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Exibindo 747 resultados encontrados
  • A prevenção contra a febre aftosa (FA) baseia-se em dois pontos:

    • Evitar a introdução da doença; e
    • Usar vacinas.

    Em países livres de FA, é proibida a introdução de animais ou de produtos de origem animal de países afetados pela doença e são adotadas medidas especiais para minimizar o risco de sua entrada. Se ocorre um surto num país até então não afetado, a doença é erradicada através do abate dos animais afetados e expostos, da eliminação das carcaças pelo enterramento ou incineração e pela descontaminação das instalações.

    Atualmente existem no mercado de produtos veterinários uma série de vacinas de dupla emulsão, com recomendação de uso para suínos. An­tes de usar o imunógeno, deve-se atentar para a dose da bula, pois existem diferenças nas recomendações entre laboratórios. Pode ser também acionado o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que conta com um estoque estratégico de vacina de dupla emulsão no Centro Pan-americano de Febre Aftosa, no Rio de Janeiro. Elas têm sido usadas em focos de aftosa e no controle perifocal. No caso de ser necessário o uso da vacinação profilática em rebanhos suí­nos sujeitos a altos riscos de infecção, deve ser buscada orientação dos veterinários dos serviços oficiais de defesa sanitária. De maneira geral, a vacinação contra a FA só tem sido recomen­dada em casos de ocorrência de focos de infecção nas proximidades da granja de suínos.

    O desenvolvimento da imunidade ocorre a partir do sétimo dia após a aplicação da vacina e os níveis imunitários permanecem estáveis por qua­tro meses.

    O programa de vacinação profilático (raramente adotado) inclui a vacinação dos leitões destinados ao abate somente uma única vez, aos dois meses de idade, e dos reprodutores a cada quatro meses. A vacinação das fêmeas no final do período de gestação deve ser evitada, pois a vacina pode atuar negativamente sobre a resistência dos leitões.

    Um programa de vacinação emergencial ou estratégico (perifocal) prevê a vacinação de todos os leitões com idade superior a 21 dias e da totalidade dos reprodutores do plantel.

    Capítulo: Sanidade

    Número da Pergunta: 359

    Ano: 1998

  • Vários animais mancando pode ser o primeiro sinal de febre aftosa. Temperatura elevada e aparecimento de aftas esbranquiçadas de aproxi­madamente 1 cm de diâmetro no dorso da língua e no focinho, que podem romper-se formando úlceras. As vesículas também podem aparecer nas tetas, entre os cascos e na coroa do casco. A febre aftosa é uma doença altamente contagiosa.

    Capítulo: Sanidade

    Número da Pergunta: 358

    Ano: 1998

  • Teores de umidade superiores a 13% nos grãos permitem o cresci­mento e a multiplicação dos fungos, que se aceleram com o aumento do teor de umidade. A temperatura ótima para crescimento dos fungos está entre 25 °C e 30 °C. Abaixo dos 5 °C não há crescimento da maioria dos fungos. A temperatura máxima está entre 40 e 45 °C para o cresci­mento de alguns tipos de fungos e até 55 °C para outros.

    As flutuações de temperatura no interior dos silos que armazenam matérias-primas, provocam a formação de bolsões de umidade, criando também condições favoráveis ao desenvolvimento dos fungos.

    Outro aspecto é a presença de grãos quebrados, de insetos e roedores o que danificam os grãos, deixando exposta a parte amilácea, facilitando assim a contaminação por fungos. Silos contaminados com fungos, com teias de aranha e resíduos de poeira, se não forem limpos e desinfetados antes de serem utilizados, contaminarão o material ali armazenado.

    Capítulo: Sanidade

    Número da Pergunta: 362

    Ano: 1998

  • Os principais sintomas da intoxicação por aflatoxinas são perda do apetite, icterícia (mucosas amarelas), redução do crescimento e, nos casos mais graves, hemorragias subcutâneas e morte. Devido a seu efeito imunodepressivo, geralmente também aumenta a ocorrência de outras do­enças no rebanho.

    Algumas doenças podem ser confundidas com essa intoxicação, como a leptospirose, a peste suína e a intoxicação por metais pesados, que devem ser levadas em conta no diagnóstico. Os sintomas clínicos de aflatoxicose no suíno variam em função da quantidade da toxina ingerida, conforme segue:

    • A ingestão de níveis menores que 100 ppb (partes por bilhão) não leva à apresentação de sinais clínicos, mas o abate revela presença de resíduos da toxina no fígado do animal.
    • A ingestão de 200 ppb a 400 ppb resulta em disfunção hepática e imunodepressão.
    • A ingestão de 400 ppb a 800 ppb leva à redução do crescimento, diminuição do consumo de alimento, icterícia, hipoproteinemia e pelo arrepiado.
    • Níveis de 1.200 ppb a 2.000 ppb induzem a icterícia, hemorragias subcutâneas, coagulopatia, depressão, anorexia e algumas mortes.
    • Mais de 2.000 ppb resultam em insuficiência hepática, hemorragias e morte em três a dez dias.
    • Fêmeas que ingerem de 500 ppb a 750 ppb durante a lactação apre­sentam aflatoxina no leite, comprometendo assim o desenvolvimento dos leitões lactentes.

    Capítulo: Sanidade

    Número da Pergunta: 364

    Ano: 1998

  • A presença de micotoxina no alimento não está diretamente associa­da à presença de fungos, pois pode haver presença de fungos sem que haja produção de toxinas e estas podem permanecer no alimento mesmo após o desaparecimento do fungo.

    Alimentos contaminados por fungos podem ser avaliados pelo exame visual dos grãos ou com o uso de raio ultravioleta (black light). Este último método é válido somente para grãos contaminados com fungos do gênero Aspergillus. Esses métodos são muito utilizados em locais de compra e re­cebimento de grãos graças a sua rapidez. Contudo, é impreciso e não é quantitativo.

    Para o diagnóstico de micotoxinas, os métodos mais utilizados são: Elisa (ensaio imunoenzimático), cromatografia de camada delgada (TLC) e cromatografia líquida de alto desempenho (HPLC). O Elisa é muito utiliza­do, pois é de fácil manejo, rápido e seu custo não é alto. Já o teste de cromatografia é uma técnica sofisticada e requer equipamentos caros, o que dificulta sua utilização.

    O HPLC é usado como método-padrão para a confirmação das análi­ses realizadas por TLC e Elisa. É importante salientar que a maior dificuldade na determinação das micotoxinas de um lote de alimento ou ração está na amostragem porque o lote é normalmente grande e a contaminação não é homogênea. Portanto, os resultados dependem de uma boa amostragem.

    Capítulo: Sanidade

    Número da Pergunta: 367

    Ano: 1998

  • Suínos | Gestão da água | Bebedouros | Tipos

    Os tipos de bebedouros podem variar a partir das seguintes características: modelo, tamanho, tipo de material, pressão e volume de água disponibilizado. Os bebedouros mais comuns encontrados em granjas de suínos podem ser divididos em:

  • Publicação

    Gestão da água na suinocultura

    Gestão da água na suinocultura

    Esta cartilha é o resultado de um estudo da gestão da água e do manejo de dejetos em propriedades produtoras de suínos em Santa Catarina. A publicação traz informações e dicas sobre o que fazer para utilizar de modo sustentável a água.

    Baixe aqui

    Publicado: 09/02/2024

    Encontrado na página: Gestão da água

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    Publicado: 09/02/2024

  • O uso de cisternas para produção animal

    Nesta edição do Prosa Rural, o programa de rádio da Embrapa, a conversa é sobre a captação e o armazenamento da água de chuva. Calhas são instaladas nos telhados e coberturas de estruturas previamente preparadas. A água é canalizada para cisternas, passando por filtros. Também é importante considerar a qualidade da água!

    Encontrado na página: Armazenamento

  • Custos de produção de frangos de corte e suínos para produtores integrados

    O objetivo desse curso feito a distância oferecido pelo portal e-Campo da Embrapa é é capacitar produtores e produtoras de frango de corte e de suínos integrados, bem como agentes da assistência técnica e extensão rural sobre custos de produção e outros indicadores de desempenho econômico e financeiro, utilizando ferramentas de apoio como o aplicativo Custo Fácil.

    Organizadora: Embrapa

    Duração: Até 60 dias

    Carga horária: 40 horas

    Encontrado na página: Início

  • Publicação

    Efeito da alimentação à vontade ou controlada nas fases de crescimento e terminação de suínos

    Efeito da alimentação à vontade ou controlada nas fases de crescimento e terminação de suínos

    Esta pesquisa comparou o efeito da alimentação dos suínos com fornecimento de ração controlada em comedouros do tipo “à vontade”.

    Baixe aqui

    Publicado: 18/04/2024

    Encontrado na página: Início

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    Publicado: 18/04/2024

  • Suínos | Capa | Título Publicações

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  • Site Qualidade da carne suína - Do campo à mesa

    Qualidade da carne suína

    Qualidade da carne suína

    Do campo até a sua mesa, conheça todo o processo que envolve a produção de carne suína com qualidade.

    Acesse o site

    Publicado: 19/04/2024

    Encontrado na página: Início

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    Publicado: 19/04/2024

  • Encontrado na página: Início

  • Suínos | Capa | Título Webstories

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  • Suínos | Sanidade | Doenças | Abre

    A seguir estão listadas as principais doenças que podem afetar os suínos. Mas, lembre-se: apesar de serem explicados os sintomas mais comuns, somente um médico veterinário pode fazer o diagnóstico da doença e indicar o tratamento adequado!

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  • Suínos | Gestão da água | Abre

    Os usos mais comuns da água na criação de suínos são para "matar a sede" dos animais e umedecer a ração, além de fazer nebulização e o programa de limpeza e desinfeção das granjas.

    Esses usos podem sofrer a influência de diversos fatores, entre eles:

    • Idade dos animais
    • Estado sanitário
    • Fase fisiológica de produção
    • Peso-vivo do suíno
    • Condições ambientais no interior e exterior dos edifícios de alojamento
    • Práticas de higiene e limpeza
    • Equipamentos utilizados na granja

    Encontrado na página: Gestão da água

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  • Suínos | Gestão ambiental | Dejetos | Benefícios | Foto


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  • Suínos | Gestão da água | Importância e cuidados | Exemplo 2

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