A organização dos produtores em associações, cooperativas ou arranjos produtivos locais é uma estratégia recomendada para o fortalecimento da cadeia produtiva da pitaya. Essas formas de organização contribuem para a redução dos custos de produção por permitir compra de insumos em grandes volumes, favorecem também o acesso a assistência técnica, capacitação e tecnologias de produção, além de facilitar a comercialização. Também contribuem para a padronização dos processos produtivos, melhoria da qualidade dos frutos e regularidade da oferta, aspectos fundamentais para atender mercados mais exigentes, além de possibilitar melhores condições de negociação. Do ponto de vista comercial, possibilitam maior escala de produção e acesso a canais de comercialização mais estruturados, agregando valor ao produto e aumentando a competitividade e a sustentabilidade econômica da atividade. Também viabiliza o compartilhamento de estruturas de beneficiamento e facilita o acesso a crédito e políticas públicas. Normalmente, a pitaya é produzida pela agricultura familiar. Por isso, o associativismo e o cooperativismo são tão importantes. A organização dos agricultores familiares é importante para dar escala à compra de insumos e/ou à produção própria, e ao escoamento da produção.