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  • Desoperculação

    Refere-se à retirada dos opérculos que cobrem os alvéolos dos favos de mel maduros.

  • Centrifugação

    Após a desoperculação, os quadros são colocados na centrífuga. Recomenda-se iniciar a centrifugação em baixa velocidade, para não quebrar os quadros que estão cheios de mel. Gradativamente, aumenta-se a velocidade da centrífuga até a extração de todo o mel.

  • Decantação

    Nesta etapa o mel permanece em repouso, em um decantador, por período de 3 a 5 dias. Durante esse período, bolhas de ar e impurezas de pequeno tamanho, que passaram pela filtragem, sobem, formando uma camada de espuma e sujeiras na superfície. Por outro lado, partículas mais pesadas, ainda existentes, são levadas ao fundo por gravidade, afundando lentamente.

  • Classificação do mel

    No Brasil, deve atender ao Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade do mel (RTIQ), conforme Instrução Normativa n.°11, de 20 de outubro de 2000.

  • Pólen apícola

    Pólen apícola é o resultado da aglutinação do pólen das flores, efetuada pelas abelhas operárias, mediante néctar e suas substâncias salivares, o qual é recolhido no ingresso da colmeia (BRASIL, 2001). Cada grão de pólen apícola é um aglutinado de centenas de grãos de pólen floral.

    A composição química do pólen sofre grande variação em função de sua origem botânica, sua atividade biológica também pode variar, o que dificulta sua padronização e, consequentemente, seu uso para fins terapêuticos ou medicinais.

    Encontrado na página: Pólen apícola

  • Comercialização

    Nos últimos cinco anos, o Brasil exportou, em média, 31.109.181 quilos de mel, aproximadamente 80% do mel produzido no País, o que gerou uma receita média de US$ 1.057.032,83. Os Estados Unidos é o maior comprador de mel brasileiro, cerca de 50% do total exportado. O mel brasileiro também é comercializado para Alemanha, Canadá, Austrália, Bélgica, Holanda e outros países do Bloco Comum Europeu.

    O mel que não é exportado, é comercializado no Brasil em redes de supermercado, farmácia, lojas de produtos naturais, feiras e, em menor quantidade, direto ao consumidor.

    Encontrado na página: Pólen apícola

  • Uso do polén apicóla

    O pólen apícola é usado como ingrediente em produtos aromáticos (tinturas, óleos essenciais), em cosméticos (cremes, máscaras, batons, sabonetes, xampus) e em alimentos (barras de cereais, chocolates, biscoitos). Recentemente, tem sido investigado seu uso como antioxidante natural para conservação de produtos alimentícios.

    Encontrado na página: Pólen apícola

  • Própolis

    Própolis é o produto oriundo de substâncias resinosas, gomosas e balsâmicas, colhidas pelas abelhas, de brotos, flores e exsudados de plantas, nas quais as abelhas acrescentam secreções salivares, cera e pólen para elaboração final do produto.

    Uma vez que a própolis é produzida a partir de resinas, exsudatos e tecidos vegetais, ocorre grande variação em sua composição e características em função das espécies botânicas que as abelhas visitam para coleta desses materiais, além de fatores ambientais e genéticos, o que dificulta a padronização do produto.

    Devido às suas propriedades farmacológicas, a própolis tem sido empregada na elaboração de produtos farmacêuticos, suplementos alimentares, cosméticos e de higiene pessoal.

    Encontrado na página: Própolis

  • Intro.Geleia real

    A geleia real, produto da secreção do sistema glandular cefálico das abelhas operárias, é coletada até 72 horas de idade. Apresenta características homogêneas e cremosas, com uma coloração branco-leitosa e um sabor ácido característico. Rica em nutrientes e substâncias bioativas, a geleia real é altamente valorizada por suas propriedades nutricionais e medicinais.

    Encontrado na página: Geleia real

  • Usos da Geleia Real

    A geleia real é utilizada em diversas áreas devido às suas propriedades nutricionais e medicinais. Alguns dos principais usos incluem: suplemento alimentar, estimulante energético, rejuvenescimento da pele, entre outros. 

    Encontrado na página: Geleia real

  • Intro.Cera

    A cera de abelhas, uma substância de consistência plástica e coloração amarelada, é produzida pelas abelhas para a construção dos favos em suas colmeias. Além de fornecer uma estrutura sólida para armazenar mel, pólen e criar novas abelhas, a qualidade da cera é vital para o desenvolvimento saudável da colônia. Favorecendo a higiene e o isolamento térmico da colmeia, a cera desempenha um papel fundamental na preservação da integridade dos produtos apícolas e na produção de mel de alta qualidade.

    Encontrado na página: Cera

  • Info.Propriedades da Cera

  • Usos da Cera

    A cera de abelhas é utilizada para construção de favos artificiais, cosméticos, produtos farmacêuticos e odontológicos e indústria de velas.

    Encontrado na página: Cera

  • Polinização

    A polinização é a transferência de grãos de pólen das anteras de uma flor para o estigma (parte do aparelho reprodutor feminino) da mesma flor ou de outra flor da mesma espécie. A polinização das plantas é um serviço importante prestado pelas abelhas para o homem, que elas realizam ao buscar seus alimentos como o néctar e o pólen. Ao pousar em uma flor, os grãos de pólen ficam aderidos ao corpo do inseto, que ao pousar em outra flor para uma nova coleta, transfere o pólen podendo ocorrer a polinização, garantindo assim a formação de frutos e sementes.

    As abelhas são essenciais para as plantas, pois, sem a polinização realizada por estes insetos, muitos frutos não vingariam e a produção seria baixa em algumas culturas. Além diso, as abelhas e outros polinizadores são amplamente reconhecidos pelo seu importante papel e contribuição para a segurança alimentar e nutricional, agricultura sustentável, saúde ambiental e dos ecossistemas, enriquecimento da biodiversidade e outros aspectos do desenvolvimento sustentável.

    Encontrado na página: Cera

  • Info.Polinização

  • Intro.Apitoxina

    A apitoxina é o produto de secreção das glândulas abdominais das abelhas operárias, armazenado na bolsa de veneno. A palavra "apitoxina" deriva do latim "apis", que significa abelha, e "toxikon", que significa veneno. Esse líquido incolor e transparente, solúvel em água, possui odor característico e sabor amargo, apresentando um pH entre 4,5 e 5,5. Injetada através do ferrão como mecanismo de defesa da colônia contra uma variedade de predadores, a picada da abelha causa dor, edema local e pode desencadear reações alérgicas em alguns indivíduos.

    Encontrado na página: Cera

  • Principais espécies da flora apícola do nordeste

    Principais espécies da flora apícola do nordeste

    Principais espécies da flora apícola do nordeste

    Para o sucesso de um projeto apícola, é essencial conhecer as principais espécies da flora local e sua capacidade de fornecer néctar e pólen às abelhas.

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    Publicado: 18/05/2023

  • Comportamento higiênico em abelhas africanizadas

    Comportamento higiênico em abelhas africanizadas

    Comportamento higiênico em abelhas africanizadas

    Este estudo destaca a importância de compreender e promover o comportamento higiênico das abelhas africanizadas, um mecanismo crucial de defesa contra doenças.

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    Publicado: 18/05/2023

  • Boas práticas na produção e beneficiamento de pólen apícola desidratado

    Boas práticas na produção e beneficiamento de pólen apícola desidratado

    Boas práticas na produção e beneficiamento de pólen apícola desidratado

    A utilização de equipamentos adequados, preparação dos coletores de pólen, coleta com fumaça, transporte do pólen e processo de beneficiamento são etapas essenciais.

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    Publicado: 18/05/2023

    Encontrado na página: Pólen apícola

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    Publicado: 18/05/2023

  • Produção de própolis

    Produção de própolis

    Produção de própolis

    A própolis é um produto elaborado pelas abelhas a partir de substâncias resinosas coletadas em plantas, às quais adicionam secreções salivares, cera e pólen.

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    Publicado: 18/05/2023

  • Boas práticas na colheita, extração e beneficiamento do mel

    Boas práticas na colheita, extração e beneficiamento do mel

    Boas práticas na colheita, extração e beneficiamento do mel

    As boas práticas na colheita, extração e beneficiamento do mel são essenciais para garantir a qualidade e segurança do produto final.

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    Publicado: 18/05/2023

    Encontrado na página: Produção de mel

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    Publicado: 18/05/2023

  • Mais acessados publicações

  • Pudim de mel

    Pudim de mel

    Bata no liquidificador 1 lata de leite condensado, 1 lata de creme de leite, 1 lata de mel, 2 colheres (sopa) de cacau em pó sem açúcar, /2 colher (chá) de noz-moscada em pó, ½ colher (chá) de canela em pó e 4 ovos.

    Coloque uma xícara (chá) de açúcar em uma forma para pudim e leve ao fogo até caramelizar.

    Despeje a mistura na forma e leve ao forno médio em banho-maria por aproximadamente 50 minutos

    Desenforme depois de frio.

  • Pão de mel

    Pão de mel

    Misture bem 2 xícaras (chá) de leite com 1 xícara (chá) de açúcar mascavo, 1 colher (chá) de café solúvel, 1 colher (chá de canela em pó, ½ colher (chá) de cravo em pó e ½ xícara (chá) de mel.

    Peneire por cima 1 xícara (chá) de chocolate e 2 xícaras (chá) de farinha de trigo. Acrescente 2 colheres (chá) de fermento químico em pó e 1 colher (chá) de bicarbonato de sódio e misture tudo muito bem até obter uma massa lisa.

    Despeje tudo numa assadeira retangular média untada e polvilhada com farinha. Leve ao forno médio (180°C) por aproximadamente 45 minutos.

    Para a cobertura, pique 1 tablete de chocolate meio-amargo e distribua-o sobre o pão de mel assim que sair do forno. Espere até que derreta ligeiramente e, então, alise a cobertura com uma faca ou espátula. Espere o bolo esfriar por completo e corte em quadrados.

  • Dolce passione

    Dolce passione

    Numa coqueteleira, misture a polpa de 1 maracujá, 1 pitada de canela em pó, 10ml de mel e 50ml de água.

    Bata com gelo. Coe para um copo baixo e finalize com outra pitada de canela em pó. Decore com canela.

  • Ginger mint

    Ginger mint

    Leve ao fogo 200g de gengibre cortado em lâminas finas e 400ml de água. Adicione 200g de mel e deixe aquecer, mexendo sempre até fazer um xarope.

    Reserve e deixe esfriar.

    Num como longo, macere 10 folhas de hortelã com 20ml de suco de limão. Adicione 50ml do xarope, gelo quebrado e complete com água com gás.

    Mexa e decore com hortelã e gengibre laminado.

  • Instalação do apiário

    Após a escolha do local adequado para a instalação do apiário, o passo seguinte é o preparo do local para receber as colmeias já povoadas. O local escolhido para o apiário deve ser limpo, por meio da realização de capinas e retirada de galhos, pedras ou outros materiais que possam interferir na instalação das colmeias, no acesso e locomoção do apicultor na área. Também devem ser retirados materiais que possam abrigar ou facilitar o acesso de inimigos naturais das abelhas, como formigas, por exemplo. Também é recomendável realizar a roçagem da área no entorno do apiário e das vias de acesso, para maior segurança e facilidade de deslocamento do apicultor.

    Após a limpeza do terreno, a etapa seguinte é a instalação dos cavaletes ou suportes para as colmeias. Existem diferentes modelos de cavaletes, que geralmente são confeccionados em metal ou madeira. Independente do modelo escolhido, o apicultor deve considerar os seguintes aspectos para a instalação dos cavaletes na área do apiário.

     

    • O cavalete deve ser instalado de forma que fique bem firme no terreno, para evitar o tombamento das colmeias e deve permitir que a base (ou fundo) da colmeia fique a uma altura de 40 a 50cm do solo, para facilitar o trabalho do apicultor no manejo das colônias.
    • Posicionar o cavalete de forma que a colmeia fique levemente inclinada para a frente, para evitar a entrada e o acúmulo de água (por ocasião das chuvas) no interior da colmeia.
    • Se possível, utilizar cavaletes com estratégias para evitar o acesso de inimigos naturais à colmeia, como protetores contra formigas.


    A quantidade de colmeias a ser instalada por apiário vai depender do potencial da flora apícola do local. No entanto, mesmo que o local apresente grande quantidade de plantas apícolas no entorno, o recomendável é manter de 25 a 30 colmeias por apiário, pois acima dessa quantidade haverá maior dificuldade de manejo das colmeias. Recomenda-se também que a distância entre apiários seja de, no mínimo, 3 Km, para evitar a competição entre as colônias pelos mesmos recursos.

    Na área do apiário, as colmeias podem ser dispostas em linhas, em círculo, semi-círculo ou seguindo outras formas de disposição, de forma a atender as seguintes recomendações:

     

    • Respeitar distância mínima de 2 metros entre colmeias.
    • Aproveitar o sombreamento natural tanto quanto possível, especialmente em locais de clima quente.
    • Respeitar a linha de voo das abelhas, ou seja, posicionar as colmeias de forma que os alvados não fiquem direcionados entre si.
    • Dispor as colmeias de forma a permitir a aproximação de veículos.
    • Em locais de ocorrência de ventos fortes, posicionar as colmeias nas proximidades de vegetação que atuem como quebra-ventos. 

    Encontrado na página: Instalação do apiário

  • Como preparar e utilizar caixas-iscas

    O mais simples é utilizar núcleos ou colmeias de madeira, com 5 a 10 quadros, aramados e preenchidos com tiras de cera alveolada. Caso opte por caixas-iscas de papelão do tipo núcleo, procure recobrí-las externamente com material impermeável, como plástico, por exemplo, deixando livre a área do alvado. Esse cuidado ajuda na conservação do papelão no campo. 

    Nas caixas-iscas, são colocadas tiras estreitas de cera alveolada, cortadas longitudinalmente, de cerca de 3 cm de altura, incrustadas nos quadros. A incrustação pode ser feita a frio, com auxílio de uma carretilha-de-apicultor; ou a quente, com cera derretida ou com um incrustador elétrico. Utilizar cera laminada nova, sem adulterações, recém processada e alveolada.

    Caixas-iscas com quadro com cria e alimento ou já utilizadas anteriormente por outros enxames, tendem a ser mais atrativas do que caixas novas. A atratividade de caixas novas, por outro lado, pode ser aumentada borrifando ou esfregando plantas e produtos aromáticos na parede interna, como extrato de própolis, folhas de capim-santo ou capim-limão, erva-cidreira e laranjeira, dentre outras.

    No campo, as caixas-isca devem ser presas firmemente, levemente inclinadas para frente, em locais arejados, secos, elevados, pelo menos, 1 metro acima do solo, protegidos da insolação e de ventos excessivos. Evite, todavia, colocá-las no interior de áreas com vegetação densa ou em locais sem nenhuma incidência de luz solar.

    As caixas-iscas podem ser pintadas ou não. Quando pintadas, devem ser utilizadas cores claras, como amarelo ou branco, mais atrativas e com maior visibilidade no campo.

    Revisões periódicas devem ser realizadas a fim de verificar a ocorrência de intrusos, como aranhas, escorpiões, sapos, pererecas, cobras, lagartos, ratos, formigas, vespas e outros; o que pode afetar negativamente a eficácia das caixas-iscas.

    Na presença de enxame, aguardar de 3 a 7 dias, antes de fazer nova revisão, dando tempo para o início das posturas pela rainha e o desenvolvimento de parte dos ovos em larvas.

     

    Nas revisões, enxames em caixas-iscas devem ser transferidos para colmeias definitivas, com 10 quadros. Adicionalmente, os quadros ocupados com cria são deslocados para o centro da caixa. Os demais quadros, ainda não ocupados, devem ter a tira de cera substituída por lâminas inteiras de cera alveolada.

     

    Crédito de imagem: Eugênia Ribeiro/Embrapa

    Encontrado na página: Povoamento das colmeias

  • Info. método do borrifador

    Encontrado na página: Povoamento das colmeias

  • Como aproveitar os enxames localizados em áreas urbanas

  • Info. Dividir colônias

    Encontrado na página: Povoamento das colmeias

  • Como capturar enxames com caixas-isca

    Como capturar enxames com caixas-isca

    Como capturar enxames com caixas-isca

    Para aumentar sua atratividade, é essencial compreender o comportamento das abelhas e adotar procedimentos adequados.

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    Publicado: 27/06/2023

    Encontrado na página: Povoamento das colmeias

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    Publicado: 27/06/2023

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    A flora apícola, composta por plantas que fornecem recursos como néctar, pólen e resinas às abelhas, é essencial para a escolha do local do apiário. Essa flora é característica de cada região e varia conforme as condições de clima e solo. Conhecer as plantas visitadas pelas abelhas na área disponível para a criação e identificar os períodos de florescimento das principais espécies são passos fundamentais. Isso permite ao apicultor programar adequadamente as atividades de manejo das colônias.

    Encontrado na página: Flora apícola

  • Materiais apícolas

    Materiais apícolas

    Materiais apícolas

    A qualidade e o uso adequado desses materiais são fundamentais para garantir segurança no trabalho e uma boa produtividade.

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    Publicado: 20/06/2023

    Encontrado na página: Materiais e equipamentos

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    Publicado: 20/06/2023

  • Materiais e equipamentos

    No manejo das abelhas são utilizados equipamentos e materiais, importantes para a condução dos trabalhos, facilitando tarefas, dando segurança ao apicultor e também às abelhas.  O manejo correto e a utilização adequada de equipamentos e materiais, são fundamentais para a obtenção de produtos de qualidade. O uso de equipamentos como as caixas padronizadas, com itens intercambiáveis entre as diversas caixas de um apiário, quadros, ninhos, melgueiras, por exemplo, constitui uma condição indispensável para a prática da apicultura racional. Conhecer e saber utilizar bem cada um dos materiais e equipamentos apícolas é muito importante para o sucesso da atividade!

    Encontrado na página: Materiais e equipamentos

  • ALIMENTAÇÃO alternativa para abelhas
    01/09/2009 Fonte: Embrapa

    Alimentação alternativa para abelhas

    No segundo semestre de cada ano, na região semiárida, a falta de chuvas contribui para redução das floradas e a consequente escassez de alimentos. Para evitar as perdas na produção das colônias e garantir a sobrevivência das abelhas, a Embrapa desenvolveu rações que são fornecidas no período da seca.

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    Encontrado na página: Fique Ligado

  • Sabiá

    Sabiá

    Nome científico: Mimosa caesalpiniifolia Bentham
    Família: Fabaceae
    Nomes comuns: sabiá, unha-de-gato, angiquinho-sabiá, sansão do campo
    Características: o sabiá é uma árvore nativa da região Nordeste, de pequeno porte e crescimento rápido. Sua floração ocorre durante a estação chuvosa. É considerada uma excelente planta apícola fornecedora de néctar e pólen, de grande importância para a produção de mel de Apis mellifera e de abelhas nativas como tiúba Melipona fasciculata, a jandaíra Melipona subnitida e a uruçu Melipona scutellaris Latreille.

  • Info.Como dividir colônias


     

  • Info.Como unir colônias


     

  • Info. método pulverização