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  • Existem dois tipos de defumação: a quente (75 °C) e a fria (30 °C a 50 °C). A defumação confere ao produto cheiro e sabor característicos, além de mai­or tempo de prateleira.

    As peças devem ser penduradas no defumador, mantendo-se uma certa distância entre elas, bem como da parede, a fim de garantir a circulação da fumaça e do calor.

    O tempo, a temperatura e o tipo de lenha são fundamentais para a boa defumação. Cada produto exige um determinado tempo de defumação.

    Capítulo: Tecnologia de Carnes

    Número da Pergunta: 465

    Ano: 1998

  • Em casas agropecuárias, atacados em geral, representantes comerciais e em empresas especializadas na fabricação de embalagens e triparia.

    Capítulo: Tecnologia de Carnes

    Número da Pergunta: 472

    Ano: 1998

  • Não. Um dos fatores responsáveis pelo aumento do colesterol, nos se­res humanos, é o consumo de gorduras de origem animal. A carne de suínos possui níveis de colesterol iguais ou menores do que as carnes de frango, bovinos e camarões, e do que os ovos de galinha.

    Capítulo: Tecnologia de Carnes

    Número da Pergunta: 476

    Ano: 1998

  • O abatedouro deve estar o mais próximo possível dos fornecedores da matéria-prima principal, uma vez que o transporte é um dos fatores que mais pesa no custo de produção. O ideal é que os produtores se localizem num raio de 50 km de distância do abatedouro.

    Capítulo: Tecnologia de Carnes

    Número da Pergunta: 477

    Ano: 1998

  • Para iniciar a criação de suínos, é preciso analisar as seguintes variáveis: mão de obra necessária:

    Tipo de criação N° de matrizes/pessoa
    Ciclo completo 40/1
    Criação de leitões 60/1
    Condomínios 60/1
    Criação de reprodutores 40/1
    Criação ao ar livre (Siscal) 70/1
    • Área disponível e topografia para sistema ao ar livre.
    • Capacidade de produção de insumos ou facilidade de aquisição.
    • Capacidade de armazenagem de milho.
    • Facilidade de acesso à assistência técnica.
    • Proximidade do comprador.
    • Cuidados no aspecto sanitário dos animais que vão formar o plantel.
    • Montante de investimento por matriz depende do sistema de produção a ser adotado, do tipo e do material a ser utilizado nas instalações. Existem referências de valores que variam de R$ 700,00 a R$2.500,00, por matriz.

    Capítulo: Economia

    Número da Pergunta: 486

    Ano: 1998

  • Segundo estudos efetuados pela Embrapa Suínos e Aves, o número mí­nimo de matrizes que viabiliza a obtenção de custo mínimo situa-se acima de 16 matrizes.

    É importante enfatizar que para otimizar o uso dos equipamentos, ins­talações e mão de obra é recomendado o manejo reprodutivo por lotes. Para que esse manejo possa ser efetuado é necessário ter-se um número mínimo de 21 matrizes.

    Inúmeros produtores rurais não dispõem de recursos para viabilizar uma produção de suínos com esse número mínimo de matrizes. Para esses produ­tores, a solução é a produção associativa.

    O sistema de condomínio é uma forma de produção associativa. Esta forma de produção foi iniciada em Santa Catarina, em meados dos anos 80, e até hoje é difundida nos Estados do Sul. Ela permite aos pequenos produtores de suínos, que apresentam baixa produtividade trabalhando isoladamente, atingir índices acima da média, trabalhando de forma associativa.

    A implantação e o funcionamento da produção associativa passam pelas seguintes etapas:

    • Formação da sociedade por um grupo de produtores da mesma região.
    • Aquisição conjunta de pequena área de terra, dos reprodutores e dos equipamentos.
    • Construção das instalações para maternidade, creche e abrigo para os reprodutores.
    • Rateamento das despesas de implantação e de manutenção entre os membros do condomínio.
    • Tomada de decisões em assembleia dos condôminos.
    • Implantação do sistema de coleta de dados técnicos e econômicos que auxiliem na administração do condomínio.
    • Contratação de mão de obra específica para gerenciar a produção de leitões.

    Capítulo: Economia

    Número da Pergunta: 485

    Ano: 1998

  • A produção de leitões requer criadores especializados, pois o segredo do negócio está no número de leitões produzidos por fêmea/ano. Considerando que a fêmea consome em torno de 1.000 kg de ração por ano, incluindo a ração do cachaço, e que os custos da alimentação representam 70% dos custos de produção, o custo total de produção de uma fêmea ao longo de um ano equivale a aproximadamente 1.400 kg de ração, sem contar os custos de reposição de fêmeas e machos. Pode-se, então, calcular o custo por leitão produzido:

    • Para uma produtividade de quatorze leitões por fêmea/ano, o custo de produção de um leitão é de 100 kg de ração da fêmea.
    • Para uma produtividade de 16 leitões por fêmea/ano, o custo de pro­ dução de um leitão é de 87,5 kg de ração da fêmea.
    • Para uma produtividade de 18 leitões por fêmea/ano, o custo de pro­ dução de um leitão cai para 78 kg de ração da fêmea, e para 70, 64, 58 e 54 kg de ração da fêmea, para produtividades de 20, 22, 24 e 26 leitões por fêmea/ano, respectivamente.

    Portanto, ao se pretender produzir leitões, deve-se buscar alta produtividade por matriz/ano.

    Não sendo viável essa opção, a alternativa é ser terminador, compran­do os leitões de outros criadores. Nesse caso, é fundamental assegurar boa sanidade, dispor de rações de qualidade e de mão de obra especializada, que proporcionem excelentes índices de conversão alimentar e de rendimento de carne na carcaça.

    Capítulo: Economia

    Número da Pergunta: 487

    Ano: 1998

  • Os princípios administrativos e econômicos que regem as atividades das indústrias e do comércio e a eco­nomia como um todo são os mesmos que orientam a atividade agropecuária.

    Todavia, existem diferenças básicas na forma de utilização dos fatores e bens de capital para a produção.

    Como todo empreendimento produtivo, a propriedade suinícola é uma unidade de produção operando num mercado. A utilização do capital (pró­prio e empréstimos financeiros), do trabalho (familiar e assalariado) deve en­tão gerar um resultado econômico para remunerar o capital empregado e aportar um lucro, sob a forma de necessidades familiares ou de salários.

    Se o capital aplicado na atividade for fixo, seu retorno acontecerá após vários ciclos produtivos, ou seja, pela série de produtos que seu uso possibili­ta obter.

    O capital circulante (variável) deve ter seu retorno ou compensação total pelo ciclo produtivo em que esteve presente, ou seja, pelo produto que gerou.

    Considerando o emprego do capital e do trabalho, pode-se dizer que a criação de suínos tem de fato o que se chama de “categorias” dos fatores de produção que se diferenciam entre elas pela permanência (durabilidade) e pela natureza dos serviços produzidos:

    • Fatores fixos – Constituem os fatores de produção (edificações, pes­soal permanente, instalações, reprodutores, etc) que determinam uma certa capacidade de produção.

    Como exemplo de custo fixo, pode-se citar as instalações e equipamentos existentes, pois seus custos são suportados pela unidade produtiva qual­quer que seja o volume de produção realizado.

    Dessa maneira, um dado lote de suínos para abate é gerado por um número efetivo de matrizes e deve produzir, a cada lote, um certo volume de carne; a boa gestão repousa, portanto, na abordagem dos objetivos aqui defi­nidos pelo pleno emprego dos meios de produção de forma que os encargos fixos globais sejam minimizados por unidade produzida.

    • Fatores variáveis – São aqueles que variam de acordo com o nível de produção da empresa agrícola (rações, combustíveis, energia elétrica etc), isto é, são os bens de produção que são consumidos integralmente a cada ciclo de produção e exprimem movimento, transformação ou giro.

    Para o cálculo do custo, deve-se considerar as seguintes variáveis: custo de produção de suínos para abate de treze a 18 terminados/fêmea/ano - SC maio/96 (R$/kg de suíno de 95,53 kg)

    Variáveis de Custo/Número de terminados 13 14 15 16 17 18
    1. Custos Fixos
    1.1. Depreciação das instalações 0,085 0,082 0,078 0,076 0,073 0,072
    1.2. Depreciação equip. e certas 0,018 0,017 0,016 0,015 0,014 0,013
    1.3. Juros s/cap.médio/inst. e equip. 0,011 0,010 0,010 0,009 0,009 0,009
    1.4. luros sobre reprodutores 0,001 0,001 0,001 0,001 0,001 0,001
    1.5. Juros s/animais em estoque 0,001 0,001 0,001 0,001 0,001 0,001
    Custo Fixo Médio 0,116 0,111 0,106 0,102 0,098 0,096
    2. Custos Variáveis
    2.1. Alimentação 0,762 0,749 0,737 0,727 0,718 0,710
    2.2. Mão de obra 0,140 0,130 0,122 0,114 0,107 0,101
    2.3. Gastos veterinários 0,010 0,010 0,010 0,010 0,010 0,010
    2.4. Gastos com transporte 0,092 0,091 0,090 0,089 0,088 0,087
    2.5. Despesas de energ. e comb. 0,014 0,013 0,013 0,012 0,012 0,012
    2.6. Despesas man. e conservação 0,022 0,021 0,020 0,019 0,019 0,018
    2.7. Despesas financeiras 0,003 0,002 0,002 0,002 0,002 0,002
    2.8. Funrural 0,014 0,014 0,014 0,014 0,014 0,014
    2.9. Eventuais 0,052 0,051 0,050 0,049 0,048 0,047
    Custo Variável Médio 1,109 1,081 1,058 1,036 1,018 1,001
    Custo Total Médio 1,225 1,192 1,164 1,138 1,116 1,097

    Para maiores informações, ver metodologia do cálculo, Documento N° 18, de 1994. A Embrapa Suínos e Aves dispõe de dois softwares para esse fim: Atepros - Acompanhamento Técnico-econômico das Propriedades Suinícolas e Suicalc - Cálculo de Custo de Produção de Suínos para Abate.

    Capítulo: Economia

    Número da Pergunta: 489

    Ano: 1998