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Exibindo 747 resultados encontrados
  • A raça Sorocaba foi desenvolvida pelo Prof. Godinho, em São Paulo. Os animais apresentam boa rusticidade e devem ser criados em semiconfinamento ou extensivamente, em piquetes.

    Capítulo: Melhoramento Genético Animal

    Número da Pergunta: 371

    Ano: 1998

  • Reprodutores suínos, machos e fêmeas, usados na produção de suínos para abate, não precisam necessariamente ser registrados. O registro de machos e fêmeas de raças puras e mestiços deve ser feito pelos criadores de reprodutores, registrados na Associação Brasileira de Criadores de Suí­nos, nas respectivas associações de criadores, e por solicitação dos com­pradores de reprodutores. A venda de animais registrados, para fins de re­produção, garante sua origem e genealogia e isenta os criadores de reprodutores de recolherem o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS.

    Capítulo: Melhoramento Genético Animal

    Número da Pergunta: 372

    Ano: 1998

  • Entre as raças melhoradas geneticamente e usadas na produção de suínos para abate, a Landrace e Large White, seguidas da Duroc, são as mais criadas por permitirem a produção de fêmeas F-1, a partir do cruza­mento de Large White e Landrace, e de animais mestiços para abate, a partir do cruzamento de fêmeas F-1 com machos Duroc. Essas três raças e seus produtos mestiços apresentam excelente capacidade reprodutiva, po­dendo produzir mais de 20 suínos comercializados por matriz/ano, boa taxa de crescimento diário, com baixa idade de abate, boa conversão alimentar e rendimento de carne. São as raças com o maior número de leitegadas e de animais registrados na Associação Brasileira de Criadores de Suínos. Suínos das raças nacionais são criados como meio de subsistência, desta­cando-se as raças Piau, Caruncho, Estrela e Nilo.

    Capítulo: Melhoramento Genético Animal

    Número da Pergunta: 377

    Ano: 1998

  • Suínos com 80 kg de peso vivo apre­sentam melhor conversão alimentar do que suínos criados até 100 kg ou mais de peso vivo. Devem ser vendidos para o abate quando a relação entre o valor em R$ do quilograma do suíno vivo for igual ou infe­rior a cinco vezes o preço do kg de milho. Quando a relação entre o valor do kg de suíno vivo e o preço do kg de milho for maior do que seis vezes, devem-se vender os animais com 100 kg de peso vivo, e com até 120 kg quando a relação for igual ou superior a 7,7 vezes. Outro fator importante a ser obser­vado é o rendimento de carne nas carcaças, que pode trazer uma bonificação adicional para o criador, sempre que for superior a 50% ou 52%, dependendo do abatedouro.

    Capítulo: Melhoramento Genético Animal

    Número da Pergunta: 389

    Ano: 1998

  • Fig_pag201.JPG

    Os pisos devem ser construídos de forma a reduzir a abrasividade ou aspereza e facilitar a limpeza, além de duradouros e resis­tentes ao impacto animal. Sugere-se a implantação de um contrapiso de concreto magro (cimento, areia e brita) com espessura de 5 cm sobre uma camada de 3 cm de pedra britada número 1 ou 2 em solo compactado, e um piso (cimento e areia média peneirada) com espessura de 3 cm e acabamento desempenado.

    Capítulo: Instalações/ Equipamentos

    Número da Pergunta: 414

    Ano: 1998

  • A produção de leitões requer criadores especializados, pois o segredo do negócio está no número de leitões produzidos por fêmea/ano. Considerando que a fêmea consome em torno de 1.000 kg de ração por ano, incluindo a ração do cachaço, e que os custos da alimentação representam 70% dos custos de produção, o custo total de produção de uma fêmea ao longo de um ano equivale a aproximadamente 1.400 kg de ração, sem contar os custos de reposição de fêmeas e machos. Pode-se, então, calcular o custo por leitão produzido:

    • Para uma produtividade de quatorze leitões por fêmea/ano, o custo de produção de um leitão é de 100 kg de ração da fêmea.
    • Para uma produtividade de 16 leitões por fêmea/ano, o custo de pro­ dução de um leitão é de 87,5 kg de ração da fêmea.
    • Para uma produtividade de 18 leitões por fêmea/ano, o custo de pro­ dução de um leitão cai para 78 kg de ração da fêmea, e para 70, 64, 58 e 54 kg de ração da fêmea, para produtividades de 20, 22, 24 e 26 leitões por fêmea/ano, respectivamente.

    Portanto, ao se pretender produzir leitões, deve-se buscar alta produtividade por matriz/ano.

    Não sendo viável essa opção, a alternativa é ser terminador, compran­do os leitões de outros criadores. Nesse caso, é fundamental assegurar boa sanidade, dispor de rações de qualidade e de mão de obra especializada, que proporcionem excelentes índices de conversão alimentar e de rendimento de carne na carcaça.

    Capítulo: Economia

    Número da Pergunta: 487

    Ano: 1998

  • É o produtor que possui as matrizes e entrega os leitões, após o desma­me, para o terminador. A venda dos leitões deve ocorrer, no máximo, aos 70 dias. O peso mínimo dos leitões deve ser de 19 kg e o máximo de 25 kg, ou uma média de 24 kg. No dia da coleta, cada animal é pesado. Os que estive­rem abaixo dos índices preestabelecidos, são considerados refugo e recusa­dos pelo terminador. O tamanho do lote e a forma de pagamento dependem da integradora. Algumas integrações trabalham com lotes de 24 leitões, no mínimo, e pagamento feito na seguinte base: leitões com até 22 kg de peso têm preço de 1,50 vezes o preço do suíno vivo, e com peso acima de 22 kg têm preço 30% inferior ao do suíno tipo carne.

    É importante salientar que a percentagem de acréscimo descrita acima é variável em função das condições de mercado.

    Capítulo: Economia

    Número da Pergunta: 497

    Ano: 1998

  • É o produtor que possui as matrizes, faz a cobertura, cria os leitões e entrega o suíno já pronto para abate.

    Capítulo: Economia

    Número da Pergunta: 496

    Ano: 1998

  • É um programa de computador para o acompanhamento técnico-eco­nômico das propriedades suinícolas. Busca a obtenção e o processamento de informações gerais (estoques de animais e alimentos, compra de animais e alimentos, coberturas, partos, desmames, perdas e transferências de animais) do setor suinícola, pela coleta de informações nas propriedades e apuração das informações obtidas, oferecendo resultados, com o objetivo de minimizar os custos e aumentar a lucratividade da atividade.

    O Atepros, além de ser usado pelos produtores individualmente, foi desenvolvido principalmente para extensionistas e técnicos de empresas que de alguma forma prestam assistência aos produtores.

    Capítulo: Economia

    Número da Pergunta: 490

    Ano: 1998

  • Na implantação de uma unidade produtiva em sistema ao ar livre, o custo das instalações e equipamentos são relativamente baixos, por volta de R$ 700/fêmea alojada (criação com 28 matrizes).

    No sistema confinado, o custo das instalações e equipamentos é mais alto, por volta de R$ 1.200,00/fêmea alojada (criação com 24 ma­trizes).

    O custo de produção de suíno ao ar livre, embora seja menor do que o confinado, em relação aos gastos com instalações e medicamentos, é maior com alimentação. No cálculo de ambos os custos (ar livre ou confinado), os itens de custos são os mesmos, mas no sistema de criação ao ar livre, um volume de área própria para lavoura é sacrificado, sendo assim importante acrescentar ao custo de produção, o custo de oportuni­dade dessa área que será indisponibilizada para plantio.

    Capítulo: Economia

    Número da Pergunta: 493

    Ano: 1998

  • Normalmente, o suíno é comercializado com peso entre 90 kg e 110 kg, atingido entre o quinto e o sexto mês de vida do animal, quando então é transferido para o frigorífico para abate. A carca­ça pode ser transformada em cortes ou indus­trializada e depois comercializada no mercado interno, ou exportada.

    Capítulo: Economia

    Número da Pergunta: 495

    Ano: 1998

  • É o produtor que faz apenas a terminação, ou seja, recebe os leitões, engorda e entrega para abate.

    Em geral, os leitões são recebidos com 19 kg e 70 dias de idade, sendo que a média é de 24 kg. Os animais são engordados até atingirem a média de 96 kg, quando são enviados para abate.

    O pagamento dos terminadores de leitões depende da empresa integradora. Em geral, existem dois tipos de terminadores:

    • Terminador em Regime de Parceria – Esse tipo de produtor depende exclusivamente da agroindústria (parceiro). Recebe os leitões e todos os insumos necessários para sua criação (ração, medicamentos e assistência téc­ nica) e tem como responsabilidade prover esses animais de instalações e acom­panhamento diário (arraçoamento, limpeza, etc).

    O pagamento por esse trabalho depende dos coeficientes tecnoló­gicos obtidos (conversão alimentar e mortalidade). Esse sistema é idêntico ao da criação de frangos.

    • Terminador Propriamente Dito – Esse tipo de produtor depende exclusivamente do produtor de leitões de quem compra os leitões com o peso variando de 19 kg a 25 kg. Após um período de aproximadamente 90 dias, ele os vende a um frigorífico que pode ser uma empresa integradora ou não. Esse sistema difere da parceria à medida em que todos os custos do processo pro­ dutivo são efetuados pelo terminador (compra do leitão, compra de ração, etc).

    Esse sistema de produção está sendo adotado por algumas empresas integradoras que, nesse caso, se reservam a exclusividade de efetuar a intermediação entre o terminador e o criador de leitão. A remuneração desse tipo de produtor é idêntica à de um produtor de ciclo completo.

    Capítulo: Economia

    Número da Pergunta: 498

    Ano: 1998

  • Atualmente, na região Sul, grande parte dos suínos é produzida dentro do sistema de integração. Os produtores têm adotado esse sistema em razão, principalmente, das constantes crises com as quais a atividade tem convi­vido. Buscam junto à empresa integradora mais segurança e garantia de mercado para seus animais.

    Os criadores não integrados podem enfrentar dificuldades principal­mente em épocas de excesso de oferta de animais quando as empresas com produtores integrados podem recusar animais de não integrados.

    Assim, ambas as modalidades têm vantagens e desvantagens. A via­bilidade de cada uma depende do mercado ao qual estão vinculadas.

    As vantagens e desvantagens do sistema de integração são as seguintes:

    Vantagens

    • Garantia da comercialização dos suínos prontos para abate.
    • Assistência técnica.
    • Facilidades na obtenção de material genético de melhor qualidade.
    • Facilidades na compra de insumos.

    Desvantagens

    • Atrelamento à empresa integradora, sem flexibilidade para a venda de animais, impedindo a busca de melhores preços.
    • Obrigatoriedade de uso dos insumos da integradora, mesmo que mais caros que outras marcas disponíveis no mercado.

    Capítulo: Economia

    Número da Pergunta: 494

    Ano: 1998

  • Um importante item na composição dos custos de produção de suínos é a alimentação (> 60 %). Algumas medidas podem reduzir seu custo:

    • Produzir os próprios insumos para alimentação dos animais. Os dois ingredientes de maior peso no custo da ração são o milho e o farelo de soja. Esses dois produtos apresentam instabilidade de preços em virtude das condições climáticas que afetam a produção nacional e internacional.
    • Efetuar a compra, de milho principalmente, no período de safra quando os preços são mais baixos. Esse fato decorre da sazonal idade dos preços dos produtos agrícolas, que se deprimem nos períodos de safra e se elevam nos períodos de entressafra.
    • Utilizar alimentos alternativos, que apresentam preços inferiores ao dos ingredientes convencionais.

    A recomendação geral é utilizar tecnologias que melhorem a produ­tivi­dade da criação visando reduzir a mortalidade, aumentar o número de termi­nados/fêmea/ano e melhorar a conversão alimentar. É importante a adoção de programas de genética, de vacinação preventiva, de limpeza e desinfec­ção, de uso de rações de boa qualidade e de técnicas gerenciais e instalações adequadas.

    A Embrapa Suínos e Aves dispõe de tecnologias que podem promo­ver essas melhorias a baixo custo.

    Capítulo: Economia

    Número da Pergunta: 500

    Ano: 1998

  • Suínos | Gestão da água | Bebedouros | Tipos

    Os tipos de bebedouros podem variar a partir das seguintes características: modelo, tamanho, tipo de material, pressão e volume de água disponibilizado. Os bebedouros mais comuns encontrados em granjas de suínos podem ser divididos em:

  • Publicação

    Gestão da água na suinocultura

    Gestão da água na suinocultura

    Esta cartilha é o resultado de um estudo da gestão da água e do manejo de dejetos em propriedades produtoras de suínos em Santa Catarina. A publicação traz informações e dicas sobre o que fazer para utilizar de modo sustentável a água.

    Baixe aqui

    Publicado: 09/02/2024

    Encontrado na página: Gestão da água

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    Publicado: 09/02/2024

  • O uso de cisternas para produção animal

    Nesta edição do Prosa Rural, o programa de rádio da Embrapa, a conversa é sobre a captação e o armazenamento da água de chuva. Calhas são instaladas nos telhados e coberturas de estruturas previamente preparadas. A água é canalizada para cisternas, passando por filtros. Também é importante considerar a qualidade da água!

    Encontrado na página: Armazenamento

  • Custos de produção de frangos de corte e suínos para produtores integrados

    O objetivo desse curso feito a distância oferecido pelo portal e-Campo da Embrapa é é capacitar produtores e produtoras de frango de corte e de suínos integrados, bem como agentes da assistência técnica e extensão rural sobre custos de produção e outros indicadores de desempenho econômico e financeiro, utilizando ferramentas de apoio como o aplicativo Custo Fácil.

    Organizadora: Embrapa

    Duração: Até 60 dias

    Carga horária: 40 horas

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  • Publicação

    Efeito da alimentação à vontade ou controlada nas fases de crescimento e terminação de suínos

    Efeito da alimentação à vontade ou controlada nas fases de crescimento e terminação de suínos

    Esta pesquisa comparou o efeito da alimentação dos suínos com fornecimento de ração controlada em comedouros do tipo “à vontade”.

    Baixe aqui

    Publicado: 18/04/2024

    Encontrado na página: Início

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    Publicado: 18/04/2024

  • Suínos | Capa | Título Publicações

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  • Site Qualidade da carne suína - Do campo à mesa

    Qualidade da carne suína

    Qualidade da carne suína

    Do campo até a sua mesa, conheça todo o processo que envolve a produção de carne suína com qualidade.

    Acesse o site

    Publicado: 19/04/2024

    Encontrado na página: Início

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    Publicado: 19/04/2024

  • Encontrado na página: Início

  • Suínos | Capa | Título Webstories

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  • Suínos | Sanidade | Doenças | Abre

    A seguir estão listadas as principais doenças que podem afetar os suínos. Mas, lembre-se: apesar de serem explicados os sintomas mais comuns, somente um médico veterinário pode fazer o diagnóstico da doença e indicar o tratamento adequado!

    Encontrado na página: Início

  • Suínos | Gestão da água | Abre

    Os usos mais comuns da água na criação de suínos são para "matar a sede" dos animais e umedecer a ração, além de fazer nebulização e o programa de limpeza e desinfeção das granjas.

    Esses usos podem sofrer a influência de diversos fatores, entre eles:

    • Idade dos animais
    • Estado sanitário
    • Fase fisiológica de produção
    • Peso-vivo do suíno
    • Condições ambientais no interior e exterior dos edifícios de alojamento
    • Práticas de higiene e limpeza
    • Equipamentos utilizados na granja

    Encontrado na página: Gestão da água

  • Encontrado na página: Gestão da água

  • Encontrado na página: Gestão da água

  • Suínos | Gestão ambiental | Dejetos | Benefícios | Foto


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  • Suínos | Gestão da água | Importância e cuidados | Exemplo 2

    Encontrado na página: Gestão da água

  • Suínos | Gestão da água | Captação | Fontes superficiais

    Quando a captação for de fontes superficiais, alguns cuidados básicos devem ser observados, como:

    • Proteger as áreas úmidas, banhados e nascentes, isolando esses locais e recuperando a vegetação nativa
    • Impedir o acesso de animais às nascentes e fontes
    • Proteger e recuperar as margens dos córregos, arroios ou rios que passam pela propriedade, de acordo com o Código Florestal
    • Proteger contra erosão e degradação ambiental em todas as áreas da propriedade, com o objetivo de facilitar a reposição dos mananciais de água

    Encontrado na página: Gestão da água

  • Suínos | Gestão da água | Captação | Água da chuva

    A outra forma de captação de água é o armazenamento de chuva.

    Essa técnica é milenar e já foi utilizada por muitas civilizações ao longo do tempo, em todos os continentes do mundo.

    A água da chuva pode ser coletada diretamente do local onde será utilizada, dispensando a utilização de transporte ou adutoras, reduzindo os custos para a sua utilização ou muitas vezes sendo a única fonte disponível deste recurso.

    Encontrado na página: Gestão da água

  • Suínos | Gestão da água | Armazenamento | Cisternas

    A captação de água da chuva é realizada nos telhados das edificações da propriedade através de calhas e encanamentos condutores e armazenada em cisternas ou outro tipo de reservatório. Quanto maior o volume de água armazenada, mais autonomia terá a propriedade.

    É importante também o produtor manter um segundo reservatório, o qual tem como funções garantir a disponibilidade e a qualidade da água tratada para a dessedentação dos animais.

    Encontrado na página: Armazenamento

  • Suínos | Gestão da água | Tratamento | Análises

    Análises

    É indispensável realizar análises da qualidade da água periodicamente, no mínimo uma vez por ano. Dependendo da saúde, hábito alimentar e desempenho zootécnico dos animais, estas análises podem ser feitas num espaço de tempo menor.

    Encontrado na página: Tratamento

  • Suínos | Gestão da água | Tratamento | Tratamento

    Tratamento

    Dependendo da fonte de água, quando ela apresenta problemas constantes de turbidez, por exemplo, recomenda-se que seja feito um processo de filtragem. Assim, o tratamento químico posterior não será comprometido.

    Encontrado na página: Tratamento

  • Suínos | Gestão da água | Bebedouros | Convencional

    Convencional

    De modo similar ao bite ball, a chupeta convencional é ativada no momento em que o animal, através da sua língua ou focinho, pressiona a válvula localizada na parte interna do bebedouro.

    Encontrado na página: Tratamento

  • Site Cereais de inverno

    Cereais de inverno

    Cereais de inverno

    Os cereais de inverno (trigo, cevada, triticale, aveia e centeio), qualificam-se pelo seu valor nutricional como substitutos do milho na suinocultura e também na avicultura.
    Confira tudo sobre o uso de cereais de inverno em um site especial da Embrapa.

    Acesse o site

    Publicado: 13/05/2024

    Encontrado na página: Dietas alternativas

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    Publicado: 13/05/2024

  • Suínos | Alimentação | Tipos de alimentos | Médio a alto teor de fibra

    Energéticos com médio a alto teor de fibra

    Esses alimentos têm energia metabolizável acima de 2.600 kcal/kg e teor de fibra bruta acima de 6%. São exemplos: farelo de arroz integral, farelo de amendoim, aveia integral moída, farelo de castanha de caju, cevada em grão com casca, polpa de citrus, farelo de coco, torta de dendê, grão de guandu cozido, raspa de mandioca (de onde foi extraído o amido) e milho em espiga com palha.

    Encontrado na página: Tipos de alimentos

  • Suínos | Alimentação | Tipos de alimentos | Também fornecedores de proteína

    Energéticos também fornecedores de proteína

    São aqueles que, geralmente, têm energia metabolizável acima de 3.000 kcal/kg de alimento. Pela quantidade com que podem ser incluídos nas dietas, são também importantes fornecedores de proteína. Os exemplos são quirera de arroz, cevada em grão, soro de leite seco, grão de milho moído, sorgo baixo tanino, trigo integral, trigo mourisco, triguilho e triticale, entre outros.

    Encontrado na página: Tipos de alimentos

  • Suínos | Alimentação | Tipos de alimentos | Médio teor de proteína

    Fibrosos com baixa concentração de energia e médio teor de proteína

    Possuem teor de proteína bruta maior que 17%, de fibra acima de 10% e concentração de energia metabolizável menor que 2.400 kcal/kg. São exemplos: feno moído de alfafa, farelo de algodão, farelo de babaçu, farelo de canola e farelo de girassol.

    Encontrado na página: Tipos de alimentos

  • Suínos | Alimentação | Tipos de alimentos | Proteicos com alto teor de minerais

    Proteicos com alto teor de minerais

    A inclusão desses ingredientes em rações para suínos é limitada pela alta concentração de minerais que apresentam. São exemplos: as farinhas de carne e ossos com diferentes níveis de proteína bruta e a farinha de peixe.

    Encontrado na página: Tipos de alimentos