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    As rachaduras são lesões na estrutura externa ou interna dos cascos ou dedos acessórios e têm diversas origens: pisos abrasivos, rugosos ou com buracos, pisos novos, pisos úmidos, ripados muito largos, quebrados ou com irregularidades, piquetes ou terrenos muito pedregosos.

    A ocorrência das lesões pode também estar relacionada à qualidade do casco. Algumas doenças carenciais, como a deficiência de biotina, po­dem ser responsáveis pelas lesões. Pisos lisos ou ásperos podem lesar os cascos de leitões lactentes quando tentam estimular a glândula mamária da matriz.

    Capítulo: Sanidade

    Número da Pergunta: 334

    Ano: 1998

  • Uma doença que atinge leitões é a chamada mioclonia congênita ou “doença da tremedeira”, caracterizada por diferentes graus de tremores musculares em leitões recém-nascidos, que variam de leves e localizados em massas musculares a tremores generalizados. Leitões com tremores ge­neralizados têm dificuldade de se manter em pé, de se deslocar e de segu­rar a teta da matriz para mamar. Como consequência, podem morrer, tanto acidentalmente, esmagados pela mãe, quanto por inanição ou hipoglicemia, em decorrência da dificuldade para mamar.

    Capítulo: Sanidade

    Número da Pergunta: 339

    Ano: 1998

  • É doença de origem metabólica que ocorre nos primeiros sete dias de vida do leitão. Caracteriza-se por falha na gliconeogênese e por taxas subnormais de glicose no sangue. O índice de mortalidade varia de 30 a 40%, podendo alcançar 100% em leitegadas individuais. Ocorre principalmente nos meses frios do ano, em criações que não fornecem condições adequadas de manejo e ambiente.

    Capítulo: Sanidade

    Número da Pergunta: 340

    Ano: 1998

  • A profilaxia da leptospirose pode ser efetuada de duas formas:

    • Uso de práticas adequadas de manejo.
    • Uso de medicação estratégica preventiva e de vacinas.

    No primeiro item, enquadram-se os esforços para prevenir a infec­ção, reduzindo as possibilidades de exposição dos animais. As ações reco­mendadas são: controle de roedores, evitar a contaminação das fontes de água por animais portadores, isolar e tratar os animais infectados.

    A vacinação oferece proteção eficiente quando aliada a outras medi­das preventivas, especialmente em granjas onde as condições ambientais favoreçam a infecção com leptospiras (muita umidade, criações extensivas e presença de animais silvestres ou roedores que podem infectar os suínos). Entretanto, a proteção induzida pela vacinação nunca é de 100% e, prova­velmente, não dure mais que três meses. A imunidade natural à infecção per­manece por período maior. Sua duração precisa, porém, é desconhecida.

    A vacina contra a leptospirose é aplicada em fêmeas antes da cober­tura, em leitões após o desmame e em machos adultos (nos últimos, a cada seis meses).

    A vacinação contra leptospirose representa um dilema. A doença é relativamente rara em granjas que seguem um programa de biosseguridade e não existe trabalho científico que defina se a vacina é realmente eficien­te. Os títulos de anticorpos resultantes da vacinação não são altos, o que leva a sugerir que a vacinação deve ser repetida a cada seis meses.

    Capítulo: Sanidade

    Número da Pergunta: 333

    Ano: 1998