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  • Receitas com café gelado

    Receitas com café gelado

    1. Iced Coffee (Café Gelado - Método Flash Brew)

    Diferente de apenas jogar gelo no café pronto, o segredo aqui é extrair o café com o dobro da concentração diretamente sobre o gelo para selar os aromas.

    • Ingredientes: 1 dose dupla de espresso (60ml), 1 copo cheio de cubos de gelo, 50ml de água ou leite (opcional).

    • Preparo:

      1. Encha um copo alto com gelo de boa qualidade (gelo cristalino derrete mais devagar).

      2. Extraia o espresso diretamente sobre os cubos de gelo. O choque térmico preserva a acidez e os aromas brilhantes.

      3. Se desejar, complete com um pouco de água gelada ou leite.

    • Dica de Mestre: Use grãos com notas cítricas ou florais; eles brilham muito mais em versões geladas.

     

    2. Cold Brew

    Aqui não usamos calor. O café é "cozido" pelo tempo, resultando em uma bebida com baixíssima acidez, muito doce e com alto teor de cafeína.

    • Ingredientes: 100g de café moído grosseiramente (moagem tipo sal grosso), 800ml de água filtrada fria.

    • Preparo:

      1. Misture o café e a água em um pote de vidro. Mexa suavemente para garantir que todo o pó esteja úmido.

      2. Tampe e deixe descansar na geladeira (ou em temperatura ambiente) por 12 a 18 horas.

      3. Coe em um filtro de papel ou prensa francesa.

    • Dica de Mestre: O resultado é um concentrado. Na hora de servir, dilua com gelo, água ou leite na proporção 1:1.

     

    3. Frappé / Frappuccino

    Enquanto o Frappé original (grego) usa café instantâneo, a versão popularizada (tipo Frappuccino) é uma emulsão de espresso, leite e gelo.

    • Ingredientes: 1 dose de espresso (resfriado), 120ml de leite integral, 1 xícara de gelo, 2 colheres de sopa de calda de chocolate ou caramelo, 1 colher de chá de açúcar (opcional).

    • Preparo:

      1. Coloque o gelo, o leite, o café e a calda no liquidificador.

      2. Bata em velocidade alta até que o gelo esteja completamente triturado e a textura fique homogênea (tipo um smoothie).

      3. Sirva em um copo alto e finalize com chantilly.

    • Dica de Mestre: Para evitar que o café se separe do gelo (criando aquela água no fundo), adicione um "espessante" natural como meia colher de goma xantana ou use um pouco de leite condensado.

    Encontrado na página: Receitas

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    Publicado: 17/10/2023

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    Manual do Café: Implantações de cafezais

    Manual do Café: Implantações de cafezais

    Esta publicação é a referência principal para a implantação. Ela detalha o "Preparo do solo", incluindo:

    • Limpeza da área (erradicação de plantas daninhas).

    • A importância da análise de solo (a primeira ação do preparo).

    • Correção (calagem e gessagem).

    • Adubação de fundação (pré-plantio).

    • Preparo físico (aração, gradagem) e a sistematização do terreno (construção de terraços e curvas de nível para o plantio).

    Saiba mais

    Publicado: 22/12/2025

    Encontrado na página: Fase de Formação

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    Publicado: 10/10/2023

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    Manual do Café: Colheita e Preparo

    Manual do Café: Colheita e Preparo

    Este é o guia prático que inicia o manejo pós-colheita. Ele detalha a "Pré-limpeza" (abanação), a "Lavagem" (para separar grãos "boia" de "cereja") e o manejo da secagem no terreiro.

    Saiba mais

    Publicado: 22/12/2025

    Encontrado na página: Manejo pós-colheita

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    Publicado: 10/10/2023

  • Torrefação

    Encontrado na página: Torrefação

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  • Pré-produção
  • Produção
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    Café: beneficiamento e industrialização (Capítulo de Livro)

    Café: beneficiamento e industrialização (Capítulo de Livro)

    Esta publicação da Embrapa (disponível no repositório) é um capítulo de livro que descreve as etapas industriais. O "beneficiamento" é apresentado como o passo que antecede a "industrialização" (torra).

    Saiba mais

    Publicado: 22/12/2025

    Encontrado na página: Beneficiamento

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    Publicado: 10/10/2023

  • Cafés especiais

    O termo "café especial" é definido por padrões técnicos rigorosos estabelecidos internacionalmente. Tecnicamente, o que define um café como "especial" é a sua pontuação sensorial e a ausência de defeitos graves nos grãos. O detalhamento dos critérios técnicos são os seguintes:

     

    A Pontuação (O Padrão Ouro)

    A definição mais importante vem da Specialty Coffee Association (SCA), a principal autoridade global no assunto.

    • Um café é considerado "especial" se atingir 80 pontos ou mais em uma escala de avaliação sensorial que vai até 100

     


     

    • Essa pontuação só pode ser dada por um degustador profissional certificado, conhecido como Q-Grader.

    • Avaliação é feita em um processo padronizado chamado cupping (prova de xícara).

    Durante o cupping, o Q-Grader avalia dez atributos-chave do café:

    1. Fragrância/Aroma: O cheiro do pó seco e do café após a infusão.

    2. Sabor: A impressão principal do café na boca.

    3. Finalização: O sabor que permanece após engolir.

    4. Acidez: A "vivacidade" do café (não confundir com azedo). Em cafés especiais, é uma característica desejável e agradável (ex: cítrica, frutada).

    5. Corpo: A sensação de peso e textura do café na língua.

    6. Equilíbrio: A harmonia entre sabor, acidez, corpo e finalização.

    7. Uniformidade: A consistência de sabor entre as diferentes xícaras provadas do mesmo lote.

    8. Xícara Limpa: A ausência de sabores negativos ou "sujos".

    9. Doçura: A presença de doçura natural, resultante da maturação do fruto.

    10. Impressão Geral: A avaliação holística do provador.

     

    A Qualidade do Grão Cru (Verde)

    O café precisa atender a um padrão físico rigoroso. Para ser classificado como "especial" pela SCA, uma amostra de 350 gramas de grãos verdes (crus) deve ter:

    • Zero Defeitos Primários: São defeitos graves que arruínam o sabor.

      • Exemplos: Grão preto, grão azedo, cereja seca (casca), presença de fungosfungado, dano por inseto severo.

    • Máximo de Cinco Defeitos Secundários: São defeitos menores, que afetam menos a bebida.

      • Exemplos: Grão quebrado, grão chocho (imaturo), casca, grão levemente danificado por inseto.

     

    A Cadeia Produtiva

    Embora a pontuação e os defeitos sejam a definição técnica central, o conceito de "café especial" engloba toda a cadeia, exigindo excelência em cada etapa:

    • Rastreabilidade (Traceability): Um café especial deve ter sua origem conhecida, muitas vezes até o nível do microlote dentro de uma fazenda específica. Isso garante a transparência e a procedência.

    • Processamento Pós-Colheita: A forma como o café é seco (natural, lavado, honey, etc.) deve ser executada com precisão para evitar fermentações indesejadas e realçar os atributos do grão.

    • Torra: A torra de cafés especiais é tratada como uma arte e ciência. O Mmestre de Ttorra deve desenvolver um perfil que destaque as melhores características daquele grão específico (acidez, doçura, corpo), sem queimar o café.

    • Preparo: A extração final (seja em casa ou na cafeteria) também deve seguir padrões para honrar a qualidade do grão.

     

     

     

     

    Encontrado na página: Cafés especiais

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