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Exibindo 253 resultados encontrados
  • Podas do Cafeeiro Arábica

    O curso foi elaborado com foco na necessidade de levar ao conhecimento de produtores, agrônomos, agentes de Assistência Técnica e Extensão Rural - ATER atuantes na cafeicultura e estudantes de agronomia as melhores práticas para a poda do cafeeiro arábica. O conteúdo foi estruturado em cinco módulos, em que será possível conhecer os aspectos morfológicos, as finalidades e os tipos de podas; como realizar a recepa, o esqueletamento, o desponte e decote e como deve ser realizado o manejo da lavoura pós-poda.

    Organizadora: Embrapa Café

    Duração: 30 dias

    Carga horária: 5h

  • Cafeicultura no Cerrado

    O curso “Cafeicultura no Cerrado - Cultivares recomendadas, práticas de cultivo, tecnologias e inovações para as lavouras de café do Cerrado” apresenta o panorama da cafeicultura no bioma Cerrado e as melhores práticas para implantação e manejo do cafeeiro e na escolha das melhores cultivares disponíveis. Também são apresentadas aos participantes as novas tecnologias e as inovações para a cafeicultura nesse ecossistema. Com carga horária total de 16 horas, o conteúdo foi dividido em quatro módulos, que você pode realizar de acordo com a sua conveniência.

    Organizadora: Embrapa Café

    Duração: 30 dias

    Carga horária: 16h

  • Manejo Integrados de Pragas e Nematoides na Cafeicultura

    Elaborada pela Embrapa Café em parceria com a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG) e a Universidade Federal de Lavras (UFLA), a capacitação apresenta tecnologias  desenvolvidas no âmbito do Consórcio Pesquisa Café, assim como métodos de identificação e de correto manejo de pragas e nematoides, com o objetivo de mitigar seus efeitos sobre as lavouras cafeeiras.

    Organizadora: Embrapa Café

    Duração: 30 dias

    Carga horária: 5h

  • Ater Café
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  • Escolha área e terroir

    A localização da fazenda é um fator que não pode ser alterado e define o potencial de qualidade do café. A Altitude é fundamental para cafés Arábica de qualidade. Altitudes mais elevadas geralmente resultam em maturação mais lenta, grãos mais densos e bebidas mais complexas e ácidas. Depois vem o clima, com análise do regime de chuvas (distribuição e volume), temperatura (o limite frio crítico é geralmente considerado próximo a 3°, quando os danos se tornam severos, sendo que temperaturas abaixo de 7° já comprometem o desenvolvimento da planta) e insolação. A topografia do terreno é decisiva. Quando a superfície é plana permite mecanização total. Porém, quando em terreno inclinado (a inclinação está diretamente relacionada à operação das máquinas), exige-se colheita manual, que é mais cara, mas muitas vezes mais seletiva (os grãos colhidos no ponto cereja propiciam melhor qualidade final ao café). Finalmente, é preciso boa infraestrutura, acesso à água (para irrigação ou processamento), estradas para escoamento da produção e disponibilidade de mão de obra.

    Encontrado na página: Escolha da Área e do Terroir

  • Escolha do Material Genético

    Espécie: Será Arábica (foco em qualidade de bebida, mais sensível) ou Robusta/Conilon (foco em volume, mais cafeína, usado em blends e solúveis, mais resistente ao calor)?
    Variedade (Cultivar): Dentro da espécie, a escolha da variedade (ex: Catuaí, Mundo Novo, Bourbon, Geisha, Acaiá) define:
    Potencial de bebida: A qualidade sensorial final;.
    Produtividade: Quanto café a planta produz;.
    Resistência: Tolerância a pragas, doenças (como ferrugem) e secas;.
    Porte: Tamanho da planta, que afeta o espaçamento e o manejo.
    Aquisição de Mudas: Compra de mudas sadias, certificadas e de viveiristas confiáveis.

    Encontrado na página: Escolha do Material Genético

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  • Produção
  • Fase de Formação ou Cresc

    Esta é a "infância" do cafeeiro. O foco aqui não é colher frutos, mas sim formar uma planta robusta, com sistema radicular profundo e uma arquitetura (estrutura de galhos) que suporte altas produtividades no futuro.

    Os principais tratos culturais nesta fase são:
    Controle de Ervas Daninhas (Matocompetição): As plantas jovens são muito sensíveis à competição por água, luz e nutrientes. Manter a lavoura "limpa" é crucial.
    Adubação de Formação: Fornecer os nutrientes necessários (Nitrogênio, Fósforo, Potássio) para o crescimento vegetativo (folhas e galhos).
    Controle de Pragas e Doenças: Pragas como a cigarra (no solo) e o bicho-mineiro (nas folhas) podem ser devastadoras para plantas jovens.
    Primeiras Podas (Se necessário): Às vezes, podas de formação são feitas para definir a estrutura da planta ou estimular a brotação lateral.

    Encontrado na página: Fase de Formação

  • Imagem Formação


     

    Encontrado na página: Fase de Formação

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  • Manejo pos-colheita

    Assim que o café é colhido (seja de forma manual ou mecanizada), ele é levado para a unidade de processamento para remover impurezas iniciais e separar os tipos de frutos. Nesta fase o café passa por um "lavador" ou sistema de separação, de folhas, galhos, pedras e terra, os quais são removidos. Na separação por densidade o café é jogado na água. Grãos secos, malformados ou verdes flutuam (são de menor qualidade e separados), enquanto os grãos maduros e densos afundam (são os cafés de melhor qualidade e seguem para o processamento).
     

    Encontrado na página: Manejo pós-colheita

  • Pós-produção
  • Beneficiamento

    No beneficiamento acontece a etapa que mais define o perfil de sabor do café (acidez, corpo, doçura). Existem três métodos principais, antes da secagem

     

    A. Via Seca (Processo Natural)

     

    • Como é: É o método mais antigo e tradicional. As cerejas de café (inteiras, com casca, polpa e tudo) são levadas diretamente para secar ao sol.

    • Onde: Terreiros de cimento, pátios suspensos (camas africanas) ou secadores mecânicos.

    • Resultado: O grão absorve açúcares da polpa enquanto seca. Isso resulta em cafés mais doces, encorpados e com notas de frutas maduras. É muito comum no Brasil.

     

    B. Via Úmida (Processo Lavado ou Despolpado)

     

    • Como é: O oposto do natural. O objetivo é remover a polpa antes de secar.

      1. Despolpamento: As cerejas passam por uma máquina (despolpador) que remove a casca e a maior parte da polpa.

      2. Fermentação: O grão sai com uma camada viscosa chamada "mucilagem". Ele é colocado em tanques de água por 12 a 48 horas. Bactérias e leveduras decompõem essa mucilagem.

      3. Lavagem: O café é lavado em água limpa para remover qualquer resíduo da fermentação.

    • Resultado: Cafés mais limpos, com acidez mais brilhante (cítrica) e notas florais. Destaca o sabor "puro" do grão.

     

    C. Via Mista (Cereja Descascado ou "Honey")

     

    • Como é: Um híbrido dos dois. A cereja é despolpada (como no Lavado), mas não passa pela fermentação em água.

    • Processo: O grão vai para a secagem coberto apenas pela mucilagem (o "mel").

    • Resultado: Um equilíbrio. Traz a doçura e o corpo do processo natural, mas com um pouco da acidez e limpeza do processo lavado.

     

    Secagem

     

    O objetivo da secagem do café é reduzir a umidade do grão de café (que está em torno de 50-60%) para um nível estável (entre 11% e 12%).  Caso fique muito úmido, o grão mofa e estraga. Se ficar muito seco, ele se torna quebradiço e perde qualidade na torra.

    • Métodos de secagem:

      • Terreiro: Secagem lenta ao sol. O café deve ser revolvido (mexido) constantemente para garantir uma secagem uniforme.

      • Secador Mecânico: Grandes máquinas que usam ar quente (controlado) para acelerar o processo.

    Após esta fase acontece o armazenamento de "Descanso", quando o café, chamado de "café em coco" se for natural, ou "café em pergaminho" se for lavado, precisa descansar. O café é armazenado em "tulhas" (silos de madeira) ou sacas por um período (geralmente de 30 a 60 dias), o que permite que a umidade se equalize dentro do lote e que os sabores se estabilizem. O produto final é o "café verde" (ou café cru), que é o grão que compramos para torrar.

     

    Classificação

     

    A fase de classificação e seleção tem por objetivo separar os grãos por qualidade e remover defeitos, além de identificar o tamanho dos grãos. O café passa por peneiras que separam os grãos por tamanho (ex: Peneira 16, 17, 18).

    • Densidade: Mesas densimétricas separam grãos mais densos (geralmente melhores) dos menos densos.

    • Seleção Eletrônica (Cor): Máquinas de alta tecnologia usam sensores ópticos para identificar e ejetar (com um jato de ar) grãos defeituosos (pretos, ardidos, verdes, quebrados) ou impurezas (pedras, paus).

    • Classificação Sensorial (Cupping): Provadores profissionais (Q-Graders) provam o café para avaliar aroma, sabor, acidez, corpo e nota final.

     

    Encontrado na página: Beneficiamento

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  • Receitas pratos salgados

    Receitas de pratos salgados com café

     

    Rubs (Temperos) para Carne: O café moído, misturado com pimenta, páprica defumada, açúcar mascavo e sal, cria um "rub" (tempero seco) excelente para carnes vermelhas (como costela, cupim ou brisket) antes de irem para a churrasqueira ou forno, formando uma crosta escura e saborosa.

    Molhos: O café pode ser usado como base para molhos barbecue ou reduções que acompanham carnes de caça ou porco.
     

    Encontrado na página: Beneficiamento

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