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  • O biodigestor deu certo. Deixou, porém, de ser utilizado por causa da introdução da eletrificação rural ou por não haver linha de crédito para sua implantação ou por existirem outras opções para o manejo de dejetos. Existem, entretanto, fatores específicos que dificultam sua utilização, como elevada vazão de afluentes que impede a retenção hidráulica por um míni­mo de tempo indispensável à obtenção de reações eficientes, dificuldades operacionais na alimentação do reator decorrentes da grande oscilação das vazões de entrada, baixos teores de sólidos em suspensão volátil no afluente e elevada quantidade de antibióticos, zinco e cobre na ração que atuam como bactericidas e estrangulam as reações, principal­mente metanogênicas, características desse reator.

    Capítulo: Manejo de Dejetos

    Número da Pergunta: 439

    Ano: 1998

  • O plantio dessa árvore próximo às casas ajuda a afastar as moscas. Entretanto, o uso das folhas dentro de casa é menos eficiente pois, ao seca­rem, perdem o efeito repelente (o princípio ativo que exerce esse efeito é volátil). Pode-se, porém, colocar galhos em vasos como parte da decoração garantindo, assim, um ambiente livre desses insetos por algumas horas.

    Capítulo: Manejo de Dejetos

    Número da Pergunta: 451

    Ano: 1998

  • Fig_pag219.jpg

    A mosca adulta põe os ovos no esterco, em restos de parição e em qualquer resíduo orgânico que sirva de alimento aos filhotes ou larvas. Doze horas depois, os ovos eclodem, isto é, nascem as larvas, que se alimentam dos dejetos e mudam de pele. Esse ciclo se repete três vezes e demora de cinco a seis dias. Depois da última muda de pele e de se alimentar bem, a larva busca um local mais seco no próprio esterco ou vai para o solo, onde se encolhe, sua pele seca e muda para a cor castanho, formando o casulo (pupário) e transformando-se em pupa. Após cinco a seis dias, a pupa se transforma em mosca adulta, macho ou fêmea. Ao sair do casulo, a mosca deixa o esterco ou o solo, seca as asas e o esqueleto externo que protege seu corpo como uma couraça e voa em busca de alimento. Cinco dias após o nascimento, as moscas já se acasalam e iniciam a postura dos ovos, reiniciando o ciclo de vida.

    Capítulo: Manejo de Dejetos

    Número da Pergunta: 452

    Ano: 1998

  • A utilização de dejetos de suínos na alimentação de peixes é comum em vários países. O policultivo de peixes é o princi­pal sistema de criação que usa dejetos de suínos, sendo a carpa comum, a tilápia nilótica e as car­pas chinesas (prateada, capim e cabeça-grande) as principais espécies utilizadas. Um método bastante empregado é o aproveitamento de dejetos frescos de suínos criados em pocilgas construídas sobre os viveiros, chamadas de modelo vertical, ou às margens do viveiro, com canalização, conhecidas como modelo horizontal, ou através de aspersão dos dejetos sobre a superfície alagada do viveiro. Utilizam-se de 30 a 60 suínos, pesan­do entre 25 kg e 100 kg, por hectare de água, com densidade de estocagem de 3.000 peixes/ha a 6.000 peixes/ha. Quando a distribuição do esterco é feita por asper­são ou outra forma indireta, calcula-se a quantidade diária de esterco com base na mesma quantidade de suínos (30 por ha a 60 por ha), ou com base na matéria seca do esterco, variando de 18 kg/matéria seca/ha/dia a 35 kg/matéria seca/ha/dia. A fer­tilização do viveiro deve ser monitorada com análises periódicas sobre a qualidade da água bem como da pesagem e medição dos peixes a fim de otimizar a quantidade de esterco a ser utilizado.

    Capítulo: Manejo de Dejetos

    Número da Pergunta: 431

    Ano: 1998

  • A fermentação é um processo essencial à estabilização dos dejetos e à sua transformação em fertilizante adequado para aplicação no solo e ab­sorção pelas plantas, sem colocar em risco o meio ambiente e a saúde pú­blica. A estabilização dos dejetos é também necessária para reduzir o mau cheiro, diminuir e controlar a incidência de moscas e evitar a poluição das águas.

    Capítulo: Manejo de Dejetos

    Número da Pergunta: 434

    Ano: 1998

  • Esse artifício é usado como repelente em locais onde não se pode usar controle químico e onde não proliferam moscas pelo mau manejo dos resíduos, com resultados satisfatórios. Embora não tenha sido comprovada cientificamente, a observação desta prática confirma a repetência das moscas. Esse fato pode estar ligado à faixa de luz refletida pelo conjunto formado pela bolsa de plástico e pela água.

    Capítulo: Manejo de Dejetos

    Número da Pergunta: 449

    Ano: 1998

  • Porque possuem uma substância ativa que atua como repelente desses insetos.

    Capítulo: Manejo de Dejetos

    Número da Pergunta: 450

    Ano: 1998

  • A principal técnica baseia-se no correto manejo e utilização dos dejetos dos animais e dos resíduos da criação e é conhecida como controle mecânico. Considerando que um suíno adulto produz cerca de 2,5 kg esterco/dia e que uma larva de mosca precisa apenas de 1 g de esterco/dia, compreende-se por que o esterco amontoado nas canaletas, em instalações sem canaleta, acumulado ao lado das instalações, nos montes de lixo, etc, acabam se transformando na causa da excessiva proliferação de moscas nas granjas de criação de suínos.

    A técnica de controle através do manejo de dejetos pode ser assim resumida:

    • Deixar uma lâmina de água nas canaletas suficiente para cobrir o esterco removido das baias.
    • Se a canaleta for rasa ou em declive, não permitindo a retenção da água, remover todo o esterco para a esterqueira duas vezes por semana, no mínimo.
    • A cama das maternidades e o resíduo do separador de fases (peneira de separação) devem ser levados para a câmara de fermentação ou, na falta desta, devem ser amontoados e cobertos com lona de plástico.
    • Animais mortos, restos de parição e outros resíduos devem ser enter­rados ou colocados em fossa construída para essa finalidade.

    Capítulo: Manejo de Dejetos

    Número da Pergunta: 456

    Ano: 1998

  • De um lado, as fêmeas de borrachudo alimentam-se do sangue dos animais; de outro, os dejetos deixados ao lado das instalações ou que va­zam das esterqueiras, ao serem carreados pelas chuvas para os riachos, servem de alimento às larvas de borrachudo.

    Capítulo: Manejo de Dejetos

    Número da Pergunta: 458

    Ano: 1998

  • Fig_pag227.jpg

    Canhão de embutir (ou adapta­dor para máquina de moer carne), funil, tripas adequadas, barbante, colheres, panelas, injetor de temperos e termómetro.

    Capítulo: Tecnologia de Carnes

    Número da Pergunta: 470

    Ano: 1998

  • Aquelas produtoras de suíno tipo carne ou seus cruzamentos.

    Capítulo: Tecnologia de Carnes

    Número da Pergunta: 471

    Ano: 1998

  • Antes da instalação, procurar os seguintes órgãos:

    • Executor da inspeção sanitária de produtos de origem animal, que pode ser federal, estadual ou municipal.
    • Prefeitura: expede alvará de construção.
    • Órgão do meio ambiente: para tratamento de efluentes.
    • Secretaria de Saúde: expedição do alvará sanitário.

    Capítulo: Tecnologia de Carnes

    Número da Pergunta: 469

    Ano: 1998

  • Deve-se utilizar suíno tipo carne, com peso entre 90 kg e 110 kg, livre de doenças, descansado, com temperatura corporal entre 38,5°C e 40,5°C e jejum de pelo menos seis horas.

    Capítulo: Tecnologia de Carnes

    Número da Pergunta: 459

    Ano: 1998

  • Sim, desde que se tenha um defumador e se esteja familiarizado com o processo completo da defumação.

    Capítulo: Tecnologia de Carnes

    Número da Pergunta: 466

    Ano: 1998

  • Existem pequenas diferenças, não significativas para o processamento da carne, desde que os machos sejam castrados ainda jovens e as fêmeas não estejam com gestação adiantada (2/3 em diante) ou não sejam de parto recen­te. A legislação brasileira não permite o abate de suínos machos inteiros.

    Capítulo: Tecnologia de Carnes

    Número da Pergunta: 462

    Ano: 1998

  • Os defumadores mais utilizados são os do tipo armário, tipo tonel com fogo externo, tipo tubo de concreto e o tipo estufa

    Capítulo: Tecnologia de Carnes

    Número da Pergunta: 467

    Ano: 1998

  • A carne suína participa com 22% do total de proteínas animais consumidas no Brasil, a carne bovina, com 40%, as aves, com 37% e os ovinos/caprinos, com 1%.

    Capítulo: Tecnologia de Carnes

    Número da Pergunta: 473

    Ano: 1998

  • O abatedouro deve estar o mais próximo possível dos fornecedores da matéria-prima principal, uma vez que o transporte é um dos fatores que mais pesa no custo de produção. O ideal é que os produtores se localizem num raio de 50 km de distância do abatedouro.

    Capítulo: Tecnologia de Carnes

    Número da Pergunta: 477

    Ano: 1998

  • O resultado econômico da atividade suinícola tem apresentado dife­renças não só de épocas, mas também por tipo de produtor. Todavia, não se pode afirmar, sem risco de errar, que uma opção seja melhor que a outra. Ambas dependem da situação do mercado, em especial do preço dos insumos. A opção pelo ciclo completo depende da avaliação da situação tecnológica do produtor, além da avaliação de mercado. Se a opção for pela terminação, é preciso analisar o contrato, pois a maioria dos terminadores tem contrato de parceria com agroindústrias ou cooperativas. Outra variável a ser levada em conta é a disponibilidade de capital para investimento, tendo em vista o mai­or custo das instalações para o ciclo completo.

    Capítulo: Economia

    Número da Pergunta: 483

    Ano: 1998

  • Apontar causas para as crises da suinocultura não é tão simples, pois são inúmeros os fatores que contribuem para sua ocorrência. A seguir, são enumeradas as principais:

    • Falta de organização dos produtores, que leva a desequilíbrios na oferta de animais, ao passo que os compradores, embora pouco nume­rosos, são bem organizados.
    • Falta de crédito aos produtores a juros compatíveis com a renta­bilidade da atividade.
    • Falta de política agrícola adequada ao setor.
    • Baixa capacidade de investimento dos produtores devida aos frequen­tes períodos de crise.
    • Ausência de garantia de preços mínimos para suínos e falta de estoques reguladores.
    • Dificuldade no uso de tecnologias que permitam elevar os índices de produtividade e a eficiência da atividade.
    • Reduzida participação no mercado internacional para escoar excedentes.

    Capítulo: Economia

    Número da Pergunta: 481

    Ano: 1998

  • Os princípios administrativos e econômicos que regem as atividades das indústrias e do comércio e a eco­nomia como um todo são os mesmos que orientam a atividade agropecuária.

    Todavia, existem diferenças básicas na forma de utilização dos fatores e bens de capital para a produção.

    Como todo empreendimento produtivo, a propriedade suinícola é uma unidade de produção operando num mercado. A utilização do capital (pró­prio e empréstimos financeiros), do trabalho (familiar e assalariado) deve en­tão gerar um resultado econômico para remunerar o capital empregado e aportar um lucro, sob a forma de necessidades familiares ou de salários.

    Se o capital aplicado na atividade for fixo, seu retorno acontecerá após vários ciclos produtivos, ou seja, pela série de produtos que seu uso possibili­ta obter.

    O capital circulante (variável) deve ter seu retorno ou compensação total pelo ciclo produtivo em que esteve presente, ou seja, pelo produto que gerou.

    Considerando o emprego do capital e do trabalho, pode-se dizer que a criação de suínos tem de fato o que se chama de “categorias” dos fatores de produção que se diferenciam entre elas pela permanência (durabilidade) e pela natureza dos serviços produzidos:

    • Fatores fixos – Constituem os fatores de produção (edificações, pes­soal permanente, instalações, reprodutores, etc) que determinam uma certa capacidade de produção.

    Como exemplo de custo fixo, pode-se citar as instalações e equipamentos existentes, pois seus custos são suportados pela unidade produtiva qual­quer que seja o volume de produção realizado.

    Dessa maneira, um dado lote de suínos para abate é gerado por um número efetivo de matrizes e deve produzir, a cada lote, um certo volume de carne; a boa gestão repousa, portanto, na abordagem dos objetivos aqui defi­nidos pelo pleno emprego dos meios de produção de forma que os encargos fixos globais sejam minimizados por unidade produzida.

    • Fatores variáveis – São aqueles que variam de acordo com o nível de produção da empresa agrícola (rações, combustíveis, energia elétrica etc), isto é, são os bens de produção que são consumidos integralmente a cada ciclo de produção e exprimem movimento, transformação ou giro.

    Para o cálculo do custo, deve-se considerar as seguintes variáveis: custo de produção de suínos para abate de treze a 18 terminados/fêmea/ano - SC maio/96 (R$/kg de suíno de 95,53 kg)

    Variáveis de Custo/Número de terminados 13 14 15 16 17 18
    1. Custos Fixos
    1.1. Depreciação das instalações 0,085 0,082 0,078 0,076 0,073 0,072
    1.2. Depreciação equip. e certas 0,018 0,017 0,016 0,015 0,014 0,013
    1.3. Juros s/cap.médio/inst. e equip. 0,011 0,010 0,010 0,009 0,009 0,009
    1.4. luros sobre reprodutores 0,001 0,001 0,001 0,001 0,001 0,001
    1.5. Juros s/animais em estoque 0,001 0,001 0,001 0,001 0,001 0,001
    Custo Fixo Médio 0,116 0,111 0,106 0,102 0,098 0,096
    2. Custos Variáveis
    2.1. Alimentação 0,762 0,749 0,737 0,727 0,718 0,710
    2.2. Mão de obra 0,140 0,130 0,122 0,114 0,107 0,101
    2.3. Gastos veterinários 0,010 0,010 0,010 0,010 0,010 0,010
    2.4. Gastos com transporte 0,092 0,091 0,090 0,089 0,088 0,087
    2.5. Despesas de energ. e comb. 0,014 0,013 0,013 0,012 0,012 0,012
    2.6. Despesas man. e conservação 0,022 0,021 0,020 0,019 0,019 0,018
    2.7. Despesas financeiras 0,003 0,002 0,002 0,002 0,002 0,002
    2.8. Funrural 0,014 0,014 0,014 0,014 0,014 0,014
    2.9. Eventuais 0,052 0,051 0,050 0,049 0,048 0,047
    Custo Variável Médio 1,109 1,081 1,058 1,036 1,018 1,001
    Custo Total Médio 1,225 1,192 1,164 1,138 1,116 1,097

    Para maiores informações, ver metodologia do cálculo, Documento N° 18, de 1994. A Embrapa Suínos e Aves dispõe de dois softwares para esse fim: Atepros - Acompanhamento Técnico-econômico das Propriedades Suinícolas e Suicalc - Cálculo de Custo de Produção de Suínos para Abate.

    Capítulo: Economia

    Número da Pergunta: 489

    Ano: 1998

  • Em geral, as agroindústrias e cooperativas não financiam investi­mentos em instalações. Quanto aos animais, existem programas de troca-troca, ou seja, o produtor recebe animais (reprodutores) melhorados geneticamente e entrega suínos para abate. O peso dos reprodutores recebidos é multiplicado por um fator de correção que varia entre 1,5 e 2,5. Exemplificando: se o pro­dutor recebe um animal com 100 kg e o fator é definido em 1,5 dentro do período estabelecido, ele deve entregar à agroindústria o equivalente a 150 kg de suíno para abate. Além dessa forma de financiamento, existem outros programas desenvolvidos por algumas secretarias estaduais e municipais de agricultura.

    Capítulo: Economia

    Número da Pergunta: 482

    Ano: 1998

  • Fig_pag229.JPG

    Os ingredientes para a fabricação de sabão a frio são: 4 kg de banha ou de sebo, 1 kg de fubá, 1 kg de soda cáustica, 200 g de breu e 15 litros de água. Derreter a gordura, acrescentar o fubá em forma de mingau e o breu moído. Mexer bem. Acrescentar a água, bater até for­mar consistência firme (aproximadamente 40 minutos). Deixar em repouso. Cortar no dia seguinte.

    Os ingredientes para a fabricação de sabão a quente são: 5 kg de sebo, 1 kg de soda e 20 litros de água. Misturar a soda com parte da água e deixar esquentar. Misturar o sebo. Acrescentar o restante da água e ferver até dar o ponto. Pode-se acrescentar um pouco de desinfetante industrial (tipo pinho) para dar cheiro mais agradável. Deixar esfriar e cortar no dia seguinte.

    Capítulo: Tecnologia de Carnes

    Número da Pergunta: 478

    Ano: 1998

  • Suíno criado com cuidados na alimentação, manejo e sanidade, vindo de cruzamentos industriais, pode fornecer bacon de boa qualidade. Um suíno de 90 kg a 100 kg vivo fornece de 6 kg a 7 kg de bacon.

    Capítulo: Tecnologia de Carnes

    Número da Pergunta: 480

    Ano: 1998

  • Segundo estudos efetuados pela Embrapa Suínos e Aves, o número mí­nimo de matrizes que viabiliza a obtenção de custo mínimo situa-se acima de 16 matrizes.

    É importante enfatizar que para otimizar o uso dos equipamentos, ins­talações e mão de obra é recomendado o manejo reprodutivo por lotes. Para que esse manejo possa ser efetuado é necessário ter-se um número mínimo de 21 matrizes.

    Inúmeros produtores rurais não dispõem de recursos para viabilizar uma produção de suínos com esse número mínimo de matrizes. Para esses produ­tores, a solução é a produção associativa.

    O sistema de condomínio é uma forma de produção associativa. Esta forma de produção foi iniciada em Santa Catarina, em meados dos anos 80, e até hoje é difundida nos Estados do Sul. Ela permite aos pequenos produtores de suínos, que apresentam baixa produtividade trabalhando isoladamente, atingir índices acima da média, trabalhando de forma associativa.

    A implantação e o funcionamento da produção associativa passam pelas seguintes etapas:

    • Formação da sociedade por um grupo de produtores da mesma região.
    • Aquisição conjunta de pequena área de terra, dos reprodutores e dos equipamentos.
    • Construção das instalações para maternidade, creche e abrigo para os reprodutores.
    • Rateamento das despesas de implantação e de manutenção entre os membros do condomínio.
    • Tomada de decisões em assembleia dos condôminos.
    • Implantação do sistema de coleta de dados técnicos e econômicos que auxiliem na administração do condomínio.
    • Contratação de mão de obra específica para gerenciar a produção de leitões.

    Capítulo: Economia

    Número da Pergunta: 485

    Ano: 1998

  • O Prosuino (Versão 3.0) é um programa de formulação de rações, sim­ples e versátil, baseado em conhecimentos técnico-científicos desen­volvidos pelos pesquisadores da área de nutrição de suínos, da Embrapa Suínos e Aves.

    Este programa busca atender a todos os suinocultores que necessitam de ferramenta simples e eficaz para baratear o custo da alimentação de seus animais.

    Dessa forma, o uso do Prosuíno Versão 3.0 viabiliza a produção de suínos a custo de produção menor pela minimização do custo da ração e pelo uso de alimentos mais baratos, no período, e disponíveis, sem dimi­nuir a produtividade do plantel.

    Capítulo: Economia

    Número da Pergunta: 492

    Ano: 1998

  • Um importante item na composição dos custos de produção de suínos é a alimentação (> 60 %). Algumas medidas podem reduzir seu custo:

    • Produzir os próprios insumos para alimentação dos animais. Os dois ingredientes de maior peso no custo da ração são o milho e o farelo de soja. Esses dois produtos apresentam instabilidade de preços em virtude das condições climáticas que afetam a produção nacional e internacional.
    • Efetuar a compra, de milho principalmente, no período de safra quando os preços são mais baixos. Esse fato decorre da sazonal idade dos preços dos produtos agrícolas, que se deprimem nos períodos de safra e se elevam nos períodos de entressafra.
    • Utilizar alimentos alternativos, que apresentam preços inferiores ao dos ingredientes convencionais.

    A recomendação geral é utilizar tecnologias que melhorem a produ­tivi­dade da criação visando reduzir a mortalidade, aumentar o número de termi­nados/fêmea/ano e melhorar a conversão alimentar. É importante a adoção de programas de genética, de vacinação preventiva, de limpeza e desinfec­ção, de uso de rações de boa qualidade e de técnicas gerenciais e instalações adequadas.

    A Embrapa Suínos e Aves dispõe de tecnologias que podem promo­ver essas melhorias a baixo custo.

    Capítulo: Economia

    Número da Pergunta: 500

    Ano: 1998

  • É um programa de computador para o acompanhamento técnico-eco­nômico das propriedades suinícolas. Busca a obtenção e o processamento de informações gerais (estoques de animais e alimentos, compra de animais e alimentos, coberturas, partos, desmames, perdas e transferências de animais) do setor suinícola, pela coleta de informações nas propriedades e apuração das informações obtidas, oferecendo resultados, com o objetivo de minimizar os custos e aumentar a lucratividade da atividade.

    O Atepros, além de ser usado pelos produtores individualmente, foi desenvolvido principalmente para extensionistas e técnicos de empresas que de alguma forma prestam assistência aos produtores.

    Capítulo: Economia

    Número da Pergunta: 490

    Ano: 1998

  • Na implantação de uma unidade produtiva em sistema ao ar livre, o custo das instalações e equipamentos são relativamente baixos, por volta de R$ 700/fêmea alojada (criação com 28 matrizes).

    No sistema confinado, o custo das instalações e equipamentos é mais alto, por volta de R$ 1.200,00/fêmea alojada (criação com 24 ma­trizes).

    O custo de produção de suíno ao ar livre, embora seja menor do que o confinado, em relação aos gastos com instalações e medicamentos, é maior com alimentação. No cálculo de ambos os custos (ar livre ou confinado), os itens de custos são os mesmos, mas no sistema de criação ao ar livre, um volume de área própria para lavoura é sacrificado, sendo assim importante acrescentar ao custo de produção, o custo de oportuni­dade dessa área que será indisponibilizada para plantio.

    Capítulo: Economia

    Número da Pergunta: 493

    Ano: 1998

  • Suínos | Gestão da água | Bebedouros | Tipos

    Os tipos de bebedouros podem variar a partir das seguintes características: modelo, tamanho, tipo de material, pressão e volume de água disponibilizado. Os bebedouros mais comuns encontrados em granjas de suínos podem ser divididos em:

  • Publicação

    Gestão da água na suinocultura

    Gestão da água na suinocultura

    Esta cartilha é o resultado de um estudo da gestão da água e do manejo de dejetos em propriedades produtoras de suínos em Santa Catarina. A publicação traz informações e dicas sobre o que fazer para utilizar de modo sustentável a água.

    Baixe aqui

    Publicado: 09/02/2024

    Encontrado na página: Gestão da água

    |

    Publicado: 09/02/2024

  • O uso de cisternas para produção animal

    Nesta edição do Prosa Rural, o programa de rádio da Embrapa, a conversa é sobre a captação e o armazenamento da água de chuva. Calhas são instaladas nos telhados e coberturas de estruturas previamente preparadas. A água é canalizada para cisternas, passando por filtros. Também é importante considerar a qualidade da água!

    Encontrado na página: Armazenamento

  • Custos de produção de frangos de corte e suínos para produtores integrados

    O objetivo desse curso feito a distância oferecido pelo portal e-Campo da Embrapa é é capacitar produtores e produtoras de frango de corte e de suínos integrados, bem como agentes da assistência técnica e extensão rural sobre custos de produção e outros indicadores de desempenho econômico e financeiro, utilizando ferramentas de apoio como o aplicativo Custo Fácil.

    Organizadora: Embrapa

    Duração: Até 60 dias

    Carga horária: 40 horas

    Encontrado na página: Início

  • Publicação

    Efeito da alimentação à vontade ou controlada nas fases de crescimento e terminação de suínos

    Efeito da alimentação à vontade ou controlada nas fases de crescimento e terminação de suínos

    Esta pesquisa comparou o efeito da alimentação dos suínos com fornecimento de ração controlada em comedouros do tipo “à vontade”.

    Baixe aqui

    Publicado: 18/04/2024

    Encontrado na página: Início

    |

    Publicado: 18/04/2024

  • Suínos | Capa | Título Publicações

    Encontrado na página: Início

  • Site Qualidade da carne suína - Do campo à mesa

    Qualidade da carne suína

    Qualidade da carne suína

    Do campo até a sua mesa, conheça todo o processo que envolve a produção de carne suína com qualidade.

    Acesse o site

    Publicado: 19/04/2024

    Encontrado na página: Início

    |

    Publicado: 19/04/2024

  • Encontrado na página: Início

  • Suínos | Capa | Título Webstories

    Encontrado na página: Início

  • Suínos | Sanidade | Doenças | Abre

    A seguir estão listadas as principais doenças que podem afetar os suínos. Mas, lembre-se: apesar de serem explicados os sintomas mais comuns, somente um médico veterinário pode fazer o diagnóstico da doença e indicar o tratamento adequado!

    Encontrado na página: Início

  • Suínos | Gestão da água | Abre

    Os usos mais comuns da água na criação de suínos são para "matar a sede" dos animais e umedecer a ração, além de fazer nebulização e o programa de limpeza e desinfeção das granjas.

    Esses usos podem sofrer a influência de diversos fatores, entre eles:

    • Idade dos animais
    • Estado sanitário
    • Fase fisiológica de produção
    • Peso-vivo do suíno
    • Condições ambientais no interior e exterior dos edifícios de alojamento
    • Práticas de higiene e limpeza
    • Equipamentos utilizados na granja

    Encontrado na página: Gestão da água

  • Encontrado na página: Gestão da água

  • Encontrado na página: Gestão da água

  • Suínos | Gestão ambiental | Dejetos | Benefícios | Foto


    Encontrado na página: Gestão da água

  • Suínos | Gestão da água | Importância e cuidados | Exemplo 2

    Encontrado na página: Gestão da água

  • Suínos | Gestão da água | Captação | Fontes superficiais

    Quando a captação for de fontes superficiais, alguns cuidados básicos devem ser observados, como:

    • Proteger as áreas úmidas, banhados e nascentes, isolando esses locais e recuperando a vegetação nativa
    • Impedir o acesso de animais às nascentes e fontes
    • Proteger e recuperar as margens dos córregos, arroios ou rios que passam pela propriedade, de acordo com o Código Florestal
    • Proteger contra erosão e degradação ambiental em todas as áreas da propriedade, com o objetivo de facilitar a reposição dos mananciais de água

    Encontrado na página: Gestão da água

  • Suínos | Gestão da água | Captação | Água da chuva

    A outra forma de captação de água é o armazenamento de chuva.

    Essa técnica é milenar e já foi utilizada por muitas civilizações ao longo do tempo, em todos os continentes do mundo.

    A água da chuva pode ser coletada diretamente do local onde será utilizada, dispensando a utilização de transporte ou adutoras, reduzindo os custos para a sua utilização ou muitas vezes sendo a única fonte disponível deste recurso.

    Encontrado na página: Gestão da água

  • Suínos | Gestão da água | Armazenamento | Cisternas

    A captação de água da chuva é realizada nos telhados das edificações da propriedade através de calhas e encanamentos condutores e armazenada em cisternas ou outro tipo de reservatório. Quanto maior o volume de água armazenada, mais autonomia terá a propriedade.

    É importante também o produtor manter um segundo reservatório, o qual tem como funções garantir a disponibilidade e a qualidade da água tratada para a dessedentação dos animais.

    Encontrado na página: Armazenamento

  • Suínos | Gestão da água | Tratamento | Análises

    Análises

    É indispensável realizar análises da qualidade da água periodicamente, no mínimo uma vez por ano. Dependendo da saúde, hábito alimentar e desempenho zootécnico dos animais, estas análises podem ser feitas num espaço de tempo menor.

    Encontrado na página: Tratamento

  • Suínos | Gestão da água | Tratamento | Tratamento

    Tratamento

    Dependendo da fonte de água, quando ela apresenta problemas constantes de turbidez, por exemplo, recomenda-se que seja feito um processo de filtragem. Assim, o tratamento químico posterior não será comprometido.

    Encontrado na página: Tratamento

  • Suínos | Gestão da água | Bebedouros | Convencional

    Convencional

    De modo similar ao bite ball, a chupeta convencional é ativada no momento em que o animal, através da sua língua ou focinho, pressiona a válvula localizada na parte interna do bebedouro.

    Encontrado na página: Tratamento

  • Site Cereais de inverno

    Cereais de inverno

    Cereais de inverno

    Os cereais de inverno (trigo, cevada, triticale, aveia e centeio), qualificam-se pelo seu valor nutricional como substitutos do milho na suinocultura e também na avicultura.
    Confira tudo sobre o uso de cereais de inverno em um site especial da Embrapa.

    Acesse o site

    Publicado: 13/05/2024

    Encontrado na página: Dietas alternativas

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    Publicado: 13/05/2024

  • Suínos | Alimentação | Tipos de alimentos | Médio a alto teor de fibra

    Energéticos com médio a alto teor de fibra

    Esses alimentos têm energia metabolizável acima de 2.600 kcal/kg e teor de fibra bruta acima de 6%. São exemplos: farelo de arroz integral, farelo de amendoim, aveia integral moída, farelo de castanha de caju, cevada em grão com casca, polpa de citrus, farelo de coco, torta de dendê, grão de guandu cozido, raspa de mandioca (de onde foi extraído o amido) e milho em espiga com palha.

    Encontrado na página: Tipos de alimentos

  • Suínos | Alimentação | Tipos de alimentos | Também fornecedores de proteína

    Energéticos também fornecedores de proteína

    São aqueles que, geralmente, têm energia metabolizável acima de 3.000 kcal/kg de alimento. Pela quantidade com que podem ser incluídos nas dietas, são também importantes fornecedores de proteína. Os exemplos são quirera de arroz, cevada em grão, soro de leite seco, grão de milho moído, sorgo baixo tanino, trigo integral, trigo mourisco, triguilho e triticale, entre outros.

    Encontrado na página: Tipos de alimentos

  • Suínos | Alimentação | Tipos de alimentos | Médio teor de proteína

    Fibrosos com baixa concentração de energia e médio teor de proteína

    Possuem teor de proteína bruta maior que 17%, de fibra acima de 10% e concentração de energia metabolizável menor que 2.400 kcal/kg. São exemplos: feno moído de alfafa, farelo de algodão, farelo de babaçu, farelo de canola e farelo de girassol.

    Encontrado na página: Tipos de alimentos

  • Suínos | Alimentação | Tipos de alimentos | Proteicos com alto teor de minerais

    Proteicos com alto teor de minerais

    A inclusão desses ingredientes em rações para suínos é limitada pela alta concentração de minerais que apresentam. São exemplos: as farinhas de carne e ossos com diferentes níveis de proteína bruta e a farinha de peixe.

    Encontrado na página: Tipos de alimentos

  • Suínos | Produção | Manejo dos cachaços | Dica #3

    Idade

    O cachaço deve ter 5 meses de idade, período necessário para que ele mostre o seu potencial genético.

    Encontrado na página: Tipos de alimentos

  • Suínos | Doenças | Outras | Coccidiose suína

    Coccidiose suína

    Afeta principalmente os leitões e é causada por um protozoário. Os principais sintomas são diarreia amarela e pastosa nos primeiros dias de vida do suíno, perda de peso e apatia. A melhor forma de tratar, controlar e preveni-la é através de medicamentos específicos. Recomenda-se que, ao nascer, os leitões sejam acompanhados por um médico veterinário.

    Encontrado na página: Tipos de alimentos

  • Suínos | Doenças | Bacterianas | Disenteria suína

    Disenteria suína

    Doença que acomete suínos de crescimento e terminação, predominantemente, causada por uma bactéria. Os quadros clínicos iniciam com diarreia cremosa com muco e evoluem para diarreia com sangue e muco e com restos de mucosa necrótica, levando à morte ou definhamento. O uso de produtos antimicrobianos na ração ou água para controle em lotes afetados e de medicação injetável para os animais doentes é uma das formas de controle.

    Encontrado na página: Tipos de alimentos

  • Suínos | Doenças | Bacterianas | Ileíte

    Ileíte

    Doença que afeta suínos de final de creche até animais em fase de crescimento e terminação. Na forma hemorrágica, causa diarreia com sangue ou de coloração achocolatada, principalmente na fase final de terminação, com alta taxa de mortalidade. Os suínos afetados ficam pálidos. Na forma crônica, os animais apresentam diarreia cremosa amarelada, às vezes transitória, em animais de final de creche, crescimento e início de terminação, com perda de desempenho.

    Encontrado na página: Tipos de alimentos

  • Suínos | Doenças | Bacterianas | Leptospirose

    Leptospirose

    Afeta a reprodução dos suínos, podendo, além do aborto, causar natimortos, fetos mumificados e leitegada fraca. Provoca uma cor amarelada na pele. O suíno se infecta através de alimentos e água contaminados com a urina de outro suíno infectado. O suíno no qual a bactéria se multiplica nos rins é considerado portador e elimina grande quantidade da bactéria por longo período.Também são considerados portadores os roedores e animais silvestres que eliminam a bactéria pela urina.

    Encontrado na página: Tipos de alimentos