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Existem dois tipos de leite da matriz do ponto de vista da composição nutricional: o colostro que o leitão ingere nos primeiros dias de vida e o leite normal que a matriz produz até o desmame.
A tabela abaixo apresenta a rápida alteração na concentração proteica do colostro.
Alteração na composição do colostro em função do tempo (em %)
Tempo Proteína Gordura Lactose Nascimento 18,9 7,2 2,5 3 horas 17,9 7,3 2,7 6 horas 15,2 7,8 2,9 12 horas 9,2 7,2 3,4 24 horas 7,3 8,7 3,9 A tabela seguinte compara a composição do colostro e do leite normal quanto a nutrientes, digestibilidade e valor de energia.
O leite da matriz tem a seguinte concentração média em minerais: cálcio: 0,2%; fósforo: 0,15%; magnésio: 0,015%; sódio: 0,035%; ferro: 0,8 ppm; cobre: 1 ppm; e zinco: 15 ppm.
Composição do leite normal e do colostro de matriz
Componentes Leite Colostro Matéria seca (%) 20,4 22,3 Proteína bruta (%) 5,8 11,2 Proteína digestível (%) 5,6 11,0 Energia metabolizável (kcal/kg) 1.200 1.220 Gordura bruta (%) 42,6 26,1 Extrativos não nitrogenados (%) 24,7 20,7 Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 109
Ano: 1998
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Matrizes com oito leitões ou mais devem receber ração à vontade, no mínimo 5,5 kg de ração por dia. Matrizes com menos de oito leitões devem receber diariamente 2,5 kg de ração mais 400 g por leitão em aleitamento. A água deve ser limpa, fresca e à vontade.
Deve-se dispor de escamoteador com cama seca e fonte de calor com temperatura controlada entre 28 °C e 30 °C. Matrizes com sintomas de mastite (inflamação das tetas) ou corrimento vaginal purulento devem ser tratadas segundo a orientação veterinária. Matrizes com fezes duras ou ressecadas devem receber uma colher (de sopa) de sal amargo na ração durante três dias. É recomendável aumentar o teor de fibra da ração, fornecendo-se alfafa ou pasto verde em suplementação à ração diária.
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 105
Ano: 1998
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O retorno ao cio, após o desmame, é influenciado pelo estado nutricional e ordem de parto da fêmea, pela duração da lactação, época do ano e manejo adotado por ocasião e nos dias após o desmame.
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 107
Ano: 1998
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Cio ou estro é a manifestação externa de uma série de eventos no trato genital da fêmea, regulados por hormônios, que tornam a fêmea apta para a procriação durante determinados períodos de sua vida. Durante esse período, a fêmea apresenta o reflexo de tolerância ao cachaço, permitindo sua monta. No período intermediário do cio, a fêmea também apresenta reflexo de tolerância ao homem, ficando imobilizada quando realiza-se o teste da pressão lombar.
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 111
Ano: 1998
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Para determinar o momento da realização da primeira cobertura deve-se conhecer o material genético com que se está trabalhando. A leitoa não deve ser coberta no primeiro cio nem antes dos 110 kg, devendo ter uma espessura de toucinho de no mínimo 16 mm a 18 mm.
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 117
Ano: 1998
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- Estímulo às fêmeas a entrar em cio.
- Reconhecimento das fêmeas em cio.
- Desencadeamento do reflexo de tolerância.
- Realização da cobertura.
- Fornecimento, com frequência regular, de quantidade suficiente de esperma que possa assegurar bom índice de concepção.
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 124
Ano: 1998
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Sim. As recomendações para antecipação são:
- Contato diário de fêmeas imaturas (entre 150 e 160 dias), por 15 a 20 minutos, com um cachaço de nove a 12 meses de idade.
- Aplicação de hormônio gonadotrófico por recomendação veterinária.
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 115
Ano: 1998
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Deve-se fazer duas cobrições, com intervalo de 12 a 24 horas. Em granjas de terminados, a segunda cobertura pode ser feita por outro cachaço, se houver mais de um na granja.
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 123
Ano: 1998