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  • É o período em que a instalação permanece vazia após a limpeza e a desinfecção. Esse período permite a eliminação de microrganismos não destruídos pela desinfecção. O vazio sanitário permite, também, a secagem da instalação. Para a secagem completa, são necessários de quatro a oito dias. O período de vazio sanitário só tem validade se a instalação permane­cer completamente vedada à passagem de qualquer pessoa ou animal.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 63

    Ano: 1998

  • Economia de tempo – As tarefas são realizadas de forma organizada e conjunta para o manejo das matrizes e leitões, como por exemplo: acom­panhamento de partos, desmame e transferência, cobrição, marcação, corte de dentes, castração e aplicação de medicamentos e vacinas.
  • Liberação dos fins de semana – Redução, ao mínimo indispen­sável, das atividades na granja, nesse período.
  • Facilitação na homogeneização das leitegadas, por peso e tamanho, nos dois primeiros dias de vida dos leitões.
  • A divisão das instalações em maternidade e recria possibilita me­lhor limpeza e desinfecção interrompendo, assim, a pressão de infecção.
  • Melhor possibilidade de criar ambientes com temperatura mais adequada para cada categoria animal.

Capítulo: Manejo

Número da Pergunta: 56

Ano: 1998

  • O sistema de manejo contínuo (SMC) é aquele em que suínos de dife­rentes idades são mantidos na mesma instalação ocorrendo, inclusive, transferências de novos lotes para as baias sem que sejam feitas limpeza e desinfecção prévias. Nessas condições, os animais mais velhos acumulam e transferem uma flora microbiana para os mais novos perpetuando, assim, os agentes infecciosos nas instalações e tornando difícil a manutenção de um nível de infecção abaixo do limiar crítico.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 53

    Ano: 1998

  • O uso do SMC de produção na maternidade implica na ocorrência ininterrupta de partos e na presença simultânea de matrizes com leitões recém-nascidos e com leitões mais velhos. A partir do momento em que a concentração de agentes patogênicos ultrapassar o limiar de infecção, po­derão ocorrer patologias como diarreias, pneumonias ou artrites e a taxa de mortalidade e de refugos tende a aumentar progressivamente.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 54

    Ano: 1998

  • É um conjunto de medidas sanitárias e de higiene cuja finalidade é proporcionar ao animal condições ótimas de saúde, que lhe permitam de­senvolver a maior produtividade de que é potencialmente capaz.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 62

    Ano: 1998

  • Aleitamento – Fase que vai do nascimento ao desmame (21, 28 ou 35 dias).

    Recria ou creche – Fase que vai do desmame aos 70 dias.

    Crescimento e terminação – Fase que vai da creche até mais ou menos 150 dias.

    Reprodução – Esta fase inclui a pré-gestação, cobrição, gestação e lactação.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 60

    Ano: 1998

  • Fig_pag37b.jpg

    Sim. O meio mais eficaz para isto é a utilização do destrompe. Proce­de-se da seguinte maneira: pega-se um pedaço de fio de cobre rígido (4,0 mm) de 15 cm de comprimento e faz-se, numa das extremidades, uma ponta em forma de agulha e, na outra, uma argola soldada. Esse fio é introduzido no focinho do animal entre o tecido fibroso subcutâneo e a cartilagem do septo nasal. Em seguida, faz-se com esse fio uma argola móvel de 3 cm a 5 cm de diâ­metro. Assim, quando o suíno fuça o solo, a argola força e machuca o septo nasal (nariz), impedindo que o animal continue fuçando.

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 52

    Ano: 1998

  • Nos sistemas de confinamento total, os principais gases nocivos existentes são: amônia, sulfeto de hidrogênio, dióxido de carbono e metano. Os odores são produzidos pela amônia, sulfeto de hidrogênio e por outros compostos orgânicos resultantes da decomposição da matéria orgânica do esterco. Embora os maus odores por si só não possam provocar doenças, eles geram certo desconforto em pessoas. A inalação de grandes concentrações de gases nocivos emitidos pelo esterco animal pode provocar a morte de pessoas e animais.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 59

    Ano: 1998

  • Pá, vassoura, escova, regador e lava-jato.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 67

    Ano: 1998

  • Os leitões devem ser limpos e secos à medida em que vão nascendo. Os líquidos fetais, bem como os restos de membranas que envolvem o recém-nascido, devem ser removidos com toalhas de papel ou panos limpos, dando preferência à toalha de papel, por ser mais higiênica. Em primeiro lugar, limpa-se a cabeça do recém-nascido, removendo os líquidos fetais existentes ao redor da cavidade bucal e das narinas, para evitar a obstrução das vias respiratórias. A seguir, limpa-se o restante do corpo do leitão, massageando o dorso e a região pulmonar, para ativar a circulação e esti­mular a respiração. Quanto mais tempo o leitão permanecer úmido, maior a quantidade de calor perdido.

    Alguns leitões podem nascer parcial ou totalmente envoltos pelas membranas fetais e podem morrer sufocados se não forem removidas ime­diatamente. Após sua remoção, recomenda-se fazer uma massagem enér­gica no leitão, para reanimá-lo.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 72

    Ano: 1998

  • Quanto maior o peso ao nascer, maior será o ganho diário do leitão na fase de aleitamento. A mortalidade também é reduzida em recém-nascidos de peso elevado. Por isso, o ideal seria que todos os leitões tivessem, ao nascer, pelo menos 1,2 kg.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 74

    Ano: 1998

  • Fig_pag47.jpg

    Logo após o nascimento, recomenda-se fazer a ligadura e o corte do cordão umbilical de 3 a 4 cm de sua inserção e, em seguida, a desinfecção. Para a ligadura, usa-se um cordão previamente desinfetado ou embebido em desinfetante. Para o corte, usa-se tesoura cirúrgica desinfetada. Para a desinfecção do umbigo, usa-se um frasco de boca larga com tintura de iodo (5% a 7%) ou iodo glicerinado. Mergulha-se o umbigo na solução pressionan­do o frasco contra o abdômen do leitão e fazendo um movimento de 180 graus para que o desinfetante atinja a base do umbigo. O umbigo deve permane­cer em contato com o desinfetante por três a cinco segundos. O corte e a desinfecção do umbigo só têm validade se forem realizados nos primeiros minutos após o parto. Essa validade, aliás, está condicionada à adoção de esquema adequado de limpeza e desinfecção das instalações.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 73

    Ano: 1998

  • A separação de castrados e fêmeas e a adoção de arraçoamento dife­renciado, aliadas ao peso menor de abate para castrados, garantem ao pro­dutor o aumento de 1% a 2% na proporção de carne magra na carcaça, na média do plantel.

    Nessa sistemática, as leitoas são alimentadas à vontade e os castra­dos com ingestão ao redor de 5% menor no começo da terminação e ao redor de 10% menor na fase final da terminação.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 91

    Ano: 1998

  • Quando apresentarem peso abaixo de 700 g, pois o índice de mortali­dade de leitões durante o período de lactação, bem como seu desenvolvi­mento, estão intimamente relacionados com o peso e o vigor dos leitões ao nascerem.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 80

    Ano: 1998

  • Se os animais de reposição vêm de outra granja, devem passar por um período de quarentena.

    As leitoas de reposição devem ser alojadas no prédio de gestação com idade média de aproximadamente 155 dias, em baias coletivas próxi­mas aos machos e até duas semanas antes da cobrição deverão receber ração de crescimento à vontade, sendo alimentadas duas vezes ao dia.

    Os machos de reposição devem ser alojados no prédio de gestação com idade média de aproximadamente 165 dias em baias individuais, onde permanecerão até o fim de sua vida útil. Os machos só deverão ser utiliza­dos em montas após feita uma avaliação do sêmen que comprove sua qua­lidade. Devem receber 2 kg de ração de gestação por dia, sendo um de manhã e outro à tarde.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 93

    Ano: 1998

    • Lotes uniformes em idade e peso, evitando superlotação.
    • Número adequado de bebedouros (1:10) e comedouros (uma boca: quatro animais).
    • Fornecimento à vontade de ração e água, ambas de boa qualidade.
    • Adoção de rotina de limpeza.
    • Manutenção de programa de vacinação.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 86

    Ano: 1998

  • A maior dificuldade para a adequada nutrição do leitão durante a lactação reside no desconhecimento da quantidade de leite que a matriz produz. Para cobrir as exigências nutricionais de uma leitegada com dez leitões, a matriz deve produzir 6,5 litros de leite/dia ao final da primeira semana e 11 litros de leite/dia no final da terceira semana de lactação. Na prática, porém, isto não ocorre. Por esse motivo, deve-se fornecer ração pré-inicial peletizada para os leitões, a partir do sétimo dia de vida. No início, as quantidades fornecidas devem ser pequenas e substituídas quan­do houver sobras, a fim de não ocorrer alteração no sabor e na composição da ração. Assim, os leitões dispõem de alimento na medida de suas necessi­dades de modo a poderem expressar todo seu potencial de ganho de peso.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 75

    Ano: 1998

  • Atualmente, o período mais utilizado é de 28 a 35 dias de idade. A idade ótima de desmame depende, em grande parte, do estado sani­tário, do desenvolvimento dos animais, do manejo, da ração e da água, da higiene da criação, dos fatores ambientais, das instalações, dos cuidados que o criador dispensa aos animais e da mão de obra utilizada. A adoção de perí­odos de amamentação cada vez mais curtos visa à obtenção de maior número de leitões por matriz/ano. Atendidos todos os fatores acima, garan­te-se maior produtividade.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 76

    Ano: 1998

  • Sim. Como fonte de energia, com a finalidade de fortificar leitões fracos, recomenda-se aplicar de 3 ml a 5 mL de solução de glicose a 5% por via intraperitoneal ou subcutânea, no primeiro dia de vida, dose que poderá ser repetida quando se fizer a aplicação de ferro.

    Em granjas onde o sistema de fornecimento de água permitir, pode-se adicionar glicose à água dada aos leitões.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 84

    Ano: 1998

  • Deve-se utilizar a lotação máxima de três leitões/m2 nas baias suspensas e de 2,5 leitões/m2 nas baias no chão.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 85

    Ano: 1998