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Seguramente mais de 100. Os mais conhecidos no Brasil são: bacon, costelinha, lombo defumado, linguiça (blumenau, colonial, churrasco, calabresa, toscana), salame (italiano e milano), copa, morcela, torresmo e pernil (tender e parma).
Saliente-se que tudo do suíno é aproveitado, de tripas a orelhas, sangue, vísceras, etc, seja para a fabricação de subprodutos, seja na indústria de medicamentos, cosméticos e pincéis.
Capítulo: Tecnologia de Carnes
Número da Pergunta: 475
Ano: 1998
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Em casas agropecuárias, atacados em geral, representantes comerciais e em empresas especializadas na fabricação de embalagens e triparia.
Capítulo: Tecnologia de Carnes
Número da Pergunta: 472
Ano: 1998
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Não. Um dos fatores responsáveis pelo aumento do colesterol, nos seres humanos, é o consumo de gorduras de origem animal. A carne de suínos possui níveis de colesterol iguais ou menores do que as carnes de frango, bovinos e camarões, e do que os ovos de galinha.
Capítulo: Tecnologia de Carnes
Número da Pergunta: 476
Ano: 1998
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A produção de leitões para entrega a terminadores deve levar em conta as vantagens e desvantagens:
Vantagens
- Exige menor capacidade de armazenagem de grãos.
- Garante melhor preço de mercado.
- Ao abrigo de contrato de parceria, garante a venda dos leitões.
Desvantagens
- O sistema é mais exigente em mão de obra qualificada.
- Atrelamento à empresa integradora que coordena o processo de transferência dos animais ao terminador.
Capítulo: Economia
Número da Pergunta: 484
Ano: 1998
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O abate não é feito com choque elétrico. Usa-se o choque elétrico apenas para insensibilizar o animal, que é sangrado, em seguida. Esses dois processos são utilizados pela maioria dos frigoríficos.
Capítulo: Tecnologia de Carnes
Número da Pergunta: 479
Ano: 1998
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Para iniciar a criação de suínos, é preciso analisar as seguintes variáveis: mão de obra necessária:
Tipo de criação N° de matrizes/pessoa Ciclo completo 40/1 Criação de leitões 60/1 Condomínios 60/1 Criação de reprodutores 40/1 Criação ao ar livre (Siscal) 70/1 - Área disponível e topografia para sistema ao ar livre.
- Capacidade de produção de insumos ou facilidade de aquisição.
- Capacidade de armazenagem de milho.
- Facilidade de acesso à assistência técnica.
- Proximidade do comprador.
- Cuidados no aspecto sanitário dos animais que vão formar o plantel.
- Montante de investimento por matriz depende do sistema de produção a ser adotado, do tipo e do material a ser utilizado nas instalações. Existem referências de valores que variam de R$ 700,00 a R$2.500,00, por matriz.
Capítulo: Economia
Número da Pergunta: 486
Ano: 1998
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A produção de leitões requer criadores especializados, pois o segredo do negócio está no número de leitões produzidos por fêmea/ano. Considerando que a fêmea consome em torno de 1.000 kg de ração por ano, incluindo a ração do cachaço, e que os custos da alimentação representam 70% dos custos de produção, o custo total de produção de uma fêmea ao longo de um ano equivale a aproximadamente 1.400 kg de ração, sem contar os custos de reposição de fêmeas e machos. Pode-se, então, calcular o custo por leitão produzido:
- Para uma produtividade de quatorze leitões por fêmea/ano, o custo de produção de um leitão é de 100 kg de ração da fêmea.
- Para uma produtividade de 16 leitões por fêmea/ano, o custo de pro dução de um leitão é de 87,5 kg de ração da fêmea.
- Para uma produtividade de 18 leitões por fêmea/ano, o custo de pro dução de um leitão cai para 78 kg de ração da fêmea, e para 70, 64, 58 e 54 kg de ração da fêmea, para produtividades de 20, 22, 24 e 26 leitões por fêmea/ano, respectivamente.
Portanto, ao se pretender produzir leitões, deve-se buscar alta produtividade por matriz/ano.
Não sendo viável essa opção, a alternativa é ser terminador, comprando os leitões de outros criadores. Nesse caso, é fundamental assegurar boa sanidade, dispor de rações de qualidade e de mão de obra especializada, que proporcionem excelentes índices de conversão alimentar e de rendimento de carne na carcaça.
Capítulo: Economia
Número da Pergunta: 487
Ano: 1998
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O retorno do capital investido na atividade suinícola depende do mercado no qual o produtor está inserido, além de fatores como:
- Nível tecnológico.
- Preço praticado pelo mercado durante o período de venda dos suínos e de compra dos insumos.
A atividade suinícola, mesmo com elevados índices de produtividade, necessita de tempo superior a seis anos para recuperar o capital investido. Infelizmente, a suinocultura tem convivido com crises constantes e longas. A atividade, em determinados momentos, apresenta altos retornos econômicos e, em outros períodos, prejuízos, especialmente para produtores de baixa tecnologia.
Capítulo: Economia
Número da Pergunta: 488
Ano: 1998
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É o produtor que possui as matrizes e entrega os leitões, após o desmame, para o terminador. A venda dos leitões deve ocorrer, no máximo, aos 70 dias. O peso mínimo dos leitões deve ser de 19 kg e o máximo de 25 kg, ou uma média de 24 kg. No dia da coleta, cada animal é pesado. Os que estiverem abaixo dos índices preestabelecidos, são considerados refugo e recusados pelo terminador. O tamanho do lote e a forma de pagamento dependem da integradora. Algumas integrações trabalham com lotes de 24 leitões, no mínimo, e pagamento feito na seguinte base: leitões com até 22 kg de peso têm preço de 1,50 vezes o preço do suíno vivo, e com peso acima de 22 kg têm preço 30% inferior ao do suíno tipo carne.
É importante salientar que a percentagem de acréscimo descrita acima é variável em função das condições de mercado.
Capítulo: Economia
Número da Pergunta: 497
Ano: 1998
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Normalmente, o suíno é comercializado com peso entre 90 kg e 110 kg, atingido entre o quinto e o sexto mês de vida do animal, quando então é transferido para o frigorífico para abate. A carcaça pode ser transformada em cortes ou industrializada e depois comercializada no mercado interno, ou exportada.
Capítulo: Economia
Número da Pergunta: 495
Ano: 1998
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Atualmente, na região Sul, grande parte dos suínos é produzida dentro do sistema de integração. Os produtores têm adotado esse sistema em razão, principalmente, das constantes crises com as quais a atividade tem convivido. Buscam junto à empresa integradora mais segurança e garantia de mercado para seus animais.
Os criadores não integrados podem enfrentar dificuldades principalmente em épocas de excesso de oferta de animais quando as empresas com produtores integrados podem recusar animais de não integrados.
Assim, ambas as modalidades têm vantagens e desvantagens. A viabilidade de cada uma depende do mercado ao qual estão vinculadas.
As vantagens e desvantagens do sistema de integração são as seguintes:
Vantagens
- Garantia da comercialização dos suínos prontos para abate.
- Assistência técnica.
- Facilidades na obtenção de material genético de melhor qualidade.
- Facilidades na compra de insumos.
Desvantagens
- Atrelamento à empresa integradora, sem flexibilidade para a venda de animais, impedindo a busca de melhores preços.
- Obrigatoriedade de uso dos insumos da integradora, mesmo que mais caros que outras marcas disponíveis no mercado.
Capítulo: Economia
Número da Pergunta: 494
Ano: 1998
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É um programa de computador que permite calcular o custo de produção de suínos considerando vários níveis tecnológicos baseados no número (13 a 25) de terminados/fêmea/ano.
Neste software, podem ser alterados os coeficientes de produtividade, consumo de alimentos, medicamentos, bem como o uso de outros insumos. Isso possibilita estimar os custos, variando todos os itens que o compõem. Quaisquer que sejam os resultados, entretanto, são sempre baseados na mesma metodologia.
Capítulo: Economia
Número da Pergunta: 491
Ano: 1998
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É o produtor que possui as matrizes, faz a cobertura, cria os leitões e entrega o suíno já pronto para abate.
Capítulo: Economia
Número da Pergunta: 496
Ano: 1998
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É o produtor que faz apenas a terminação, ou seja, recebe os leitões, engorda e entrega para abate.
Em geral, os leitões são recebidos com 19 kg e 70 dias de idade, sendo que a média é de 24 kg. Os animais são engordados até atingirem a média de 96 kg, quando são enviados para abate.
O pagamento dos terminadores de leitões depende da empresa integradora. Em geral, existem dois tipos de terminadores:
- Terminador em Regime de Parceria – Esse tipo de produtor depende exclusivamente da agroindústria (parceiro). Recebe os leitões e todos os insumos necessários para sua criação (ração, medicamentos e assistência téc nica) e tem como responsabilidade prover esses animais de instalações e acompanhamento diário (arraçoamento, limpeza, etc).
O pagamento por esse trabalho depende dos coeficientes tecnológicos obtidos (conversão alimentar e mortalidade). Esse sistema é idêntico ao da criação de frangos.
- Terminador Propriamente Dito – Esse tipo de produtor depende exclusivamente do produtor de leitões de quem compra os leitões com o peso variando de 19 kg a 25 kg. Após um período de aproximadamente 90 dias, ele os vende a um frigorífico que pode ser uma empresa integradora ou não. Esse sistema difere da parceria à medida em que todos os custos do processo pro dutivo são efetuados pelo terminador (compra do leitão, compra de ração, etc).
Esse sistema de produção está sendo adotado por algumas empresas integradoras que, nesse caso, se reservam a exclusividade de efetuar a intermediação entre o terminador e o criador de leitão. A remuneração desse tipo de produtor é idêntica à de um produtor de ciclo completo.
Capítulo: Economia
Número da Pergunta: 498
Ano: 1998
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É o produtor que possui as linhagens puras ou as F-1, e faz seleção de F-2 que serão reprodutores a serem utilizados pelos criadores de ciclo completo ou pelos produtores de leitões.
A remuneração desses animais é feita de forma similar à dos criadores de leitões, ou seja, para cada quilo do reprodutor (macho ou fêmea) o produtor de reprodutores ganha o valor pago pelo quilo de suíno vivo para abate, mais uma percentagem sobre esse valor, que varia em função da empresa integradora e da demanda por esses animais.
Capítulo: Economia
Número da Pergunta: 499
Ano: 1998
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O cachaço deve ser alimentado com 2,5 kg a 3 kg de ração de gestação, distribuídos em duas refeições diárias. A fim de estimular o aparecimento do cio nas fêmeas, o cachaço deve ser conduzido, duas vezes ao dia, com o auxílio de uma tábua de manejo, ao piquete das fêmeas, onde permanecerá por quinze minutos a cada vez. Esse manejo deve ser acompanhado pelo produtor (ou responsável pela criação) a fim de identificar as fêmeas que estão no momento propício de cobertura.
O produtor deve manter o cachaço sob constante observação a fim de identificar e tratar possíveis miíases (bicheiras), problemas nos cascos ou outros distúrbios.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 39
Ano: 1998
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No esquema a seguir, apresentam-se as dimensões da cabana individual de maternidade usada no Siscal da Embrapa Suínos e Aves.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 30
Ano: 1998
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Quando o sistema for em prédio único, deve-se obedecer à seguinte sequência:
No período final da gestação, as fêmeas devem ser conduzidas para a maternidade, retornando para a área de cobrição/gestação por ocasião do desmame. Os leitões seguem para a creche, crescimento e terminação, mantendo-se, assim, um fluxo racional dos animais dentro das edificações.
Em sistema de produção com mais de 60 matrizes, devem-se instalar as fases produtivas em prédios separados. A separação deve seguir uma sequência lógica: de um lado, prédio com animais reprodutores do plantel; no centro, prédio de maternidade e creche; do outro lado, prédio com animais em crescimento e terminação.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 9
Ano: 1998
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É possível a criação de suínos em todas as regiões do Brasil, desde que respeitada a faixa de conforto do animal por fase, isto é, adaptando-se as construções às condições de conforto térmico, evitando-se alterações climáticas desfavoráveis e alterando-se outras a fim de se obter o conforto desejado.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 5
Ano: 1998
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Granja de suínos é a propriedade onde se pratica a produção de suínos. Sistema de produção de suínos é o conjunto inter-relacionado e organizado de processos para cumprir o objetivo básico que é a produção de suínos.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 1
Ano: 1998