Os cafés brasileiros têm histórica importância econômica para o país. Há mais de um século o Brasil é o maior produtor e exportador mundial de café, o que o torna um ator fundamental no mercado global, influenciando os preços internacionais.
Economicamente, o café se destaca em três áreas principais:
1. Geração de Divisas: O café é um dos principais produtos da pauta de exportação do agronegócio brasileiro, gerando bilhões de dólares anualmente e contribuindo de forma robusta para o superávit da balança comercial.
2. Geração de Emprego e Renda: A cafeicultura é responsável por milhões de empregos diretos e indiretos em toda a sua cadeia produtiva, desde o plantio e colheita (envolvendo tanto grandes propriedades quanto a agricultura familiar) até o beneficiamento, transporte e comercialização.
3. Desenvolvimento Regional: O café é o motor econômico de diversas regiões, especialmente em estados como Minas Gerais (maior produtor), São Paulo, Espírito Santo, Bahia e mais recentemente Rondônia,, fomentando o desenvolvimento de infraestrutura e serviços nessas localidades.
Embora a economia brasileira seja hoje diversificada, o café historicamente financiou a industrialização do país e segue como um pilar vital do agronegócio nacional, com crescente foco em cafés especiais, que agregam ainda mais valor ao produto.
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Artigo - Exportações dos Cafés do Brasil somam 3,75 milhões de sacas em setembro e Alemanha assume liderança nas compras
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A Embrapa publica mensalmente o Relatório Internacional de Tendências do Café, que analisa esses fluxos.
Publicado: 21/12/2025