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Em geral, o desmame é feito entre os 25 e 35 dias de idade. Para a separação dos leitões, conduz-se a matriz com sua respectiva leitegada para um brete, de onde a fêmea passa para o piquete de gestação e os leitões para o piquete de creche.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 41
Ano: 1998
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A água é armazenada numa caixa d’água instalada no ponto mais alto do terreno, de onde é levada até os bebedouros. A canalização deve ser enterrada a uma profundidade de mais ou menos 35 cm, a fim de evitar o aquecimento da água nos dias mais quentes.
Deve-se evitar que a água escorra para o interior dos piquetes, impedindo a formação de lamaçal, o que pode ser feito com o uso de uma chapa coletora de água sob os bebedouros e a colocação dos mesmos na parte mais baixa dos piquetes.
Os bebedouros podem ser do tipo vasos comunicantes com boia, que devem ser limpos no mínimo duas vezes por semana e protegidos da ação do sol.
Capítulo: Sistema de Produção
Número da Pergunta: 51
Ano: 1998
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Logo após o nascimento, recomenda-se fazer a ligadura e o corte do cordão umbilical de 3 a 4 cm de sua inserção e, em seguida, a desinfecção. Para a ligadura, usa-se um cordão previamente desinfetado ou embebido em desinfetante. Para o corte, usa-se tesoura cirúrgica desinfetada. Para a desinfecção do umbigo, usa-se um frasco de boca larga com tintura de iodo (5% a 7%) ou iodo glicerinado. Mergulha-se o umbigo na solução pressionando o frasco contra o abdômen do leitão e fazendo um movimento de 180 graus para que o desinfetante atinja a base do umbigo. O umbigo deve permanecer em contato com o desinfetante por três a cinco segundos. O corte e a desinfecção do umbigo só têm validade se forem realizados nos primeiros minutos após o parto. Essa validade, aliás, está condicionada à adoção de esquema adequado de limpeza e desinfecção das instalações.
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 73
Ano: 1998
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A maior dificuldade para a adequada nutrição do leitão durante a lactação reside no desconhecimento da quantidade de leite que a matriz produz. Para cobrir as exigências nutricionais de uma leitegada com dez leitões, a matriz deve produzir 6,5 litros de leite/dia ao final da primeira semana e 11 litros de leite/dia no final da terceira semana de lactação. Na prática, porém, isto não ocorre. Por esse motivo, deve-se fornecer ração pré-inicial peletizada para os leitões, a partir do sétimo dia de vida. No início, as quantidades fornecidas devem ser pequenas e substituídas quando houver sobras, a fim de não ocorrer alteração no sabor e na composição da ração. Assim, os leitões dispõem de alimento na medida de suas necessidades de modo a poderem expressar todo seu potencial de ganho de peso.
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 75
Ano: 1998
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Aleitamento – Fase que vai do nascimento ao desmame (21, 28 ou 35 dias).
Recria ou creche – Fase que vai do desmame aos 70 dias.
Crescimento e terminação – Fase que vai da creche até mais ou menos 150 dias.
Reprodução – Esta fase inclui a pré-gestação, cobrição, gestação e lactação.
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 60
Ano: 1998
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Divide-se o plantel de fêmeas em seis lotes, fazendo-se a cobertura de cada grupo no menor intervalo possível dentro do mês correspondente (ver tabela). Isto permitirá que as parições se concentrem em torno de alguns dias, no mês de parição e, consequentemente, também o desmame de cada grupo num dia ou em dias próximos de cada mês possibilitando, assim, a venda dos produtos de cada grupo uma vez por mês ou lentamente ao longo do mês.
Na tabela a seguir é apresentado o esquema de organização mensal num rebanho com 36 fêmeas dividido em seis grupos. Desmame com 28 a 35 dias. (Des/Cob = Desmame/Cobertura).
Mês Grupos A B C D E F Janeiro Cobertura Fevereiro Cobertura Março Cobertura Abril Cobertura Maio Parição Cobertura Junho Des/Cob Parição Cobertura Julho Des/Cob Parição Agosto Des/Cob Parição Setembro Des/Cob Parição Outubro Parição Des/Cob Parição Novembro Parição Des/Cob Dezembro Des/Cob Parição aneiro Des/Cob Parição Fevereiro Des/Cob Parição Março Parição Parição Abril Parição Des/Cob Maio Parição Des/Cob Junho Parição Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 58
Ano: 1998
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É um conjunto de medidas sanitárias e de higiene cuja finalidade é proporcionar ao animal condições ótimas de saúde, que lhe permitam desenvolver a maior produtividade de que é potencialmente capaz.
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 62
Ano: 1998
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É o período em que a instalação permanece vazia após a limpeza e a desinfecção. Esse período permite a eliminação de microrganismos não destruídos pela desinfecção. O vazio sanitário permite, também, a secagem da instalação. Para a secagem completa, são necessários de quatro a oito dias. O período de vazio sanitário só tem validade se a instalação permanecer completamente vedada à passagem de qualquer pessoa ou animal.
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 63
Ano: 1998
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Como as granjas de suínos diferem entre si, principalmente quanto ao ambiente proporcionado aos animais, não é possível especificar a forma de fazer a limpeza e desinfecção.
Nessas condições, é mais seguro o técnico responsável pela granja elaborar um programa de limpeza e desinfecção que se adeque à granja. Esse programa deve incluir as atividades diárias adotadas em cada fase de criação.
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 64
Ano: 1998
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A transferência deve ser realizada, o mais tardar, nos primeiros três dias após o parto da matriz adotiva, uma vez que as glândulas mamárias excedentes e não utilizadas tendem a involuir (secar). É impossível prever se uma matriz vai ou não aceitar os animais transferidos. Se a matriz que adota sentir odor diferente no leitão recém-chegado, ela pode simplesmente rejeitá-lo ou mesmo matá-lo.
Geralmente, quando a transferência é feita logo após o parto e a placenta da fêmea adotiva ainda estiver disponível, recomenda-se esfregá-la nos leitões a serem transferidos para que tenham o mesmo cheiro dos seus leitões. Quando isso não é possível, deve-se reunir os leitões da matriz adotiva com aqueles que se pretende transferir, num cesto, durante dez a 25 minutos, e pulverizá-los com uma solução fraca de creolina ou outro produto para dificultar seu reconhecimento, pela matriz, através do cheiro. Outra possibilidade é manter o grupo de leitões separados da mãe adotiva durante duas a três horas para que seu úbere atinja um grau de enchimento tal que a matriz sinta necessidade de amamentá-los devido à pressão existente nas glândulas mamárias. Nesse caso, também, é aconselhável dificultar o reconhecimento do leitão estranho, através de produtos.
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 79
Ano: 1998
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Atualmente, o período mais utilizado é de 28 a 35 dias de idade. A idade ótima de desmame depende, em grande parte, do estado sanitário, do desenvolvimento dos animais, do manejo, da ração e da água, da higiene da criação, dos fatores ambientais, das instalações, dos cuidados que o criador dispensa aos animais e da mão de obra utilizada. A adoção de períodos de amamentação cada vez mais curtos visa à obtenção de maior número de leitões por matriz/ano. Atendidos todos os fatores acima, garante-se maior produtividade.
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 76
Ano: 1998
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O sistema all in all out (todos dentro todos fora) consiste na formação de um grupo de animais da mesma idade, manejado em períodos regulares de uma instalação para outra, de modo a permitir a limpeza e o vazio sanitário da instalação desocupada, antes de sua reocupação.
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 55
Ano: 1998
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- Economia de tempo – As tarefas são realizadas de forma organizada e conjunta para o manejo das matrizes e leitões, como por exemplo: acompanhamento de partos, desmame e transferência, cobrição, marcação, corte de dentes, castração e aplicação de medicamentos e vacinas.
- Liberação dos fins de semana – Redução, ao mínimo indispensável, das atividades na granja, nesse período.
- Facilitação na homogeneização das leitegadas, por peso e tamanho, nos dois primeiros dias de vida dos leitões.
- A divisão das instalações em maternidade e recria possibilita melhor limpeza e desinfecção interrompendo, assim, a pressão de infecção.
- Melhor possibilidade de criar ambientes com temperatura mais adequada para cada categoria animal.
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 56
Ano: 1998
O produtor que adota o sistema de produção de ciclo completo, isto é, todas a fases da criação presentes na propriedade, deve atingir os seguintes índices de produtividade:
| Parâmetro | Índices |
|---|---|
| Número de partos por porca/ano | > 2,3 |
| Leitões nascidos vivos por parto | > 10,5 |
| Taxa de leitões natimortos | < 6,0% |
| Taxa de mortalidade do nascimento ao desmame | <10,0% |
| Número de leitões desmamados por parto | > 9,5 |
| Número de leitões desmamados por matriz/ano | > 21,8 |
| Taxa de abortos | < 1,0% |
| Taxa de repetições de cio | < 10% |
| Taxa de partos | > 90,0% |
| Consumo de ração por matriz | 1.080 kg/ano ou 90 kg/mês |
| Número de suínos terminados por parto | > 9,0 |
| Animais entregues ao abate por matriz alojada incluindo leitoa coberta | 170% por mês |
| Taxa de mortalidade na creche | < 3,0% |
| Taxa de mortalidade na terminação | < 1,5% |
| Número de animais terminados por matriz/ano | > 20,8 |
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 57
Ano: 1998
Retirar as fezes com pá, uma vez por dia, empurrando-as para a canaleta coletora, que deve ser raspada, no mínimo, duas vezes por semana. Nas instalações que tiveram cama sobre o piso, trocar a parte úmida. Uma limpeza com água, seguida de desinfecção, deve ser feita após a saída do lote, fazendo-se, em seguida, o vazio sanitário.
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 65
Ano: 1998
O quadro a seguir mostra as principais etapas de um programa de limpeza e desinfecção:
| Etapa | Atividade |
| Limpeza seca | Iniciar, no máximo, três horas após a saída dos animais Retirar da instalação os equipamentos desmontáveis (ex.: comedouros, lâmpadas suplementares de calor) As sobras de ração dos comedouros podem ser fornecidas para animais na terminação Remover a maravalha e o esterco solto ou incrustado no piso Remover a sujeira das partes superiores das paredes e do teto Limpar as caixas de pedilúvio |
| Limpeza úmida | Molhar superfícies com 1 litro a 1,5 litro por m2 de uma solução de detergente Deixar impregnar por um período de, no mínimo, três horas Molhar novamente com 0,3 litro de água/m2 e depois limpar com água, vassoura ou escova até que a estrutura da superfície esteja visível; de preferência usar água a uma temperatura de 40 °C Retirar a água estagnada sobre o piso, nos comedouros e/ou nos bebedouros Deixar secar durante a noite Lavar os equipamentos retirados da instalação e deixá-los secar |
| Desinfecção | Preparar a solução de desinfetante, considerando uma aplicação de 0,4 litro da solução por m2 Aplicar a solução sobre divisórias, piso, comedouros e implementos, de preferência a uma temperatura de 40 °C Doze horas após a aplicação do desinfetante, montar os equipamentos desmontados Em alguns casos, recomenda-se fazer nova desinfecção quatro a cinco horas após a primeira |
| Fumigação | Calcular a área da sala, utilizar 10 g de permanganato de potássio e 20 mL de formol por m3 Fechar as janelas, colocar os balde(s) em lugar(es) estratégicos, derramar o formol sobre o permanganato de potássio Abandonar rapidamente a sala e fechar a porta Manter a sala fechada por 24 a 48 horas Melhor efeito obtém-se molhando paredes, pisos e equipamento antes da fumigação |
| Vazio sanitário | Instalação permanece vazia por um período de quatro a oito dias |
| Desinfecção | Segunda desinfecção: duas horas antes de introduzir os animais Preparar a solução de desinfetante, considerando uma aplicação de 0,4 litro/m2 Realizar a desinfecção Não utilizar soda cáustica nem desinfetantes ou concentrações irritantes para animais |
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 69
Ano: 1998
Quem trabalha na criação de suínos deve preocupar-se principalmente com as doenças que atacam os animais, como a brucelose, leptospirose e a tuberculose. Por isso, é importante que as matrizes e os cachaços sejam livres dessas doenças. Deve-se monitorar essas doenças solicitando a um veterinário fazer exames sorológicos para brucelose e leptospirose e para a tuberculinização nos reprodutores machos e fêmeas. Entretanto, mesmo que o rebanho esteja totalmente isento dessas doenças, é sempre importante fazer uso de luvas de plástico para auxiliar o parto das fêmeas. Para as outras práticas de manejo, como castração e vacinações, recomenda-se lavar e desinfetar as mãos, com solução iodada, antes e após sua realização. Nas atividades diárias de limpeza das instalações, deve-se usar sempre botas e macacão.
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 70
Ano: 1998
- Limpar e enxugar o leitão com pano limpo e seco.
- Amarrar o cordão umbilical de 3 cm a 4 cm abaixo da barriga do leitão, com barbante mantido em álcool iodado.
- Mergulhar o umbigo no álcool iodado antes de cortá-lo.
- Cortar os dentes do leitão evitando machucar a gengiva.
- Cortar o terço final da cauda.
- Colocar o leitão em lugar aquecido (escamoteador), com temperatura controlada a 30 °C.
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 71
Ano: 1998
Como substituto do leite da matriz, pode-se utilizar leite de vaca, de ovelha ou de cabra, conforme a tabela a seguir.
| Componentes e volume |
Tipo de leite | ||
| Vaca | Cabra | Ovelha | |
| Volume | 1/4 litro | 1/4 litro | 1/4 litro |
| Nata | 1 colher das de sopa | - | - |
| Ácido cítrico(1) | 0,1 g - 0,2 g | 0,1 g - 0,2 g | 0,1 g - 0,2 g |
| Tetraciclina | 50 mg | 50 mg | 50 mg |
(1) O ácido cítrico pode ser substituído por suco de limão, na dosagem de uma colher das de chá até uma das de sopa.
A nata é adicionada ao leite de vaca devido a seu baixo percentual de gordura em comparação ao leite da matriz, o que não ocorre com o leite de cabra e de ovelha. O antibiótico é adicionado como profilático contra infecções e para proporcionar melhor desenvolvimento aos leitões.
Outra possibilidade é preparar o substituto do leite da matriz, adicionando ao leite de vaca 50 mL de nata, uma clara de ovo, suco de limão e 15 mg de tetraciclina por litro de leite.
Atualmente, é possível encontrar no mercado alguns produtos prontos para substituir o leite da matriz ou para suplementar a alimentação de leitões mais fracos, bem como produtos à base de leite para serem reconstituídos (adicionando água).
A dosagem do substituto do leite depende da idade do leitão e varia de 20 mL (duas colheres das de sopa) a 50 mL, numa frequência de 20 a 22 vezes ao dia para leitões recém-nascidos. A dosagem pode ser aumentada com a idade dos animais. Após uma semana, aumenta-se o intervalo de fornecimento do substituto do leite e coloca-se à disposição dos leitões uma ração inicial. Dependendo do desenvolvimento dos leitões e do consumo de ração inicial, pode-se substituir o alimento artificial pela ração quando os leitões atingirem a idade de três semanas.
É importante que, por ocasião da amamentação, o substituto do leite da matriz esteja a uma temperatura entre 37 °C e 40 °C.
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 82
Ano: 1998
Sim. Como fonte de energia, com a finalidade de fortificar leitões fracos, recomenda-se aplicar de 3 ml a 5 mL de solução de glicose a 5% por via intraperitoneal ou subcutânea, no primeiro dia de vida, dose que poderá ser repetida quando se fizer a aplicação de ferro.
Em granjas onde o sistema de fornecimento de água permitir, pode-se adicionar glicose à água dada aos leitões.
Capítulo: Manejo
Número da Pergunta: 84
Ano: 1998