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    Conversão alimentar é um índice fornecido pela relação entre o consumo de alimento e o ganho de peso dos suínos. É indicadora da eficiência alimentar da dieta, mas analisada isoladamente pode levar a conclusões erró­neas sobre determinado alimento, dieta ou manejo alimentar.

    A conversão alimentar é uma das variáveis indicadoras do desempe­nho dos suínos e deve ser analisada conjuntamente com o ganho de peso e o consumo de ração para a tomada de decisões sobre nutrição de suínos. É dada pela fórmula:

    Conversão alimentar = consumo de alimento ganho de peso

    Capítulo: Nutrição e Alimentação

    Número da Pergunta: 194

    Ano: 1998

  • Conversão alimentar do rebanho é a quantidade (kg) de ração utiliza­da para produzir 1 kg de suíno terminado. É dada pela fórmula:

    Car = Conali / Peso total

    Em que:

    Car = conversão alimentar do rebanho.

    Conali = consumo de alimentos no período = estoque inicial de alimentos + compras - estoque final.

    Peso total = pesanies + pterm + plei + prepr + pesanido - plecom - ptleitoc - ptmrepos - precom.

    Em que:

    Pesanies = peso dos animais no estoque final - peso dos
    animais no estoque inicial.

    Pterm = peso dos animais vendidos como terminados.

    Plei = peso dos leitões vendidos.

    Prepr = peso dos animais vendidos como reprodutores.

    Pesanido = peso dos animais consumidos ou doados.

    Plecom = peso dos leitões comprados.

    Ptleitoc = peso das leitoas para reposição compradas.

    Ptmrepos = peso dos machos para reposição comprados.

    Precom = peso dos reprodutores comprados.

    Capítulo: Nutrição e Alimentação

    Número da Pergunta: 195

    Ano: 1998

  • Vários aditivos utilizados atualmente, agindo de diferentes modos, ini­bem o desenvolvimento da Escherichia coli. Os antibióticos atuando sobre seu metabolismo; os probióticos competindo pelos sítios de fixação na pare­de intestinal; e os ácidos orgânicos criando condições desfavoráveis em nível intestinal para o seu desenvolvimento.

    Capítulo: Nutrição e Alimentação

    Número da Pergunta: 198

    Ano: 1998

  • Os ácidos orgânicos, quando adicionados à ração, reduzem o pH da dieta e assim o pH do trato gastrointestinal. Dessa forma, eles corrigem os aumentos de pH resultantes da redução da excreção ácida gástrica, ao desmame, e dos efeitos ligadores de ácido dos ingredientes alimentares. Assim, os ácidos orgânicos ajudam a criar um ambiente intestinal favorável ao desenvolvimento dos microrganismos probióticos do intestino e inibem o desenvolvimento dos microrganismos patogênicos. Foi particu­larmente observada a inibição do desenvolvimento da Escherichia coli patogênica com o uso de 2% de ácido cítrico na dieta. Outro efeito dos ácidos orgânicos é o estímulo à atividade das enzimas digestivas pela redução do pH.

    Entre os ácidos orgânicos mais utilizados estão o ácido cítrico e o ácido fumárico, na proporção de até 3% da dieta. Também são utilizados em menor escala o ácido propiônico, o ácido fórmico e o ácido fosfórico. Os ácidos orgânicos também podem ser fornecidos aos leitões, na água.

    Os subprodutos do leite, particularmente o soro, também auxiliam na acidificação do trato gastrointestinal. Isso ocorre porque a lactose desses produtos é fermentada, produzindo ácido láctico, que ajuda a acidificar o meio gastrointestinal.

    Capítulo: Nutrição e Alimentação

    Número da Pergunta: 199

    Ano: 1998