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Densidade
Na fase de engorda, a densidade de estocagem dos peixes deve ser planejada cuidadosamente, pois influencia diretamente o crescimento, a saúde e a eficiência do cultivo. A densidade ideal varia de acordo com fatores como o peso final desejado, a estrutura do sistema de cultivo e a espécie criada.
Para viveiros escavados, é comum utilizar uma densidade que possibilita uma produção máxima de 8.000 a 10.000 kg por hectare. Em barragens e represas, onde as condições podem ser diferentes, a densidade recomendada é um pouco menor, entre 6.000 e 8.000 kg por hectare. Essas diretrizes ajudam a garantir um equilíbrio entre o espaço disponível e a necessidade de oxigênio, além de facilitar o manejo alimentar e a qualidade da água, fatores essenciais para o bom desempenho dos peixes.
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Manejo alimentar recria
Um manejo alimentar adequado promove o crescimento dos peixes, preserva a qualidade da água e evita o acúmulo de resíduos no viveiro. Na recria, é essencial considerar o hábito alimentar da espécie: carnívoros como o pirarucu exigem rações com alto teor de proteína, enquanto onívoros como o tambaqui necessitam de menos, reduzindo custos. A ração deve ser ajustada ao tamanho e às necessidades nutricionais dos peixes, tanto na granulometria quanto no teor de proteína.
Controlar a frequência e a quantidade de ração é igualmente importante para evitar sobras. Rações flutuantes ajudam a monitorar o consumo, reduzem desperdícios e mantêm o equilíbrio da água. Com um manejo eficiente, o produtor garante o crescimento saudável dos peixes e prepara o lote para a fase de engorda.
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Como escolher uma boa ração?
Ao escolher a ração, considere:
- Composição nutricional: deve atender às necessidades dos peixes na recria, com níveis adequados de proteínas e vitaminas.
- Digestibilidade: nutrientes devem ser facilmente absorvidos, o que depende do tamanho dos grânulos e da qualidade dos ingredientes.
- Palatabilidade: rações com farinha de peixe, por exemplo, são mais aceitas, especialmente por peixes carnívoros.
- Qualidade física: prefira rações extrusadas (flutuantes), que facilitam o monitoramento do consumo e evitam sobras na água.
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Quais os tipos de ração?
- Úmidas: com 50%-70% de umidade, feitas de resíduos animais e vegetais. São baratas, mas perecíveis e exigem armazenamento refrigerado.
- Semiúmidas: contêm 35%-50% de umidade e têm maior estabilidade nutricional que as úmidas, mas também requerem refrigeração.
- Secas: com menos de 12% de umidade, são as mais usadas na piscicultura comercial por sua durabilidade e facilidade de armazenamento
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Manejo alimentar e nutrição - conteudo web
As dietas da fase de engorda visam promover o crescimento rápido e eficiente dos peixes até o peso ideal de abate. Nessa fase, os peixes já têm o sistema digestivo totalmente desenvolvido, o que facilita a absorção de nutrientes e a aceitação da ração. A alimentação corresponde a cerca de 90% da nutrição total ao longo do ciclo de criação. Por isso, a escolha da ração deve considerar tanto o custo quanto a eficiência de conversão alimentar, ou seja, quanto da ração é transformada em peso pelos peixes. Monitorar esses fatores torna o cultivo mais econômico e sustentável, com bons resultados em produtividade.
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Conteúdo - Sistema de cultivo e infraestrutura
Na fase de recria, os alevinos são pequenos e não demandam muito espaço. Por isso, viveiros escavados de até 2.000 m² são suficientes para manter o controle da qualidade da água e a saúde dos peixes. Para quem não consegue esvaziar completamente o viveiro, o uso de berçários ou tanques-rede com malhas de até 5 mm é recomendado, pois esses tanques protegem os alevinos de predadores menores, garantindo sua segurança.
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Proteção contra predadores
Alevinos são vulneráveis a predadores como aves e larvas de insetos. Para reduzir perdas e garantir o desenvolvimento seguro, adote práticas como:
- Telas nas tubulações: instale telas nas entradas e saídas de água para bloquear peixes maiores e larvas predadoras.
- Desinfecção do viveiro: antes de povoar, desinfete o viveiro para eliminar larvas de insetos e outros predadores aquáticos.
- Telas antipássaros: use telas com aberturas menores que 30 mm para cobrir viveiros e tanques-berçários, evitando ataques de aves.
- Proteção em tanques-rede: as próprias redes servem como barreira contra predadores maiores, protegendo os peixes.
Encontrado na página: Sistema de cultivo e infraestrutura
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Manejo alimentar
O manejo alimentar dos alevinos exige atenção à quantidade, frequência e tipo de ração, ajustados conforme o crescimento. Use ração de granulometria adequada e rica em proteínas, alimentando-os de 4 a 6 vezes ao dia, conforme a biomassa.
Biometrias regulares, feitas a cada 15 ou 30 dias, ajudam a ajustar a taxa de alimentação com precisão. Por exemplo, alevinos de tambaqui entre 5 e 10g devem receber ração fina, com 55% de proteína. Isso evita desperdícios e garante acesso igual ao alimento. Também é essencial observar o comportamento dos peixes e ajustar o trato considerando a qualidade da água, a densidade do viveiro e a saúde geral do lote.
Encontrado na página: Manejo alimentar
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O que você precisa saber sobre sanidade?
A sanidade dos peixes está diretamente relacionada às suas defesas naturais, como a pele e o muco, e às defesas adquiridas, que são mais eficazes em peixes adultos. Fatores como baixa oxigenação, variações de temperatura e manejo inadequado enfraquecem o sistema imunológico, aumentando o risco de doenças.
Boas práticas, como quarentena, desinfecção de equipamentos e monitoramento de sinais de apatia são essenciais. A prevenção inclui alimentação balanceada, controle ambiental e uso de sal ou agentes preventivos para minimizar o estresse. Manter o equilíbrio entre patógeno, hospedeiro e ambiente é muito importante para evitar surtos de doenças e garantir a saúde dos peixes.
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Boas práticas - abertura
Boas práticas na piscicultura são um conjunto de procedimentos e cuidados que ajudam a garantir uma produção eficiente, sustentável e de qualidade que impacta diretamente no custo de produção. Elas englobam aspectos técnicos, ambientais e sanitários, visando tanto a saúde dos peixes quanto o equilíbrio do ambiente de cultivo. As boas práticas podem ser divididas em algumas áreas de atuação, sendo elas:
Encontrado na página: Boas Práticas
- Sanidade
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Prosa rural - sanidade
No podcast Prosa Rural com o tema “Peixe bom é aquele que tem boa sanidade” você vai aprender sobre sanidade de peixes, como manter um plantel de animais livre de doenças e o que é essencial para o sucesso do seu negócio!
Encontrado na página: Sanidade
- Tratamento de efluentes
- Processamento e mercado
- Qualidade da água
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Métodos de insensibilização e abate
- Atordoamento elétrico: utiliza corrente elétrica para insensibilizar os peixes de forma eficiente e rápida.
- Golpe na cabeça (percussão): método simples e acessível, adequado para peixes maiores.
- Choque térmico: imersão dos peixes em água com gelo para a insensibilização.
- Secção da medula seguida de sangria: método que combina insensibilização e abate em um único procedimento.
Adotar práticas adequadas no abate traz benefícios como a obtenção de carne de melhor qualidade, redução de perdas econômicas e respeito ao bem-estar animal. Reconhecer que os peixes sentem dor e estresse reforça a necessidade de uma produção ética e sustentável, que não apenas atenda às demandas do mercado por produtos de alta qualidade, mas também promova práticas responsáveis e alinhadas às expectativas de uma sociedade mais consciente.
Encontrado na página: Abate e bem estar
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Cálculo de custo
Para calcular o custo por quilo, divide o custo total de produção pela quantidade produzida. Por exemplo, se o custo foi R$690,90 para produzir 243 kg de peixe, o custo por quilo será R$2,84. Já a receita é obtida multiplicando a quantidade vendida pelo preço de venda. Se todo o peixe for vendido a R$8,00/kg, a receita será R$1.944,00.
Encontrado na página: Comercialização
- Depuração e despesca
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Para entender o processamento das rações
O processamento das rações transforma ingredientes crus em um produto adequado para os peixes, ajustando características como textura, densidade, digestibilidade e flutuabilidade. Técnicas como moagem, compressão e aquecimento são usadas para criar rações que podem flutuar ou afundar, atendendo às necessidades das diferentes espécies e fases de desenvolvimento.
Tipos de ração:
- Peletizadas: grânulos densos, comprimidos com calor e pressão, que afundam rapidamente. São boas para alimentação controlada mas geram perdas por finos e pós.
- Extrusadas: rações processadas a alta temperatura e pressão, que flutuam e são mais digestíveis. Ideais para recria pois facilitam o monitoramento do consumo e mantêm a qualidade da água.
- Fareladas: moídas finamente, são práticas mas podem perder nutrientes e sofrer segregação.
- Floculadas: secas em rolos aquecidos, são mais usadas para peixes ornamentais e menos recomendadas para recria devido à menor estabilidade nutricional.
Encontrado na página: Manejo alimentar e nutrição
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O que é depuração?
A depuração é como uma "limpeza interna" que os peixes passam antes de serem comercializados ou consumidos. Eles são colocados em tanques com água limpa e renovada, onde ficam sem se alimentar por um tempo, geralmente entre 12 e 24 horas. Esse processo ajuda a eliminar resíduos do sistema digestivo e evita que o peixe tenha gosto ou cheiro desagradável, como o famoso "gosto de terra". Por exemplo, em pisciculturas de tilápia, a depuração é feita em tanques com boa circulação de água para garantir que o sabor do peixe fique mais leve e agradável. Apesar de os peixes perderem um pouco de peso nesse período, o resultado é um produto de melhor qualidade que atende aos requisitos do mercado.
Encontrado na página: Depuração e Despesca
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Encontrado na página: Processamento e mercado
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Criação sustentável de pirarucu: da recria ao mercado
Criação Sustentável de Pirarucu é uma trilha de aprendizagem composta por dois cursos que traz aspectos envolvidos na produção de pirarucus em todas as suas fases.
Organizadora: Embrapa Pesca e Aquicultura
Duração: Oferta contínua
Carga horária: 40 horas
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Criação sustentável de pirarucu: reprodução e alevinagem
Criação Sustentável de Pirarucu é uma trilha de aprendizagem composta por dois cursos que traz aspectos envolvidos na produção de pirarucus em todas as suas fases.
Organizadora: Embrapa Pesca e Aquicultura
Duração: Oferta contínua
Carga horária: 40 horas
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Compostos nitrogenados em cultivo de camarão marinho
O curso aborda conceitos iniciais sobre a carcinicultura marinha, apresentando os sistemas de produção e o comportamento e manejo dos compostos nitrogenados durante todo o cultivo.
Organizadora: Embrapa Pesca e Aquicultura
Duração: Oferta contínua
Carga horária: 40 horas
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Infraestrutura
Escolher o local certo para criar alevinos faz toda a diferença. Os tanques ou viveiros precisam de água limpa, bem oxigenada, com pH e temperatura adequados. Sistemas simples de filtragem são muito úteis para manter a qualidade da água. Além disso, é necessário proteger os tanques contra predadores e assegurar sombra adequada para o bem-estar dos peixes.
Existem dois métodos principais de manejo:
Povoamento direto nos viveiros: funciona bem para quem consegue preparar o viveiro antes de receber os alevinos, removendo predadores e garantindo alimento natural. Isso permite estocar peixes de 1 a 30g diretamente, oferecendo um ambiente ideal para o crescimento.
Berçários: recomendados para quem prefere mais controle ou não pode esvaziar o viveiro. Os berçários protegem contra predadores, mas exigem atenção constante para evitar entupimentos nas telas e superlotação, que podem atrapalhar o desenvolvimento dos peixes.
Encontrado na página: Infraestrutura
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Genética aplicada à piscicultura
Genética aplicada à piscicultura
A publicação aborda a aplicação da genética na piscicultura, desde os primeiros registros históricos até os avanços modernos em melhoramento genético de peixes. Destaca a evolução das técnicas, a importância da seleção genética e os desafios do Brasil na domesticação de espécies nativas.
Publicado: 30/01/2025
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