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DiagSui
DiagSui
AndroidO DiagSui é uma ferramenta desenvolvida pela Embrapa Suínos e Aves que traz orientações sobre o diagnóstico laboratorial das principais doenças dos suínos, incluindo informações sobre escolha dos animais para colheita das amostras, como fazer a colheita das amostras, o envio ao laboratório, os principais exames laboratoriais utilizados e a interpretação de resultados laboratoriais.
Publicado: 31/01/2024
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EcoPiggy
EcoPiggy
AndroidO EcoPiggy é um aplicativo de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) digital voltado à gestão ambiental da suinocultura, especialmente no uso de dejetos suínos como adubo. Ele amplia o acesso de produtores familiares a serviços de ATER, possibilitando atendimentos a distância ou complementares ao presencial.
Publicado: 20/01/2026
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Embrapateca
Embrapateca
Acesse todas as ediçõesA Embrapateca reúne conteúdos técnicos da Embrapa Suínos e Aves em um só lugar. Traz materiais atualizados com links úteis para produtores e técnicos acessarem fácil.
Publicado: 24/04/2026
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Granjas idôneas, livres de problemas sanitários e que trabalhem especificamente com material genético de alta qualidade.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 4
Ano: 1998
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É possível a criação de suínos em todas as regiões do Brasil, desde que respeitada a faixa de conforto do animal por fase, isto é, adaptando-se as construções às condições de conforto térmico, evitando-se alterações climáticas desfavoráveis e alterando-se outras a fim de se obter o conforto desejado.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 5
Ano: 1998
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A criação em prédio único é aconselhável para 60 matrizes em produção, no máximo. Número maior de matrizes inviabiliza a produção em prédio único, por dificultar o manejo e ocupar área muito grande.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 7
Ano: 1998
Encontrado na página: Início
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Para o cálculo do peso médio do leitão ao nascer (PLN), divide-se o peso total de todos os leitões ao nascer pelo número de leitões que foram pesados.
PLN = soma do peso dos leitões nascidos vivos número total de leitões vivos pesados
O número médio de leitões desmamados por leitegada parida (LDL) é calculado dividindo-se o número de leitões desmamados de um grupo de matrizes ou de um período de tempo pelo número de leitegadas paridas para produzir esses leitões.
LDL = número de leitões desmamados número de leitegadas nascidas
A porcentagem de leitões desmamados (% LD) expressa o número de leitões nascidos vivos e que foram desmamados, e a porcentagem de leitões mortos entre o parto e o desmame.
%LD = número de leitões desmamados x 100 número de leitões nascidos vivos
O peso médio ao desmame (PMD) é obtido dividindo-se o peso dos leitões desmamados pelo número de leitões.
PMD = peso total dos leitões desmamados número de leitões desmamados
O ganho de peso médio diário (GPMD) é o ganho/dia de peso por suíno durante um período de tempo definido.
GPMD = peso final total = peso inicial total número de suínos no final x número total de dias no período
Para se calcular o número de partos por matriz/ano (PMA) e o número de leitões desmamados (LDMA) por matriz/ano, divide-se o número total de partos registrados pelo tamanho médio do plantel de matrizes.
PMA = número total de partos/ano tamanho médio do plantel de matrizes
LDMA = total de leitões desmamados/ano tamanho médio do plantel de matrizes Para o cálculo do número de suínos terminados por matriz/ano (TMA), divide-se o número de suínos produzidos pelo tamanho médio do plantel de matrizes.
TMA = número de suínos terminados tamanho médio do plantel de matrizes Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 14
Ano: 1998
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Dias não produtivos (DNP) são, de maneira genérica, os dias em que uma fêmea não está produzindo na granja. Tradicionalmente, são os dias em que as fêmeas não estão em gestação ou em lactação. Do ponto de vista econômico, são dias prejudiciais ao produtor, pois nesse período, os animais estão ingerindo ração, ocupando espaço produtivo na granja, utilizando mão de obra e produtos veterinários sem oferecer, em troca, nenhum retorno produtivo. Por isso, o controle rigoroso dos DNPs da granja é de fundamental importância para que o produtor maximize seus lucros.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 15
Ano: 1998
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Tanto a mudança do padrão demográfico do país, com cerca de 70% da população vivendo nas cidades, quanto a mudança de hábitos de consumo levaram os frigoríficos a abater suínos para atender essa nova demanda. O consumidor urbano prefere carne de suíno com pouca gordura, o que somente é possível com animais de alto padrão genético, com carcaças melhoradas e adequadamente alimentados.
Normalmente, os suínos criados extensivamente não têm esse perfil: apresentam grande quantidade de gordura e seu potencial de produção é bem inferior ao dos animais criados em sistema intensivo.
A criação extensiva é uma atividade de subsistência, restrita a pequena parcela de consumidores, principalmente do interior e que moram próximos dos locais de criação.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 19
Ano: 1998
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Conhecendo-se o número de partos por fêmea/ano e o número médio de dias de gestação e de lactação, pode-se calcular o número de DNP a partir da aplicação da seguinte fórmula:
DNP = 365 - [Partos por fêmea por ano x (dias em Gestação + dias em Lactação)] Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 16
Ano: 1998
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Os parâmetros que contribuem para os DNPs de um sistema de produção são os seguintes:
- Dias em anestro pós-desmame (intervalo desmame/cobrição).
- Repetição de cio pós-desmame. Em geral, o intervalo desmame/cio (IDC) representa em torno de quatro a sete dias nos DNPs. Fêmeas que repetem estro representam pelo menos 25 DNPs (4 (IDC+21 dias para o retorno ao cio).
- Dias até o teste de prenhez negativo. O resultado negativo do teste de prenhez acumula, no mínimo 46 DNPs (4+21+21 dias), isto é, a fêmea repetiu o cio (+ 21 dias), foi coberta, e o teste de prenhez foi realizado após a cobertura (+ 21 dias).
- Dias em que a fêmea permaneceu vazia após a cobrição; o teste de prenhez é feito através de um aparelho detector de prenhez à venda em lojas agropecuárias.
- Dias de demora para o descarte da fêmea.
- Dias do intervalo entre as cobrições.
- Morte ou aborto das fêmeas gestantes.
- Dias desde a entrada das leitoas no plantel até sua cobertura efetiva.
- Dias em anestro das leitoas.
Como regra geral, pode-se considerar que 1 DNP equivale a aproximadamente 0,04 leitão desmamado por fêmea/ano a 0,06 leitão desmamado por fêmea/ano, e 0,007 parto por fêmea/ano a 0,008 parto por fêmea/ano. Portanto, uma diminuição de 10 DNPs resultaria em aumento de 0,6 leitão desmamado por fêmea/ano a 0,7 leitão desmamado por fêmea/ano e de 0,07 parto por fêmea/ano a 0,08 parto por fêmea/ano.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 17
Ano: 1998
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O sistema confinado de produção de suínos pode ser assim classificado:
- Sistema confinado de alta tecnologia e eficiência: de caráter empresarial; mantém os animais confinados em instalações especializadas, que asseguram o controle ambiental adequado; possui animais de alto potencial genético, realizando intensa reposição de reprodutores; adota esquema de profilaxia específico no controle das principais doenças de impacto econômico e utiliza esquemas nutricionais otimizados nas diferentes fases de vida do animal. Este sistema visa à mais alta produtividade possível por meio, inclusive, da incorporação imediata das tecnologias geradas pela pesquisa, promotoras da melhoria da produtividade. Sua implantação, porém, implica em custos elevados.
- Sistema confinado tradicional de baixo custo e de baixa tecnologia: nem sempre a suinocultura é a atividade principal; em função da situação de mercado, o plantel é ou não reduzido; o rebanho é mantido em instalações mais simples e de custo relativamente baixo; a reposição das fêmeas é realizada, às vezes, com animais próprios, ao passo que os machos são adquiridos de granjas que se dedicam ao melhoramento genético. As modernas técnicas de manejo e nutrição são parcialmente aceitas e adotadas.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 21
Ano: 1998
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Caracteriza-se por manter os animais em piquetes nas fases de reprodução, maternidade e creche, cercados com fios e/ou telas de arame eletrificados (através de eletrificadores de corrente alternada). As fases de crescimento e terminação (25 kg a 100 kg de peso vivo) ocorrem em confinamento.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 22
Ano: 1998
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É o mesmo que o Sistema Intensivo de Suínos Criados ao Ar Livre – Siscal.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 23
Ano: 1998
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O Siscal não deve ser instalado em terrenos com declividade superior a 15%, dando-se preferência para solos com boa capacidade de drenagem. Ao instalar o Siscal, deve-se prever práticas de manejo do solo, tais como o controle das águas pluviais superficiais a fim de impedir que a enxurrada de fora entre no sistema, de modo a prevenir possíveis danos provocados pela erosão.
Antes da introdução de animais no Siscal devem-se implantar forrageiras de alta resistência ao pisoteio.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 25
Ano: 1998
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As cabanas servem tanto de abrigo quanto de local para o parto.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 27
Ano: 1998
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Existem diferentes tipos de cabanas (tipo galpão, chalé ou iglu), sendo a do tipo iglu a mais utilizada. A Embrapa Suínos e Aves desenvolveu, para esse fim, uma cabana tipo galpão, leve, fácil de movimentar e com boa área interna. Para a cabana de maternidade, inclusive, acrescentou-se um sistema de proteção contra o esmagamento de leitões.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 28
Ano: 1998
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A cabana tipo galpão, desenvolvida pela Embrapa Suínos e Aves, é feita com chapas de zinco galvanizadas, ferro cantoneira, canos galvanizados e ferro de construção.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 29
Ano: 1998
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No esquema seguinte, apresentam-se as dimensões da cabana coletiva de gestação, para até seis fêmeas, usada no Siscal, na Embrapa Suínos e Aves.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 31
Ano: 1998
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As cabanas de creche têm as mesmas especificações das cabanas de gestação e abrigam duas leitegadas, ou aproximadamente 20 leitões.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 32
Ano: 1998
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Não. O ganho de peso dos animais em sistema ao ar livre é igual ao de outros sistemas, desde que as condições sejam adequadas a seu desenvolvimento e que se lhes forneçam rações balanceadas de acordo com suas exigências nutricionais.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 35
Ano: 1998
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Sim. Nesse sistema, os animais podem ingerir uma certa quantidade de forragem, cuja função, entretanto, não é servir de alimento, pois não possui todos os nutrientes exigidos pelo animal, e sim preservar o solo. A alimentação, nesse sistema, é idêntica à que é fornecida no sistema de confinamento.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 36
Ano: 1998
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Sim. Algumas plantas são tóxicas aos suínos. As principais são:
- Baccharis coridifolia – Mio-mio, vassourinha, alecrim.
- Pteridium aquilunum – Samambaia-comum, samambaia-das-taperas, feio, pluma-grande, samambaia-açu.
- Semma occidentalis – Fedegoso, cafezinho-do-mato, cafezinho-do-diabo.
- Melia azedarach – Cinamomo.
Antes da implantação desse sistema, recomenda-se verificar a presença dessas plantas tóxicas, na área, a fim de evitar problemas futuros.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 37
Ano: 1998
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Nesse sistema, existem algumas características próprias de manejo, essenciais para seu bom desempenho.
Manejo da cama
A cama (palha seca, maravalha, serragem, etc.) deve ter uns 10 cm de espessura para assegurar um ambiente agradável aos leitões e à matriz. No período frio, essa espessura deve ser aumentada. A cama deve ser preparada na cabana três dias antes do parto, a fim de induzir a fêmea a escolher a cabana como local de parto e aí construir seu ninho. Deve-se repor a cama quando estiver úmida ou quando se troca a cabana de lugar, e deve ser refeita quando a camada for muito fina, para se atingir os 10 cm de espessura.
Manejo dos leitões
As práticas de uniformização do tamanho e do peso das leitegadas, de identificação dos leitões (mossagem), do corte ou esmagamento da cauda, do corte dos dentes e da aplicação de anti-helmíntico são feitas, normalmente, no dia do parto ou no segundo dia após o parto.
Em geral, no Siscal, não tem sido adotada a prevenção da anemia ferropriva (anemia provocada por deficiência de ferro) dos leitões lactentes. Em experimento realizado na Embrapa Suínos e Aves, em que os leitões tiveram acesso a terra com altos níveis de ferro oxidado, verificou-se que não há necessidade de aplicar um antianêmico no terceiro dia de vida dos leitões. A castração pode ser realizada entre o 5° e o 15° dia de vida do leitão.
Manejo das fêmeas
Durante a gestação, as fêmeas são mantidas em piquetes coletivos com capacidade de alojamento para seis a oito fêmeas. De cinco a dez dias antes do parto, são transferidas para os piquetes de maternidade, para que se adaptem às cabanas e construam seus ninhos.
Todo deslocamento de animais deve ser o mais tranquilo possível, utilizando-se tábuas de manejo, nas horas mais frescas do dia.
Recria
Após o desmame, os leitões são transferidos para um piquete de recria ou creche, onde recebem ração inicial até os 60 ou 70 dias (25 kg a 30 kg), quando então passam para as fases de crescimento e terminação, em confinamento.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 40
Ano: 1998
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Em geral, o desmame é feito entre os 25 e 35 dias de idade. Para a separação dos leitões, conduz-se a matriz com sua respectiva leitegada para um brete, de onde a fêmea passa para o piquete de gestação e os leitões para o piquete de creche.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 41
Ano: 1998
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Ainda não foram desenvolvidas raças de suínos específicas para o Siscal. Como esse sistema visa o máximo de produtividade sem agredir o meio ambiente e com menos investimentos em construções, é necessário utilizar animais de alto padrão genético. Para tanto, deve-se usar machos que contribuam para incorporar aos animais destinados ao abate bom desempenho produtivo, isto é, alto ganho de peso diário, baixa conversão alimentar e boas características de carcaça, ou seja, baixa quantidade de gordura e alto rendimento de carne. As fêmeas devem possuir, além das características do macho, a capacidade de gerar grande quantidade de leitões.
Nos sistemas existentes na região Sul, observa-se o uso de machos da raça Duroc ou sintéticos (híbridos), cruzando com fêmeas mestiças F-1, isto é, filhas de macho Large White com fêmea Landrace.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 45
Ano: 1998
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Durante a gestação, recomenda-se formar lotes de oito matrizes, no máximo, dividir a área que elas ocupam em seis subpiquetes, mantendo os 800 m2 por matriz, e usar os subpiquetes no sistema de rodízio. Durante a lactação, a área utilizada por matriz (800 m2) deve ser dividida em duas de 400 m2 usadas alternadamente. Para os leitões após o desmame, sugere-se área de 70 m2 por leitão. A área necessária para um determinado grupo deve ser dividida em dois piquetes tendo em vista a sua utilização em sistema rotativo.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 48
Ano: 1998
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Sim. Recomenda-se a rotação da área total utilizada pelo sistema a cada período de dois a três anos, no intuito de reduzir a degradação do solo, problemas sanitários e o aproveitamento do solo adubado para o cultivo de culturas anuais.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 49
Ano: 1998
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A água é armazenada numa caixa d’água instalada no ponto mais alto do terreno, de onde é levada até os bebedouros. A canalização deve ser enterrada a uma profundidade de mais ou menos 35 cm, a fim de evitar o aquecimento da água nos dias mais quentes.
Deve-se evitar que a água escorra para o interior dos piquetes, impedindo a formação de lamaçal, o que pode ser feito com o uso de uma chapa coletora de água sob os bebedouros e a colocação dos mesmos na parte mais baixa dos piquetes.
Os bebedouros podem ser do tipo vasos comunicantes com boia, que devem ser limpos no mínimo duas vezes por semana e protegidos da ação do sol.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 51
Ano: 1998
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Sim. O meio mais eficaz para isto é a utilização do destrompe. Procede-se da seguinte maneira: pega-se um pedaço de fio de cobre rígido (4,0 mm) de 15 cm de comprimento e faz-se, numa das extremidades, uma ponta em forma de agulha e, na outra, uma argola soldada. Esse fio é introduzido no focinho do animal entre o tecido fibroso subcutâneo e a cartilagem do septo nasal. Em seguida, faz-se com esse fio uma argola móvel de 3 cm a 5 cm de diâmetro. Assim, quando o suíno fuça o solo, a argola força e machuca o septo nasal (nariz), impedindo que o animal continue fuçando.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 52
Ano: 1998
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O uso do SMC de produção na maternidade implica na ocorrência ininterrupta de partos e na presença simultânea de matrizes com leitões recém-nascidos e com leitões mais velhos. A partir do momento em que a concentração de agentes patogênicos ultrapassar o limiar de infecção, poderão ocorrer patologias como diarreias, pneumonias ou artrites e a taxa de mortalidade e de refugos tende a aumentar progressivamente.
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 54
Ano: 1998
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O produtor que adota o sistema de produção de ciclo completo, isto é, todas a fases da criação presentes na propriedade, deve atingir os seguintes índices de produtividade:
Parâmetro Índices Número de partos por porca/ano > 2,3 Leitões nascidos vivos por parto > 10,5 Taxa de leitões natimortos < 6,0% Taxa de mortalidade do nascimento ao desmame <10,0% Número de leitões desmamados por parto > 9,5 Número de leitões desmamados por matriz/ano > 21,8 Taxa de abortos < 1,0% Taxa de repetições de cio < 10% Taxa de partos > 90,0% Consumo de ração por matriz 1.080 kg/ano ou 90 kg/mês Número de suínos terminados por parto > 9,0 Animais entregues ao abate por matriz alojada incluindo leitoa coberta 170% por mês Taxa de mortalidade na creche < 3,0% Taxa de mortalidade na terminação < 1,5% Número de animais terminados por matriz/ano > 20,8 Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 57
Ano: 1998
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O sistema all in all out (todos dentro todos fora) consiste na formação de um grupo de animais da mesma idade, manejado em períodos regulares de uma instalação para outra, de modo a permitir a limpeza e o vazio sanitário da instalação desocupada, antes de sua reocupação.
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 55
Ano: 1998
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Divide-se o plantel de fêmeas em seis lotes, fazendo-se a cobertura de cada grupo no menor intervalo possível dentro do mês correspondente (ver tabela). Isto permitirá que as parições se concentrem em torno de alguns dias, no mês de parição e, consequentemente, também o desmame de cada grupo num dia ou em dias próximos de cada mês possibilitando, assim, a venda dos produtos de cada grupo uma vez por mês ou lentamente ao longo do mês.
Na tabela a seguir é apresentado o esquema de organização mensal num rebanho com 36 fêmeas dividido em seis grupos. Desmame com 28 a 35 dias. (Des/Cob = Desmame/Cobertura).
Mês Grupos A B C D E F Janeiro Cobertura Fevereiro Cobertura Março Cobertura Abril Cobertura Maio Parição Cobertura Junho Des/Cob Parição Cobertura Julho Des/Cob Parição Agosto Des/Cob Parição Setembro Des/Cob Parição Outubro Parição Des/Cob Parição Novembro Parição Des/Cob Dezembro Des/Cob Parição aneiro Des/Cob Parição Fevereiro Des/Cob Parição Março Parição Parição Abril Parição Des/Cob Maio Parição Des/Cob Junho Parição Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 58
Ano: 1998
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