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  • O Café
  • Breve Historico Cafe Brasil

    Nos primórdios da cafeicultura, especialmente no Vale do Paraíba, a tecnologia era extremamente limitada e a produção, extensiva. O tripé da lavoura era composto pela terra recém-desmatada, o trabalho em massa e ferramentas simples como a enxada e o facão. O preparo do solo, o plantio e a capina eram inteiramente manuais.

    A tecnologia pós-colheita também era rudimentar. O café era seco em terreiros de terra batida, sujeito às intempéries, o que comprometia sua qualidade. As primeiras máquinas de beneficiamento, movidas por tração animal ou rodas d'água, surgiram para descascar os grãos secos, representando um dos primeiros avanços significativos para padronizar minimamente o produto destinado à exportação. A expansão das ferrovias no final do século XIX foi um salto tecnológico crucial, não para o cultivo, mas para o escoamento da produção das fazendas do interior para os portos.

    O século XX marcou uma virada tecnológica fundamental para a cafeicultura brasileira. A transição para o trabalho assalariado e a migração das lavouras para o Oeste Paulista e, posteriormente, para o Paraná e Minas Gerais, trouxeram novos desafios que impulsionaram a inovação. A grande mudança veio com a institucionalização da pesquisa. A criação de órgãos como o Instituto Agronômico de Campinas (IAC), em 1887, e posteriormente a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em 1973, foi decisiva. Essas instituições e, mais recentemente, a criação do Consórcio Pesquisa Café e da Embrapa Café, foram responsáveis por avanços notáveis:

     

     

    Encontrado na página: Histórico

  • Receitas doce

    Receitas de sobremesas com café

     

    Tiramisu: Provavelmente a sobremesa de café mais famosa do mundo. De origem italiana, é feita com camadas de biscoitos de champanhe (Savoiardi) embebidos em café forte, intercaladas com um creme aveludado à base de queijo mascarpone, ovos e açúcar. É finalizado com cacau em pó.

    Affogato: Uma sobremesa italiana de execução simples e resultado brilhante. Consiste em uma ou duas bolas de sorvete (tradicionalmente de baunilha ou fior di latte) "afogadas" em um shot de café espresso bem quente derramado na hora.

    Mousse de Café: Uma sobremesa leve e aerada onde o café (solúvel ou espresso bem forte) é incorporado a uma base de creme de leite batido, ovos e açúcar.

    Bolo de Café: Muito popular, o café pode ser usado tanto na massa (para dar umidade e sabor) quanto na cobertura. Um clássico é o bolo de café com cobertura de buttercream de café ou brigadeiro de café.

    Pudim de Café: Uma variação do clássico pudim de leite condensado, onde o café é adicionado à mistura de leite e ovos, criando um pudim com a doçura do caramelo e o amargor do café.
     

    Encontrado na página: Histórico

  • Receitas frias

    Receitas com café gelado

     

    Iced Coffee (Café Gelado): Método mais simples, onde o café (coado ou espresso) é preparado quente e depois resfriado rapidamente sobre gelo. Costuma ser servido puro ou com adição de leite, açúcar ou xaropes.

    Cold Brew: Diferente do Iced Coffee, o Cold Brew é extraído a frio. O pó de café fica em infusão em água fria por um longo período (12 a 24 horas). O resultado é uma bebida muito suave, menos ácida e naturalmente mais adocicada, que é servida com gelo.

    Frappé (ou Frappuccino): Uma bebida cremosa que se assemelha a um milkshake de café. É feita batendo café (geralmente solúvel ou espresso), gelo, leite (ou sorvete) e, muitas vezes, açúcar ou xaropes de sabor, até atingir uma consistência aerada e espumosa.

    Encontrado na página: Histórico

  • Valor Nutricional (grade)

    Ou seja, o café transcende sua função de simples estimulante, trata-se de uma bebida nutracêutica complexa, cuja riqueza em polifenóis, cafeína e outros compostos bioativos oferece um valor terapêutico robusto. Quando consumido com moderação e preparado de forma adequada às necessidades individuais (ex: filtrado para quem monitora o colesterol), o café é um aliado poderoso na prevenção de doenças crônicas, especialmente do fígado, cérebro e sistema metabólico.
     

    Encontrado na página: Valor Nutricional

  • Importância econômica (grade)

    Embora a economia brasileira seja hoje diversificada, o café historicamente financiou a industrialização do país e segue como um pilar vital do agronegócio nacional, com crescente foco em cafés especiais, que agregam ainda mais valor ao produto.

     

    Encontrado na página: Importância econômica

  • Imagem Curiosidade


     

    Encontrado na página: Histórico

  • Mercado

    O mercado de café é um dos setores agrícolas mais dinâmicos e financeiramente relevantes no Brasil e no mundo. O Brasil não é apenas um participante; ele é o principal protagonista que dita o ritmo global ao se constituir no maior produtor e exportador mundial e segundo maior consumidor. O café é uma das commodities agrícolas mais valiosas e amplamente negociadas no planeta. O mercado é dividido principalmente em dois tipos de grãos, que são negociados em bolsas diferentes:

    1. Café Arábica: Grão de maior qualidade, mais suave e complexo (usado para cafés especiais). É negociado na Bolsa de Nova Iorque (ICE Futures U.S.).

    2. Café Robusta (ou Conilon): Grão mais amargo, com mais cafeína e corpo (usado para blends, cafés solúveis e espressos italianos tradicionais). É negociado na Bolsa de Londres (ICE Futures Europe).

    O mundo produz cerca de 170 a 175 milhões de sacas de 60kg por ano. A produção é concentrada em poucos países:

    1. Brasil: Líder disparado (veja detalhes abaixo).

    2. Vietnã: O maior produtor mundial de Robusta.

    3. Colômbia: Famosa por seu Arábica lavado de alta qualidade.

    4. Indonésia: Grande produtor de Robusta e de alguns Arábicas especiais (como Sumatra).

    5. Etiópia: O berço do café Arábica, com enorme diversidade genética.

     

    Principais Consumidores

     

    O consumo global está em constante crescimento, impulsionado por mercados emergentes e pela cultura de cafés especiais.

    1. União Europeia: O maior bloco consumidor/importador do mundo.

    2. Estados Unidos: O maior país consumidor individual.

    3. Brasil: O segundo maior país consumidor individual.

    4. Japão: Grande consumidor de cafés de alta qualidade e especiais.

    5. Mercados em Crescimento: A China e o Sudeste Asiático estão apresentando as taxas de crescimento mais rápidas no consumo.

     

    O Mercado Brasileiro de Café

     

    O Brasil é a "superpotência" do café. O que acontece no clima das regiões cafeeiras brasileiras (como, por exemplo, uma geada em Minas Gerais ou uma seca no Espírito Santo) afeta imediatamente o preço do café no mundo todo.

    • Líder Absoluto: O Brasil é o maior produtor mundial há mais de 150 anos, responsável por cerca de 30% a 35% de todo o café do planeta.

    • Dois Tipos de Café: O país é o maior produtor de Arábica (cultivado principalmente em Minas Gerais, São Paulo e Sul da Bahia) e o segundo maior produtor de Conilon/Robusta (liderado pelo Espírito Santo e Rondônia).

    • Volume: A safra brasileira (2024) é estimada em cerca de 58-60 milhões de sacas, um volume que supera a soma dos cinco maiores produtores.

     

    Gigante do Consumo

     

    • O "Cafezinho" Nacional: O Brasil é o segundo maior consumidor de café do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos (embora algumas medições coloquem o Brasil em primeiro, dependendo da métrica).

    • Mercado Interno Forte: Diferente de outros grandes produtores (como o Vietnã, que exporta quase tudo), o Brasil consome quase metade do que produz. O mercado interno é vital para a economia cafeeira.

     

    Gigante da Exportação

     

    • Principal Exportador: O Brasil é o maior exportador global e o café é um dos pilares da balança comercial do agronegócio brasileiro.

    • Diversidade: O Brasil exporta tudo, desde o café "commodity" (vendido em volume para grandes torrefadoras globais) até microlotes de cafés especiais, que atingem preços altíssimos em leilões internacionais.

     

    Desafios e Tendências Atuais

     

    1. Mudanças Climáticas: Este é, atualmente, o maior desafio. O café é uma planta sensível. Geadas, secas e chuvas excessivas no Brasil afetam drasticamente a oferta global e causam extrema volatilidade nos preços.

    2. Volatilidade de Preços: Os preços nas bolsas variam diariamente, afetados pelo clima, custos de logística (frete marítimo), câmbio (Dólar vs. Real) e especulação financeira.

    3. Sustentabilidade (ESG): Há uma pressão crescente dos consumidores (especialmente na Europa) por cafés certificados (Fairtrade, Rainforest Alliance, Orgânico) e com rastreabilidade, garantindo práticas ambientais e sociais justas.

    4. A Onda dos Especiais: O segmento de cafés especiais (pontuações 80+), embora pequeno em volume (cerca de 10% do mercado), é o que mais cresce em valor.

    5. Novos Consumos: O crescimento de bebidas "prontas para beber" (RTD - Ready-to-Drink), como cold brew em lata, tem expandido o mercado para novos públicos.

     

     

     

     

     

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