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Exibindo 747 resultados encontrados
  • É um programa de computador para o acompanhamento técnico-eco­nômico das propriedades suinícolas. Busca a obtenção e o processamento de informações gerais (estoques de animais e alimentos, compra de animais e alimentos, coberturas, partos, desmames, perdas e transferências de animais) do setor suinícola, pela coleta de informações nas propriedades e apuração das informações obtidas, oferecendo resultados, com o objetivo de minimizar os custos e aumentar a lucratividade da atividade.

    O Atepros, além de ser usado pelos produtores individualmente, foi desenvolvido principalmente para extensionistas e técnicos de empresas que de alguma forma prestam assistência aos produtores.

    Capítulo: Economia

    Número da Pergunta: 490

    Ano: 1998

  • Os princípios administrativos e econômicos que regem as atividades das indústrias e do comércio e a eco­nomia como um todo são os mesmos que orientam a atividade agropecuária.

    Todavia, existem diferenças básicas na forma de utilização dos fatores e bens de capital para a produção.

    Como todo empreendimento produtivo, a propriedade suinícola é uma unidade de produção operando num mercado. A utilização do capital (pró­prio e empréstimos financeiros), do trabalho (familiar e assalariado) deve en­tão gerar um resultado econômico para remunerar o capital empregado e aportar um lucro, sob a forma de necessidades familiares ou de salários.

    Se o capital aplicado na atividade for fixo, seu retorno acontecerá após vários ciclos produtivos, ou seja, pela série de produtos que seu uso possibili­ta obter.

    O capital circulante (variável) deve ter seu retorno ou compensação total pelo ciclo produtivo em que esteve presente, ou seja, pelo produto que gerou.

    Considerando o emprego do capital e do trabalho, pode-se dizer que a criação de suínos tem de fato o que se chama de “categorias” dos fatores de produção que se diferenciam entre elas pela permanência (durabilidade) e pela natureza dos serviços produzidos:

    • Fatores fixos – Constituem os fatores de produção (edificações, pes­soal permanente, instalações, reprodutores, etc) que determinam uma certa capacidade de produção.

    Como exemplo de custo fixo, pode-se citar as instalações e equipamentos existentes, pois seus custos são suportados pela unidade produtiva qual­quer que seja o volume de produção realizado.

    Dessa maneira, um dado lote de suínos para abate é gerado por um número efetivo de matrizes e deve produzir, a cada lote, um certo volume de carne; a boa gestão repousa, portanto, na abordagem dos objetivos aqui defi­nidos pelo pleno emprego dos meios de produção de forma que os encargos fixos globais sejam minimizados por unidade produzida.

    • Fatores variáveis – São aqueles que variam de acordo com o nível de produção da empresa agrícola (rações, combustíveis, energia elétrica etc), isto é, são os bens de produção que são consumidos integralmente a cada ciclo de produção e exprimem movimento, transformação ou giro.

    Para o cálculo do custo, deve-se considerar as seguintes variáveis: custo de produção de suínos para abate de treze a 18 terminados/fêmea/ano - SC maio/96 (R$/kg de suíno de 95,53 kg)

    Variáveis de Custo/Número de terminados 13 14 15 16 17 18
    1. Custos Fixos
    1.1. Depreciação das instalações 0,085 0,082 0,078 0,076 0,073 0,072
    1.2. Depreciação equip. e certas 0,018 0,017 0,016 0,015 0,014 0,013
    1.3. Juros s/cap.médio/inst. e equip. 0,011 0,010 0,010 0,009 0,009 0,009
    1.4. luros sobre reprodutores 0,001 0,001 0,001 0,001 0,001 0,001
    1.5. Juros s/animais em estoque 0,001 0,001 0,001 0,001 0,001 0,001
    Custo Fixo Médio 0,116 0,111 0,106 0,102 0,098 0,096
    2. Custos Variáveis
    2.1. Alimentação 0,762 0,749 0,737 0,727 0,718 0,710
    2.2. Mão de obra 0,140 0,130 0,122 0,114 0,107 0,101
    2.3. Gastos veterinários 0,010 0,010 0,010 0,010 0,010 0,010
    2.4. Gastos com transporte 0,092 0,091 0,090 0,089 0,088 0,087
    2.5. Despesas de energ. e comb. 0,014 0,013 0,013 0,012 0,012 0,012
    2.6. Despesas man. e conservação 0,022 0,021 0,020 0,019 0,019 0,018
    2.7. Despesas financeiras 0,003 0,002 0,002 0,002 0,002 0,002
    2.8. Funrural 0,014 0,014 0,014 0,014 0,014 0,014
    2.9. Eventuais 0,052 0,051 0,050 0,049 0,048 0,047
    Custo Variável Médio 1,109 1,081 1,058 1,036 1,018 1,001
    Custo Total Médio 1,225 1,192 1,164 1,138 1,116 1,097

    Para maiores informações, ver metodologia do cálculo, Documento N° 18, de 1994. A Embrapa Suínos e Aves dispõe de dois softwares para esse fim: Atepros - Acompanhamento Técnico-econômico das Propriedades Suinícolas e Suicalc - Cálculo de Custo de Produção de Suínos para Abate.

    Capítulo: Economia

    Número da Pergunta: 489

    Ano: 1998

  • Para iniciar a criação de suínos, é preciso analisar as seguintes variáveis: mão de obra necessária:

    Tipo de criação N° de matrizes/pessoa
    Ciclo completo 40/1
    Criação de leitões 60/1
    Condomínios 60/1
    Criação de reprodutores 40/1
    Criação ao ar livre (Siscal) 70/1
    • Área disponível e topografia para sistema ao ar livre.
    • Capacidade de produção de insumos ou facilidade de aquisição.
    • Capacidade de armazenagem de milho.
    • Facilidade de acesso à assistência técnica.
    • Proximidade do comprador.
    • Cuidados no aspecto sanitário dos animais que vão formar o plantel.
    • Montante de investimento por matriz depende do sistema de produção a ser adotado, do tipo e do material a ser utilizado nas instalações. Existem referências de valores que variam de R$ 700,00 a R$2.500,00, por matriz.

    Capítulo: Economia

    Número da Pergunta: 486

    Ano: 1998

  • É o produtor que faz apenas a terminação, ou seja, recebe os leitões, engorda e entrega para abate.

    Em geral, os leitões são recebidos com 19 kg e 70 dias de idade, sendo que a média é de 24 kg. Os animais são engordados até atingirem a média de 96 kg, quando são enviados para abate.

    O pagamento dos terminadores de leitões depende da empresa integradora. Em geral, existem dois tipos de terminadores:

    • Terminador em Regime de Parceria – Esse tipo de produtor depende exclusivamente da agroindústria (parceiro). Recebe os leitões e todos os insumos necessários para sua criação (ração, medicamentos e assistência téc­ nica) e tem como responsabilidade prover esses animais de instalações e acom­panhamento diário (arraçoamento, limpeza, etc).

    O pagamento por esse trabalho depende dos coeficientes tecnoló­gicos obtidos (conversão alimentar e mortalidade). Esse sistema é idêntico ao da criação de frangos.

    • Terminador Propriamente Dito – Esse tipo de produtor depende exclusivamente do produtor de leitões de quem compra os leitões com o peso variando de 19 kg a 25 kg. Após um período de aproximadamente 90 dias, ele os vende a um frigorífico que pode ser uma empresa integradora ou não. Esse sistema difere da parceria à medida em que todos os custos do processo pro­ dutivo são efetuados pelo terminador (compra do leitão, compra de ração, etc).

    Esse sistema de produção está sendo adotado por algumas empresas integradoras que, nesse caso, se reservam a exclusividade de efetuar a intermediação entre o terminador e o criador de leitão. A remuneração desse tipo de produtor é idêntica à de um produtor de ciclo completo.

    Capítulo: Economia

    Número da Pergunta: 498

    Ano: 1998

  • É o produtor que possui as linhagens puras ou as F-1, e faz seleção de F-2 que serão reprodutores a serem utilizados pelos criadores de ciclo com­pleto ou pelos produtores de leitões.

    A remuneração desses animais é feita de forma similar à dos criadores de leitões, ou seja, para cada quilo do reprodutor (macho ou fêmea) o produ­tor de reprodutores ganha o valor pago pelo quilo de suíno vivo para abate, mais uma percentagem sobre esse valor, que varia em função da empresa integradora e da demanda por esses animais.

    Capítulo: Economia

    Número da Pergunta: 499

    Ano: 1998

  • O Prosuino (Versão 3.0) é um programa de formulação de rações, sim­ples e versátil, baseado em conhecimentos técnico-científicos desen­volvidos pelos pesquisadores da área de nutrição de suínos, da Embrapa Suínos e Aves.

    Este programa busca atender a todos os suinocultores que necessitam de ferramenta simples e eficaz para baratear o custo da alimentação de seus animais.

    Dessa forma, o uso do Prosuíno Versão 3.0 viabiliza a produção de suínos a custo de produção menor pela minimização do custo da ração e pelo uso de alimentos mais baratos, no período, e disponíveis, sem dimi­nuir a produtividade do plantel.

    Capítulo: Economia

    Número da Pergunta: 492

    Ano: 1998

  • É um programa de computador que permite calcular o custo de produ­ção de suínos considerando vários níveis tecnológicos baseados no número (13 a 25) de terminados/fêmea/ano.

    Neste software, podem ser alterados os coeficientes de produti­vidade, consumo de alimentos, medicamentos, bem como o uso de outros insumos. Isso possibilita estimar os custos, variando todos os itens que o compõem. Quaisquer que sejam os resultados, entretanto, são sempre baseados na mes­ma metodologia.

    Capítulo: Economia

    Número da Pergunta: 491

    Ano: 1998

  • Atualmente, na região Sul, grande parte dos suínos é produzida dentro do sistema de integração. Os produtores têm adotado esse sistema em razão, principalmente, das constantes crises com as quais a atividade tem convi­vido. Buscam junto à empresa integradora mais segurança e garantia de mercado para seus animais.

    Os criadores não integrados podem enfrentar dificuldades principal­mente em épocas de excesso de oferta de animais quando as empresas com produtores integrados podem recusar animais de não integrados.

    Assim, ambas as modalidades têm vantagens e desvantagens. A via­bilidade de cada uma depende do mercado ao qual estão vinculadas.

    As vantagens e desvantagens do sistema de integração são as seguintes:

    Vantagens

    • Garantia da comercialização dos suínos prontos para abate.
    • Assistência técnica.
    • Facilidades na obtenção de material genético de melhor qualidade.
    • Facilidades na compra de insumos.

    Desvantagens

    • Atrelamento à empresa integradora, sem flexibilidade para a venda de animais, impedindo a busca de melhores preços.
    • Obrigatoriedade de uso dos insumos da integradora, mesmo que mais caros que outras marcas disponíveis no mercado.

    Capítulo: Economia

    Número da Pergunta: 494

    Ano: 1998

  • É o produtor que possui as matrizes e entrega os leitões, após o desma­me, para o terminador. A venda dos leitões deve ocorrer, no máximo, aos 70 dias. O peso mínimo dos leitões deve ser de 19 kg e o máximo de 25 kg, ou uma média de 24 kg. No dia da coleta, cada animal é pesado. Os que estive­rem abaixo dos índices preestabelecidos, são considerados refugo e recusa­dos pelo terminador. O tamanho do lote e a forma de pagamento dependem da integradora. Algumas integrações trabalham com lotes de 24 leitões, no mínimo, e pagamento feito na seguinte base: leitões com até 22 kg de peso têm preço de 1,50 vezes o preço do suíno vivo, e com peso acima de 22 kg têm preço 30% inferior ao do suíno tipo carne.

    É importante salientar que a percentagem de acréscimo descrita acima é variável em função das condições de mercado.

    Capítulo: Economia

    Número da Pergunta: 497

    Ano: 1998

  • Um importante item na composição dos custos de produção de suínos é a alimentação (> 60 %). Algumas medidas podem reduzir seu custo:

    • Produzir os próprios insumos para alimentação dos animais. Os dois ingredientes de maior peso no custo da ração são o milho e o farelo de soja. Esses dois produtos apresentam instabilidade de preços em virtude das condições climáticas que afetam a produção nacional e internacional.
    • Efetuar a compra, de milho principalmente, no período de safra quando os preços são mais baixos. Esse fato decorre da sazonal idade dos preços dos produtos agrícolas, que se deprimem nos períodos de safra e se elevam nos períodos de entressafra.
    • Utilizar alimentos alternativos, que apresentam preços inferiores ao dos ingredientes convencionais.

    A recomendação geral é utilizar tecnologias que melhorem a produ­tivi­dade da criação visando reduzir a mortalidade, aumentar o número de termi­nados/fêmea/ano e melhorar a conversão alimentar. É importante a adoção de programas de genética, de vacinação preventiva, de limpeza e desinfec­ção, de uso de rações de boa qualidade e de técnicas gerenciais e instalações adequadas.

    A Embrapa Suínos e Aves dispõe de tecnologias que podem promo­ver essas melhorias a baixo custo.

    Capítulo: Economia

    Número da Pergunta: 500

    Ano: 1998

  • Suínos | Gestão da água | Bebedouros | Tipos

    Os tipos de bebedouros podem variar a partir das seguintes características: modelo, tamanho, tipo de material, pressão e volume de água disponibilizado. Os bebedouros mais comuns encontrados em granjas de suínos podem ser divididos em:

  • Publicação

    Gestão da água na suinocultura

    Gestão da água na suinocultura

    Esta cartilha é o resultado de um estudo da gestão da água e do manejo de dejetos em propriedades produtoras de suínos em Santa Catarina. A publicação traz informações e dicas sobre o que fazer para utilizar de modo sustentável a água.

    Baixe aqui

    Publicado: 09/02/2024

    Encontrado na página: Gestão da água

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    Publicado: 09/02/2024

  • O uso de cisternas para produção animal

    Nesta edição do Prosa Rural, o programa de rádio da Embrapa, a conversa é sobre a captação e o armazenamento da água de chuva. Calhas são instaladas nos telhados e coberturas de estruturas previamente preparadas. A água é canalizada para cisternas, passando por filtros. Também é importante considerar a qualidade da água!

    Encontrado na página: Armazenamento

  • Custos de produção de frangos de corte e suínos para produtores integrados

    O objetivo desse curso feito a distância oferecido pelo portal e-Campo da Embrapa é é capacitar produtores e produtoras de frango de corte e de suínos integrados, bem como agentes da assistência técnica e extensão rural sobre custos de produção e outros indicadores de desempenho econômico e financeiro, utilizando ferramentas de apoio como o aplicativo Custo Fácil.

    Organizadora: Embrapa

    Duração: Até 60 dias

    Carga horária: 40 horas

    Encontrado na página: Início

  • Publicação

    Efeito da alimentação à vontade ou controlada nas fases de crescimento e terminação de suínos

    Efeito da alimentação à vontade ou controlada nas fases de crescimento e terminação de suínos

    Esta pesquisa comparou o efeito da alimentação dos suínos com fornecimento de ração controlada em comedouros do tipo “à vontade”.

    Baixe aqui

    Publicado: 18/04/2024

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    Publicado: 18/04/2024

  • Suínos | Capa | Título Publicações

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  • Site Qualidade da carne suína - Do campo à mesa

    Qualidade da carne suína

    Qualidade da carne suína

    Do campo até a sua mesa, conheça todo o processo que envolve a produção de carne suína com qualidade.

    Acesse o site

    Publicado: 19/04/2024

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    Publicado: 19/04/2024

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  • Suínos | Capa | Título Webstories

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  • Suínos | Sanidade | Doenças | Abre

    A seguir estão listadas as principais doenças que podem afetar os suínos. Mas, lembre-se: apesar de serem explicados os sintomas mais comuns, somente um médico veterinário pode fazer o diagnóstico da doença e indicar o tratamento adequado!

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