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Exibindo 323 resultados encontrados
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Desoperculação
Refere-se à retirada dos opérculos que cobrem os alvéolos dos favos de mel maduros.
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Centrifugação
Após a desoperculação, os quadros são colocados na centrífuga. Recomenda-se iniciar a centrifugação em baixa velocidade, para não quebrar os quadros que estão cheios de mel. Gradativamente, aumenta-se a velocidade da centrífuga até a extração de todo o mel.
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Decantação
Nesta etapa o mel permanece em repouso, em um decantador, por período de 3 a 5 dias. Durante esse período, bolhas de ar e impurezas de pequeno tamanho, que passaram pela filtragem, sobem, formando uma camada de espuma e sujeiras na superfície. Por outro lado, partículas mais pesadas, ainda existentes, são levadas ao fundo por gravidade, afundando lentamente.
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Classificação do mel
No Brasil, deve atender ao Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade do mel (RTIQ), conforme Instrução Normativa n.°11, de 20 de outubro de 2000.
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Pólen apícola
Pólen apícola é o resultado da aglutinação do pólen das flores, efetuada pelas abelhas operárias, mediante néctar e suas substâncias salivares, o qual é recolhido no ingresso da colmeia (BRASIL, 2001). Cada grão de pólen apícola é um aglutinado de centenas de grãos de pólen floral.
A composição química do pólen sofre grande variação em função de sua origem botânica, sua atividade biológica também pode variar, o que dificulta sua padronização e, consequentemente, seu uso para fins terapêuticos ou medicinais.
Encontrado na página: Pólen apícola
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Comercialização
Nos últimos cinco anos, o Brasil exportou, em média, 31.109.181 quilos de mel, aproximadamente 80% do mel produzido no País, o que gerou uma receita média de US$ 1.057.032,83. Os Estados Unidos é o maior comprador de mel brasileiro, cerca de 50% do total exportado. O mel brasileiro também é comercializado para Alemanha, Canadá, Austrália, Bélgica, Holanda e outros países do Bloco Comum Europeu.
O mel que não é exportado, é comercializado no Brasil em redes de supermercado, farmácia, lojas de produtos naturais, feiras e, em menor quantidade, direto ao consumidor.
Encontrado na página: Pólen apícola
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Uso do polén apicóla
O pólen apícola é usado como ingrediente em produtos aromáticos (tinturas, óleos essenciais), em cosméticos (cremes, máscaras, batons, sabonetes, xampus) e em alimentos (barras de cereais, chocolates, biscoitos). Recentemente, tem sido investigado seu uso como antioxidante natural para conservação de produtos alimentícios.
Encontrado na página: Pólen apícola
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Própolis
Própolis é o produto oriundo de substâncias resinosas, gomosas e balsâmicas, colhidas pelas abelhas, de brotos, flores e exsudados de plantas, nas quais as abelhas acrescentam secreções salivares, cera e pólen para elaboração final do produto.
Uma vez que a própolis é produzida a partir de resinas, exsudatos e tecidos vegetais, ocorre grande variação em sua composição e características em função das espécies botânicas que as abelhas visitam para coleta desses materiais, além de fatores ambientais e genéticos, o que dificulta a padronização do produto.
Devido às suas propriedades farmacológicas, a própolis tem sido empregada na elaboração de produtos farmacêuticos, suplementos alimentares, cosméticos e de higiene pessoal.
Encontrado na página: Própolis
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Intro.Geleia real
A geleia real, produto da secreção do sistema glandular cefálico das abelhas operárias, é coletada até 72 horas de idade. Apresenta características homogêneas e cremosas, com uma coloração branco-leitosa e um sabor ácido característico. Rica em nutrientes e substâncias bioativas, a geleia real é altamente valorizada por suas propriedades nutricionais e medicinais.
Encontrado na página: Geleia real
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Usos da Geleia Real
A geleia real é utilizada em diversas áreas devido às suas propriedades nutricionais e medicinais. Alguns dos principais usos incluem: suplemento alimentar, estimulante energético, rejuvenescimento da pele, entre outros.
Encontrado na página: Geleia real
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Intro.Cera
A cera de abelhas, uma substância de consistência plástica e coloração amarelada, é produzida pelas abelhas para a construção dos favos em suas colmeias. Além de fornecer uma estrutura sólida para armazenar mel, pólen e criar novas abelhas, a qualidade da cera é vital para o desenvolvimento saudável da colônia. Favorecendo a higiene e o isolamento térmico da colmeia, a cera desempenha um papel fundamental na preservação da integridade dos produtos apícolas e na produção de mel de alta qualidade.
Encontrado na página: Cera
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Info.Propriedades da Cera
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Usos da Cera
A cera de abelhas é utilizada para construção de favos artificiais, cosméticos, produtos farmacêuticos e odontológicos e indústria de velas.
Encontrado na página: Cera
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Polinização
A polinização é a transferência de grãos de pólen das anteras de uma flor para o estigma (parte do aparelho reprodutor feminino) da mesma flor ou de outra flor da mesma espécie. A polinização das plantas é um serviço importante prestado pelas abelhas para o homem, que elas realizam ao buscar seus alimentos como o néctar e o pólen. Ao pousar em uma flor, os grãos de pólen ficam aderidos ao corpo do inseto, que ao pousar em outra flor para uma nova coleta, transfere o pólen podendo ocorrer a polinização, garantindo assim a formação de frutos e sementes.
As abelhas são essenciais para as plantas, pois, sem a polinização realizada por estes insetos, muitos frutos não vingariam e a produção seria baixa em algumas culturas. Além diso, as abelhas e outros polinizadores são amplamente reconhecidos pelo seu importante papel e contribuição para a segurança alimentar e nutricional, agricultura sustentável, saúde ambiental e dos ecossistemas, enriquecimento da biodiversidade e outros aspectos do desenvolvimento sustentável.
Encontrado na página: Cera
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Info.Polinização
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Intro.Apitoxina
A apitoxina é o produto de secreção das glândulas abdominais das abelhas operárias, armazenado na bolsa de veneno. A palavra "apitoxina" deriva do latim "apis", que significa abelha, e "toxikon", que significa veneno. Esse líquido incolor e transparente, solúvel em água, possui odor característico e sabor amargo, apresentando um pH entre 4,5 e 5,5. Injetada através do ferrão como mecanismo de defesa da colônia contra uma variedade de predadores, a picada da abelha causa dor, edema local e pode desencadear reações alérgicas em alguns indivíduos.
Encontrado na página: Cera
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Principais espécies da flora apícola do nordeste
Principais espécies da flora apícola do nordeste
Baixe aquiPara o sucesso de um projeto apícola, é essencial conhecer as principais espécies da flora local e sua capacidade de fornecer néctar e pólen às abelhas.
Publicado: 18/05/2023
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Comportamento higiênico em abelhas africanizadas
Comportamento higiênico em abelhas africanizadas
Baixe aquiEste estudo destaca a importância de compreender e promover o comportamento higiênico das abelhas africanizadas, um mecanismo crucial de defesa contra doenças.
Publicado: 18/05/2023
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Boas práticas na produção e beneficiamento de pólen apícola desidratado
Boas práticas na produção e beneficiamento de pólen apícola desidratado
Baixe aquiA utilização de equipamentos adequados, preparação dos coletores de pólen, coleta com fumaça, transporte do pólen e processo de beneficiamento são etapas essenciais.
Publicado: 18/05/2023
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Produção de própolis
Produção de própolis
Baixe aquiA própolis é um produto elaborado pelas abelhas a partir de substâncias resinosas coletadas em plantas, às quais adicionam secreções salivares, cera e pólen.
Publicado: 18/05/2023
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Boas práticas na colheita, extração e beneficiamento do mel
Boas práticas na colheita, extração e beneficiamento do mel
Baixe aquiAs boas práticas na colheita, extração e beneficiamento do mel são essenciais para garantir a qualidade e segurança do produto final.
Publicado: 18/05/2023
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Pudim de mel
Bata no liquidificador 1 lata de leite condensado, 1 lata de creme de leite, 1 lata de mel, 2 colheres (sopa) de cacau em pó sem açúcar, /2 colher (chá) de noz-moscada em pó, ½ colher (chá) de canela em pó e 4 ovos.
Coloque uma xícara (chá) de açúcar em uma forma para pudim e leve ao fogo até caramelizar.
Despeje a mistura na forma e leve ao forno médio em banho-maria por aproximadamente 50 minutos
Desenforme depois de frio.
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Pão de mel
Misture bem 2 xícaras (chá) de leite com 1 xícara (chá) de açúcar mascavo, 1 colher (chá) de café solúvel, 1 colher (chá de canela em pó, ½ colher (chá) de cravo em pó e ½ xícara (chá) de mel.
Peneire por cima 1 xícara (chá) de chocolate e 2 xícaras (chá) de farinha de trigo. Acrescente 2 colheres (chá) de fermento químico em pó e 1 colher (chá) de bicarbonato de sódio e misture tudo muito bem até obter uma massa lisa.
Despeje tudo numa assadeira retangular média untada e polvilhada com farinha. Leve ao forno médio (180°C) por aproximadamente 45 minutos.
Para a cobertura, pique 1 tablete de chocolate meio-amargo e distribua-o sobre o pão de mel assim que sair do forno. Espere até que derreta ligeiramente e, então, alise a cobertura com uma faca ou espátula. Espere o bolo esfriar por completo e corte em quadrados.
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Dolce passione
Numa coqueteleira, misture a polpa de 1 maracujá, 1 pitada de canela em pó, 10ml de mel e 50ml de água.
Bata com gelo. Coe para um copo baixo e finalize com outra pitada de canela em pó. Decore com canela.
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Ginger mint
Leve ao fogo 200g de gengibre cortado em lâminas finas e 400ml de água. Adicione 200g de mel e deixe aquecer, mexendo sempre até fazer um xarope.
Reserve e deixe esfriar.
Num como longo, macere 10 folhas de hortelã com 20ml de suco de limão. Adicione 50ml do xarope, gelo quebrado e complete com água com gás.
Mexa e decore com hortelã e gengibre laminado.
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Instalação do apiário
Após a escolha do local adequado para a instalação do apiário, o passo seguinte é o preparo do local para receber as colmeias já povoadas. O local escolhido para o apiário deve ser limpo, por meio da realização de capinas e retirada de galhos, pedras ou outros materiais que possam interferir na instalação das colmeias, no acesso e locomoção do apicultor na área. Também devem ser retirados materiais que possam abrigar ou facilitar o acesso de inimigos naturais das abelhas, como formigas, por exemplo. Também é recomendável realizar a roçagem da área no entorno do apiário e das vias de acesso, para maior segurança e facilidade de deslocamento do apicultor.
Após a limpeza do terreno, a etapa seguinte é a instalação dos cavaletes ou suportes para as colmeias. Existem diferentes modelos de cavaletes, que geralmente são confeccionados em metal ou madeira. Independente do modelo escolhido, o apicultor deve considerar os seguintes aspectos para a instalação dos cavaletes na área do apiário.
- O cavalete deve ser instalado de forma que fique bem firme no terreno, para evitar o tombamento das colmeias e deve permitir que a base (ou fundo) da colmeia fique a uma altura de 40 a 50cm do solo, para facilitar o trabalho do apicultor no manejo das colônias.
- Posicionar o cavalete de forma que a colmeia fique levemente inclinada para a frente, para evitar a entrada e o acúmulo de água (por ocasião das chuvas) no interior da colmeia.
- Se possível, utilizar cavaletes com estratégias para evitar o acesso de inimigos naturais à colmeia, como protetores contra formigas.
A quantidade de colmeias a ser instalada por apiário vai depender do potencial da flora apícola do local. No entanto, mesmo que o local apresente grande quantidade de plantas apícolas no entorno, o recomendável é manter de 25 a 30 colmeias por apiário, pois acima dessa quantidade haverá maior dificuldade de manejo das colmeias. Recomenda-se também que a distância entre apiários seja de, no mínimo, 3 Km, para evitar a competição entre as colônias pelos mesmos recursos.Na área do apiário, as colmeias podem ser dispostas em linhas, em círculo, semi-círculo ou seguindo outras formas de disposição, de forma a atender as seguintes recomendações:
- Respeitar distância mínima de 2 metros entre colmeias.
- Aproveitar o sombreamento natural tanto quanto possível, especialmente em locais de clima quente.
- Respeitar a linha de voo das abelhas, ou seja, posicionar as colmeias de forma que os alvados não fiquem direcionados entre si.
- Dispor as colmeias de forma a permitir a aproximação de veículos.
- Em locais de ocorrência de ventos fortes, posicionar as colmeias nas proximidades de vegetação que atuem como quebra-ventos.
Encontrado na página: Instalação do apiário
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Como preparar e utilizar caixas-iscas
O mais simples é utilizar núcleos ou colmeias de madeira, com 5 a 10 quadros, aramados e preenchidos com tiras de cera alveolada. Caso opte por caixas-iscas de papelão do tipo núcleo, procure recobrí-las externamente com material impermeável, como plástico, por exemplo, deixando livre a área do alvado. Esse cuidado ajuda na conservação do papelão no campo.
Nas caixas-iscas, são colocadas tiras estreitas de cera alveolada, cortadas longitudinalmente, de cerca de 3 cm de altura, incrustadas nos quadros. A incrustação pode ser feita a frio, com auxílio de uma carretilha-de-apicultor; ou a quente, com cera derretida ou com um incrustador elétrico. Utilizar cera laminada nova, sem adulterações, recém processada e alveolada.
Caixas-iscas com quadro com cria e alimento ou já utilizadas anteriormente por outros enxames, tendem a ser mais atrativas do que caixas novas. A atratividade de caixas novas, por outro lado, pode ser aumentada borrifando ou esfregando plantas e produtos aromáticos na parede interna, como extrato de própolis, folhas de capim-santo ou capim-limão, erva-cidreira e laranjeira, dentre outras.
No campo, as caixas-isca devem ser presas firmemente, levemente inclinadas para frente, em locais arejados, secos, elevados, pelo menos, 1 metro acima do solo, protegidos da insolação e de ventos excessivos. Evite, todavia, colocá-las no interior de áreas com vegetação densa ou em locais sem nenhuma incidência de luz solar.
As caixas-iscas podem ser pintadas ou não. Quando pintadas, devem ser utilizadas cores claras, como amarelo ou branco, mais atrativas e com maior visibilidade no campo.
Revisões periódicas devem ser realizadas a fim de verificar a ocorrência de intrusos, como aranhas, escorpiões, sapos, pererecas, cobras, lagartos, ratos, formigas, vespas e outros; o que pode afetar negativamente a eficácia das caixas-iscas.
Na presença de enxame, aguardar de 3 a 7 dias, antes de fazer nova revisão, dando tempo para o início das posturas pela rainha e o desenvolvimento de parte dos ovos em larvas.
Nas revisões, enxames em caixas-iscas devem ser transferidos para colmeias definitivas, com 10 quadros. Adicionalmente, os quadros ocupados com cria são deslocados para o centro da caixa. Os demais quadros, ainda não ocupados, devem ter a tira de cera substituída por lâminas inteiras de cera alveolada.
Crédito de imagem: Eugênia Ribeiro/Embrapa
Encontrado na página: Povoamento das colmeias
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Info. método do borrifador
Encontrado na página: Povoamento das colmeias
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Como aproveitar os enxames localizados em áreas urbanas
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Info. Dividir colônias
Encontrado na página: Povoamento das colmeias
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Como capturar enxames com caixas-isca
Como capturar enxames com caixas-isca
Baixe aquiPara aumentar sua atratividade, é essencial compreender o comportamento das abelhas e adotar procedimentos adequados.
Publicado: 27/06/2023
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A flora apícola, composta por plantas que fornecem recursos como néctar, pólen e resinas às abelhas, é essencial para a escolha do local do apiário. Essa flora é característica de cada região e varia conforme as condições de clima e solo. Conhecer as plantas visitadas pelas abelhas na área disponível para a criação e identificar os períodos de florescimento das principais espécies são passos fundamentais. Isso permite ao apicultor programar adequadamente as atividades de manejo das colônias.
Encontrado na página: Flora apícola
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Materiais apícolas
Materiais apícolas
Baixe aquiA qualidade e o uso adequado desses materiais são fundamentais para garantir segurança no trabalho e uma boa produtividade.
Publicado: 20/06/2023
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Materiais e equipamentos
No manejo das abelhas são utilizados equipamentos e materiais, importantes para a condução dos trabalhos, facilitando tarefas, dando segurança ao apicultor e também às abelhas. O manejo correto e a utilização adequada de equipamentos e materiais, são fundamentais para a obtenção de produtos de qualidade. O uso de equipamentos como as caixas padronizadas, com itens intercambiáveis entre as diversas caixas de um apiário, quadros, ninhos, melgueiras, por exemplo, constitui uma condição indispensável para a prática da apicultura racional. Conhecer e saber utilizar bem cada um dos materiais e equipamentos apícolas é muito importante para o sucesso da atividade!
Encontrado na página: Materiais e equipamentos
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01/09/2009 Fonte: EmbrapaAlimentação alternativa para abelhas
Leia maisNo segundo semestre de cada ano, na região semiárida, a falta de chuvas contribui para redução das floradas e a consequente escassez de alimentos. Para evitar as perdas na produção das colônias e garantir a sobrevivência das abelhas, a Embrapa desenvolveu rações que são fornecidas no período da seca.
Encontrado na página: Fique Ligado
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Sabiá
Nome científico: Mimosa caesalpiniifolia Bentham
Família: Fabaceae
Nomes comuns: sabiá, unha-de-gato, angiquinho-sabiá, sansão do campo
Características: o sabiá é uma árvore nativa da região Nordeste, de pequeno porte e crescimento rápido. Sua floração ocorre durante a estação chuvosa. É considerada uma excelente planta apícola fornecedora de néctar e pólen, de grande importância para a produção de mel de Apis mellifera e de abelhas nativas como tiúba Melipona fasciculata, a jandaíra Melipona subnitida e a uruçu Melipona scutellaris Latreille. -
Info.Como dividir colônias
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Info.Como unir colônias
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Info. método pulverização
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Manejo Menu
O manejo de colmeias compreende todas as técnicas realizadas pelo apicultor para garantir a manutenção das colônias no apiário e qualidade da sua produção. As diversas atividades de manejo são realizadas de acordo com os objetivos específicos. Uma das mais importantes é a revisão das colmeias, que é determinante para a realização de práticas necessárias para evitar ou solucionar problemas encontrados, garantindo a sobrevivência e fortalecimento das colônias. A maioria das técnicas de manejo não é interdependente, e são realizadas em função das necessidades das colônias, mas as medidas relacionadas à alimentação e saúde das abelhas são essenciais para a realização de um manejo adequado.
Encontrado na página: Manejo
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Prosa Rural
Episódio do Prosa Rural, programa de rádio da Embrapa sobre Mel: a importância do controle da qualidade do mel.
Encontrado na página: Mel
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Prosa Rural
Programa de rádio da Embrapa sobre Polinização: a importância da polinização para a preservação das plantas e da vida no planeta.
Encontrado na página: Mel
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Algumas bactérias, fungos e vírus causam doenças que afetam principalmente as larvas. Já as abelhas adultas são frequentemente atacadas por protozoários, ácaros e inimigos naturais.
No Brasil, de modo geral, a ocorrência e os danos provocados por doenças e certas pragas são menores que os danos observados em outros países, principalmente em razão da maior resistência das abelhas africanizadas e das condições climáticas, que não favorecem a disseminação dos patógenos.
Esse conjunto de condições garantem a obtenção de produtos livres de resíduos químicos, como antibióticos e acaricidas e beneficiam a apicultura nacional. Não é recomendado a aplicação de medicamentos no tratamento de doenças.
Encontrado na página: Saúde das Abelhas
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Doenças
Durante as revisões das colmeias, o apicultor deve estar atento para verificar anormalidades nas crias e abelhas adultas. É importante examinar cuidadosamente e observar a cor, a forma e a posição das crias abertas e a aparência dos opérculos nas crias fechadas, opérculos furados e/ou afundados podem indicar ocorrência de doenças.
Nas abelhas adultas, observar a ocorrência de abelhas mortas ou moribundas, rastejando dentro ou na frente da colmeia. As principais doenças que acometem as abelhas são: cria-pútrida-europeia, cria-pútrida americana, cria-ensacada, cria-giz, nosemose, vírus-da-realeira-negra e vírus-da-paralisia aguda.
A cria-pútrida americana é causada pela bactéria Paenibacillus larvae e mata as crias na fase de pupa e pré-pupa. Atualmente o Brasil é considerado zona livre, mas por ser uma doença de notificação obrigatória, é necessário que o apicultor saiba reconhecer os sintomas.
Ao observar qualquer sintoma diferente nas colmeias, acione um técnico para orientação e notificação às instituições responsáveis, se for o caso.
Encontrado na página: Saúde das Abelhas
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Parasitoses e inimigos naturais
Parasitas e inimigos naturais podem causar problemas nas colmeias e provocar a morte ou enxameação. Os problemas mais comuns são o ácaro Varroa destructor, o pequeno-besouro-das-colmeias, a traça-da-cera e formigas. Mas as colmeias podem ser atacadas também por pássaros, irara, sapos e tatus.
O varroatose é causado pelo ácaro Varroa destructor, que alimenta-se da hemolinfa das abelhas e causa perda de imunidade, redução do peso e da longevidade, além de disseminar doenças no apiário. Em outros países a varroatose causa problemas sérios e está associado à Desordem do Colapso das Colônias. No Brasil, os casos severos com esse ácaro são raros, mas pesquisas indicam que a taxa de infestação está aumentando, sendo necessário estarmos vigilantes.
O pequeno-besouro-das-colmeias (Aethina tumida) causa prejuízos na atividade apícola em vários países. No Brasil, foi registrado pela primeira vez em 2016. Esse besouro é considerado uma praga secundária ou oportunista das colônias e causa pequenos danos, contudo, em condições de estresse ou de enfraquecimento das colônias, os danos causados podem tomar grandes proporções. É uma praga de notificação obrigatória e caso seja observado nos apiários, deve-se entrar em contato com um técnico imediatamente para orientações e providências.
Manter as colmeias fortes e seguir as recomendações de instalação de apiários ajudam a evitar ou reduzir os danos de grande parte dos problemas de ataque de pragas e inimigos naturais.
Encontrado na página: Saúde das Abelhas
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Após a desoperculação, os quadros são colocados na centrífuga. Recomenda-se iniciar a centrifugação em baixa velocidade, para não quebrar os quadros que estão cheios de mel. Gradativamente, aumenta-se a velocidade da centrífuga até a extração de todo o mel.
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Antes de ser transferido para o decantador, o mel centrifugado deve passar por uma ou mais peneiras, a fim de retirar fragmentos de cera, abelha ou alguma outra sujidade porventura ainda presente.
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Sua realização depende da legislação vigente no mercado ao qual se destina o produto. No Brasil, a umidade máxima permitida é de 20%.
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No Brasil, deve atender ao Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade do mel (RTIQ), conforme Instrução Normativa n.°11, de 20 de outubro de 2000.
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Alimentação das abelhas
A apicultura é uma atividade dependente de flora apícola e em épocas do ano com pouca disponibilidade de floradas é necessário fornecer alimento para as abelhas.
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Unidade de Extração dos Produtos das Abelhas (Uepa)
A qualidade do mel depende não apenas de uma produção bem conduzida, mas da colheita, transporte e processamento em condições adequadas.
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Equipamentos e Utensílios
Os equipamentos e utensílios de extração de mel que irão ter contato direto com o produto devem ser de aço inox específico para produtos alimentícios (aço inox 304).
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Higienização da Uepa
A higienização do ambiente, dos equipamentos e do pessoal é condição fundamental para a garantia da qualidade do produto final.
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Processamento e armazenamento do mel
Na unidade, realizam-se diversas etapas, incluindo recepção, processamento e armazenamento da matéria-prima das abelhas.
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Materiais e equipamentos
No manejo, são utilizados utensílios e materiais essenciais para conduzir as atividades, simplificando as tarefas e garantindo a segurança tanto do apicultor quanto das abelhas. Além disso, a prática adequada e o uso correto desses utensílios e materiais são fundamentais para assegurar a produção de produtos de qualidade superior.
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Localização do apiário
O sucesso da atividade apícola depende da escolha de locais adequados para os apiários e da correta instalação das colmeias. O local disponível para a criação de abelhas deve proporcionar condições para o desenvolvimento e produção das colônias.
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Flora apícola
A diversidade e abundância da flora apícola, composta pelo conjunto de plantas que fornecem recursos às abelhas, como néctar, pólen e resinas, representa um dos principais aspectos a serem considerados na escolha do local do apiário. Esses recursos não só influenciam a produção de mel, mas também contribuem para a saúde e o bem-estar das colônias de abelhas.
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Revisão das colmeias
Após a instalação do apiário, é necessário que o apicultor verifique periodicamente as condições gerais das colmeias, colônias e do apiário. Essas revisões devem ser realizadas rapidamente, sem movimentos bruscos e com calma, de forma a evitar causar impactos e estresse para as abelhas.
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Encontrado na página: Mel
