: a mandaçaia (Melipona mandacaia), abelha-branca (Frieseomelitta doedrleini) e mosquito (Plebeia aff. flavocincta). A presença de plantas exóticas (subespontâneas ou cultivadas) nesta lista não busca estimular o plantio, mas apenas demonstrar que se, eventualmente, já existirem na propriedade, também podem ser úteis para as abelhas. Por outro lado, reforçar o pasto com plantas nativas, contribui para a alimentação dos animais e preserva a biodiversidade do bioma Caatinga.

  • Aspectos físicos e ecológicos a serem considerados para a correta localização de apiários e instalação das colméias para a apicultura sustentável na região Sul do Brasil.

    Para uma apicultura sustentável na região Sul do Brasil, vários aspectos físicos e ecológicos precisam ser considerados para a correta localização dos apiários e para os detalhes da instalação das colméias. Tais aspectos são apresentados e discutidos nesta publicação, de forma clara e sucinta, dirigida a extensionistas, técnicos, multiplicadores, agricultores familiares, apicultores e apicultoras.

  • Espécies melíferas

    A região Nordeste tem uma produção significativa de mel. Em 2015, ficou em segundo lugar no ranking nacional, com 32,6% do mel brasileiro, atrás apenas da região Sul. Este fato possibilitou ao país ocupar uma posição entre os maiores exportadores mundiais de mel. Mesmo assim, a produtividade média no Brasil está muito abaixo do seu potencial, com rendimento médio de 15 kg/colmeia/ano.
    O Brasil tem grande vantagem, em relação aos demais países, por possuir abelhas mais resistentes a doenças, o que torna desnecessária a utilização de defensivos, antibióticos e acaricidas, agradando, sobretudo, ao mercado que tem preferência pelo mel orgânico.

  • Tecnologia de produção de vinagre de mel

    Com a perspectiva de diversificação dos produtos derivados do mel, este trabalho teve como finalidade avaliar a produção de vinagre de mel de abelhas africanizadas (Apis mellifera L.). A produção do vinagre foi realizada através da fermentação acética de hidromel com teor alcoólico de 8% (v/v), obtido a partir de um mosto com 17,11% (m/v) de açúcares totais. A fermentação acética foi realizada pelo método rápido, em fermentador vertical com capacidade de 15 litros, utilizando vinagre forte não pasteurizado como inóculo, por 72 horas. Durante esta fermentação foram monitoradas as temperaturas interna (fermentador) e ambiente. O vinagre obtido apresentou acidez em torno de 9% e teor alcoólico em torno de 1% (v/v). O rendimento da fermentação acética foi entre 91,2 e 97,17%. O produto final foi diluído de acordo com a legislação brasileira (4,0% de acidez) e analisado sensorialmente, demonstrando ser de boa aceitabilidade Os teores de álcool etílico, ácido acético, resíduo mineral fixo e resíduo seco a 105oC foram de 0,32%; 4,2%; 0,05% e 1,76%, respectivamente. A análise microscópica revelou ausência de sujidades, larvas e parasitas.