Resultados da busca
Exibindo 747 resultados encontrados
-
Ao se cruzar um macho Duroc (100% Duroc) com uma fêmea Landrace (100% Landrace), os leitões produzidos serão mestiços e terão 50% dos genes da raça Duroc e 50% dos genes da raça Landrace. O cruzamento dessas leitoas mestiças com machos 100% Large White resultará em leitões “tripla-cruza” (three-cross), que terão 50% dos genes de Large White, 25% de Duroc e 25% de Landrace. Ao cruzar as leitoas tripla-cruza novamente com um macho 100% Duroc, não aparentado, os leitões produzidos terão 50% + 12,5% = 62,5% de genes da raça Duroc, 25% de genes da raça Large White e 12,5% de genes da raça Landrace. Isso significa que, a cada geração, o reprodutor macho transmite 50% de uma amostra de seus genes para seus descendentes, ocorrendo o mesmo com a fêmea matriz.
Capítulo: Melhoramento Genético Animal
Número da Pergunta: 400
Ano: 1998
-
Em regiões onde há ocorrência de frio, as edificações devem ser planejadas para o conforto térmico do verão, mas com dispositivos que protejam os animais contra o esfriamento ambiental, no inverno. Recomenda-se abertura lateral que corresponda a uma área de 25% a 40% da superfície lateral do prédio. Telhados leves, mas isolantes, de cor clara, para reduzir a incidência de calor, ventilados (com lanternim ou tubo de alívio), para permitir a saída de ar quente e de gases. Pisos com textura regular e média (nem áspera e nem lisa). É importante propiciar um volume total interno de ar na construção (recinto + ático) de 25 m3 por matriz instalada, 3 m3 por animal na terminação, 1 m3 na creche e 17 m3 por animal adulto visando manter as condições de conforto e higiene e facilitar a renovação de ar. As paredes devem ser de cor clara para evitar o ganho de calor nas instalações. A inclinação do telhado e a projeção das abas devem ser projetadas para reduzir os efeitos da insolação e da chuva. Os prédios devem ter orientação Leste-Oeste, no sentido do movimento do Sol, a fim de reduzir o ganho de calor solar na construção.
Capítulo: Instalações/ Equipamentos
Número da Pergunta: 404
Ano: 1998
-
Preferencialmente não. Tanto árvores como morros são obstáculos para a ventilação natural. O emprego de árvores para fazer sombra no telhado ou arredores da construção deve ser cuidadosamente estudado para não prejudicar o regime de ventilação natural.
Capítulo: Instalações/ Equipamentos
Número da Pergunta: 405
Ano: 1998
-
Ao se cruzar machos e fêmeas Piau com Landrace, objetiva-se melhorar a taxa de crescimento e a conversão alimentar, reduzir a espessura de toucinho e aumentar o rendimento de carne dos suínos Piau. Experimentos realizados na Embrapa Suínos e Aves indicaram que suínos Landau, oriundos do cruzamento de Piau com Landrace, pesaram 90 kg com 30 dias a menos de idade e apresentaram 30% a menos de espessura de toucinho do que suínos Piau. A raça Piau é útil na produção de carne e de gordura em pequenas criações, fazendas, zonas de assentamento rural e condições rústicas de criação. Nesses casos, recomenda-se cruzar fêmeas Piau com machos Landrace.
Capítulo: Melhoramento Genético Animal
Número da Pergunta: 397
Ano: 1998
-
Suíno híbrido é o mesmo que mestiço ou cruzado. O termo é utilizado para denominar animais resultantes do cruzamento de raças ou linhas genéticas diferentes. Animais F-1 são os da primeira geração de cruzamento. Suínos mestiços LWLD, produzidos por machos Large White (LW) e fêmeas Landrace (LD), são exemplos de suínos F-1. Os animais têm 50% dos genes da raça do pai e 50% dos da mãe.
Capítulo: Melhoramento Genético Animal
Número da Pergunta: 399
Ano: 1998
-
As edificações devem ser projetadas de forma a aproveitar ao máximo os recursos naturais como ventilação. O local deve ser aberto, drenado, bem ventilado, plano, ensolarado, afastado de morro e outros obstáculos e com exposição Norte.
Capítulo: Instalações/ Equipamentos
Número da Pergunta: 403
Ano: 1998
-
De um lado, as fêmeas de borrachudo alimentam-se do sangue dos animais; de outro, os dejetos deixados ao lado das instalações ou que vazam das esterqueiras, ao serem carreados pelas chuvas para os riachos, servem de alimento às larvas de borrachudo.
Capítulo: Manejo de Dejetos
Número da Pergunta: 458
Ano: 1998
-
Nenhum repelente é eficaz quando se permite a reprodução excessiva das moscas. Em situações de controle da reprodução desses insetos, pode-se usar as seguintes plantas:
Nome comum Nome científico Ação Erva-de-santa-maria Chenocociun abrosioides Fam. Chenopodiaceae Repelente Cinamomo Melia azedarachi Fam. Meliaceae Inseticida Citronela Repelente Sincício Repelente Capítulo: Manejo de Dejetos
Número da Pergunta: 455
Ano: 1998
-
Higienização de tudo que estiver envolvido no processo, ou seja, das instalações (pisos, mesas), dos equipamentos (facas, ganchos, termómetro, baldes e serras) e do manipulador (mãos, cabelos, unhas, uniforme).
O suíno deve passar por um período de jejum de pelo menos seis horas, recebendo somente água e não sofrer estresse.
- Atordoamento e sangria – Antes da insensibilização ou atordoamento (feita através de eletrochoque), um banho de água fria ajuda na vasoconstrição periférica (saída do sangue dos músculos para as veias e artérias), que deixa a carne com melhor qualidade. O banho também ajuda na condutibilidade do eletrochoque. O tempo entre a insensibilização e a sangria deve ser o menor possível (inferior a três minutos). A sangria deve ser feita nos grandes vasos do pescoço.
- Escaldamento de depilação – A depilação é feita com escaldagem de água a 65 °C. A toalete final é feita com flambagem (lança-chamas).
- Evisceração (retirada das vísceras) – O tempo máximo entre a sangria e a evisceração não deve passar de 30 minutos.
Capítulo: Tecnologia de Carnes
Número da Pergunta: 460
Ano: 1998
-
Nos Serviços de Extensão Rural, nas universidades rurais, no Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital) e na Embrapa Informação Tecnológica.
Capítulo: Tecnologia de Carnes
Número da Pergunta: 463
Ano: 1998
-
A figura a seguir apresenta o mapa do suíno, identificando as principais partes da carcaça.
1 - Alcatra 7 - Lombo 13 - Suã 2 - Coxão de fora 8 - Carrê (bisteca) 14-Pés 3 - Coxão de dentro 9 - Sobrepaleta (copa) 15 - Rabo 4 - Patinho 10 - Paleta 16 - Cara com orelhas 5 - Tatu 11 - Costela 17 - Papada 6 - Filezinho 12 - Barriga Capítulo: Tecnologia de Carnes
Número da Pergunta: 464
Ano: 1998
-
Existem dois tipos de defumação: a quente (75 °C) e a fria (30 °C a 50 °C). A defumação confere ao produto cheiro e sabor característicos, além de maior tempo de prateleira.
As peças devem ser penduradas no defumador, mantendo-se uma certa distância entre elas, bem como da parede, a fim de garantir a circulação da fumaça e do calor.
O tempo, a temperatura e o tipo de lenha são fundamentais para a boa defumação. Cada produto exige um determinado tempo de defumação.
Capítulo: Tecnologia de Carnes
Número da Pergunta: 465
Ano: 1998
-
Os defumadores mais utilizados são os do tipo armário, tipo tonel com fogo externo, tipo tubo de concreto e o tipo estufa
Capítulo: Tecnologia de Carnes
Número da Pergunta: 467
Ano: 1998
-
A lenha ou serragem escolhida não deve ser resinosa (pinho, pinus). Devem ser duras, bem secas, densas e sem casca. Ex.: eucalipto.
Capítulo: Tecnologia de Carnes
Número da Pergunta: 468
Ano: 1998
-
Suíno criado com cuidados na alimentação, manejo e sanidade, vindo de cruzamentos industriais, pode fornecer bacon de boa qualidade. Um suíno de 90 kg a 100 kg vivo fornece de 6 kg a 7 kg de bacon.
Capítulo: Tecnologia de Carnes
Número da Pergunta: 480
Ano: 1998
-
Em casas agropecuárias, atacados em geral, representantes comerciais e em empresas especializadas na fabricação de embalagens e triparia.
Capítulo: Tecnologia de Carnes
Número da Pergunta: 472
Ano: 1998
-
O abate não é feito com choque elétrico. Usa-se o choque elétrico apenas para insensibilizar o animal, que é sangrado, em seguida. Esses dois processos são utilizados pela maioria dos frigoríficos.
Capítulo: Tecnologia de Carnes
Número da Pergunta: 479
Ano: 1998
-
O baixo consumo está relacionado ao hábito alimentar e ao poder aquisitivo, considerados os mais sérios entraves ao consumo de carne suína. Segundo a Embrapa, haverá concorrência contínua entre os setores bovino, avícola e suinícola. Os fatores críticos na conquista do mercado são: preço, qualidade e facilidade de preparo do alimento.
No Brasil, o consumo médio por pessoa, no período de 1970 a 1995, atingiu 8 kg. Entretanto, em alguns estados do Sul e Sudeste, ultrapassa 20 kg/ano.
Capítulo: Tecnologia de Carnes
Número da Pergunta: 474
Ano: 1998
-
O retorno do capital investido na atividade suinícola depende do mercado no qual o produtor está inserido, além de fatores como:
- Nível tecnológico.
- Preço praticado pelo mercado durante o período de venda dos suínos e de compra dos insumos.
A atividade suinícola, mesmo com elevados índices de produtividade, necessita de tempo superior a seis anos para recuperar o capital investido. Infelizmente, a suinocultura tem convivido com crises constantes e longas. A atividade, em determinados momentos, apresenta altos retornos econômicos e, em outros períodos, prejuízos, especialmente para produtores de baixa tecnologia.
Capítulo: Economia
Número da Pergunta: 488
Ano: 1998
-
Apontar causas para as crises da suinocultura não é tão simples, pois são inúmeros os fatores que contribuem para sua ocorrência. A seguir, são enumeradas as principais:
- Falta de organização dos produtores, que leva a desequilíbrios na oferta de animais, ao passo que os compradores, embora pouco numerosos, são bem organizados.
- Falta de crédito aos produtores a juros compatíveis com a rentabilidade da atividade.
- Falta de política agrícola adequada ao setor.
- Baixa capacidade de investimento dos produtores devida aos frequentes períodos de crise.
- Ausência de garantia de preços mínimos para suínos e falta de estoques reguladores.
- Dificuldade no uso de tecnologias que permitam elevar os índices de produtividade e a eficiência da atividade.
- Reduzida participação no mercado internacional para escoar excedentes.
Capítulo: Economia
Número da Pergunta: 481
Ano: 1998