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Podas do Cafeeiro Arábica
O curso foi elaborado com foco na necessidade de levar ao conhecimento de produtores, agrônomos, agentes de Assistência Técnica e Extensão Rural - ATER atuantes na cafeicultura e estudantes de agronomia as melhores práticas para a poda do cafeeiro arábica. O conteúdo foi estruturado em cinco módulos, em que será possível conhecer os aspectos morfológicos, as finalidades e os tipos de podas; como realizar a recepa, o esqueletamento, o desponte e decote e como deve ser realizado o manejo da lavoura pós-poda.
Organizadora: Embrapa Café
Duração: 30 dias
Carga horária: 5h
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Cafeicultura no Cerrado
O curso “Cafeicultura no Cerrado - Cultivares recomendadas, práticas de cultivo, tecnologias e inovações para as lavouras de café do Cerrado” apresenta o panorama da cafeicultura no bioma Cerrado e as melhores práticas para implantação e manejo do cafeeiro e na escolha das melhores cultivares disponíveis. Também são apresentadas aos participantes as novas tecnologias e as inovações para a cafeicultura nesse ecossistema. Com carga horária total de 16 horas, o conteúdo foi dividido em quatro módulos, que você pode realizar de acordo com a sua conveniência.
Organizadora: Embrapa Café
Duração: 30 dias
Carga horária: 16h
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Manejo Integrados de Pragas e Nematoides na Cafeicultura
Elaborada pela Embrapa Café em parceria com a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG) e a Universidade Federal de Lavras (UFLA), a capacitação apresenta tecnologias desenvolvidas no âmbito do Consórcio Pesquisa Café, assim como métodos de identificação e de correto manejo de pragas e nematoides, com o objetivo de mitigar seus efeitos sobre as lavouras cafeeiras.
Organizadora: Embrapa Café
Duração: 30 dias
Carga horária: 5h
- Ater Café
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Escolha área e terroir
A localização da fazenda é um fator que não pode ser alterado e define o potencial de qualidade do café. A Altitude é fundamental para cafés Arábica de qualidade. Altitudes mais elevadas geralmente resultam em maturação mais lenta, grãos mais densos e bebidas mais complexas e ácidas. Depois vem o clima, com análise do regime de chuvas (distribuição e volume), temperatura (o limite frio crítico é geralmente considerado próximo a 3°, quando os danos se tornam severos, sendo que temperaturas abaixo de 7° já comprometem o desenvolvimento da planta) e insolação. A topografia do terreno é decisiva. Quando a superfície é plana permite mecanização total. Porém, quando em terreno inclinado (a inclinação está diretamente relacionada à operação das máquinas), exige-se colheita manual, que é mais cara, mas muitas vezes mais seletiva (os grãos colhidos no ponto cereja propiciam melhor qualidade final ao café). Finalmente, é preciso boa infraestrutura, acesso à água (para irrigação ou processamento), estradas para escoamento da produção e disponibilidade de mão de obra.
Encontrado na página: Escolha da Área e do Terroir
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Escolha do Material Genético
Espécie: Será Arábica (foco em qualidade de bebida, mais sensível) ou Robusta/Conilon (foco em volume, mais cafeína, usado em blends e solúveis, mais resistente ao calor)?
Variedade (Cultivar): Dentro da espécie, a escolha da variedade (ex: Catuaí, Mundo Novo, Bourbon, Geisha, Acaiá) define:
Potencial de bebida: A qualidade sensorial final;.
Produtividade: Quanto café a planta produz;.
Resistência: Tolerância a pragas, doenças (como ferrugem) e secas;.
Porte: Tamanho da planta, que afeta o espaçamento e o manejo.
Aquisição de Mudas: Compra de mudas sadias, certificadas e de viveiristas confiáveis.Encontrado na página: Escolha do Material Genético
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- Produção
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Fase de Formação ou Cresc
Esta é a "infância" do cafeeiro. O foco aqui não é colher frutos, mas sim formar uma planta robusta, com sistema radicular profundo e uma arquitetura (estrutura de galhos) que suporte altas produtividades no futuro.
Os principais tratos culturais nesta fase são:
Controle de Ervas Daninhas (Matocompetição): As plantas jovens são muito sensíveis à competição por água, luz e nutrientes. Manter a lavoura "limpa" é crucial.
Adubação de Formação: Fornecer os nutrientes necessários (Nitrogênio, Fósforo, Potássio) para o crescimento vegetativo (folhas e galhos).
Controle de Pragas e Doenças: Pragas como a cigarra (no solo) e o bicho-mineiro (nas folhas) podem ser devastadoras para plantas jovens.
Primeiras Podas (Se necessário): Às vezes, podas de formação são feitas para definir a estrutura da planta ou estimular a brotação lateral.Encontrado na página: Fase de Formação
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Imagem Formação
Encontrado na página: Fase de Formação
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Manejo pos-colheita
Assim que o café é colhido (seja de forma manual ou mecanizada), ele é levado para a unidade de processamento para remover impurezas iniciais e separar os tipos de frutos. Nesta fase o café passa por um "lavador" ou sistema de separação, de folhas, galhos, pedras e terra, os quais são removidos. Na separação por densidade o café é jogado na água. Grãos secos, malformados ou verdes flutuam (são de menor qualidade e separados), enquanto os grãos maduros e densos afundam (são os cafés de melhor qualidade e seguem para o processamento).
Encontrado na página: Manejo pós-colheita
- Pós-produção
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Beneficiamento
No beneficiamento acontece a etapa que mais define o perfil de sabor do café (acidez, corpo, doçura). Existem três métodos principais, antes da secagem
A. Via Seca (Processo Natural)
Como é: É o método mais antigo e tradicional. As cerejas de café (inteiras, com casca, polpa e tudo) são levadas diretamente para secar ao sol.
Onde: Terreiros de cimento, pátios suspensos (camas africanas) ou secadores mecânicos.
Resultado: O grão absorve açúcares da polpa enquanto seca. Isso resulta em cafés mais doces, encorpados e com notas de frutas maduras. É muito comum no Brasil.
B. Via Úmida (Processo Lavado ou Despolpado)
Como é: O oposto do natural. O objetivo é remover a polpa antes de secar.
Despolpamento: As cerejas passam por uma máquina (despolpador) que remove a casca e a maior parte da polpa.
Fermentação: O grão sai com uma camada viscosa chamada "mucilagem". Ele é colocado em tanques de água por 12 a 48 horas. Bactérias e leveduras decompõem essa mucilagem.
Lavagem: O café é lavado em água limpa para remover qualquer resíduo da fermentação.
Resultado: Cafés mais limpos, com acidez mais brilhante (cítrica) e notas florais. Destaca o sabor "puro" do grão.
C. Via Mista (Cereja Descascado ou "Honey")
Como é: Um híbrido dos dois. A cereja é despolpada (como no Lavado), mas não passa pela fermentação em água.
Processo: O grão vai para a secagem coberto apenas pela mucilagem (o "mel").
Resultado: Um equilíbrio. Traz a doçura e o corpo do processo natural, mas com um pouco da acidez e limpeza do processo lavado.
Secagem
O objetivo da secagem do café é reduzir a umidade do grão de café (que está em torno de 50-60%) para um nível estável (entre 11% e 12%). Caso fique muito úmido, o grão mofa e estraga. Se ficar muito seco, ele se torna quebradiço e perde qualidade na torra.
Métodos de secagem:
Terreiro: Secagem lenta ao sol. O café deve ser revolvido (mexido) constantemente para garantir uma secagem uniforme.
Secador Mecânico: Grandes máquinas que usam ar quente (controlado) para acelerar o processo.
Após esta fase acontece o armazenamento de "Descanso", quando o café, chamado de "café em coco" se for natural, ou "café em pergaminho" se for lavado, precisa descansar. O café é armazenado em "tulhas" (silos de madeira) ou sacas por um período (geralmente de 30 a 60 dias), o que permite que a umidade se equalize dentro do lote e que os sabores se estabilizem. O produto final é o "café verde" (ou café cru), que é o grão que compramos para torrar.
Classificação
A fase de classificação e seleção tem por objetivo separar os grãos por qualidade e remover defeitos, além de identificar o tamanho dos grãos. O café passa por peneiras que separam os grãos por tamanho (ex: Peneira 16, 17, 18).
Densidade: Mesas densimétricas separam grãos mais densos (geralmente melhores) dos menos densos.
Seleção Eletrônica (Cor): Máquinas de alta tecnologia usam sensores ópticos para identificar e ejetar (com um jato de ar) grãos defeituosos (pretos, ardidos, verdes, quebrados) ou impurezas (pedras, paus).
Classificação Sensorial (Cupping): Provadores profissionais (Q-Graders) provam o café para avaliar aroma, sabor, acidez, corpo e nota final.
Encontrado na página: Beneficiamento
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Receitas pratos salgados
Receitas de pratos salgados com café
Rubs (Temperos) para Carne: O café moído, misturado com pimenta, páprica defumada, açúcar mascavo e sal, cria um "rub" (tempero seco) excelente para carnes vermelhas (como costela, cupim ou brisket) antes de irem para a churrasqueira ou forno, formando uma crosta escura e saborosa.
Molhos: O café pode ser usado como base para molhos barbecue ou reduções que acompanham carnes de caça ou porco.
Encontrado na página: Beneficiamento
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