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A lenha ou serragem escolhida não deve ser resinosa (pinho, pinus). Devem ser duras, bem secas, densas e sem casca. Ex.: eucalipto.
Capítulo: Tecnologia de Carnes
Número da Pergunta: 468
Ano: 1998
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Nos Serviços de Extensão Rural, nas universidades rurais, no Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital) e na Embrapa Informação Tecnológica.
Capítulo: Tecnologia de Carnes
Número da Pergunta: 463
Ano: 1998
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O baixo consumo está relacionado ao hábito alimentar e ao poder aquisitivo, considerados os mais sérios entraves ao consumo de carne suína. Segundo a Embrapa, haverá concorrência contínua entre os setores bovino, avícola e suinícola. Os fatores críticos na conquista do mercado são: preço, qualidade e facilidade de preparo do alimento.
No Brasil, o consumo médio por pessoa, no período de 1970 a 1995, atingiu 8 kg. Entretanto, em alguns estados do Sul e Sudeste, ultrapassa 20 kg/ano.
Capítulo: Tecnologia de Carnes
Número da Pergunta: 474
Ano: 1998
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Seguramente mais de 100. Os mais conhecidos no Brasil são: bacon, costelinha, lombo defumado, linguiça (blumenau, colonial, churrasco, calabresa, toscana), salame (italiano e milano), copa, morcela, torresmo e pernil (tender e parma).
Saliente-se que tudo do suíno é aproveitado, de tripas a orelhas, sangue, vísceras, etc, seja para a fabricação de subprodutos, seja na indústria de medicamentos, cosméticos e pincéis.
Capítulo: Tecnologia de Carnes
Número da Pergunta: 475
Ano: 1998
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Em casas agropecuárias, atacados em geral, representantes comerciais e em empresas especializadas na fabricação de embalagens e triparia.
Capítulo: Tecnologia de Carnes
Número da Pergunta: 472
Ano: 1998
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Não. Um dos fatores responsáveis pelo aumento do colesterol, nos seres humanos, é o consumo de gorduras de origem animal. A carne de suínos possui níveis de colesterol iguais ou menores do que as carnes de frango, bovinos e camarões, e do que os ovos de galinha.
Capítulo: Tecnologia de Carnes
Número da Pergunta: 476
Ano: 1998
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A produção de leitões para entrega a terminadores deve levar em conta as vantagens e desvantagens:
Vantagens
- Exige menor capacidade de armazenagem de grãos.
- Garante melhor preço de mercado.
- Ao abrigo de contrato de parceria, garante a venda dos leitões.
Desvantagens
- O sistema é mais exigente em mão de obra qualificada.
- Atrelamento à empresa integradora que coordena o processo de transferência dos animais ao terminador.
Capítulo: Economia
Número da Pergunta: 484
Ano: 1998
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O abate não é feito com choque elétrico. Usa-se o choque elétrico apenas para insensibilizar o animal, que é sangrado, em seguida. Esses dois processos são utilizados pela maioria dos frigoríficos.
Capítulo: Tecnologia de Carnes
Número da Pergunta: 479
Ano: 1998
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Para iniciar a criação de suínos, é preciso analisar as seguintes variáveis: mão de obra necessária:
Tipo de criação N° de matrizes/pessoa Ciclo completo 40/1 Criação de leitões 60/1 Condomínios 60/1 Criação de reprodutores 40/1 Criação ao ar livre (Siscal) 70/1 - Área disponível e topografia para sistema ao ar livre.
- Capacidade de produção de insumos ou facilidade de aquisição.
- Capacidade de armazenagem de milho.
- Facilidade de acesso à assistência técnica.
- Proximidade do comprador.
- Cuidados no aspecto sanitário dos animais que vão formar o plantel.
- Montante de investimento por matriz depende do sistema de produção a ser adotado, do tipo e do material a ser utilizado nas instalações. Existem referências de valores que variam de R$ 700,00 a R$2.500,00, por matriz.
Capítulo: Economia
Número da Pergunta: 486
Ano: 1998
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A produção de leitões requer criadores especializados, pois o segredo do negócio está no número de leitões produzidos por fêmea/ano. Considerando que a fêmea consome em torno de 1.000 kg de ração por ano, incluindo a ração do cachaço, e que os custos da alimentação representam 70% dos custos de produção, o custo total de produção de uma fêmea ao longo de um ano equivale a aproximadamente 1.400 kg de ração, sem contar os custos de reposição de fêmeas e machos. Pode-se, então, calcular o custo por leitão produzido:
- Para uma produtividade de quatorze leitões por fêmea/ano, o custo de produção de um leitão é de 100 kg de ração da fêmea.
- Para uma produtividade de 16 leitões por fêmea/ano, o custo de pro dução de um leitão é de 87,5 kg de ração da fêmea.
- Para uma produtividade de 18 leitões por fêmea/ano, o custo de pro dução de um leitão cai para 78 kg de ração da fêmea, e para 70, 64, 58 e 54 kg de ração da fêmea, para produtividades de 20, 22, 24 e 26 leitões por fêmea/ano, respectivamente.
Portanto, ao se pretender produzir leitões, deve-se buscar alta produtividade por matriz/ano.
Não sendo viável essa opção, a alternativa é ser terminador, comprando os leitões de outros criadores. Nesse caso, é fundamental assegurar boa sanidade, dispor de rações de qualidade e de mão de obra especializada, que proporcionem excelentes índices de conversão alimentar e de rendimento de carne na carcaça.
Capítulo: Economia
Número da Pergunta: 487
Ano: 1998
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O retorno do capital investido na atividade suinícola depende do mercado no qual o produtor está inserido, além de fatores como:
- Nível tecnológico.
- Preço praticado pelo mercado durante o período de venda dos suínos e de compra dos insumos.
A atividade suinícola, mesmo com elevados índices de produtividade, necessita de tempo superior a seis anos para recuperar o capital investido. Infelizmente, a suinocultura tem convivido com crises constantes e longas. A atividade, em determinados momentos, apresenta altos retornos econômicos e, em outros períodos, prejuízos, especialmente para produtores de baixa tecnologia.
Capítulo: Economia
Número da Pergunta: 488
Ano: 1998
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É o produtor que possui as matrizes e entrega os leitões, após o desmame, para o terminador. A venda dos leitões deve ocorrer, no máximo, aos 70 dias. O peso mínimo dos leitões deve ser de 19 kg e o máximo de 25 kg, ou uma média de 24 kg. No dia da coleta, cada animal é pesado. Os que estiverem abaixo dos índices preestabelecidos, são considerados refugo e recusados pelo terminador. O tamanho do lote e a forma de pagamento dependem da integradora. Algumas integrações trabalham com lotes de 24 leitões, no mínimo, e pagamento feito na seguinte base: leitões com até 22 kg de peso têm preço de 1,50 vezes o preço do suíno vivo, e com peso acima de 22 kg têm preço 30% inferior ao do suíno tipo carne.
É importante salientar que a percentagem de acréscimo descrita acima é variável em função das condições de mercado.
Capítulo: Economia
Número da Pergunta: 497
Ano: 1998
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Normalmente, o suíno é comercializado com peso entre 90 kg e 110 kg, atingido entre o quinto e o sexto mês de vida do animal, quando então é transferido para o frigorífico para abate. A carcaça pode ser transformada em cortes ou industrializada e depois comercializada no mercado interno, ou exportada.
Capítulo: Economia
Número da Pergunta: 495
Ano: 1998
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Atualmente, na região Sul, grande parte dos suínos é produzida dentro do sistema de integração. Os produtores têm adotado esse sistema em razão, principalmente, das constantes crises com as quais a atividade tem convivido. Buscam junto à empresa integradora mais segurança e garantia de mercado para seus animais.
Os criadores não integrados podem enfrentar dificuldades principalmente em épocas de excesso de oferta de animais quando as empresas com produtores integrados podem recusar animais de não integrados.
Assim, ambas as modalidades têm vantagens e desvantagens. A viabilidade de cada uma depende do mercado ao qual estão vinculadas.
As vantagens e desvantagens do sistema de integração são as seguintes:
Vantagens
- Garantia da comercialização dos suínos prontos para abate.
- Assistência técnica.
- Facilidades na obtenção de material genético de melhor qualidade.
- Facilidades na compra de insumos.
Desvantagens
- Atrelamento à empresa integradora, sem flexibilidade para a venda de animais, impedindo a busca de melhores preços.
- Obrigatoriedade de uso dos insumos da integradora, mesmo que mais caros que outras marcas disponíveis no mercado.
Capítulo: Economia
Número da Pergunta: 494
Ano: 1998
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É um programa de computador que permite calcular o custo de produção de suínos considerando vários níveis tecnológicos baseados no número (13 a 25) de terminados/fêmea/ano.
Neste software, podem ser alterados os coeficientes de produtividade, consumo de alimentos, medicamentos, bem como o uso de outros insumos. Isso possibilita estimar os custos, variando todos os itens que o compõem. Quaisquer que sejam os resultados, entretanto, são sempre baseados na mesma metodologia.
Capítulo: Economia
Número da Pergunta: 491
Ano: 1998
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É o produtor que possui as matrizes, faz a cobertura, cria os leitões e entrega o suíno já pronto para abate.
Capítulo: Economia
Número da Pergunta: 496
Ano: 1998
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É o produtor que faz apenas a terminação, ou seja, recebe os leitões, engorda e entrega para abate.
Em geral, os leitões são recebidos com 19 kg e 70 dias de idade, sendo que a média é de 24 kg. Os animais são engordados até atingirem a média de 96 kg, quando são enviados para abate.
O pagamento dos terminadores de leitões depende da empresa integradora. Em geral, existem dois tipos de terminadores:
- Terminador em Regime de Parceria – Esse tipo de produtor depende exclusivamente da agroindústria (parceiro). Recebe os leitões e todos os insumos necessários para sua criação (ração, medicamentos e assistência téc nica) e tem como responsabilidade prover esses animais de instalações e acompanhamento diário (arraçoamento, limpeza, etc).
O pagamento por esse trabalho depende dos coeficientes tecnológicos obtidos (conversão alimentar e mortalidade). Esse sistema é idêntico ao da criação de frangos.
- Terminador Propriamente Dito – Esse tipo de produtor depende exclusivamente do produtor de leitões de quem compra os leitões com o peso variando de 19 kg a 25 kg. Após um período de aproximadamente 90 dias, ele os vende a um frigorífico que pode ser uma empresa integradora ou não. Esse sistema difere da parceria à medida em que todos os custos do processo pro dutivo são efetuados pelo terminador (compra do leitão, compra de ração, etc).
Esse sistema de produção está sendo adotado por algumas empresas integradoras que, nesse caso, se reservam a exclusividade de efetuar a intermediação entre o terminador e o criador de leitão. A remuneração desse tipo de produtor é idêntica à de um produtor de ciclo completo.
Capítulo: Economia
Número da Pergunta: 498
Ano: 1998
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É o produtor que possui as linhagens puras ou as F-1, e faz seleção de F-2 que serão reprodutores a serem utilizados pelos criadores de ciclo completo ou pelos produtores de leitões.
A remuneração desses animais é feita de forma similar à dos criadores de leitões, ou seja, para cada quilo do reprodutor (macho ou fêmea) o produtor de reprodutores ganha o valor pago pelo quilo de suíno vivo para abate, mais uma percentagem sobre esse valor, que varia em função da empresa integradora e da demanda por esses animais.
Capítulo: Economia
Número da Pergunta: 499
Ano: 1998
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Quando o sistema for em prédio único, deve-se obedecer à seguinte sequência:
No período final da gestação, as fêmeas devem ser conduzidas para a maternidade, retornando para a área de cobrição/gestação por ocasião do desmame. Os leitões seguem para a creche, crescimento e terminação, mantendo-se, assim, um fluxo racional dos animais dentro das edificações.
Em sistema de produção com mais de 60 matrizes, devem-se instalar as fases produtivas em prédios separados. A separação deve seguir uma sequência lógica: de um lado, prédio com animais reprodutores do plantel; no centro, prédio de maternidade e creche; do outro lado, prédio com animais em crescimento e terminação.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 9
Ano: 1998
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O proprietário. A figura, a seguir, apresenta a relação entre o proprietário e as atividades desenvolvidas no sistema de produção de suínos. O comportamento do proprietário explica em grande parte, os bons e maus resultados do desempenho de um sistema de produção de suínos.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 8
Ano: 1998
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Qualquer leitão que nasce e não se movimenta é contado como nascido morto ou natimorto. A mortalidade é medida pelo número de natimortos por leitegada (NNL). O número de leitões mumificados (NLM) pode ser aí incluído, ou então em registro separado. Um número elevado de natimortos ou mumificados pode representar erros de manejo.
NNL = total de leitões nascidos mortos x 100 número de leitegadas paridas
NLM = total de leitões mumificados x 100 número de leitegadas paridas
A taxa de mortalidade do nascimento ao desmame (MND) expressa no número de leitões mortos no período entre o parto e o desmame. Nesse caso, considera-se leitão nascido vivo aquele que nasceu e se afastou do posterior (traseiro) da matriz. Essa taxa fornece informações sobre o manejo e a sanidade animal durante aquele período.
MND = número de leitões mortos x 100 número de leitões nascidos vivos
As taxas de mortalidade na creche (MC) e na fase de crescimento/ terminação (MCT) expressam a mortalidade dos animais nessas fases e só devem ser calculadas após o término de cada fase.
MC = número de mortos na creche x 100 número total de animais no lote
MCT = número de mortos no crescimento/terminação x 100 número total de animais no lote
A taxa de mortalidade de matrizes (TMM) é calculada com base no número de matrizes que morrem anualmente em relação ao tamanho médio do plantel de matrizes. O número médio de matrizes no rebanho baseia-se no levantamento mensal.
TMM = número de matrizes que morrem por ano x 100 tamanho médio do plantel de matrizes
As leitoas são incluídas na contagem do plantel de matrizes a partir do momento em que são selecionadas para a reprodução (ou adquiridas) e as fêmeas contemporâneas de descarte, isto é, aquelas que formavam o grupo mas não foram selecionadas, são transferidas para o plantel de abate.
Sem dúvida que, na análise dos parâmetros relativos à mortalidade numa granja, também é importante verificar a(s) causa(s) da mortalidade, pois o diagnóstico das doenças que ocorrem numa criação de suínos é o primeiro passo para a tomada de decisões relativas ao controle. Deve-se ressaltar que muitas doenças, principalmente as multifatoriais, não apresentam sintomas clínicos evidentes, sendo seus efeitos percebidos apenas por desvios no desempenho dos animais.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 13
Ano: 1998
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No Sul do Brasil, a classificação é feita com base no número de fêmeas criadeiras (matrizes) por produtor. A Embrapa Suínos e Aves usa a seguinte classificação:
Pequeno– Produtor com número de matrizes inferior a 21.
Médio– Produtor com número de matrizes entre 21 e 100.
Grande– Produtor com mais de 100 matrizes.
Em outras regiões do Brasil, a classificação por número de matrizes pode ser diferente.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 10
Ano: 1998
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Existem várias instituições que oferecem tais cursos: universidades, Ematers e institutos. A Embrapa Suínos e Aves proporciona, todo ano, cursos, palestras e seminários, nas diferentes áreas da produção de suínos.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 6
Ano: 1998
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A taxa de concepção (TC) é definida como a porcentagem de fêmeas de um mesmo grupo que se apresentam em gestação dentro de 40 dias após a cobrição. Mede-se pela fórmula:
TC(%) = número de fêmeas em gestação dentro de 40 dias após a cobrição x 100 número de fêmeas cobertas dentro do mesmo lote
A TC fornece uma indicação precoce de um problema reprodutivo. Para isso, deve-se detectar fêmeas retornando ao cio ou vazias. Fêmea que falha na concepção não produzirá leitões, o que significa menos leitões na granja. O custo para alimentar a fêmea vazia é o mesmo que o da matriz gestante.
A taxa de parição ou parto (TP) reflete o fracasso ou sucesso da cobrição, concepção e gestação. A TP é a porcentagem de fêmeas que parem em relação ao número total de fêmeas cobertas. É dada pela fórmula:
TP (%) = número de fêmeas do lote que parem x 100 número total de fêmeas cobertas neste grupo Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 12
Ano: 1998
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Consiste em criar os suínos sem qualquer instalação ou benfeitorias. É identificada pela permanente manutenção dos animais no campo, durante todo o processo produtivo, isto é: cobertura, gestação, aleitamento, crescimento e terminação. Os animais vivem exclusivamente na dependência da natureza.
Alguns produtores fazem a engorda confinada com reduzidos cuidados técnicos.
Esse sistema caracteriza criações primitivas, sem utilização de tecnologias adequadas e, por consequência, apresenta baixos índices de produtividade. É bastante utilizado principalmente por criadores que nunca receberam qualquer tipo de orientação técnica.
A maior parte da produção dos animais é destinada ao fornecimento de carne e gordura para a alimentação dos proprietários. O excedente é comercializado perto da propriedade.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 18
Ano: 1998
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É a criação de suínos confinados em instalações, em todas as fases produtivas, sem acesso a pastagens.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 20
Ano: 1998
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O sucesso de um sistema de produção de suínos é medido pelo lucro, que é determinado pela maneira como o sistema é conduzido, tanto nos aspectos financeiros como de produção. Por isso, é indispensável manter registros para se estabelecer o perfil técnico e econômico da produção.
A única forma de se conhecer a lucratividade de uma criação é pela análise crítica dos registros de produção, que permitem identificar problemas de desenvolvimento, apontar pontos fracos no sistema de produção, acompanhar o estado de saúde do rebanho, identificar os principais custos e fornecer informações para diagnóstico.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 11
Ano: 1998
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- Economia de tempo – As tarefas são realizadas de forma organizada e conjunta para o manejo das matrizes e leitões, como por exemplo: acompanhamento de partos, desmame e transferência, cobrição, marcação, corte de dentes, castração e aplicação de medicamentos e vacinas.
- Liberação dos fins de semana – Redução, ao mínimo indispensável, das atividades na granja, nesse período.
- Facilitação na homogeneização das leitegadas, por peso e tamanho, nos dois primeiros dias de vida dos leitões.
- A divisão das instalações em maternidade e recria possibilita melhor limpeza e desinfecção interrompendo, assim, a pressão de infecção.
- Melhor possibilidade de criar ambientes com temperatura mais adequada para cada categoria animal.
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 56
Ano: 1998
Durante o período de ocupação, os corredores e a área abaixo das gaiolas da creche devem ser limpos com água sob pressão duas ou três vezes por semana. As baias com piso compacto devem ser varridas diariamente com auxílio de rodo metálico e de vassoura, e os resíduos empurrados para a canaleta de dejetos ou para a vala existente embaixo do piso ripado. A finalidade é remover o resíduo sólido composto por fezes, urina e restos de ração. Quando os leitões são retirados da sala, as paredes, gaiolas ou baias, piso, parte interna dos telhados e equipamentos devem ser lavados com água sob pressão e todo o ambiente desinfetado, podendo ser usada a caiação como complemento desse processo. A seguir, deve permanecer fechada (em vazio sanitário ou descanso) por um período de quatro a oito dias.
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 68
Ano: 1998
Retirar as fezes com pá, uma vez por dia, empurrando-as para a canaleta coletora, que deve ser raspada, no mínimo, duas vezes por semana. Nas instalações que tiveram cama sobre o piso, trocar a parte úmida. Uma limpeza com água, seguida de desinfecção, deve ser feita após a saída do lote, fazendo-se, em seguida, o vazio sanitário.
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 65
Ano: 1998
Atualmente, o período mais utilizado é de 28 a 35 dias de idade. A idade ótima de desmame depende, em grande parte, do estado sanitário, do desenvolvimento dos animais, do manejo, da ração e da água, da higiene da criação, dos fatores ambientais, das instalações, dos cuidados que o criador dispensa aos animais e da mão de obra utilizada. A adoção de períodos de amamentação cada vez mais curtos visa à obtenção de maior número de leitões por matriz/ano. Atendidos todos os fatores acima, garante-se maior produtividade.
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 76
Ano: 1998
- Limpar e enxugar o leitão com pano limpo e seco.
- Amarrar o cordão umbilical de 3 cm a 4 cm abaixo da barriga do leitão, com barbante mantido em álcool iodado.
- Mergulhar o umbigo no álcool iodado antes de cortá-lo.
- Cortar os dentes do leitão evitando machucar a gengiva.
- Cortar o terço final da cauda.
- Colocar o leitão em lugar aquecido (escamoteador), com temperatura controlada a 30 °C.
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 71
Ano: 1998
A transferência cruzada de leitões consiste na transferência de leitões segundo seu peso, isto é, os leitões mais leves ficam com uma fêmea e os leitões mais pesados com outra fêmea. Dessa forma, procura-se fazer com que os leitões tenham um desenvolvimento mais homogêneo. É realizada em granjas, preferencialmente nas primeiras 24 horas após o parto, entre fêmeas que deram cria no mesmo dia. Esse método é realizado em granjas que induzem o parto.
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 78
Ano: 1998
Quando apresentarem peso abaixo de 700 g, pois o índice de mortalidade de leitões durante o período de lactação, bem como seu desenvolvimento, estão intimamente relacionados com o peso e o vigor dos leitões ao nascerem.
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 80
Ano: 1998
O leitão mama de dez a 22 vezes por dia, e essa frequência diminui à medida que o leitão cresce, devido ao aumento da capacidade de seu estômago. Cada mamada dura de 20 a 30 segundos, durante os quais ocorre a ingestão de 20 g a 60 g de leite.
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 81
Ano: 1998
Sim. Como fonte de energia, com a finalidade de fortificar leitões fracos, recomenda-se aplicar de 3 ml a 5 mL de solução de glicose a 5% por via intraperitoneal ou subcutânea, no primeiro dia de vida, dose que poderá ser repetida quando se fizer a aplicação de ferro.
Em granjas onde o sistema de fornecimento de água permitir, pode-se adicionar glicose à água dada aos leitões.
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 84
Ano: 1998
- Conversão alimentar máxima de 3 kg de ração para 1 kg de ganho de peso.
- Lotes uniformes em idade e peso, disponibilizando 1 m2 por animal.
- Instalações limpas e desinfetadas.
- Fornecimento à vontade de ração e água, ambas de boa qualidade.
- Adoção de rotina de limpeza.
- Ambiente adequado.
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 87
Ano: 1998
A separação de castrados e fêmeas e a adoção de arraçoamento diferenciado, aliadas ao peso menor de abate para castrados, garantem ao produtor o aumento de 1% a 2% na proporção de carne magra na carcaça, na média do plantel.
Nessa sistemática, as leitoas são alimentadas à vontade e os castrados com ingestão ao redor de 5% menor no começo da terminação e ao redor de 10% menor na fase final da terminação.
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 91
Ano: 1998
Água à vontade e cerca de 2,0 kg de ração à base de milho, farelo de soja e núcleo vitamínico-mineral por dia até os 90 dias de gestação. Dos 90 dias até o parto, deve-se fornecer de 2,5 kg a 3,0 kg da mesma ração por dia, com aumento gradativo até atingir os 3 kg.
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 95
Ano: 1998
O parto deve ser acompanhado do início ao fim.
Com relação aos leitões, realizar as práticas rotineiras: cortar dentes, cortar e desinfetar o cordão umbilical, colocá-los no escamoteador e auxiliá-los a fazer a primeira mamada o mais cedo possível.
Com relação à matriz, deve-se mantê-la em ambiente tranquilo, sem ruídos.
Havendo necessidade de intervenção no parto, seguir os seguintes passos:
- Limpar e aparar as unhas.
- Lavar as mãos e o braço com água e sabão.
- Higienizar o posterior e principal mente a vulva da matriz.
- Lubrificar a mão e o braço com óleo vegetal ou banha.
- Introduzir a mão e dedos em forma de concha tomando cuidado para evitar lesões.
- Tracionar o leitão moderadamente, pela cabeça ou membros posteriores (não usar ganchos).
O parto estará concluído quando a fêmea liberar as placentas em igual número ao dos leitões nascidos.
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 102
Ano: 1998