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Receitas com café gelado
1. Iced Coffee (Café Gelado - Método Flash Brew)
Diferente de apenas jogar gelo no café pronto, o segredo aqui é extrair o café com o dobro da concentração diretamente sobre o gelo para selar os aromas.
Ingredientes: 1 dose dupla de espresso (60ml), 1 copo cheio de cubos de gelo, 50ml de água ou leite (opcional).
Preparo:
Encha um copo alto com gelo de boa qualidade (gelo cristalino derrete mais devagar).
Extraia o espresso diretamente sobre os cubos de gelo. O choque térmico preserva a acidez e os aromas brilhantes.
Se desejar, complete com um pouco de água gelada ou leite.
Dica de Mestre: Use grãos com notas cítricas ou florais; eles brilham muito mais em versões geladas.
2. Cold Brew
Aqui não usamos calor. O café é "cozido" pelo tempo, resultando em uma bebida com baixíssima acidez, muito doce e com alto teor de cafeína.
Ingredientes: 100g de café moído grosseiramente (moagem tipo sal grosso), 800ml de água filtrada fria.
Preparo:
Misture o café e a água em um pote de vidro. Mexa suavemente para garantir que todo o pó esteja úmido.
Tampe e deixe descansar na geladeira (ou em temperatura ambiente) por 12 a 18 horas.
Coe em um filtro de papel ou prensa francesa.
Dica de Mestre: O resultado é um concentrado. Na hora de servir, dilua com gelo, água ou leite na proporção 1:1.
3. Frappé / Frappuccino
Enquanto o Frappé original (grego) usa café instantâneo, a versão popularizada (tipo Frappuccino) é uma emulsão de espresso, leite e gelo.
Ingredientes: 1 dose de espresso (resfriado), 120ml de leite integral, 1 xícara de gelo, 2 colheres de sopa de calda de chocolate ou caramelo, 1 colher de chá de açúcar (opcional).
Preparo:
Coloque o gelo, o leite, o café e a calda no liquidificador.
Bata em velocidade alta até que o gelo esteja completamente triturado e a textura fique homogênea (tipo um smoothie).
Sirva em um copo alto e finalize com chantilly.
Dica de Mestre: Para evitar que o café se separe do gelo (criando aquela água no fundo), adicione um "espessante" natural como meia colher de goma xantana ou use um pouco de leite condensado.
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Manual do Café: Implantações de cafezais
Manual do Café: Implantações de cafezais
Saiba maisEsta publicação é a referência principal para a implantação. Ela detalha o "Preparo do solo", incluindo:
Limpeza da área (erradicação de plantas daninhas).
A importância da análise de solo (a primeira ação do preparo).
Correção (calagem e gessagem).
Adubação de fundação (pré-plantio).
Preparo físico (aração, gradagem) e a sistematização do terreno (construção de terraços e curvas de nível para o plantio).
Publicado: 22/12/2025
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Manual do Café: Colheita e Preparo
Manual do Café: Colheita e Preparo
Saiba maisEste é o guia prático que inicia o manejo pós-colheita. Ele detalha a "Pré-limpeza" (abanação), a "Lavagem" (para separar grãos "boia" de "cereja") e o manejo da secagem no terreiro.
Publicado: 22/12/2025
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Torrefação
Encontrado na página: Torrefação
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- Pré-produção
- Produção
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Café: beneficiamento e industrialização (Capítulo de Livro)
Café: beneficiamento e industrialização (Capítulo de Livro)
Saiba maisEsta publicação da Embrapa (disponível no repositório) é um capítulo de livro que descreve as etapas industriais. O "beneficiamento" é apresentado como o passo que antecede a "industrialização" (torra).
Publicado: 22/12/2025
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Cafés especiais
O termo "café especial" é definido por padrões técnicos rigorosos estabelecidos internacionalmente. Tecnicamente, o que define um café como "especial" é a sua pontuação sensorial e a ausência de defeitos graves nos grãos. O detalhamento dos critérios técnicos são os seguintes:
A Pontuação (O Padrão Ouro)
A definição mais importante vem da Specialty Coffee Association (SCA), a principal autoridade global no assunto.
Um café é considerado "especial" se atingir 80 pontos ou mais em uma escala de avaliação sensorial que vai até 100
Essa pontuação só pode ser dada por um degustador profissional certificado, conhecido como Q-Grader.
Avaliação é feita em um processo padronizado chamado cupping (prova de xícara).
Durante o cupping, o Q-Grader avalia dez atributos-chave do café:
Fragrância/Aroma: O cheiro do pó seco e do café após a infusão.
Sabor: A impressão principal do café na boca.
Finalização: O sabor que permanece após engolir.
Acidez: A "vivacidade" do café (não confundir com azedo). Em cafés especiais, é uma característica desejável e agradável (ex: cítrica, frutada).
Corpo: A sensação de peso e textura do café na língua.
Equilíbrio: A harmonia entre sabor, acidez, corpo e finalização.
Uniformidade: A consistência de sabor entre as diferentes xícaras provadas do mesmo lote.
Xícara Limpa: A ausência de sabores negativos ou "sujos".
Doçura: A presença de doçura natural, resultante da maturação do fruto.
Impressão Geral: A avaliação holística do provador.
A Qualidade do Grão Cru (Verde)
O café precisa atender a um padrão físico rigoroso. Para ser classificado como "especial" pela SCA, uma amostra de 350 gramas de grãos verdes (crus) deve ter:
Zero Defeitos Primários: São defeitos graves que arruínam o sabor.
Exemplos: Grão preto, grão azedo, cereja seca (casca), presença de fungosfungado, dano por inseto severo.
Máximo de Cinco Defeitos Secundários: São defeitos menores, que afetam menos a bebida.
Exemplos: Grão quebrado, grão chocho (imaturo), casca, grão levemente danificado por inseto.
A Cadeia Produtiva
Embora a pontuação e os defeitos sejam a definição técnica central, o conceito de "café especial" engloba toda a cadeia, exigindo excelência em cada etapa:
Rastreabilidade (Traceability): Um café especial deve ter sua origem conhecida, muitas vezes até o nível do microlote dentro de uma fazenda específica. Isso garante a transparência e a procedência.
Processamento Pós-Colheita: A forma como o café é seco (natural, lavado, honey, etc.) deve ser executada com precisão para evitar fermentações indesejadas e realçar os atributos do grão.
Torra: A torra de cafés especiais é tratada como uma arte e ciência. O Mmestre de Ttorra deve desenvolver um perfil que destaque as melhores características daquele grão específico (acidez, doçura, corpo), sem queimar o café.
Preparo: A extração final (seja em casa ou na cafeteria) também deve seguir padrões para honrar a qualidade do grão.
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