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O rizoma da araruta (Maranta arundinacea L) fornece uma fécula de qualidade superior à de outras raízes e tubérculos.
O teor de matéria seca, como na maioria das raízes e tubérculos, é de 20% a 40%, dependendo da época da colheita.
Os valores de composição obtidos de uma variedade com apenas 57,2% de umidade, são os seguintes:
Matéria seca (%) 42,8 Proteína bruta (%) 2,4 Fibra bruta (%) 1,9 Extrato etéreo (%) 0,1 Cálcio (%) 0,02 Fósforo (%) 0,024 Energia (kcalAg) 1.570 O teor de carboidratos é constituído principalmente por amido. A araruta deve ser fornecida aos suínos de preferência cozida, à maneira da batata-doce.
Capítulo: Alimentos Alternativos
Número da Pergunta: 216
Ano: 1998
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Sim. Essencialmente água, na proporção de 90% a 95%. Isso significa que, para cada 10 kg de abóbora in natura, há de 500 g a 1.000 g de matéria seca, resultando em excessiva diluição de nutrientes em dietas balanceadas, quando a quantidade de abóbora é muito grande.
A inclusão da abóbora integral na dieta de suínos é restringida por causa de sua baixa densidade nutricional. Seu uso é desaconselhável para leitões. Para suínos em crescimento, produz queda no desempenho. Para suínos em terminação, a quantidade máxima a ser fornecida por animal/dia é de 6 kg, sendo sua contribuição em energia de apenas 5% da exigência nutricional do animal e de apenas 8% das exigências em proteína bruta.
Capítulo: Alimentos Alternativos
Número da Pergunta: 214
Ano: 1998
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O inhame (Discorea sp.) é uma raiz produzida em regiões tropicais ou semitropicais. Apresenta teor de água de 60% a 80%, baixo teor de proteína (1% a 2%), sendo desconhecido seu teor de energia. Sua fração de carbohidrato é composta basicamente por amido.
A raiz crua do inhame não é bem aceita pelos suínos por apresentar fatores antinutricionais como alcaloides, tanino e saponinas. Por isso, deve-se cozinhá-las em água antes do fornecimento. Dessa forma, o inhame pode ser utilizado como a batata-doce, para suínos em crescimento e terminação.
Capítulo: Alimentos Alternativos
Número da Pergunta: 218
Ano: 1998
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A batata-doce pode ser utilizada de várias formas na alimentação de suínos. A batata crua contém, em média, 26% de matéria seca (22% a 32%), 1,5% de proteína e 750 kcal EM/kg. O fornecimento aos suínos pode ser feito à vontade, suplementando-se com concentrado contendo 22% de proteína bruta, 1,15% de lisina, 0,85% de cálcio e 0,70% de fósforo total, na quantidade de 1,35 kg/dia, dos 25 kg aos 55 kg de peso vivo e 1,90 kg/dia, dos 55 kg de peso vivo até o abate.
O fornecimento tanto de batata-doce cozida como de silagem de batata-doce pode ser semelhante ao de batata crua.
A raspa de batata-doce pode ser obtida picando-se as batatas em pequenos pedaços e secando-os ao sol ou em estufa de ar forçado. Esse produto apresenta aproximadamente 89% de matéria seca, 6,41% de proteína bruta, 2.560 kcal de energia metabolizável por kg, 0,08% de cálcio e 0,15% de fósforo. Quando a dieta for suplementada com óleo para corrigir o nível de energia e for adequadamente balanceada em relação aos níveis exigidos de aminoácidos, a raspa de batata-doce pode substituir integralmente o milho da dieta para suínos a partir de 15 kg de peso vivo até o abate. Quando não é feita a suplementação com óleo, a inclusão da raspa de batata-doce reduz o desempenho por causa de seu baixo teor de energia em relação ao milho.
Capítulo: Alimentos Alternativos
Número da Pergunta: 217
Ano: 1998