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    Valor nutricional do farelo estabilizado parcialmente desengordurado de arroz e sua digestibilidade para suínos

    Valor nutricional do farelo estabilizado parcialmente desengordurado de arroz e sua digestibilidade para suínos

    Esta pesquisa avaliou a energia digestível e metabolizável do farelo de arroz na dieta de suínos em diferentes idades, avaliando o seu potencial como um novo ingrediente.

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    Publicado: 18/04/2024

    Encontrado na página: Início

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    Publicado: 18/04/2024

  • Doenças
  • Fig_pag32b.jpg

    O cachaço deve ser alimenta­do com 2,5 kg a 3 kg de ração de gesta­ção, distribuídos em duas refeições diárias. A fim de estimular o apareci­mento do cio nas fêmeas, o cachaço deve ser conduzido, duas vezes ao dia, com o auxílio de uma tábua de manejo, ao piquete das fêmeas, onde permanecerá por quinze minutos a cada vez. Esse manejo deve ser acompanhado pelo produtor (ou responsável pela criação) a fim de identificar as fêmeas que estão no momento propício de cobertura.

    O produtor deve manter o cachaço sob constante observação a fim de identificar e tratar possíveis miíases (bicheiras), problemas nos cascos ou outros distúrbios.

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 39

    Ano: 1998

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  • No esquema a seguir, apresentam-se as dimensões da cabana indivi­dual de maternidade usada no Siscal da Embrapa Suínos e Aves.

    Fig_pag29a.jpg

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 30

    Ano: 1998

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  • Quando o sistema for em prédio único, deve-se obedecer à seguinte sequência:

    Fig_pag19.jpg

    No período final da gestação, as fêmeas devem ser conduzidas para a maternidade, retornando para a área de cobrição/gestação por ocasião do desmame. Os leitões seguem para a creche, crescimento e terminação, mantendo-se, assim, um fluxo racional dos animais dentro das edificações.

    Em sistema de produção com mais de 60 matrizes, devem-se instalar as fases produtivas em prédios separados. A separação deve seguir uma sequência lógica: de um lado, prédio com animais reprodutores do plantel; no centro, prédio de maternidade e creche; do outro lado, prédio com ani­mais em crescimento e terminação.

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 9

    Ano: 1998

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  • É possível a criação de suínos em todas as regiões do Brasil, desde que respeitada a faixa de conforto do animal por fase, isto é, adaptando-se as construções às condições de conforto térmico, evitando-se alterações climáticas desfavoráveis e alterando-se outras a fim de se obter o conforto desejado.

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 5

    Ano: 1998

    Encontrado na página: Início

  • Granja de suínos é a propriedade onde se pratica a produção de suí­nos. Sistema de produção de suínos é o conjunto inter-relacionado e organi­zado de processos para cumprir o objetivo básico que é a produção de suínos.

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 1

    Ano: 1998

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    • Gostar da atividade suinícola.
    • Aceitar e seguir as recomendações técnicas sobre a criação.
    • Ser dedicado para atingir metas preestabelecidas.

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 3

    Ano: 1998

    Encontrado na página: Início

  • É o mesmo que o Sistema Intensivo de Suínos Criados ao Ar Livre – Siscal.

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 23

    Ano: 1998

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  • As cabanas servem tanto de abrigo quanto de local para o parto.

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 27

    Ano: 1998

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  • Para o cálculo do peso médio do leitão ao nascer (PLN), divide-se o peso total de todos os leitões ao nascer pelo número de leitões que foram pesados.


    PLN = soma do peso dos leitões nascidos vivos
    número total de leitões vivos pesados

    O número médio de leitões desmamados por leitegada parida (LDL) é calculado dividindo-se o número de leitões desmamados de um grupo de matrizes ou de um período de tempo pelo número de leitegadas paridas para produzir esses leitões.


    LDL = número de leitões desmamados
    número de leitegadas nascidas

    A porcentagem de leitões desmamados (% LD) expressa o número de leitões nascidos vivos e que foram desmamados, e a porcentagem de lei­tões mortos entre o parto e o desmame.


    %LD = número de leitões desmamados x 100
    número de leitões nascidos vivos

    O peso médio ao desmame (PMD) é obtido dividindo-se o peso dos leitões desmamados pelo número de leitões.


    PMD = peso total dos leitões desmamados
    número de leitões desmamados

    O ganho de peso médio diário (GPMD) é o ganho/dia de peso por suíno durante um período de tempo definido.


    GPMD = peso final total = peso inicial total
    número de suínos no final x número total de dias no período

    Para se calcular o número de partos por matriz/ano (PMA) e o número de leitões desmamados (LDMA) por matriz/ano, divide-se o número total de partos registrados pelo tamanho médio do plantel de matrizes.


    PMA = número total de partos/ano
    tamanho médio do plantel de matrizes

    LDMA = total de leitões desmamados/ano
    tamanho médio do plantel de matrizes

    Para o cálculo do número de suínos terminados por matriz/ano (TMA), divide-se o número de suínos produzidos pelo tamanho médio do plantel de matrizes.

    TMA = número de suínos terminados
    tamanho médio do plantel de matrizes

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 14

    Ano: 1998

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  • O sistema confinado de produção de suínos pode ser assim classi­ficado:

    • Sistema confinado de alta tecnologia e eficiência: de caráter empresarial; mantém os animais confinados em instalações espe­cializadas, que asseguram o controle ambiental adequado; possui animais de alto potencial genético, realizando intensa reposição de reprodutores; adota esquema de profilaxia específico no controle das principais doenças de impacto econômico e utiliza esquemas nutricionais otimizados nas diferentes fases de vida do animal. Este sistema visa à mais alta produtividade possível por meio, inclusive, da incorporação imediata das tecnologias geradas pela pesquisa, promotoras da melhoria da produtividade. Sua implantação, porém, implica em custos elevados.
    • Sistema confinado tradicional de baixo custo e de baixa tecnologia: nem sempre a suinocultura é a atividade principal; em função da situação de mercado, o plantel é ou não reduzido; o rebanho é mantido em instalações mais simples e de custo relativamente baixo; a reposição das fêmeas é realizada, às vezes, com animais próprios, ao passo que os machos são adquiridos de granjas que se dedicam ao melhoramento genético. As modernas técnicas de manejo e nutrição são parcialmente aceitas e adotadas.

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 21

    Ano: 1998

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  • Existem diferentes tipos de cabanas (tipo galpão, chalé ou iglu), sendo a do tipo iglu a mais utilizada. A Embrapa Suínos e Aves desenvolveu, para esse fim, uma cabana tipo galpão, leve, fácil de movimentar e com boa área interna. Para a cabana de maternidade, inclusive, acrescentou-se um sistema de proteção contra o esmagamento de leitões.

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 28

    Ano: 1998

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  • A cabana tipo galpão, desenvolvi­da pela Embrapa Suínos e Aves, é feita com chapas de zinco galvanizadas, ferro cantoneira, canos galvanizados e fer­ro de construção.

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 29

    Ano: 1998

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