Resultados da busca


Filtrar por

Faceta da categoria

Faceta do tipo

Tipo

Ordenar

Ordenar

Resultados da pesquisa

Exibindo 747 resultados encontrados
    • Lotes uniformes em idade e peso, evitando superlotação.
    • Número adequado de bebedouros (1:10) e comedouros (uma boca: quatro animais).
    • Fornecimento à vontade de ração e água, ambas de boa qualidade.
    • Adoção de rotina de limpeza.
    • Manutenção de programa de vacinação.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 86

    Ano: 1998

  • Deve-se utilizar a lotação máxima de três leitões/m2 nas baias suspensas e de 2,5 leitões/m2 nas baias no chão.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 85

    Ano: 1998

  • A alimentação à vontade proporciona um ganho de peso diário (do nascimento ao abate) superior a 50 g/dia a 60 g/dia ao ganho proporcionado pela alimentação restrita. Esse ganho pode desaparecer se a conversão alimen­tar for reduzida em cerca de 0,15 unidade, mantendo as demais condições constantes. Se a restrição alimentar não conseguir melhora superior a 0,15 unidade na conversão alimentar, é possível que haja perdas com o uso desse sistema de alimentação se o suíno para abate for vendido por quilograma de peso vivo.

    Há de se considerar, porém, que os animais com restrição alimentar, apesar de retardarem o momento de abate, melhoram a carcaça, deposi­tando menos gordura. Assim, a diminuição do ganho na terminação precisa levar em conta os preços do alimento, do suíno vivo e do prêmio em preço por melhor carcaça.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 88

    Ano: 1998

  • Sob o aspecto de rendimento de carne da carcaça, quando os animais na terminação recebem a mesma ração, as leitoas devem ser abatidas com até 110 kg e os castrados com até 100 kg. Dependendo do ambiente e da genética, as leitoas com 90 kg de peso podem possuir ao redor de 54% a 55% de carne magra na carcaça. Até 100 kg, essa percen­tagem é reduzida lentamente em 1%. Castrados com 80 kg possuem entre 53% e 54% de carne magra na carcaça e a partir daí essa percentagem decresce linearmente. Cada semana a mais na terminação custa ao redor de 1% de carne magra na carcaça. Separando os machos das fêmeas e adotando peso de abate diferenciado, o produtor consegue aumentar em média em 1% a proporção de carne magra na carcaça. Automaticamente a conversão alimentar me­lhora e os custos diminuem.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 89

    Ano: 1998

  • Machos castrados ingerem mais alimentos e mais rapidamente do que leitoas e depositam mais gordura com menor idade, resultando em carca­ças com menos carne.

    Somente a separação, sem estratégia de peso de abate diferenciado e com a mesma quantidade de ração, proporciona carcaças mais magras porque as fêmeas não sofrerão a competição dos castrados pela ração. A instalação em lotes separados possibilita a venda de todos os lotes mais cedo.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 90

    Ano: 1998

  • A limpeza das baias com pá e vassoura para a retirada dos dejetos e detritos deverá ser feita diariamente.

    As baias devem ser sempre limpas e lavadas no mesmo dia da deso­cupação. Após a secagem, devem ser desinfetadas e permanecerem vazias por cinco dias, no mínimo, antes da entrada dos novos lotes.

    O tipo e o modo de utilização dos desinfetantes são definidos pelo veterinário.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 92

    Ano: 1998

  • Se os animais de reposição vêm de outra granja, devem passar por um período de quarentena.

    As leitoas de reposição devem ser alojadas no prédio de gestação com idade média de aproximadamente 155 dias, em baias coletivas próxi­mas aos machos e até duas semanas antes da cobrição deverão receber ração de crescimento à vontade, sendo alimentadas duas vezes ao dia.

    Os machos de reposição devem ser alojados no prédio de gestação com idade média de aproximadamente 165 dias em baias individuais, onde permanecerão até o fim de sua vida útil. Os machos só deverão ser utiliza­dos em montas após feita uma avaliação do sêmen que comprove sua qua­lidade. Devem receber 2 kg de ração de gestação por dia, sendo um de manhã e outro à tarde.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 93

    Ano: 1998

  • Seguir rigorosamente as orientações de manejo da fêmea desde a cobertura até o final da gestação.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 101

    Ano: 1998