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Exibindo 747 resultados encontrados
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Suínos | Gestão ambiental | Dejetos | Benefícios | Foto
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Suínos | Gestão da água | Importância e cuidados | Exemplo 2
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Suínos | Gestão da água | Captação | Fontes superficiais
Quando a captação for de fontes superficiais, alguns cuidados básicos devem ser observados, como:- Proteger as áreas úmidas, banhados e nascentes, isolando esses locais e recuperando a vegetação nativa
- Impedir o acesso de animais às nascentes e fontes
- Proteger e recuperar as margens dos córregos, arroios ou rios que passam pela propriedade, de acordo com o Código Florestal
- Proteger contra erosão e degradação ambiental em todas as áreas da propriedade, com o objetivo de facilitar a reposição dos mananciais de água
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Suínos | Gestão da água | Captação | Água da chuva
A outra forma de captação de água é o armazenamento de chuva.Essa técnica é milenar e já foi utilizada por muitas civilizações ao longo do tempo, em todos os continentes do mundo.
A água da chuva pode ser coletada diretamente do local onde será utilizada, dispensando a utilização de transporte ou adutoras, reduzindo os custos para a sua utilização ou muitas vezes sendo a única fonte disponível deste recurso.
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Suínos | Gestão da água | Armazenamento | Cisternas
A captação de água da chuva é realizada nos telhados das edificações da propriedade através de calhas e encanamentos condutores e armazenada em cisternas ou outro tipo de reservatório. Quanto maior o volume de água armazenada, mais autonomia terá a propriedade.É importante também o produtor manter um segundo reservatório, o qual tem como funções garantir a disponibilidade e a qualidade da água tratada para a dessedentação dos animais.
Encontrado na página: Armazenamento
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Suínos | Gestão da água | Tratamento | Análises
Análises
É indispensável realizar análises da qualidade da água periodicamente, no mínimo uma vez por ano. Dependendo da saúde, hábito alimentar e desempenho zootécnico dos animais, estas análises podem ser feitas num espaço de tempo menor.
Encontrado na página: Tratamento
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Suínos | Gestão da água | Tratamento | Tratamento
Tratamento
Dependendo da fonte de água, quando ela apresenta problemas constantes de turbidez, por exemplo, recomenda-se que seja feito um processo de filtragem. Assim, o tratamento químico posterior não será comprometido.
Encontrado na página: Tratamento
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Suínos | Gestão da água | Bebedouros | Convencional
Convencional
De modo similar ao bite ball, a chupeta convencional é ativada no momento em que o animal, através da sua língua ou focinho, pressiona a válvula localizada na parte interna do bebedouro.
Encontrado na página: Tratamento
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Cereais de inverno
Cereais de inverno
Acesse o siteOs cereais de inverno (trigo, cevada, triticale, aveia e centeio), qualificam-se pelo seu valor nutricional como substitutos do milho na suinocultura e também na avicultura.
Confira tudo sobre o uso de cereais de inverno em um site especial da Embrapa.Publicado: 13/05/2024
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Suínos | Alimentação | Tipos de alimentos | Médio a alto teor de fibra
Energéticos com médio a alto teor de fibra
Esses alimentos têm energia metabolizável acima de 2.600 kcal/kg e teor de fibra bruta acima de 6%. São exemplos: farelo de arroz integral, farelo de amendoim, aveia integral moída, farelo de castanha de caju, cevada em grão com casca, polpa de citrus, farelo de coco, torta de dendê, grão de guandu cozido, raspa de mandioca (de onde foi extraído o amido) e milho em espiga com palha.
Encontrado na página: Tipos de alimentos
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Suínos | Alimentação | Tipos de alimentos | Também fornecedores de proteína
Energéticos também fornecedores de proteína
São aqueles que, geralmente, têm energia metabolizável acima de 3.000 kcal/kg de alimento. Pela quantidade com que podem ser incluídos nas dietas, são também importantes fornecedores de proteína. Os exemplos são quirera de arroz, cevada em grão, soro de leite seco, grão de milho moído, sorgo baixo tanino, trigo integral, trigo mourisco, triguilho e triticale, entre outros.
Encontrado na página: Tipos de alimentos
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Suínos | Alimentação | Tipos de alimentos | Médio teor de proteína
Fibrosos com baixa concentração de energia e médio teor de proteína
Possuem teor de proteína bruta maior que 17%, de fibra acima de 10% e concentração de energia metabolizável menor que 2.400 kcal/kg. São exemplos: feno moído de alfafa, farelo de algodão, farelo de babaçu, farelo de canola e farelo de girassol.
Encontrado na página: Tipos de alimentos
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Suínos | Alimentação | Tipos de alimentos | Proteicos com alto teor de minerais
Proteicos com alto teor de minerais
A inclusão desses ingredientes em rações para suínos é limitada pela alta concentração de minerais que apresentam. São exemplos: as farinhas de carne e ossos com diferentes níveis de proteína bruta e a farinha de peixe.
Encontrado na página: Tipos de alimentos
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Suínos | Produção | Manejo dos cachaços | Dica #3
Idade
O cachaço deve ter 5 meses de idade, período necessário para que ele mostre o seu potencial genético.
Encontrado na página: Tipos de alimentos
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Suínos | Doenças | Outras | Coccidiose suína
Coccidiose suína
Afeta principalmente os leitões e é causada por um protozoário. Os principais sintomas são diarreia amarela e pastosa nos primeiros dias de vida do suíno, perda de peso e apatia. A melhor forma de tratar, controlar e preveni-la é através de medicamentos específicos. Recomenda-se que, ao nascer, os leitões sejam acompanhados por um médico veterinário.
Encontrado na página: Tipos de alimentos
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Suínos | Doenças | Bacterianas | Disenteria suína
Disenteria suína
Doença que acomete suínos de crescimento e terminação, predominantemente, causada por uma bactéria. Os quadros clínicos iniciam com diarreia cremosa com muco e evoluem para diarreia com sangue e muco e com restos de mucosa necrótica, levando à morte ou definhamento. O uso de produtos antimicrobianos na ração ou água para controle em lotes afetados e de medicação injetável para os animais doentes é uma das formas de controle.
Encontrado na página: Tipos de alimentos
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Suínos | Doenças | Bacterianas | Ileíte
Ileíte
Doença que afeta suínos de final de creche até animais em fase de crescimento e terminação. Na forma hemorrágica, causa diarreia com sangue ou de coloração achocolatada, principalmente na fase final de terminação, com alta taxa de mortalidade. Os suínos afetados ficam pálidos. Na forma crônica, os animais apresentam diarreia cremosa amarelada, às vezes transitória, em animais de final de creche, crescimento e início de terminação, com perda de desempenho.
Encontrado na página: Tipos de alimentos
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Suínos | Doenças | Bacterianas | Leptospirose
Leptospirose
Afeta a reprodução dos suínos, podendo, além do aborto, causar natimortos, fetos mumificados e leitegada fraca. Provoca uma cor amarelada na pele. O suíno se infecta através de alimentos e água contaminados com a urina de outro suíno infectado. O suíno no qual a bactéria se multiplica nos rins é considerado portador e elimina grande quantidade da bactéria por longo período.Também são considerados portadores os roedores e animais silvestres que eliminam a bactéria pela urina.
Encontrado na página: Tipos de alimentos
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Suínos | Doenças | Bacterianas | Salmonelose
Salmonelose
Doença infecciosa que ocorre entre 5 semanas a 4 meses. O suíno pode apresentar a forma aguda, com morte súbita ou acompanhada de enfraquecimento, dificuldade de locomoção e manchas avermelhadas na pele, principalmente orelha e barriga. Na forma crônica, tem febre, dificuldade de respiração, falta de apetite e diarreia líquida, esverdeada ou amarelada ou sanguinolenta e com mau cheiro. Ele se infecta através de alimentos contaminados ou pela introdução no plantel de suíno portador.
Encontrado na página: Tipos de alimentos
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Suínos | Doenças | Bacterianas | Tuberculose
Tuberculose
Doença de grande importância na saúde pública. Em suínos, a enfermidade pode passar despercebida, em virtude de não apresentar sinais clínicos aparentes. Entretanto, por causar lesões em linfonodos, pulmão, fígado e baço, pode ser suspeitada por ocasião do abate. O suíno pode se infectar ao ingerir alimentos como restos descartados por restaurantes e hospitais, passando a doença entre os demais.
Encontrado na página: Tipos de alimentos
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Suínos | Doenças | Parasitárias | Cisticercose
Cisticercose
É causada pela larva (fase jovem do parasita) de um verme conhecido como "solitária", causador da teníase humana. Esse parasita, em sua fase adulta, é muito frequente como agente de infecção intestinal de seres humanos, principalmente, em áreas rurais, podendo se tornar um risco para a saúde de pessoas das áreas urbanas.
Encontrado na página: Tipos de alimentos
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Suínos | Doenças | Virais | Circovirose
Circovirose suína
Conhecida como Síndrome de Refugagem Multissistêmica Pós-Desmame (PMWS), não permite que o animal atinja o peso ideal. As alterações respiratórias, digestivas, cardíacas, renais, dérmicas, articulares, entre outras, pode ser um indício da ocorrência da infecção. Estes sinais podem surgir entre 5 e 13 semanas de vida. Por causar alterações no sistema imune, os suínos afetados ficam sujeitos a várias infecções por diversos agentes bacterianos.
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Suínos | Doenças | Virais | Aujeszky
Doença de Aujeszky
O vírus atinge o suíno adulto portador, localizando-se nas amídalas. Sempre que submetidos a situações de estresse, passam a eliminar o vírus. Causa principalmente aborto, leitões fracos que nascem com tremores e morte nos primeiros dias de vida. A mortalidade é alta e quando afeta um plantel sem imunidade acarreta a perda de todos os leitões nascidos em uma maternidade.
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Suínos | Doenças | Virais | Parvovirose
Parvovirose suína
Virose relacionada com transtornos reprodutivos. Uma fêmea em gestação é infectada porque o vírus atravessa a placenta e se multiplica lentamente no útero. Além dos abortamentos, ocorrem fetos mumificados em vários estágios. Se a gestação chega ao término, pode acontecer ainda a presença de mumificados, leitões vivos normais, leitegada fraca e de tamanho reduzido. Os suínos se contaminam através da ingestão de restos de placenta no momento do parto.
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Biosseguridade em granjas de suínos
A biosseguridade em granjas de suínos consiste em medidas para evitar a entrada e propagação de doenças no rebanho. Acompanhe alguma delas nesse vídeo.
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Macho reprodutor suíno MS115
A linhagem de reprodutores machos Embrapa MS115 foi concebida para atender a demanda por animais mais pesados ao abate com alto potencial de carne, reduzida espessura de toucinho e melhor conversão alimentar. A linhagem é livre do gene halotano, ligado ao estresse nos animais e a má qualidade de carne. São animais selecionados com base no percentual de carne na carcaça, comprimento, conformação e, em especial, aprumos.
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09/10/2023 Fonte:Nullam ornare
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Infográfico
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Fêmea Suína Embrapa MO25C
Conheça a Fêmea Suína Embrapa MO25C, desenvolvida a partir do cruzamento entre as raças/linhas Landrace, Large White e Moura visando alta produtividade da matriz e desempenho zootécnico dos suínos de abate com o adicional da melhoria na qualidade da carne.
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Suínos | Abre
Aqui você encontra ferramentas e conteúdos em diversos formatos de mídia contendo informações e dicas sobre a produção de suínos em pequena escala.
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Suínos | Instalações | Abre
Diferentemente da realidade observada em grandes sistemas de criação de suínos, característico do sistema industrial, a estrutura de criação de suínos de pequeno porte pode ser mais simples, usando materiais disponíveis na propriedade ou de menor custo. Mas é necessário atenção do criador para conseguir bons resultados.
Encontrado na página: Início
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Encontrado na página: Alimentação
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Suínos | Alimentação | Tipos | Preparo das rações | Texto
Para a maioria das fases, uma formulação adequada é obtida com a combinação dos alimentos energéticos também fornecedores de proteína com alimentos proteicos com alto teor de energia. A complementação dos demais nutrientes deve ser feita com os alimentos exclusivamente energéticos, alimentos proteicos com alto teor de minerais e alimentos exclusivamente fornecedores de minerais.
Sempre deverá ser feita a inclusão de premix vitamínico e de microminerais. O núcleo é um tipo especial de premix que já contém o cálcio, o fósforo e o sódio, além das vitaminas e microminerais necessários. Por isso, na maioria das vezes, dispensa o uso dos alimentos exclusivamente fornecedores de minerais.
Aos cuidados com o preparo das rações se somam os esforços de formular uma dieta contendo ingredientes com composição e valor nutricional conhecidos e atendendo às exigências nutricionais dos suínos.
Encontrado na página: Tipos de alimentos
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Granucalc
Granucalc
AndroidO aplicativo Granucalc pode ajudar na formulação de rações para seu plantel de suínos. Para celulares Android.
Publicado: 29/01/2024
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Suínos | Alimentação | Abre
A nutrição é um item importante na produção de suínos. A alimentação deve ser balanceada e incluir ingredientes de boa qualidade, para atender totalmente às necessidades de nutrientes dos suínos em cada fase da vida (maternidade, creche, crescimento, terminação, gestação e lactação).
A água fornecida aos animais também faz parte da alimentação. Ela deve ser totalmente potável e tratada para evitar causadores de doenças, além de ser monitorada por exames físico-químicos e biológicos. Vamos falar sobre esse assunto em "Gestão da água".
Encontrado na página: Tipos de alimentos
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Suínos | Alimentação | Dietas alternativas | Abre
A alimentação animal está em constante dinâmica, com surgimento de opções que viabilizam a produção. Um exemplo é o uso de cereais de inverno na alimentação de suínos.
Encontrado na página: Tipos de alimentos
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Cereais de inverno na ração de suínos e aves
Utilize trigo, triticale e cevada na produção de suínos em substituição ou complementação ao milho.
Encontrado na página: Dietas alternativas
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Suínos | Alimentação | Água | Parâmetros
Alguns parâmetros são importantes para assegurar a potabilidade e a palatabilidade da água:
- ausência de materiais flutuantes, óleos e graxas, gosto, odor, coliformes e metais pesados
- temperatura inferior a 20°C
- pH entre 6,4 a 8,0
- máximo de 0,5 ppm de cloro livre
- 110 ppm de dureza, 20 ppm de nitrato, 0,1 ppm de fósforo, 600 ppm de cálcio, 25 ppm de ferro, 0,05 ppm de alumínio e 50 ppm de sódio
Encontrado na página: Gestão da água
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Suínos | Sanidade | Abre
A saúde dos suínos depende do equilíbrio entre vários fatores: alimentação, água, instalações e manejo. A questão da sanidade é apenas um elo da cadeia de produção. Entretanto, a ocorrência de enfermidades importantes em uma propriedade, quase sempre, é prejuízo ao negócio.
Encontrado na página: Gestão da água
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Suínos | Sanidade | Doenças
As principais doenças que acometem os suínos são de causas virais, bacterianas ou parasitárias.
Encontrado na página: Gestão da água
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Diagnóstico de doenças de suínos e importância do Complexo de Doenças Respiratórias
Neste bate-papo com especialistas, você terá informações sobre diagnóstico de doenças de suínos e importância do complexo de doenças respiratórias.
Encontrado na página: Gestão da água
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Procedimentos básicos para a produção de suínos nas fases de reprodução, maternidade e creche
Procedimentos básicos para a produção de suínos nas fases de reprodução, maternidade e creche
Baixe aquiEste manual técnico foi elaborado com o objetivo de subsidiar técnicos e produtores de suínos com informações geradas a partir de experiências adquiridas em décadas de trabalho na Embrapa Suínos e Aves.
Publicado: 31/01/2024
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Instalações para leitoas
Neste vídeo, você vai saber o que é importante na hora de preparar uma baia específica para as leitoas (marrãs), como, por exemplo, mantê-las afastadas dos cachaços e quantas leitoas podem ser abrigada em uma mesma baia.
Encontrado na página: Produção
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Baias coletivas para porcas
Neste vídeo, você vai saber as principais orientações sobre o uso coletivo de baias para as porcas, como quantidade a ser alojada, espaço, material e tipos de pisos, bebedouros e comedouros.
Encontrado na página: Produção
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Instalações para porcas desmamadas
Neste vídeo, você confere as orientações e dicas de como alojar as porcas desmamadas e gestantes em baias individuais ou coletivas.
Encontrado na página: Produção
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Suínos | Instalações | Fêmeas desmamadas | Abre
As fêmeas desmamadas e gestantes podem ser alojadas em baias individuais ou em baias coletivas. Confira nos vídeos.
Encontrado na página: Produção
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Suínos | Instalações | Maternidade | Abre
A maternidade é o local que possibilita ao trabalhador dedicar mais tempo aos animais, observando e cuidando com mais atenção. Instalações ruins necessitam de mais trabalho ou de mais trabalhadores e, sendo assim, corrigi-las e melhorá-las será sempre a melhor alternativa.
Encontrado na página: Produção
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Instalações de maternidade em uma granja de suínos
Neste vídeo, estão as orientações sobre a maternidade, local as fêmeas são alojadas já no pré-parto. Também é o local suinocultor pode dedicar mais tempo aos animais.
Encontrado na página: Produção
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Cela parideira de suínos
Neste vídeo, você saberá mais sobre as celas parideiras, que tem a função de limitar os movimentos da fêmea evitando que ela pise ou esmague os leitões. Aqui também tem informações sobre o escamoteador, que aquece os leitões.
Encontrado na página: Produção
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Início da vida reprodutiva do cachaço
Neste vídeo, você tem explicação sobre o funcionamento da vida reprodutiva dos cachaços.
Encontrado na página: Produção
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Suínos | Produção | Manejo da leitoa de reposição | Dicas
No momento de escolher uma leitoa para reprodução, o produtor deve ficar atento a alguns aspectos da fêmea:
- ter boa profundidade e comprimento
- ter bons aprumos
- tetos salientes e sem falhas
- ter mais do que 6 pares de tetos funcionais
- o tamanho da vulva deve ser proporcional à idade
- a vulva não deve ter sua borda inferior voltada para cima
- a leitoa deve ter bom desempenho, pesando 100 kg aos 150 dias de idade
- ser filha de porca prolífica
Encontrado na página: Produção
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Suínos | Produção | Manejo da leitoa de reposição | Orientações
Encontrado na página: Produção
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Suínos | Produção | Manejo das porcas em pré-cobrição | Abre
Nas fases de pré-cobrição, cobrição e gestação, o manejo deve ser realizado com muito cuidado, atenção, responsabilidade, ordem e pontualidade, sempre para não machucar nem causar estresse nos animais.
Encontrado na página: Produção
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Sistema de alojamento de matrizes suínas em baias: gestação e maternidade
Sistema de alojamento de matrizes suínas em baias: gestação e maternidade
Baixe aquiNeste sistema, as matrizes suínas permaneceram uma semana nos boxes; passaram a gestação em baias coletivas com minibox de alimentação e foram para a maternidade com baias de parição. O objetivo é reduzir o estresse provocado pelo sistema de alojamento em box das matrizes suínas.
Publicado: 31/01/2024
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Suínos | Produção | Bem-estar | Abre
O bem-estar dos animais é um dos temas de maior discussão atualmente na criação de animais. O assunto envolve toda a cadeia produtiva: do produtor ao técnico e da granja à agroindústria, além dos transportadores. Todos em busca da melhoria dos padrões de trato e respeito aos animais.
Encontrado na página: Produção
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Bem-estar de suínos
Bem-estar de suínos
Acesse o siteConheça o site especial que a Embrapa Suínos e Aves preparou com orientações sobre como criar suínos atendendo os preceitos do bem-estar animal.
Publicado: 31/01/2024
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Encontrado na página: Gestão ambiental
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Potencial agronômico dos dejetos de suínos
O objetivo desse curso feito a distância oferecido pelo portal e-Campo da Embrapa é munir técnicos, estudantes e agricultores com informações sobre os critérios técnicos para a elaboração de projetos voltados ao manejo e aplicação adequada de dejetos de suínos em lavouras, em substituição parcial da adubação mineral.
Organizadora: Embrapa
Duração: Até 60 dias
Carga horária: 20 horas
Encontrado na página: Gestão ambiental
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Suínos | Gestão ambiental | Animais mortos | Abre
A destinação de carcaças de animais que morrem por causas rotineiras ou catastróficas é um problema que afeta a maioria das propriedades rurais produtoras de suínos.
Para auxiliar produtores e garantir que atendam orientações necessárias para a segurança sanitária e ambiental, algumas práticas e tecnologias foram avaliadas e podem ser adotadas como a compostagem acelerada, a biodigestão anaeróbia, a desidratação, a incineração e a reciclagem industrial de carcaças para a produção de farinhas, gorduras, fertilizantes e outros coprodutos de valor agregado.
Encontrado na página: Gestão ambiental
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Dejetos transformados em energia
Esta edição do Prosa Rural, o programa de rádio da Embrapa, fala sobre o destino correto a ser dado aos animais mortos nas propriedades rurais. Diversos tipos de compostagem são apresentados. Outra opção é a remoção dos animais mortos para as centrais de tratamento.
Encontrado na página: Animais mortos
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Potencial fertilizante dos dejetos suínos
Este Prosa Rural fala sobre o potencial fertilizante dos dejetos suínos, uma alternativa que propicia ganhos ambientais e econômicos. Saiba detalhes sobre os critérios técnicos que o suinocultor precisa observar para produzir um adubo eficaz para as lavouras, semelhante aos fertilizantes industrializados!
Encontrado na página: Animais mortos
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Gestação coletiva de matrizes suínas
Este Prosa Rural, o programa de rádio da Embrapa, fala sobre o sistema de gestação coletiva de matrizes suínas, tendência que vem ganhando espaço no Brasil e no exterior, por ter condições de propiciar, ao mesmo tempo, o bem-estar animal e o aumento da produtividade.
Encontrado na página: Animais mortos
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Suínos | Gestão da água | Importância e cuidados | Abre
Ao implantar uma granja de suínos, ou ampliá-la, é necessário realizar a avaliação da disponibilidade de água, item principal para a aprovação da propriedade. O produtor deve considerar, principalmente, o tamanho do rebanho em diferentes épocas do ano.
Encontrado na página: Animais mortos
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Suínos | Gestão da água | Importância e cuidados | Cálculo
Para calcular a necessidade de água, devem ser considerados:
- fase de produção
- número de suínos
- período do ano
- consumo médio do rebanho
Como fator de segurança, deve-se acrescentar 10% a mais ao volume calculado.
Encontrado na página: Animais mortos
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Suínos | Gestão da água | Importância e cuidados | Cálculo | Fim
Além de avaliação da disponibilidade, o produtor precisa estar atento a outros fatores e cuidados, como o desperdício e o uso para dessedentação dos animais.
Encontrado na página: Animais mortos
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Suínos | Gestão da água | Captação
A captação da água oferecida aos suínos pode ser feita em fontes disponíveis na propriedade. Essas fontes podem ser superficiais, subterrâneas ou pluviais (água da chuva)
Encontrado na página: Animais mortos
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Suínos | Gestão da água | Armazenamento | Abre
O armazenamento da água da chuva e o excedente de fontes superficiais é muito importante na produção de suínos. Além de preservar as fontes superficiais e subterrâneas, é uma alternativa indicada para os períodos de estiagem.
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Aproveitamento da água da chuva na produção de suínos e aves
Aproveitamento da água da chuva na produção de suínos e aves
Baixe aquiConfira nesta publicação tudo o que você precisa saber sobre o uso da água da chuva, desde a construção e dimensionamento até os cuidados para manutenção.
Publicado: 09/02/2024
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Uso de cisternas na produção animal
Este vídeo do Dia de Campo na TV da Embrapa mostra, na prática, o uso e a experiência dos produtores de suínos que adotaram as cisternas na produção dos animais.
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Suínos | Gestão ambiental | Dejetos | Benefícios (Foto)
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Suínos | Produção | Manejo dos cachaços | Dica #2
Qualidade
O cachaço representa 50% do material genético de uma granja. Por isso, o animal tem que ser de ótima qualidade para viabilizar melhores resultados técnicos e econômicos.
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Suínos | Gestão da água | Importância e cuidados | Exemplo 1
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Valor nutricional do farelo estabilizado parcialmente desengordurado de arroz e sua digestibilidade para suínos
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Baixe aquiEsta pesquisa avaliou a energia digestível e metabolizável do farelo de arroz na dieta de suínos em diferentes idades, avaliando o seu potencial como um novo ingrediente.
Publicado: 18/04/2024
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Granja de suínos é a propriedade onde se pratica a produção de suínos. Sistema de produção de suínos é o conjunto inter-relacionado e organizado de processos para cumprir o objetivo básico que é a produção de suínos.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 1
Ano: 1998
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A figura acima mostra, de forma esquemática, os componentes que fazem parte de um sistema de produção.
O produtor, as instalações, os animais, o alimento e a água, o manejo e os contaminantes compõem o ecossistema do suíno. Para atingir bons níveis de produção, é necessário que todos os componentes do ecossistema do suíno estejam em harmonia, isto é, não pode ocorrer desequilíbrio entre eles. Por exemplo, numa granja com boas instalações, bons animais, boa alimentação e bom manejo, mas com má qualidade de higiene, ocorre um desequilíbrio no sistema, pois muitos microrganismos podem favorecer a ocorrência de diferentes doenças. O ecossistema dos suínos é dinâmico e possui um grupo de exigências mínimas que devem ser atendidas para que se atinjam resultados desejados.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 2
Ano: 1998
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- Gostar da atividade suinícola.
- Aceitar e seguir as recomendações técnicas sobre a criação.
- Ser dedicado para atingir metas preestabelecidas.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 3
Ano: 1998
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Porque nesta fase é que os leitões são mais susceptíveis aos germes causadores de diarreia e também é onde se concentram vários fatores de risco que tornam o leitão mais vulnerável a essas enfermidades.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 295
Ano: 1998
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Em geral, recomenda-se fornecer condições ambientais adequadas aos leitões e realizar um tratamento por via oral ou parenteral, à base de polivitamínicos associados a oligoelementos. Deve-se frisar, porém, que os resultados são irregulares porque, em muitos casos, as lesões que ocorreram no intestino são irreversíveis.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 298
Ano: 1998
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Exceto em caso de surtos de doenças infecto-contagiosas, como a doença de Aujesky, leptospirose e a peste suína clássica, entre outras, a maioria das perdas de leitões após o nascimento, cerca de 70%, ocorre na primeira semana de vida. As causas são inúmeras, sendo a maioria de natureza não infecciosa, como o esmagamento e a inanição, ou seja, quando os leitões não se alimentam por falta de leite na matriz ou por exposição ao frio ou sangramento do umbigo. Os leitões mais fracos são os mais atingidos e representam cerca de 65% do total de perdas nesta fase. Leitegadas maiores tendem a apresentar maior taxa de mortalidade de leitões que nascem com baixo peso (leitões com 700 g de peso, ao nascer).
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 299
Ano: 1998
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Essa parasitose é controlada com aplicação de produtos sarnicidas e com a quarentena dos animais de reposição introduzidos na criação.
O sarnicida pode ser aplicado por via injetável, por via oral (ração), por aplicação sobre a pele com produtos pour on (ao longo do dorso) ou pulverizando todos os animais, exceto os leitões que são tratados, às vezes, por imersão. Antes da aplicação do acaricida, as instalações devem ser completamente limpas com detergente.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 293
Ano: 1998
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Os parasitos de importância econômica na criação de suínos são moscas, pulgas, carrapatos, mosquitos, piolhos e ácaros (sarna). Os mais sérios são os agentes da sarna sarcóptica e o piolho-do-suíno, considerados os principais parasitos externos dos suínos.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 292
Ano: 1998
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A síndrome de diarreia pós-desmame (SDPD) é uma doença que causa a eliminação de fezes fluidas com perda de grande quantidade de água, levando o leitão à desidratação e, às vezes, à morte. É causada, principalmente por germes denominados Escherichia coli e rotavirus.
A SDPD é considerada doença multifatorial em que os agentes infecciosos exercem seu poder patogênico predominantemente em rebanhos em condições de risco. As medidas de controle devem, então, incluir também a identificação e a correção dos fatores de risco nos rebanhos.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 297
Ano: 1998
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Existem fatores de risco relacionados ao ambiente preparado para os animais e outros relacionados ao manejo:
a) Fatores relacionados ao ambiente preparado para os animais:
- Ausência de forro no teto.
- Aberturas na maternidade inferiores a 20% em relação às paredes laterais.
- Variações térmicas tora dos limites de conforto da matriz, que fica entre 16 °C e 27 °C, no interior da maternidade.
- Ausência de escamoteador (caixote), onde os leitões se abrigam entre as mamadas.
- Salas de maternidade excessivamente grandes, podendo abrigar mais de quinze matrizes e respectivas leitegadas.
- Área da cela parideira inferior a 3,6 m2, que limita o espaço para os leitões e dificulta a limpeza.
- Temperatura média mínima na maternidade, no espaço de trinta dias, inferior a 16 °C.
- Seis dias ou mais, no espaço de 30 dias, com amplitude térmica superior a 6 °C na maternidade.
b) Fatores relacionados ao manejo:
- Ausência de vazio sanitário.
- Falta de assistência ao parto, que impede a realização de práticas rotineiras.
- Falta de cama limpa para os leitões nos primeiros dias de vida.
- Falta de desinfecção do cordão umbilical logo que os leitões nascem.
- Falta de controle eficiente de parasitos, que diminuem a resistência do leitão e da fêmea.
- Manutenção de duas ou mais fêmeas ou leitegadas na mesma baia.
- Não utilização de vacinas contra colibacilose.
- Condição corporal das fêmeas antes do parto (nota 1 = muito magra; nota 5 = condição ótima) inferior a quatro.
- Número de leitegadas, por sala, superior a dez.
- Peso médio dos leitões, ao nascer, inferior a 1,3 kg.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 296
Ano: 1998
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Os casos agudos devem ser tratados de imediato, com antibióticos por via parenteral. Anti-inflamatórios, antitérmicos e oxitocina podem ser usados, se necessário. O uso tópico de pomadas revulsivas é recomendado.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 309
Ano: 1998
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A síndrome de metrite, mastite e agalaxia consiste na supressão total da lactação (agalaxia) ou parcial (hipogalaxia) que ocorre em fêmeas, entre doze e 72 horas após o parto. A sigla MMA (metrite, mastite, agalaxia) não é a mais adequada, pois a relação entre as infecções da glândula mamária e o útero ainda não está suficientemente esclarecida. Os sintomas têm início entre 12 e 72 horas após o parto, caracterizando-se por parada total ou parcial do aleitamento. Com maior ou menor frequência, observa-se anorexia (perda de apetite) e febre (acima de 39,8 °C), na matriz.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 307
Ano: 1998
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A perda de pelos (cerdas) em suínos pode estar relacionada à deficiência de vitaminas, a doenças infecciosas, intoxicações, doenças da pele, fricção local ou aplicação contínua de produtos químicos irritantes. Transtornos da hipófise ou das gônadas também podem levar à perda de pelos.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 294
Ano: 1998
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Esses sintomas são provavelmente de uma doença crônica infecciosa e muito contagiosa chamada pneumonia enzoótica ou pneumonia micoplásmica. A fonte de infecção mais importante é a matriz, que transmite a doença à leitegada. Misturados a outros no desmame, os leitões infectados também transmitem a doença. Existem, porém, outras doenças com sintomas semelhantes como a pneumonia causada por larvas de vermes.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 314
Ano: 1998
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Porque o leite da matriz é deficiente em ferro. O leitão criado em confinatnento não consegue obter ferro de outra fonte como a terra, por exemplo, provocando essa deficiência o surgimento da anemia ferropriva. Leitões anêmicos desenvolvem-se mal devido ao péssimo aproveitamento dos alimentos, apresentando uma predisposição maior a infecções secundárias.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 300
Ano: 1998
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A apresentação de determinados hábitos que, até certo ponto, podem ser considerados como uma alteração psíquica decorrente de deficiência nutricional, de intranquilidade ou desconforto, entre outras coisas, constitui o que se chama de comportamento anormal.
O ato ou hábito de morder a cauda, orelha ou flanco, o ato, entre os leitões, de sugar o umbigo ou a vulva, o ato de morder a vulva, de beber urina, lamber partes da instalação, de “sugar” a baia, o ranger de dentes e a coprofagia (hábito de comer excrementos) são considerados “vícios” ou comportamento anormal.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 302
Ano: 1998
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Com a modernização e a intensificação da produção de suínos, em que se aloja grande número de animais em pequenas áreas, houve aumento na ocorrência de doenças respiratórias em consequência, basicamente, do aumento dos micróbios patogênicos, principalmente em granjas que não utilizam o sistema de produção em lotes e não fazem vazio sanitário entre cada lote para descontaminar as instalações. Além disso, a doença é favorecida por fatores de risco existentes na maioria das criações como superlotação, problemas de ventilação, variações de temperatura muito amplas, falta de higiene e manejo inadequado dos animais. Sem a correção desses fatores, não é possível controlar as doenças respiratórias dos suínos.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 344
Ano: 1998
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Os sintomas de intoxicação de suínos por ingestão de alimentos contaminados por zearalenona variam em função da quantidade de toxina ingerida. Níveis de 1 ppm a 30 ppm (partes por milhão) são suficientes para provocar sintomas de intoxicação. Os principais são: as fêmeas apresentam vulva inchada, dando impressão de que estão no cio. Suínos jovens, tanto machos como fêmeas, mostram mais saliência dos mamilos. Em fêmeas em idade reprodutiva, pode ocorrer retorno ao cio, falsa gestação e anestro. Fêmeas intoxicadas durante a gestação podem abortar ou parir leitões mortos, mumificados ou vivos, mas com os membros abertos e com edema de vulva. Em cachaços, ocorrem sinais de feminilização, podendo reduzir a o fertilidade e a libido.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 366
Ano: 1998
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Aflatoxinas são toxinas produzidas por fungos do gênero Aspergillus. A mais importante é a aflatoxina B1, por ser mais toxigênica e abundante. A ingestão de alimentos contaminados por essa toxina, causa a doença chamada aflatoxicose.
A aflatoxicose pode ocorrer em todos os animais, especialmente patos e perus jovens, suínos em crescimento e terminação, fêmeas em gestação e animais lactantes.
Seus efeitos tóxicos levam à inibição mitótica, imunodepressão, carcinogênese e defeitos congênitos. O órgão mais afetado é o fígado, que sofre alterações na absorção de lipídeos, apresentando-se pálido, amarelo, friável, com aspecto gorduroso e com pequenas áreas hemorrágicas. A aflatoxina também interfere na absorção de proteínas, vitaminas e minerais em virtude do comprometimento de diversos sistemas enzimáticos. Os animais apresentam também imunodepressão humoral e celular, resultando em baixa resposta imunológica a vacinações e aumento da susceptibilidade a doenças infecciosas.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 363
Ano: 1998
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Os principais sintomas da intoxicação por aflatoxinas são perda do apetite, icterícia (mucosas amarelas), redução do crescimento e, nos casos mais graves, hemorragias subcutâneas e morte. Devido a seu efeito imunodepressivo, geralmente também aumenta a ocorrência de outras doenças no rebanho.
Algumas doenças podem ser confundidas com essa intoxicação, como a leptospirose, a peste suína e a intoxicação por metais pesados, que devem ser levadas em conta no diagnóstico. Os sintomas clínicos de aflatoxicose no suíno variam em função da quantidade da toxina ingerida, conforme segue:
- A ingestão de níveis menores que 100 ppb (partes por bilhão) não leva à apresentação de sinais clínicos, mas o abate revela presença de resíduos da toxina no fígado do animal.
- A ingestão de 200 ppb a 400 ppb resulta em disfunção hepática e imunodepressão.
- A ingestão de 400 ppb a 800 ppb leva à redução do crescimento, diminuição do consumo de alimento, icterícia, hipoproteinemia e pelo arrepiado.
- Níveis de 1.200 ppb a 2.000 ppb induzem a icterícia, hemorragias subcutâneas, coagulopatia, depressão, anorexia e algumas mortes.
- Mais de 2.000 ppb resultam em insuficiência hepática, hemorragias e morte em três a dez dias.
- Fêmeas que ingerem de 500 ppb a 750 ppb durante a lactação apresentam aflatoxina no leite, comprometendo assim o desenvolvimento dos leitões lactentes.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 364
Ano: 1998
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O tratamento dos suínos afetados deve ser feito logo que o produtor constate os primeiros sintomas. Deve ser usado medicamento contra febre e antibiótico recomendado por veterinário. Se a doença estiver afetando vários animais, recomenda-se um tratamento coletivo com antibiótico adicionado à ração ou à água, por um período de cinco a sete dias.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 347
Ano: 1998
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Existem dois tipos de peste suína: a peste suína africana e a clássica. A primeira foi erradicada. A segunda ainda ocorre, mas para sua erradicação existe um programa coordenado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, já tendo sido erradicada no Sul do país. Em outras regiões produtoras de suínos, o programa de erradicação está em andamento, não tendo sido implantado ainda nas regiões de pouca produção.
Os principais sintomas da peste suína clássica são febre, falta de apetite, andar cambaleante, manchas avermelhadas na pele, pneumonia, diarreia e tendência a se amontoar nos cantos das baias. A taxa de mortalidade geralmente é alta.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 349
Ano: 1998
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Deve-se atentar para todos os fatores predisponentes ou desencadeantes, sendo os principais:
- Falta de higiene ou deficiente desinfecção da cela parideira.
- Má drenagem de urina e deficiente eliminação das fezes da matriz, criando condições de contaminação e umidade.
- Atendimento ao parto com mãos sujas, provocando ingestão de bactérias por um leitão que ainda não mamou.
- Deficiente higienização da matriz (principalmente da vulva e adjacências, e das tetas), por ocasião do parto.
- Contaminação das diversas baias por agente infeccioso, através de botas contaminadas ou vassouras usadas anteriormente para varrer fezes diarreicas.
- Temperaturas baixas.
- Presença de correntes de ar frio.
- Alojamento de leitões em pisos frios, sem cama.
- Cela parideira úmida.
O aumento da resistência pela imunização é muito eficiente. Recomenda-se fazer duas vacinações na matriz, aos 40 e 20 dias antes do parto. Atenção especial deve ser dada à vacinação de leitoas, antes do primeiro parto.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 354
Ano: 1998
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A prevenção contra a febre aftosa (FA) baseia-se em dois pontos:
- Evitar a introdução da doença; e
- Usar vacinas.
Em países livres de FA, é proibida a introdução de animais ou de produtos de origem animal de países afetados pela doença e são adotadas medidas especiais para minimizar o risco de sua entrada. Se ocorre um surto num país até então não afetado, a doença é erradicada através do abate dos animais afetados e expostos, da eliminação das carcaças pelo enterramento ou incineração e pela descontaminação das instalações.
Atualmente existem no mercado de produtos veterinários uma série de vacinas de dupla emulsão, com recomendação de uso para suínos. Antes de usar o imunógeno, deve-se atentar para a dose da bula, pois existem diferenças nas recomendações entre laboratórios. Pode ser também acionado o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que conta com um estoque estratégico de vacina de dupla emulsão no Centro Pan-americano de Febre Aftosa, no Rio de Janeiro. Elas têm sido usadas em focos de aftosa e no controle perifocal. No caso de ser necessário o uso da vacinação profilática em rebanhos suínos sujeitos a altos riscos de infecção, deve ser buscada orientação dos veterinários dos serviços oficiais de defesa sanitária. De maneira geral, a vacinação contra a FA só tem sido recomendada em casos de ocorrência de focos de infecção nas proximidades da granja de suínos.
O desenvolvimento da imunidade ocorre a partir do sétimo dia após a aplicação da vacina e os níveis imunitários permanecem estáveis por quatro meses.
O programa de vacinação profilático (raramente adotado) inclui a vacinação dos leitões destinados ao abate somente uma única vez, aos dois meses de idade, e dos reprodutores a cada quatro meses. A vacinação das fêmeas no final do período de gestação deve ser evitada, pois a vacina pode atuar negativamente sobre a resistência dos leitões.
Um programa de vacinação emergencial ou estratégico (perifocal) prevê a vacinação de todos os leitões com idade superior a 21 dias e da totalidade dos reprodutores do plantel.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 359
Ano: 1998
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Micotoxinas são metabólitos secundários, produzidos por certos fungos em crescimento, que podem contaminar grãos e sementes durante o amadurecimento da planta, na colheita, no armazenamento, no processamento e até mesmo no transporte.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 360
Ano: 1998
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As características das raças nacionais são as seguintes:
- Piau – Pelagem cor-de-areia, com manchas pretas e marrons, orelhas de tamanho médio e focinho semirretilíneo. Produz sete a oito leitões por barrigada e atinge 90 kg de peso vivo com sete meses de idade. A carcaça apresenta grande deposição de gordura, com mais de 4 cm.
- Caruncho – Mesma pelagem da raça Piau, porém mais curta e com focinho côncavo.
- Mouro ou Estrela Pelagem preta ou acinzentada. Produz até dez leitões por leitegada. Pesa 90 kg com menos de seis meses de idade.
- Nilo, Pirapitinga e Canastra – Apresentam pelagem preta e menor comprimento corporal em relação às demais raças nacionais.
Capítulo: Melhoramento Genético Animal
Número da Pergunta: 376
Ano: 1998
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Entre as raças melhoradas geneticamente e usadas na produção de suínos para abate, a Landrace e Large White, seguidas da Duroc, são as mais criadas por permitirem a produção de fêmeas F-1, a partir do cruzamento de Large White e Landrace, e de animais mestiços para abate, a partir do cruzamento de fêmeas F-1 com machos Duroc. Essas três raças e seus produtos mestiços apresentam excelente capacidade reprodutiva, podendo produzir mais de 20 suínos comercializados por matriz/ano, boa taxa de crescimento diário, com baixa idade de abate, boa conversão alimentar e rendimento de carne. São as raças com o maior número de leitegadas e de animais registrados na Associação Brasileira de Criadores de Suínos. Suínos das raças nacionais são criados como meio de subsistência, destacando-se as raças Piau, Caruncho, Estrela e Nilo.
Capítulo: Melhoramento Genético Animal
Número da Pergunta: 377
Ano: 1998
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A melhor raça para abate depende do que se quer produzir. Se o objetivo é produzir carme, deve-se usar machos Duroc, Landrace ou Large White, em cruzamento com fêmeas F-1 da combinação entre Large White e Landrace. Para produção de banha, devem-se usar suínos das raças nacionais Piau, Nilo, Caruncho e outros.
De modo geral, as raças Duroc, Landrace e Large White se adaptam bem a todas as regiões brasileiras. Para produzir bem, os animais também precisam de conforto, devendo-se protegê-los dos ventos frios, na região Sul, e do excesso de calor, nas regiões Centro Oeste, Norte e Nordeste.
Capítulo: Melhoramento Genético Animal
Número da Pergunta: 380
Ano: 1998
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Suínos Landau, Piau e Pirapitinga são recomendados para criações de subsistência, para consumo de carne em fazendas e granjas e em locais de assentamento de produtores rurais. Os animais devem ter acesso a sombra em dias quentes e de insolação, à água de boa qualidade, a condições boas de higiene, devem ser sempre observados pelo criador, e devem receber alimentação que inclua ração concentrada, à base de milho, uma fonte proteica, vitamínica e mineral, e pasto à vontade. Os animais podem ser criados à solta, em piquetes cercados, recomendando-se, nesse caso, o rodízio de piquetes, ou em confinamento, em construções simples, mas que atendam às condições descritas no início do parágrafo. Esses critérios de criação servem também para suínos de outras raças nacionais como Nilo, Caruncho, Canastra e outras.
Capítulo: Melhoramento Genético Animal
Número da Pergunta: 385
Ano: 1998
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Os suínos (Sus scrofa) originaram-se do javali europeu (Sus scrofa ferus) e do javali asiático (Sus indicus), sendo utilizados como animais domésticos há mais de 5.000 anos.
Capítulo: Melhoramento Genético Animal
Número da Pergunta: 386
Ano: 1998
Encontrado na página: Início
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Quando não foram tomadas medidas preventivas ou não foram efetivas quando tomadas, deve-se optar por métodos de detoxificação dos alimentos. O ideal seria a eliminação do alimento contaminado após a constatação da presença de micotoxina. No mundo todo, tem-se realizado grandes esforços na procura de métodos e procedimentos para minimizar os efeitos das micotoxinas sobre a saúde e a produtividade dos animais e diminuir as perdas econômicas.
Descontaminação – Pode ser feita por remoção física dos grãos ardidos, por destruição pelo calor, por desativação biológica (certos fungos e levedos reduzem a aflatoxina) e por tratamento químico com ozônio, peróxido de hidrogênio, hipoclorito de sódio, formaldeído, hidróxido de cálcio e amônia, em casos de contaminações por aflatoxina. Todos esses métodos são extremamente caros e, portanto, inviáveis.
Diluição de partidas contaminadas – A mistura de grãos contamina dos com grãos não contaminados pode ser uma solução quando os níveis de micotoxinas não são altos. Nesses casos, recomenda-se formular dieta com altos níveis de proteína e vitaminas. Rações suplementadas com metionina e lisina atenuam os efeitos da aflatoxina sobre suínos e aves.
Uso de adsorventes – Recentemente vêm sendo utilizadas matérias inertes na dieta a fim de reduzir a absorção de aflatoxinas pelo trato gastrointestinal. O uso do carvão inativado obteve valores pouco expressivos, mas os aluminosilicatos de sódio (zeolita sódica), aluminosilicatos de cálcio e as betonitas adicionadas à ração obtiveram resultados satisfatórios em aves, suínos, bovinos e ovinos.
Esses adsorventes estão sendo usados quando a presença de aflatoxinas é detectada em níveis superiores a 50 ppb (partes por bilhão) em mais de 15% das amostras analisadas. Nesses casos adiciona-se às rações preparadas com esses grãos 0,5% de aluminosilicatos ou betonita.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 368
Ano: 1998
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Reprodutores suínos, machos e fêmeas, usados na produção de suínos para abate, não precisam necessariamente ser registrados. O registro de machos e fêmeas de raças puras e mestiços deve ser feito pelos criadores de reprodutores, registrados na Associação Brasileira de Criadores de Suínos, nas respectivas associações de criadores, e por solicitação dos compradores de reprodutores. A venda de animais registrados, para fins de reprodução, garante sua origem e genealogia e isenta os criadores de reprodutores de recolherem o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS.
Capítulo: Melhoramento Genético Animal
Número da Pergunta: 372
Ano: 1998
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As raças nacionais se prestam mais à produção de banha, especialmente Nilo, Canastra, Piau, Caruncho e Pirapitinga.
Capítulo: Melhoramento Genético Animal
Número da Pergunta: 381
Ano: 1998
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Suínos Landau apresentam pelagem branca e comprimento corporal semelhante ao do Piau, sendo, portanto, mais curtos que os Landrace. Atingem 90 kg de peso vivo aos seis meses de idade, e produzem 30% a menos de gordura do que os suínos Piau. São animais a serem criados em condições semi-intensivas ou confinados, devendo ser alimentados com rações simples e baratas
Capítulo: Melhoramento Genético Animal
Número da Pergunta: 383
Ano: 1998
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Na compra de leitões com 22 kg a 24 kg de peso vivo, para terminação, deve-se observar a idade dos animais, que não deve ser superior a 70 dias, a ausência de doenças, principalmente respiratórias, a ausência de leitões refugo e o genótipo dos animais. O retorno econômico do terminador depende da conversão alimentar dos animais, dos 22 kg aos 24 kg até o peso de abate, e do rendimento de carne. Portanto, os leitões adquiridos devem ser de raças e linhas selecionadas para baixa espessura de toucinho e alto rendimento de carne e para melhoria da conversão alimentar.
Capítulo: Melhoramento Genético Animal
Número da Pergunta: 388
Ano: 1998
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Bacon é toucinho entremeado com carne. Para produzir bacon, recomenda-se criar suínos leves, como os Landrace de origem dinamarquesa, com pouca espessura de toucinho e muita carne. A alimentação dos animais deve ser mais proteica e direcionada para a deposição de carne e não de gordura, e fornecida de forma limitada aos animais, não à vontade.
Capítulo: Melhoramento Genético Animal
Número da Pergunta: 393
Ano: 1998
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Em regiões onde há ocorrência de frio, as edificações devem ser planejadas para o conforto térmico do verão, mas com dispositivos que protejam os animais contra o esfriamento ambiental, no inverno. Recomenda-se abertura lateral que corresponda a uma área de 25% a 40% da superfície lateral do prédio. Telhados leves, mas isolantes, de cor clara, para reduzir a incidência de calor, ventilados (com lanternim ou tubo de alívio), para permitir a saída de ar quente e de gases. Pisos com textura regular e média (nem áspera e nem lisa). É importante propiciar um volume total interno de ar na construção (recinto + ático) de 25 m3 por matriz instalada, 3 m3 por animal na terminação, 1 m3 na creche e 17 m3 por animal adulto visando manter as condições de conforto e higiene e facilitar a renovação de ar. As paredes devem ser de cor clara para evitar o ganho de calor nas instalações. A inclinação do telhado e a projeção das abas devem ser projetadas para reduzir os efeitos da insolação e da chuva. Os prédios devem ter orientação Leste-Oeste, no sentido do movimento do Sol, a fim de reduzir o ganho de calor solar na construção.
Capítulo: Instalações/ Equipamentos
Número da Pergunta: 404
Ano: 1998
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Ao se cruzar machos e fêmeas Piau com Landrace, objetiva-se melhorar a taxa de crescimento e a conversão alimentar, reduzir a espessura de toucinho e aumentar o rendimento de carne dos suínos Piau. Experimentos realizados na Embrapa Suínos e Aves indicaram que suínos Landau, oriundos do cruzamento de Piau com Landrace, pesaram 90 kg com 30 dias a menos de idade e apresentaram 30% a menos de espessura de toucinho do que suínos Piau. A raça Piau é útil na produção de carne e de gordura em pequenas criações, fazendas, zonas de assentamento rural e condições rústicas de criação. Nesses casos, recomenda-se cruzar fêmeas Piau com machos Landrace.
Capítulo: Melhoramento Genético Animal
Número da Pergunta: 397
Ano: 1998
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Recomenda-se esse cruzamento quando se pretende melhorar o desempenho de criações simples e rústicas e cujas condições de criação sejam melhores do que as utilizadas apenas para Pirapitinga.
Capítulo: Melhoramento Genético Animal
Número da Pergunta: 398
Ano: 1998
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Uma das recomendações é pintar a face externa do telhado de branco (depois de bem lavado). Para isso, usa-se um tubo (100 ml) de fixador para cada saco (20 kg) de cal hidratada misturado em 20 litros de água. Dar a primeira demão, com bomba ou pincel-brocha, e a segunda, oito horas no mínimo, após a primeira.
Outra recomendação é isolar o telhado com forro (plástico, madeira e outros), formando uma camada de ar ventilada que expele o calor vindo do telhado. Telhados feitos com material isolante mais pesado é outra alternativa.
Capítulo: Instalações/ Equipamentos
Número da Pergunta: 407
Ano: 1998
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Antes de adotar qualquer medida de controle, é importante conhecer o nível de difusão da doença no rebanho por meio do exame de grupos de animais no matadouro a fim de racionalizar a decisão quanto às medidas a serem tomadas e evitar tratamentos antieconômicos. As seguintes alternativas podem ser consideradas:
- Convivência com a doença, mas reduzindo seu efeito sobre a produtividade. Essa alternativa torna-se viável com a adoção de medidas de manejo, de correção do meio ambiente e terapêuticas como o manejo “todos dentro todos fora”, boa ventilação, aumento da idade média das matrizes, higiene adequada, desinfecção das instalações e redução da lotação de animais por baia.
- O tratamento terapêutico envolve o uso de drogas na ração ou na água, considerando o autobenefício para cada caso. Entre os principais princípios ativos usados, podem ser citados os macrolídeos, quindonas e tetraciclinas. O período de tratamento varia conforme a dose e o produto, mas deve ser sempre superior a cinco dias.
- Se o nível da doença no rebanho é baixo, o tratamento quimioterápico muitas vezes é antieconômico, devendo-se atuar, então, apenas no manejo e no meio ambiente.
- A erradicação da doença só é possível pela eliminação total do rebanho, seguida de repopulação com animais não infectados.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 320
Ano: 1998
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Sim. Existem no mercado brasileiro vacinas contra a doença cujo uso constitui medida adicional de controle.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 321
Ano: 1998
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Os principais sintomas observados nas diferentes faixas etárias são:
- Leitões de um a quatro dias – Hipertermia, inapetência, depressão, pelos eriçados, salivação espumosa e morte de até 90% dos leitões, no período de um a cinco dias.
- Leitões de cinco a dez dias – Os mesmos sintomas do grupo anterior acompanhados de incoordenação do quarto posterior, tremores musculares, decúbito lateral, convulsões crônicas e morte.
- Leitões de 11 a 30 dias – Os mesmos sintomas, sendo dominantes os tremores musculares, os movimentos de pedalagem, excitação, decúbito e ranger de dentes.
- Recria, terminação e reposição – Os sintomas nervosos graves tornam-se menos frequentes quanto maior for a idade do animal dentro do período. Observa-se hipertermia, anorexia durante dois ou três dias, abatimento, constipação e eventualmente sintomas respiratórios.
- Cachaços – Hipertermia, anorexia, depressão, sintomas respiratórios, raramente infertilidade, sintomas nervosos.
- Matrizes em lactação – Hipertermia, constipação, anorexia, agalaxia e transtornos puerperais. Eventualmente apresenta sintomas nervosos: descoordenação leve ou mesmo paraplégica do trem superior.
- Matrizes em gestação – Hipertermia, anorexia, movimentos de falsa mastigação, salivação intensa, problemas reprodutivos caracterizados por reabsorção fetal, retomo ao cio, mumificação, abortos, natimortos, malformações, nascimento de leitões fracos e infertilidade. Nos suínos, a presença de prurido é muito rara (diferente do que ocorre nos ruminantes, nos quais a doença é chamada de “peste de coçar”.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 328
Ano: 1998
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Em caso de ocorrência, as autoridades do Ministério da Agricultura e do Abastecimento devem ser obrigatoriamente avisadas. É proibida a comercialização de animais oriundos de granjas infectadas, mas podem ser abatidos e sua carne consumida. Animais e sêmen importados ou destinados a feiras e exposições devem ter sua origem em planteis livres da doença e certificados pelo MAA.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 329
Ano: 1998
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Doença infecto-contagiosa que provoca lesões graves no pulmão e na pleura. As formas superaguda e aguda caracterizam-se por um quadro de pleuropneumonia exsudativa, fibrino-hemorrágica e necrótica não purulenta, ao passo que a forma crônica caracteriza-se por aderência da pleura e pericárdio e focos de necrose pulmonar encapsulada. É causada por um cobacilo gram-negativo, o Haemophyius (Actinobacillus) pleuropneumoniae.
Variáveis ambientais e de manejo, principalmente a superlotação, o frio, a presença de gases tóxicos e a mistura de animais atuam como fatores predisponentes e influenciam a severidade da doença no rebanho.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 322
Ano: 1998
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O animal deve ser descartado, pois sua carne não serve para consumo humano.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 325
Ano: 1998
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Quando atinge fêmeas em gestação não imunes, é uma virose que causa morte embrionária, mumificação e leitegadas de tamanho reduzido. A infecção por parvoviroses passa despercebida na maioria dos casos, tanto em animais jovens como adultos. Ocasionalmente apresenta febre. Muitas vezes o indício de infecção de parvoviroses numa granja manifesta-se nas falhas de reprodução de matrizes em gestação, que podem retornar ao cio, no nascimento de número reduzido de leitões, na presença de fetos mumificados e em fêmeas que se apresentam vazias na época do parto. É comum o aparecimento de fetos mumificados, de diferentes tamanhos. A infecção do macho é assintomática e não tem efeito sobre a qualidade do sêmen.
Fetos mumificados, em vários estágios de desenvolvimento, em conjunto com o nascimento de poucos leitões vivos, são fortes indicativos de parvovirose. Outros sinais observados são o retorno ao cio após 21 dias da cobrição e aumento no período de gestação (mais que 116 dias).
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 316
Ano: 1998
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A rinite atrófica progressiva (RAP) é uma doença contagiosa do trato respiratório superior, caracterizada por atrofia das conchas nasais. A doença pode afetar o desenvolvimento produtivo, ocasionando perdas econômicas. Essa doença está disseminada em todas as principais áreas de produção de suínos do País. A rinite atrófica progressiva é caracterizada clinicamente por espirros, formação de placas escuras nos cantos internos dos olhos, corrimento nasal seroso de muco purulento e encurtamento ou desvio lateral do focinho.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 317
Ano: 1998
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É uma doença transmissível, caracterizada principalmente por transtornos reprodutivos como abortos, natimortos, fetos mumificados e nascimento de leitões fracos, que não sobrevivem. Apresentam lesões macroscópicas básicas nos rins, de cor branco- acinzentada, de 1 mm a 3 mm de diâmetro. A lesão mais característica são focos no fígado, consistindo de necrose de hepatócitos e infiltração de células inflamatórias.
O controle inclui medidas higiênicas, de manejo, combate a roedores, vacinação e tratamento medicamentoso.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 332
Ano: 1998
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As rachaduras são lesões na estrutura externa ou interna dos cascos ou dedos acessórios e têm diversas origens: pisos abrasivos, rugosos ou com buracos, pisos novos, pisos úmidos, ripados muito largos, quebrados ou com irregularidades, piquetes ou terrenos muito pedregosos.
A ocorrência das lesões pode também estar relacionada à qualidade do casco. Algumas doenças carenciais, como a deficiência de biotina, podem ser responsáveis pelas lesões. Pisos lisos ou ásperos podem lesar os cascos de leitões lactentes quando tentam estimular a glândula mamária da matriz.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 334
Ano: 1998
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É uma doença infecciosa causada por uma bactéria denominada Haemophylus parasuis.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 330
Ano: 1998
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Os suínos geralmente adoecem de forma súbita, apresentando falta de apetite, febre (40 °C a 41 °C) e apatia. Dependendo da localização das lesões, pode ocorrer tosse, dispneia, cianose, dor, artrite ou sintomas nervosos com tremores, descoordenação e decúbito lateral.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 331
Ano: 1998
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A cada seis meses.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 326
Ano: 1998
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Ocorrem basicamente duas formas de tuberculose nos suínos. A generalizada, causada por bacilos de mamíferos e que provoca emagrecimento progressivo, pneumonia e lesões calcificadas (contendo material semelhante a areia) em vários órgãos, como nos gânglios, fígado, pulmão e rins. Essa forma de tuberculose é rara, atualmente, em criações modernas de suínos.
A tuberculose localizada ou linfoadenite tuberculoide está associada a bacilos de aves e provoca lesões limitadas nos gânglios da faringe, pescoço e intestinos. Essa forma praticamente não interfere no desenvolvimento dos suínos e somente é identificada por ocasião do abate, quando o veterinário inspeciona a carcaça.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 342
Ano: 1998
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Não se recomenda tratar a tuberculose em suínos, pois o tratamento é pouco eficiente e muito caro.
A recomendação é fazer o teste de tuberculinização nos reprodutores e eliminar os que apresentam reação positiva.
Como prevenção, o produtor deve ter cuidado na compra dos reprodutores, adquirindo animais somente de granjas idôneas, que possuam controle da doença, exigindo atestado negativo para a tuberculose. Além disso, evitar o acesso de outros animais às criações de suínos.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 343
Ano: 1998
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É uma doença infecciosa, causada por Escherichia coli, que afeta suínos jovens, causando infecção intestinal. A Escherichia coli está envolvida nos seguintes quadros patológicos: diarreia neonatal, diarreia pós-desmame, disenteria (diarreia sanguinolenta) e doença do edema.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 353
Ano: 1998
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Sim. A febre aftosa dissemina-se por contato entre suínos doentes e sadios, por produtos de origem animal contaminados (carne e leite), pelo ar contaminado, por transferência mecânica, por veículos e pássaros. Outros animais doentes, principalmente os bovinos, facilmente transmitem a febre aftosa para os suínos.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 357
Ano: 1998
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Vários animais mancando pode ser o primeiro sinal de febre aftosa. Temperatura elevada e aparecimento de aftas esbranquiçadas de aproximadamente 1 cm de diâmetro no dorso da língua e no focinho, que podem romper-se formando úlceras. As vesículas também podem aparecer nas tetas, entre os cascos e na coroa do casco. A febre aftosa é uma doença altamente contagiosa.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 358
Ano: 1998
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Os fungos de maior importância econômica na produção animal e respectivas micotoxinas estão descritos na tabela abaixo:
Principais micotoxinas, fungos que as produzem e alimentos em que mais se desenvolvem
Fungo Micotoxina Alimento A. flavus; A. parasiticus Aflatoxina (B1, B2, G1, G2, M1, M2) Grãos de oleaginosas, milho, trigo, arroz, cevada, aveia, centeio, leite, farinha de sangue A. ochraceus (alutanus) Penicillium veridicatum Ochratoxina Milho, trigo, cevada Penicillium citrinum Citrinina Milho, trigo, cevada, aveia, centeio Claviceps purpurea Ergotamina Centeio, trigo, cevada Fusarium graminearum (Giberella zeae)F. sporotrichoidesF. trincinctum Tricotecenos (Desoxinivalenol, T2) Milho, trigo, cevada, aveia, centeio Fusarium graminearum (Ciberella zeae) F. trincinctumF. moniliforme Zearalenona Milho, trigo Fusarium moniliformeF. proliferatumF. nygamai Fumonisinas (BI, B2, B3, B4, Al, A2) Milho, subprodutos e resíduos de milho Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 361
Ano: 1998
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Teores de umidade superiores a 13% nos grãos permitem o crescimento e a multiplicação dos fungos, que se aceleram com o aumento do teor de umidade. A temperatura ótima para crescimento dos fungos está entre 25 °C e 30 °C. Abaixo dos 5 °C não há crescimento da maioria dos fungos. A temperatura máxima está entre 40 e 45 °C para o crescimento de alguns tipos de fungos e até 55 °C para outros.
As flutuações de temperatura no interior dos silos que armazenam matérias-primas, provocam a formação de bolsões de umidade, criando também condições favoráveis ao desenvolvimento dos fungos.
Outro aspecto é a presença de grãos quebrados, de insetos e roedores o que danificam os grãos, deixando exposta a parte amilácea, facilitando assim a contaminação por fungos. Silos contaminados com fungos, com teias de aranha e resíduos de poeira, se não forem limpos e desinfetados antes de serem utilizados, contaminarão o material ali armazenado.
Capítulo: Sanidade
Número da Pergunta: 362
Ano: 1998
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Suínos com 80 kg de peso vivo apresentam melhor conversão alimentar do que suínos criados até 100 kg ou mais de peso vivo. Devem ser vendidos para o abate quando a relação entre o valor em R$ do quilograma do suíno vivo for igual ou inferior a cinco vezes o preço do kg de milho. Quando a relação entre o valor do kg de suíno vivo e o preço do kg de milho for maior do que seis vezes, devem-se vender os animais com 100 kg de peso vivo, e com até 120 kg quando a relação for igual ou superior a 7,7 vezes. Outro fator importante a ser observado é o rendimento de carne nas carcaças, que pode trazer uma bonificação adicional para o criador, sempre que for superior a 50% ou 52%, dependendo do abatedouro.
Capítulo: Melhoramento Genético Animal
Número da Pergunta: 389
Ano: 1998
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Sim, desde que o macho não seja parente das fêmeas Landau.
Capítulo: Melhoramento Genético Animal
Número da Pergunta: 402
Ano: 1998
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O cruzamento de reprodutores de raças diferentes objetiva explorar as vantagens da heterose ou vigor híbrido. A heterose define o desempenho superior dos animais mestiços em relação à media de desempenho das raças que lhe deram origem. As características reprodutivas, como o número de leitões nascidos e desmamados por leitegada e o peso das leitegadas ao nascer e ao desmame, são as que apresentam os maiores ganhos genéticos da heterose (5% a 8%). A seguir, com vantagens de heterose de 2% a 5%, estão a taxa de crescimento diário e a conversão alimentar. As características de carcaça, como a espessura de toucinho e o rendimento de carne, praticamente não apresentam heterose, sendo o desempenho dos animais mestiços semelhante à média do desempenho das raças paterna e materna. Portanto, o uso de fêmeas mestiças F-1 pode trazer benefícios razoáveis quando se pretende aumentar a produção de leitões por matriz/ano, ao passo que o cruzamento simples de duas raças pode reduzir a idade de abate e melhorar a conversão alimentar. Para se explorar simultaneamente as características reprodutivas e de taxa de crescimento provenientes da heterose, recomenda-se cruzar fêmeas F-1 com machos de uma terceira raça como, por exemplo, fêmeas F-1 Large White-Landrace com machos Duroc, ou fêmeas F-1 Duroc-Landrace com machos Large White.
Capítulo: Melhoramento Genético Animal
Número da Pergunta: 401
Ano: 1998
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O tamanho da baia depende do tipo de animal e do tipo de contenção que se quer fazer. Para celas parideiras, sugere-se uma área mínima de 4,32 m2 compreendendo o espaço para a matriz, com 0,60 m de largura por 2,40 m de comprimento, e o espaço para os leitões, com 0,60 m de largura de cada lado do espaço da matriz, por 2,40 m de comprimento. Para a baia convencional, sugere-se formatação retangular de 6 m2, incluindo bebedouros, comedouros e protetor contra o esmagamento de leitões. A altura do protetor contra esmagamento deve ser de 0,20 m.
Capítulo: Instalações/ Equipamentos
Número da Pergunta: 408
Ano: 1998
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A tabela a seguir apresenta as áreas recomendadas para as diferentes fases produtivas, de acordo com o sistema de alojamento e os tipos de piso.
Fase
de
criaçãoCategoria
de
animaisSistema
de
alojamentoÁrea de construção (m2/animal) Tipo de piso utilizado Totalmente ripado Parcialmente compacto Totalmente compacto Reposição: Fêmea
MachoBaia coletiva
Gaiola individual
Baia coletiva
Baia individual1,80 a 2,00
1,10 a 1,12
2,50 a 3,00
5,00 a 6,001,80 a 2,00
1,12 a 1,15
3,00 a 3,50*
6,00 a 7,502,00 a 2,80*
1,15 a 1,20
3,60 a 5,00*
7,50 a 9,00Pré-acasalamento e acasalamento Fêmea Macho Baia coletiva
Gaiola individual
Baia individual2,00 a 2,50
1,10 a 1,12
5,00 a 6,002,50 a 2,80
1,12 a 1,20
6,00 a 7,502,80 a 3,00
1,15 a 1,20
7,50 a 10,00Gestação Fêmea Baia coletiva
Gaiola individual2,80 a 3,00
1,12 a 1,203,00 a 3,50
1,12 a 1,203,00 a 3,80
1,15 a 1,20Lactação Fêmea Baia com escamoteador
Baia sem escamoteador4,50 a 5,70
3,45 a 4,654,50 a 5,70
3,45 a 4,654,50 a 5,70
3,45 a 4,65Creche Desmame a 25 kg Baia coletiva
Gaiola suspensa0,20 a 0,25
0,15 a 0,250,25 a 0,27*
0,18 a 0,250,35 a 0,50*
-Crescimento 25 kg a 60 kg Baia coletiva 0,50 a 0,65 0,65 a 0,75* 0,75 a 0,85* Terminação 60 kg a 100 kg Baia coletiva 0,75 a 0,85 0,85 a 1,00* 1,00 a 1,20* Crescimento e terminação 25 kg a 100 kg Baia coletiva 0,65 a 0,75 0,75 a 0,85* 0,85 a 1,10* *Para baias com dois ambientes, calcular 2/3 da área para dormitório e 1/3 para dejeções.
Capítulo: Instalações/ Equipamentos
Número da Pergunta: 415
Ano: 1998
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Sim. Existem várias formas de proteger os animais contra o esfriamento ambiental, entre elas o aquecimento com pisos térmicos, a colocação de lâmpadas e o uso de abafador (sistemas de cortinas e tampões), em regiões muito frias. Outra forma é melhorar o isolamento (forro, cortinas) do prédio e controlar a ventilação de forma que o calor produzido pelos animais não saia para fora.
Capítulo: Instalações/ Equipamentos
Número da Pergunta: 413
Ano: 1998
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O termostato é um instrumento que permite corrigir as deficiências de manejo da fonte de calor, funciona de forma independente da presença do criador mantendo o ambiente sempre estável, com economia de energia de 30% a 50% em relação ao sistema sem termostato.
Diversos escamoteadores são ligados à mesma rede de controle do termostato que, por meio de um sensor, desliga ou liga automaticamente a lâmpada, mantendo temperatura de conforto dentro do escamoteador.
Capítulo: Instalações/ Equipamentos
Número da Pergunta: 411
Ano: 1998
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O uso de galpões pré-fabricados traz como vantagens a rapidez de montagem, a redução na perda de materiais, condições para ampliação ou reaproveitamento de peças e economia no tempo global e nos custos da obra. Tem como finalidade a padronização do modelo e dos equipamentos, visando eliminar a interferência de elementos não treinados na execução da obra.
Capítulo: Instalações/ Equipamentos
Número da Pergunta: 416
Ano: 1998
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A altura do pé direito varia de acordo com as características dos materiais usados nas edificações e com o número de animais. Para edificações abertas, mal isoladas e estreitas (de 5 m a 7 m), sugere-se pé direito de 2,5 m, no mínimo, de 2,8 m em edificações mediamente largas (de 7 m a 10 m) e de 3 m em edificações de maior largura.
Capítulo: Instalações/ Equipamentos
Número da Pergunta: 418
Ano: 1998
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De fácil confecção, podendo ser feito pelo próprio produtor, tem baixo custo, reduz perdas de ração, tem durabilidade razoável e permite estocar maior quantidade de ração.
Capítulo: Instalações/ Equipamentos
Número da Pergunta: 425
Ano: 1998
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É um comedouro circular de grande capacidade de armazenagem de ração, ideal para baias de crescimento e terminação com grande número de animais.
Capítulo: Instalações/ Equipamentos
Número da Pergunta: 423
Ano: 1998
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É o aproveitamento do esterco tanto na lavoura quanto na alimentação de animais de forma a não deixá-lo desperdiçado, muitas vezes causando poluição.
Capítulo: Manejo de Dejetos
Número da Pergunta: 429
Ano: 1998
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Os equipamentos mínimos necessários para a criação são: vassoura, pás, baldes, mangueiras, carrinho de mão, seringa, agulha, mossador (aparelho para identificar o animal), tesoura, alicate para o corte de dentes, bisturi, caixa de manejo, misturador de ração, triturador, silo, cremador, comedouros, balanças, bebedouros.
Capítulo: Instalações/ Equipamentos
Número da Pergunta: 419
Ano: 1998
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É aquela que atenda às condições de cada propriedade, respeitando a legislação ambiental. Depois de fermentados em esterqueiras ou em equipamentos chamados reatores anaeróbicos e aeróbicos, os dejetos podem ser aproveitados na lavoura como fertilizantes. Podem também ser aproveitados in natura para produzir algas e outros organismos que servem de alimento para peixes. Após a separação das fases líquida e sólida em decantadores ou em sistemas de peneira, a parte líquida pode ser usada para irrigar lavouras ou na limpeza das baias, e a parte sólida pode ser empregada como alimento de outros animais (peixes) ou como adubo, depois de fermentada. É preciso tomar muito cuidado no manejo de cada alternativa, pois o uso excessivo desse material, ao longo dos anos, pode prejudicar o solo e contaminar os mananciais.
Capítulo: Manejo de Dejetos
Número da Pergunta: 430
Ano: 1998
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A aplicação dos dejetos depende da situação econômica do produtor, da topografia da propriedade e das diversas formas de manejo dos resíduos. No manejo por separação das fases líquida e sólida, os resíduos podem ser usados de duas maneiras:
- Alimentação de ruminantes com a parte sólida do peneiramento.
- Emprego do lodo dos decantadores como biofertilizante.
Capítulo: Manejo de Dejetos
Número da Pergunta: 432
Ano: 1998
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Um período de 90 dias, em média, é considerado tempo razoável para a fermentação anaeróbica satisfatória dos dejetos.
Capítulo: Manejo de Dejetos
Número da Pergunta: 435
Ano: 1998
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O processo consiste em separar as partículas maiores da fração líquida dos dejetos, resultando em dois produtos: a fração líquida mais fluída, mas que conserva a mesma concentração em nutrientes fertilizantes solúveis que os dejetos brutos, e a fração sólida ou resíduo da decantação ou da peneira, com umidade alta e que se mantém agregada, podendo evoluir para um composto.
A separação de partículas do dejeto líquido maiores que 0,01 mm pode ser feita por três processos: decantação, peneiramento e centrifugação.
Capítulo: Manejo de Dejetos
Número da Pergunta: 441
Ano: 1998
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A estocagem de dejetos líquidos na propriedade deve ser feita em local de nível inferior ao do local de produção de suínos, a fim de facilitar sua entrada na esterqueira, por gravidade, evitando maiores custos com instalação e funcionamento de bombas de recalque.
Capítulo: Manejo de Dejetos
Número da Pergunta: 444
Ano: 1998
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O sistema de armazenamento dos dejetos deve obedecer ao código florestal que, a partir de 1986, considera como objeto de preservação a vegetação que impede a erosão, em faixas ao longo dos cursos d’água que variam, dependendo da largura do rio, de um mínimo de 30 m para águas correntes (Lei Nº 7.803, de 18 de julho de 1989) a 50 m para lagoas e lagos (Resolução Conama Nº 04, de 18 de setembro de 1985). A localização correta é a que respeita a legislação em vigor e evita ao produtor o ónus excessivo com transporte de grandes volumes para áreas mais elevadas onde normalmente estão as lavouras. Por isso, recomenda-se a implantação de novas granjas próximas às lavouras receptoras.
Capítulo: Manejo de Dejetos
Número da Pergunta: 445
Ano: 1998
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Há resultados mostrando bom desempenho de bovinos de corte alimentados com a fase sólida dos dejetos de suínos. Esses resultados positivos decorrem da capacidade de digestão microbiana dos ruminantes que os habilita a aproveitar alimentos considerados de baixa qualidade nutricional para os monogástricos.
Todavia, não foram realizados estudos sobre a qualidade da carne e das vísceras desses animais do ponto de vista da saúde pública, da qualidade nutricional e palatabilidade, o que desautoriza recomendar o emprego desses dejetos na alimentação de bovinos.
Mesmo que a questão da qualidade da carne seja contornada, haverá sempre resistência ao consumo de carne desses animais por parte do público, nacional ou estrangeiro, que poderá determinar, por si só, o banimento dessa prática. A alimentação de vacas leiteiras com esses dejetos constitui problema mais sério. Com efeito, sabe-se que a secreção do leite funciona também como veículo excretor de nutrientes, de elementos e metabólitos da dieta havendo, assim, poucas possibilidades de que o leite desses animais possa atender aos padrões de qualidade requeridos para consumo humano.
Capítulo: Manejo de Dejetos
Número da Pergunta: 440
Ano: 1998
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O mau cheiro decorre principalmente da produção de gás sulfídrico, característico de material orgânico em putrefação, acumulado nas calhas das instalações, estocado em reservatórios mal dimensionados e distribuído em larga escala na lavoura.
A solução é fazer o adequado manejo das instalações, evitando a estagnação dos resíduos nas calhas internas e, em seguida, submetê-los a o processos de tratamento dimensionados e compatíveis com a realidade de cada produtor.
Capítulo: Manejo de Dejetos
Número da Pergunta: 443
Ano: 1998
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Compostagem é o processo de decomposição aeróbica da matéria orgânica. Para isso, amontoam-se os diferentes componentes em pilhas de 2 m de largura e 1,5 m de altura, no máximo, e comprimento de 3 m ou mais, procedendo-se da seguinte maneira:
- Uma camada de 15 cm de restos orgânicos ou palha.
- Uma camada de 1 cm a 2 cm de terra argilosa.
- Uma camada fina de calcário e fósforo (até 2% do conteúdo sólido).
- Uma camada de 5 cm de esterco puro ou 10 cm de esterco de cama.
- Uma camada de 10 cm de palha.
- (Essas camadas são repetidas até se atingir a altura de 1,5 m).
Capítulo: Manejo de Dejetos
Número da Pergunta: 442
Ano: 1998
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A entrada excessiva de água nos dejetos pode ser reduzida adotando-se, com mais frequência, a limpeza a seco, isto é, removendo a sujeira seca sem deixar que se acumule. Esse programa deve ser reavaliado pelo técnico responsável a cada três meses.
Capítulo: Manejo de Dejetos
Número da Pergunta: 446
Ano: 1998
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A água da chuva e a multiplicação das moscas são os dois motivos que levam os produtores a cobrir as esterqueiras. Entretanto, em nenhum dos casos é preciso cobri-las.
O excesso de água da chuva que penetra na esterqueira ocorre, sobretudo, pelas laterais, ou porque as paredes são muito baixas ou não receberam revestimento ou pela ausência de canaleta de desvio da enxurrada. A falta de revestimento das paredes não apenas facilita a infiltração da água do lençol freático como também a contaminação deste último pelos dejetos. A consequência dessas falhas na construção da esterqueira é a diluição excessiva do esterco.
Coberturas de esterqueira, com telhados simples de telha francesa ou de amianto, têm vida útil muito curta, de três a cinco anos, em consequência da ação dos gases produzidos na fermentação do esterco, que corroem toda a estrutura metálica (pregos, braçadeiras, parafusos). Telhados de folha de zinco ficam totalmente destruídos dois anos após a construção. Lajes de concreto, pelo contrário, bem construídas, sem deixar a estrutura metálica exposta, têm vida útil prolongada. Entretanto, apenas a água da chuva que cai diretamente sobre a esterqueira não é motivo suficiente para justificar a construção de telhado, pois a água se evapora com o tempo. A multiplicação de moscas também não justifica a construção de telhado, pois as larvas não se multiplicam na água que cobre o esterco, mas no esterco úmido acumulado nas calhas, onde podem fazer galerias que permitem a aeração, o que é impossível em esterco imerso em água.
Capítulo: Manejo de Dejetos
Número da Pergunta: 447
Ano: 1998
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Dando destino adequado aos dejetos, aos restos de parição, cadáveres e sobras de ração. Todo esse material serve de alimento para as larvas de moscas se não for adequadamente tratado. O esterco deve ser mantido sob uma lâmina d’água tanto nas canaletas quanto na esterqueira. O esterco misturado a maravalha deve ser coberto com lona de plástico ou colocado em câmara de fermentação por 30 dias, no mínimo. Os restos de parição e cadáveres devem ser lançados em fossas ou enterrados. Restos de ração mofada devem ser cobertos com lona de plástico até que se lhes dê destinação final.
Capítulo: Manejo de Dejetos
Número da Pergunta: 448
Ano: 1998
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Nenhum repelente é eficaz quando se permite a reprodução excessiva das moscas. Em situações de controle da reprodução desses insetos, pode-se usar as seguintes plantas:
Nome comum Nome científico Ação Erva-de-santa-maria Chenocociun abrosioides Fam. Chenopodiaceae Repelente Cinamomo Melia azedarachi Fam. Meliaceae Inseticida Citronela Repelente Sincício Repelente Capítulo: Manejo de Dejetos
Número da Pergunta: 455
Ano: 1998
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São as causadas por agentes eliminados pelas fezes e por outros fluídos corporais como diarreias provocadas pelas bactérias Salmonella, Escherichia coli e o cólera humano. As feridas purulentas causadas por Staphylococcus e Clostridium são outro exemplo. As moscas transmitem também protozoários como a Giardia e os coccídeos. Podem transmitir, igualmente, o agente da tuberculose e diversas viroses, sendo inclusive veiculadoras dos ovos do berne.
Capítulo: Manejo de Dejetos
Número da Pergunta: 454
Ano: 1998
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O mais eficiente é conhecido como controle mecânico, que consiste em evitar que os insetos se reproduzam, sendo feito pelo manejo correto dos dejetos e dos resíduos orgânicos. Apenas essa operação já garante 90% do controle. O restante pode ser feito por controle biológico com inimigos naturais como pássaros, sapos, vespas e outros. Usa-se o controle químico em locais onde não se admite a entrada desse inseto.
Capítulo: Manejo de Dejetos
Número da Pergunta: 453
Ano: 1998
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Impedindo que o esterco de suínos, os vazamentos de esterqueiras, os dejetos humanos ou resíduos de cozinha cheguem aos riachos onde servem de alimento para as larvas dos borrachudos.
Capítulo: Manejo de Dejetos
Número da Pergunta: 457
Ano: 1998
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Também chamados de salitre, sais de cura ou conservantes, esses produtos devem ser usados com muito critério, pois em doses superiores a 200 ppm (partes por milhão) têm efeitos cancerígenos, conforme legislação em vigor.
De acordo com o artigo 373, do Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e do Abastecimento, os nitritos de sódio ou de potássio só podem ser empregados, isoladamente ou combinadamente, nas seguintes proporções máximas:
- 240 g para cada 100 litros de salmoura.
- 60 g para cada 100 kg de carne, na cura a seco, misturadas ao sal (cloreto de sódio).
- 15 g para cada 100 kg de carne picada ou triturada, misturadas ao sal.
Capítulo: Tecnologia de Carnes
Número da Pergunta: 461
Ano: 1998
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Higienização de tudo que estiver envolvido no processo, ou seja, das instalações (pisos, mesas), dos equipamentos (facas, ganchos, termómetro, baldes e serras) e do manipulador (mãos, cabelos, unhas, uniforme).
O suíno deve passar por um período de jejum de pelo menos seis horas, recebendo somente água e não sofrer estresse.
- Atordoamento e sangria – Antes da insensibilização ou atordoamento (feita através de eletrochoque), um banho de água fria ajuda na vasoconstrição periférica (saída do sangue dos músculos para as veias e artérias), que deixa a carne com melhor qualidade. O banho também ajuda na condutibilidade do eletrochoque. O tempo entre a insensibilização e a sangria deve ser o menor possível (inferior a três minutos). A sangria deve ser feita nos grandes vasos do pescoço.
- Escaldamento de depilação – A depilação é feita com escaldagem de água a 65 °C. A toalete final é feita com flambagem (lança-chamas).
- Evisceração (retirada das vísceras) – O tempo máximo entre a sangria e a evisceração não deve passar de 30 minutos.
Capítulo: Tecnologia de Carnes
Número da Pergunta: 460
Ano: 1998
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A figura a seguir apresenta o mapa do suíno, identificando as principais partes da carcaça.
1 - Alcatra 7 - Lombo 13 - Suã 2 - Coxão de fora 8 - Carrê (bisteca) 14-Pés 3 - Coxão de dentro 9 - Sobrepaleta (copa) 15 - Rabo 4 - Patinho 10 - Paleta 16 - Cara com orelhas 5 - Tatu 11 - Costela 17 - Papada 6 - Filezinho 12 - Barriga Capítulo: Tecnologia de Carnes
Número da Pergunta: 464
Ano: 1998
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Existem dois tipos de defumação: a quente (75 °C) e a fria (30 °C a 50 °C). A defumação confere ao produto cheiro e sabor característicos, além de maior tempo de prateleira.
As peças devem ser penduradas no defumador, mantendo-se uma certa distância entre elas, bem como da parede, a fim de garantir a circulação da fumaça e do calor.
O tempo, a temperatura e o tipo de lenha são fundamentais para a boa defumação. Cada produto exige um determinado tempo de defumação.
Capítulo: Tecnologia de Carnes
Número da Pergunta: 465
Ano: 1998
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