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A tabela a seguir apresenta as áreas recomendadas para as diferentes fases produtivas, de acordo com o sistema de alojamento e os tipos de piso.
Fase
de
criaçãoCategoria
de
animaisSistema
de
alojamentoÁrea de construção (m2/animal) Tipo de piso utilizado Totalmente ripado Parcialmente compacto Totalmente compacto Reposição: Fêmea
MachoBaia coletiva
Gaiola individual
Baia coletiva
Baia individual1,80 a 2,00
1,10 a 1,12
2,50 a 3,00
5,00 a 6,001,80 a 2,00
1,12 a 1,15
3,00 a 3,50*
6,00 a 7,502,00 a 2,80*
1,15 a 1,20
3,60 a 5,00*
7,50 a 9,00Pré-acasalamento e acasalamento Fêmea Macho Baia coletiva
Gaiola individual
Baia individual2,00 a 2,50
1,10 a 1,12
5,00 a 6,002,50 a 2,80
1,12 a 1,20
6,00 a 7,502,80 a 3,00
1,15 a 1,20
7,50 a 10,00Gestação Fêmea Baia coletiva
Gaiola individual2,80 a 3,00
1,12 a 1,203,00 a 3,50
1,12 a 1,203,00 a 3,80
1,15 a 1,20Lactação Fêmea Baia com escamoteador
Baia sem escamoteador4,50 a 5,70
3,45 a 4,654,50 a 5,70
3,45 a 4,654,50 a 5,70
3,45 a 4,65Creche Desmame a 25 kg Baia coletiva
Gaiola suspensa0,20 a 0,25
0,15 a 0,250,25 a 0,27*
0,18 a 0,250,35 a 0,50*
-Crescimento 25 kg a 60 kg Baia coletiva 0,50 a 0,65 0,65 a 0,75* 0,75 a 0,85* Terminação 60 kg a 100 kg Baia coletiva 0,75 a 0,85 0,85 a 1,00* 1,00 a 1,20* Crescimento e terminação 25 kg a 100 kg Baia coletiva 0,65 a 0,75 0,75 a 0,85* 0,85 a 1,10* *Para baias com dois ambientes, calcular 2/3 da área para dormitório e 1/3 para dejeções.
Capítulo: Instalações/ Equipamentos
Número da Pergunta: 415
Ano: 1998
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A composição está relacionada ao manejo do esterco e da criação, principalmente ao desperdício de água e ração.
As características químicas dos resíduos de suínos são evidenciadas através de uma série de trabalhos já realizados, mostrando-se extremamente variáveis e de difícil comparação, pois nem sempre são relatadas as condições locais do empreendimento como clima, tipo de alimentação, método de amostragem e principalmente quantificação da água utilizada, responsável pelas diferentes diluições do dejeto.
Estudos desenvolvidos na Embrapa Suínos e Aves indicam os seguintes valores para os dejetos:
Variável Mínimo (mg/L) Máximo (mg/L) Média (mg/L) Demanda química oxigênio (DQO) 11.530,2 38.448,0 25.542,9 Sólidos totais 12.697,0 49.432,0 22.399,0 Sólidos voláteis 8.429,0 39.024,0 16.388,8 Sólidos fixos 4.268,0 10.408,0 6.010,2 Sólidos sedimentares 220,0 850,0 428,9 Nitrogênio total 1.660,0 3.710,0 2.374,3 Fósforo total 320,0 1.180,0 577,8 Potássio total 260,0 1.140,0 535,7 Capítulo: Manejo de Dejetos
Número da Pergunta: 426
Ano: 1998
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Consiste na decomposição da matéria orgânica dos dejetos pelas bactérias, o que pode ocorrer com ou sem a presença de oxigênio.
Na presença de oxigênio, o processo é chamado aeróbico e ocorre quando a decomposição é feita por compostagem e em lagoa aerada.
Sem a presença de oxigênio, o processo é chamado anaeróbico e ocorre quando a decomposição é feita em esterqueiras, biodigestores e em lagoas.
A decomposição aeróbica é mais eficiente no controle de patógenos (causadores de doença) e de sementes de invasoras, ao passo que a decomposição anaeróbica preserva o valor fertilizante dos dejetos.
Capítulo: Manejo de Dejetos
Número da Pergunta: 427
Ano: 1998
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Os equipamentos mínimos necessários para a criação são: vassoura, pás, baldes, mangueiras, carrinho de mão, seringa, agulha, mossador (aparelho para identificar o animal), tesoura, alicate para o corte de dentes, bisturi, caixa de manejo, misturador de ração, triturador, silo, cremador, comedouros, balanças, bebedouros.
Capítulo: Instalações/ Equipamentos
Número da Pergunta: 419
Ano: 1998
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O bebedouro em nível é um sistema simples composto de uma caixa d’água (reservatório) com boia flutuante, tubulação de alimentação do sistema e do bebedouro. O bebedouro propriamente dito é um pedaço de cano de ferro, com ponta em forma de bisel, fixado em ângulo na parede da baia. O funcionamento, semelhante ao ato de mamar, consiste em fazer sucção na ponta do cano para extrair a água. A boia regula a entrada de água no reservatório e mantém o nível de água o mais próximo possível da ponta do bebedouro.
Capítulo: Instalações/ Equipamentos
Número da Pergunta: 420
Ano: 1998
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O número de comedouros por baia depende do modelo utilizado, da formatação da baia, do número de animais por baia, da fase animal e do sistema de alimentação.
Recomenda-se um comedouro simples por baia, com tantas bocas quantos forem os animais no grupo ou um comedouro automático com uma boca para cada três animais, para grupos de até doze animais. Para grupos maiores, um comedouro (também com uma boca para três animais) para cada doze animais do grupo.
Capítulo: Instalações/ Equipamentos
Número da Pergunta: 421
Ano: 1998
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O número de bebedouros por baia depende do modelo utilizado, do formato da baia, do número de animais por baia, da fase animal e do sistema hidráulico.
Em geral, recomenda-se um bebedouro, no mínimo, para grupos menores que dez animais, dois bebedouros para grupos de dez a quinze animais e um bebedouro para cada sete suínos em grupos maiores que quinze animais por baia.
Capítulo: Instalações/ Equipamentos
Número da Pergunta: 422
Ano: 1998
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É construído com um tonel de 200 litros, um pneu de caminhão e ferros de construção soldados. A figura a seguir apresenta detalhes do comedouro.
Capítulo: Instalações/ Equipamentos
Número da Pergunta: 424
Ano: 1998