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Exibindo 747 resultados encontrados
  • Suínos | Doenças | Outras | Rinite atrófica

    Rinite atrófica

    A rinite atrófica pode ser propagada facilmente. Os principais sintomas são espirros, manchas escuras ao redor dos olhos, desenvolvimento retardado, corrimentos e atrofias nasais. A melhor forma de evitá-la é vacinando os animais, cuidando também para que a baia não fique muito cheia e que ela esteja sempre higienizada.

  • Suínos | Doenças | Bacterianas | Brucelose

    Brucelose

    A doença causa prejuízos para a reprodução dos suínos por retorno ao cio. Muitas vezes, este é o único sinal da doença. Outros sinais são abortamento (geralmente com 35 dias de gestação) e, nos machos, a infertilidade, diminuição do apetite sexual e aumento dos testículos. A bactéria pode ser transmitida através do sêmen, o que contamina as fêmeas. Os suínos podem se infectar também ao ingerir alimentos, água e restos placentários contaminados com a bactéria.

  • Suínos | Doenças | Bacterianas | Colibacilose pós-desmame

    Colibacilose pós-desmame

    As principais características são diarreia aquosa aguda, levando rapidamente à desidratação acentuada e morte. Na forma mais leve, alguns suínos podem apresentar irritação do ânus e períneo devido ao pH alterado das fezes. Pode afetar leitões desde poucos dias após o desmame até próximo aos 90 dias de idade e, ocasionalmente, suínos mais velhos. Tem disseminação rápida no lote. O controle da colibacilose pós-desmame é feito com a correção de fatores de risco.

  • Suínos | Doenças | Bacterianas | Meningite estreptocócica

    Meningite estreptocócica

    Frequentemente observada em criações onde os suínos são mantidos com pouca ventilação ou com superlotação. Afeta leitões tanto na maternidade como na creche. Na primeira semana de vida os principais sintomas são tristeza, cerdas arrepiadas, tremores musculares e sensibilidade aumentada. Em desmamados, apresentam falta de apetite, tristeza, febre, falta de coordenação de movimentos, decúbito lateral, movimentos de pedalagem e convulsão.

  • Suínos | Doenças | Parasitárias | Sarna

    Sarna

    O suíno é sensível a dois tipos de sarna: sarcóptica e demodécica. Ambas provocam descamação por formarem galerias embaixo da pele e são causadas por um ectoparasita. Os animais tem intensa coceira (roçam o corpo contra as paredes). A sarna pode atingir animais de todas as idades e a transmissão ocorre pelo contato entre os suínos. Os animais ficam irrequietos, com perda de peso, retardo no crescimento e aumento de refugos.

  • Suínos | Doenças | Parasitárias | Toxoplasmose

    Toxoplasmose

    Ocorre em diversas espécies animais e, geralmente, é transmitida pelas fezes de gatos parasitados. Os suínos se infectam ao ingerir o cisto do toxoplasma. Em fêmeas prenhes, o parasita pode atravessar a placenta. Dependendo do estágio de gestação, ocorrem fetos mumificados e natimortos. Os suínos jovens podem apresentar febre, falta de apetite, dificuldade respiratória e tosse. Os que sobrevivem podem ficar cegos e terem sinais nervosos.

  • Suínos | Doenças | Virais | PSC

    Peste suína clássica

    Os sinais clínicos têm início com febre alta, mancha vermelha arroxeadas na pele, andar cambaleante, diarreia fétida, inapetência, prostração e morte num período de 7 a 15 dias. Apesar de o suinocultor ter acesso à prevenção através da vacinação, muitos não o fazem, contribuindo para o surgimento dos inúmeros focos observados durante vários anos.

  • Suínos | Doenças | Virais | Rotavirose

    Rotavirose suína

    O rotavírus é responsável por severas diarreias. Elas são, geralmente, de cor amarelada ou esverdeada e com presença de leite coagulado, principalmente, em leitões de 2 a 6 semanas de vida. Os leitões ainda podem apresentar vômitos e falta de apetite. O vírus se transmite, principalmente, através das fezes. Fêmeas adultas podem também ser portadoras, eliminando o vírus e contaminado a leitegada.

  • Fêmea suína MO25C

    Fêmea suína MO25C

    Desenvolvida para alta produtividade e melhoria na qualidade da carne. Direcionada para sistemas de produção que abastecem supermercados, churrascarias, restaurantes, mercados de produtos curados (presunto, copa, salame) e sistema que produzem carne para indústria. A principal característica é a maciez e cor avermelhada da carne e sua suculência (marmoreio), percebida principalmente nos produtos curados.

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    Publicado: 16/05/2024

  • Embarcador para suínos

    Neste vídeo, você tem explicação sobre outra instalação muito importante na granja: o embarcador de suínos.

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  • Suínos | Gestão ambiental | Dejetos | Benefícios

    Os dejetos de suínos, quando usados de maneira adequada, seguindo recomendações técnicas, podem trazer benefícios ao produtor rural e a sua propriedade. Por exemplo, seu uso na fertilização das lavouras em substituição à tradicional adubação mineral pode gerar ganhos econômicos ao produtor rural, sem comprometer a qualidade do solo e do meio ambiente.

    Para isso, é fundamental que o produtor tenha um plano técnico de manejo e adubação, que vai considerar a composição química dos dejetos, a área a ser utilizada, a fertilidade e o tipo de solo e as exigências da cultura a ser implantada, sem esquecer das boas práticas de manejo do dejeto nas estrumeiras ou lagoas de contenção.

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  • Bebedouros
  • Gestão ambiental
  • Alimentação
  • Listagem Perguntas e Respostas
  • Manejo do cachaço
  • Manejo das porcas em pré-cobrição, cobrição e gestação
  • Manejo da leitoa de reposição
  • Animais mortos
  • Produção
  • Captação
  • Aplicativo DiagSui

    DiagSui

    DiagSui

    O DiagSui é uma ferramenta desenvolvida pela Embrapa Suínos e Aves que traz orientações sobre o diagnóstico laboratorial das principais doenças dos suínos, incluindo informações sobre escolha dos animais para colheita das amostras, como fazer a colheita das amostras, o envio ao laboratório, os principais exames laboratoriais utilizados e a interpretação de resultados laboratoriais.

    Android

    Publicado: 31/01/2024

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    Publicado: 31/01/2024

  • Aplicativo EcoPiggy

    EcoPiggy

    EcoPiggy

    O EcoPiggy é um aplicativo de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) digital voltado à gestão ambiental da suinocultura, especialmente no uso de dejetos suínos como adubo. Ele amplia o acesso de produtores familiares a serviços de ATER, possibilitando atendimentos a distância ou complementares ao presencial.

    Android

    Publicado: 20/01/2026

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    Publicado: 29/01/2024

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  • Embrapateca

    Embrapateca

    Embrapateca

    A Embrapateca reúne conteúdos técnicos da Embrapa Suínos e Aves em um só lugar. Traz materiais atualizados com links úteis para produtores e técnicos acessarem fácil.

    Acesse todas as edições

    Publicado: 24/04/2026

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    Publicado: 18/04/2024

  • Granjas idôneas, livres de problemas sanitários e que trabalhem es­pecificamente com material genético de alta qualidade.

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 4

    Ano: 1998

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  • É possível a criação de suínos em todas as regiões do Brasil, desde que respeitada a faixa de conforto do animal por fase, isto é, adaptando-se as construções às condições de conforto térmico, evitando-se alterações climáticas desfavoráveis e alterando-se outras a fim de se obter o conforto desejado.

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 5

    Ano: 1998

    Encontrado na página: Início

  • A criação em prédio único é aconselhável para 60 matrizes em pro­dução, no máximo. Número maior de matrizes inviabiliza a produção em prédio único, por dificultar o manejo e ocupar área muito grande.

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 7

    Ano: 1998

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  • Para o cálculo do peso médio do leitão ao nascer (PLN), divide-se o peso total de todos os leitões ao nascer pelo número de leitões que foram pesados.


    PLN = soma do peso dos leitões nascidos vivos
    número total de leitões vivos pesados

    O número médio de leitões desmamados por leitegada parida (LDL) é calculado dividindo-se o número de leitões desmamados de um grupo de matrizes ou de um período de tempo pelo número de leitegadas paridas para produzir esses leitões.


    LDL = número de leitões desmamados
    número de leitegadas nascidas

    A porcentagem de leitões desmamados (% LD) expressa o número de leitões nascidos vivos e que foram desmamados, e a porcentagem de lei­tões mortos entre o parto e o desmame.


    %LD = número de leitões desmamados x 100
    número de leitões nascidos vivos

    O peso médio ao desmame (PMD) é obtido dividindo-se o peso dos leitões desmamados pelo número de leitões.


    PMD = peso total dos leitões desmamados
    número de leitões desmamados

    O ganho de peso médio diário (GPMD) é o ganho/dia de peso por suíno durante um período de tempo definido.


    GPMD = peso final total = peso inicial total
    número de suínos no final x número total de dias no período

    Para se calcular o número de partos por matriz/ano (PMA) e o número de leitões desmamados (LDMA) por matriz/ano, divide-se o número total de partos registrados pelo tamanho médio do plantel de matrizes.


    PMA = número total de partos/ano
    tamanho médio do plantel de matrizes

    LDMA = total de leitões desmamados/ano
    tamanho médio do plantel de matrizes

    Para o cálculo do número de suínos terminados por matriz/ano (TMA), divide-se o número de suínos produzidos pelo tamanho médio do plantel de matrizes.

    TMA = número de suínos terminados
    tamanho médio do plantel de matrizes

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 14

    Ano: 1998

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  • Dias não produtivos (DNP) são, de maneira genérica, os dias em que uma fêmea não está produzindo na granja. Tradicionalmente, são os dias em que as fêmeas não estão em gestação ou em lactação. Do ponto de vista econômico, são dias prejudiciais ao produtor, pois nesse período, os animais estão ingerindo ração, ocupando espaço produtivo na granja, utilizando mão de obra e produtos veterinários sem oferecer, em troca, nenhum retorno produtivo. Por isso, o controle rigoroso dos DNPs da granja é de fundamental importância para que o produtor maximize seus lucros.

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 15

    Ano: 1998

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  • Tanto a mudança do padrão demográfico do país, com cerca de 70% da população vivendo nas cidades, quanto a mudança de hábitos de consu­mo levaram os frigoríficos a abater suínos para atender essa nova demanda. O consumidor urbano prefere carne de suíno com pouca gordura, o que somente é possível com animais de alto padrão genético, com carcaças melhoradas e adequadamente alimentados.

    Normalmente, os suínos criados extensivamente não têm esse perfil: apresentam grande quantidade de gordura e seu potencial de produção é bem inferior ao dos animais criados em sistema intensivo.

    A criação extensiva é uma atividade de subsistência, restrita a peque­na parcela de consumidores, principalmente do interior e que moram próxi­mos dos locais de criação.

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 19

    Ano: 1998

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  • Conhecendo-se o número de partos por fêmea/ano e o número médio de dias de gestação e de lactação, pode-se calcular o número de DNP a partir da aplicação da seguinte fórmula:

    DNP = 365 - [Partos por fêmea por ano x (dias em Gestação + dias em Lactação)]

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 16

    Ano: 1998

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  • Os parâmetros que contribuem para os DNPs de um sistema de produção são os seguintes:

    • Dias em anestro pós-desmame (intervalo desmame/cobrição).
    • Repetição de cio pós-desmame. Em geral, o intervalo desmame/cio (IDC) representa em torno de quatro a sete dias nos DNPs. Fêmeas que repetem estro representam pelo menos 25 DNPs (4 (IDC+21 dias para o retorno ao cio).
    • Dias até o teste de prenhez negativo. O resultado negativo do teste de prenhez acumula, no mínimo 46 DNPs (4+21+21 dias), isto é, a fêmea repetiu o cio (+ 21 dias), foi coberta, e o teste de prenhez foi realizado após a cobertura (+ 21 dias).
    • Dias em que a fêmea permaneceu vazia após a cobrição; o teste de prenhez é feito através de um aparelho detector de prenhez à venda em lojas agropecuárias.
    • Dias de demora para o descarte da fêmea.
    • Dias do intervalo entre as cobrições.
    • Morte ou aborto das fêmeas gestantes.
    • Dias desde a entrada das leitoas no plantel até sua cobertura efetiva.
    • Dias em anestro das leitoas.

    Como regra geral, pode-se considerar que 1 DNP equivale a aproxi­madamente 0,04 leitão desmamado por fêmea/ano a 0,06 leitão desmamado por fêmea/ano, e 0,007 parto por fêmea/ano a 0,008 parto por fêmea/ano. Portanto, uma diminuição de 10 DNPs resultaria em aumento de 0,6 leitão desmamado por fêmea/ano a 0,7 leitão desmamado por fêmea/ano e de 0,07 parto por fêmea/ano a 0,08 parto por fêmea/ano.

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 17

    Ano: 1998

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  • O sistema confinado de produção de suínos pode ser assim classi­ficado:

    • Sistema confinado de alta tecnologia e eficiência: de caráter empresarial; mantém os animais confinados em instalações espe­cializadas, que asseguram o controle ambiental adequado; possui animais de alto potencial genético, realizando intensa reposição de reprodutores; adota esquema de profilaxia específico no controle das principais doenças de impacto econômico e utiliza esquemas nutricionais otimizados nas diferentes fases de vida do animal. Este sistema visa à mais alta produtividade possível por meio, inclusive, da incorporação imediata das tecnologias geradas pela pesquisa, promotoras da melhoria da produtividade. Sua implantação, porém, implica em custos elevados.
    • Sistema confinado tradicional de baixo custo e de baixa tecnologia: nem sempre a suinocultura é a atividade principal; em função da situação de mercado, o plantel é ou não reduzido; o rebanho é mantido em instalações mais simples e de custo relativamente baixo; a reposição das fêmeas é realizada, às vezes, com animais próprios, ao passo que os machos são adquiridos de granjas que se dedicam ao melhoramento genético. As modernas técnicas de manejo e nutrição são parcialmente aceitas e adotadas.

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 21

    Ano: 1998

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  • Fig_pag27.jpg

    Caracteriza-se por manter os animais em piquetes nas fases de reprodução, maternidade e creche, cercados com fios e/ou telas de ara­me eletrificados (através de eletrificadores de corrente alternada). As fases de crescimento e terminação (25 kg a 100 kg de peso vivo) ocorrem em confinamento.

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 22

    Ano: 1998

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  • É o mesmo que o Sistema Intensivo de Suínos Criados ao Ar Livre – Siscal.

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 23

    Ano: 1998

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  • O Siscal não deve ser instalado em terrenos com declividade superior a 15%, dando-se preferência para solos com boa capacidade de drenagem. Ao instalar o Siscal, deve-se prever práticas de manejo do solo, tais como o controle das águas pluviais superficiais a fim de impedir que a enxurrada de fora entre no sistema, de modo a prevenir possíveis danos provocados pela erosão.

    Antes da introdução de animais no Siscal devem-se implantar forra­geiras de alta resistência ao pisoteio.

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 25

    Ano: 1998

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  • As cabanas servem tanto de abrigo quanto de local para o parto.

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 27

    Ano: 1998

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  • Existem diferentes tipos de cabanas (tipo galpão, chalé ou iglu), sendo a do tipo iglu a mais utilizada. A Embrapa Suínos e Aves desenvolveu, para esse fim, uma cabana tipo galpão, leve, fácil de movimentar e com boa área interna. Para a cabana de maternidade, inclusive, acrescentou-se um sistema de proteção contra o esmagamento de leitões.

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 28

    Ano: 1998

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  • A cabana tipo galpão, desenvolvi­da pela Embrapa Suínos e Aves, é feita com chapas de zinco galvanizadas, ferro cantoneira, canos galvanizados e fer­ro de construção.

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 29

    Ano: 1998

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  • No esquema seguinte, apresentam-se as dimensões da cabana coletiva de gestação, para até seis fêmeas, usada no Siscal, na Embrapa Suínos e Aves.

    Fig_pag29b.jpg

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 31

    Ano: 1998

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  • As cabanas de creche têm as mesmas especificações das cabanas de gestação e abrigam duas leitegadas, ou aproximadamente 20 leitões.

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 32

    Ano: 1998

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  • Não. O ganho de peso dos animais em sistema ao ar livre é igual ao de outros sistemas, desde que as condições sejam adequadas a seu desen­volvimento e que se lhes forneçam rações balanceadas de acordo com suas exigências nutricionais.

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 35

    Ano: 1998

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  • Sim. Nesse sistema, os animais podem in­gerir uma certa quantidade de forragem, cuja fun­ção, entretanto, não é servir de alimento, pois não possui todos os nutrientes exigidos pelo animal, e sim preservar o solo. A alimentação, nesse siste­ma, é idêntica à que é fornecida no sistema de confinamento.

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 36

    Ano: 1998

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  • Sim. Algumas plantas são tóxicas aos suínos. As principais são:

    • Baccharis coridifolia – Mio-mio, vassourinha, alecrim.
    • Pteridium aquilunum – Samambaia-comum, samambaia-das-taperas, feio, pluma-grande, samambaia-açu.
    • Semma occidentalis – Fedegoso, cafezinho-do-mato, cafezinho-do-diabo.
    • Melia azedarach – Cinamomo.

    Antes da implantação desse sistema, recomenda-se verificar a pre­sença dessas plantas tóxicas, na área, a fim de evitar problemas futuros.

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 37

    Ano: 1998

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  • Nesse sistema, existem algumas características próprias de manejo, essenciais para seu bom desempenho.

    Manejo da cama

    A cama (palha seca, maravalha, serragem, etc.) deve ter uns 10 cm de espessura para assegurar um ambiente agradável aos leitões e à matriz. No período frio, essa espessura deve ser aumentada. A cama deve ser prepara­da na cabana três dias antes do parto, a fim de induzir a fêmea a escolher a cabana como local de parto e aí construir seu ninho. Deve-se repor a cama quando estiver úmida ou quando se troca a cabana de lugar, e deve ser refeita quando a camada for muito fina, para se atingir os 10 cm de espessura.

    Manejo dos leitões

    As práticas de uniformização do tamanho e do peso das leitegadas, de identificação dos leitões (mossagem), do corte ou esmagamento da cau­da, do corte dos dentes e da aplicação de anti-helmíntico são feitas, normal­mente, no dia do parto ou no segundo dia após o parto.

    Em geral, no Siscal, não tem sido adotada a prevenção da anemia ferropriva (anemia provocada por deficiência de ferro) dos leitões lactentes. Em experimento realizado na Embrapa Suínos e Aves, em que os leitões tiveram acesso a terra com altos níveis de ferro oxidado, verificou-se que não há necessidade de aplicar um antianêmico no terceiro dia de vida dos leitões. A castração pode ser realizada entre o 5° e o 15° dia de vida do leitão.

    Manejo das fêmeas

    Durante a gestação, as fêmeas são mantidas em piquetes coletivos com capacidade de alojamento para seis a oito fêmeas. De cinco a dez dias antes do parto, são transferidas para os piquetes de maternidade, para que se adaptem às cabanas e construam seus ninhos.

    Todo deslocamento de animais deve ser o mais tranquilo possível, uti­lizando-se tábuas de manejo, nas horas mais frescas do dia.

    Recria

    Após o desmame, os leitões são transferidos para um piquete de recria ou creche, onde recebem ração inicial até os 60 ou 70 dias (25 kg a 30 kg), quando então passam para as fases de crescimento e terminação, em confinamento.

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 40

    Ano: 1998

    Encontrado na página: Início

  • Em geral, o desmame é feito entre os 25 e 35 dias de idade. Para a separação dos leitões, conduz-se a matriz com sua respectiva leitegada para um brete, de onde a fêmea passa para o piquete de gestação e os leitões para o piquete de creche.

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 41

    Ano: 1998

    Encontrado na página: Início

  • Ainda não foram desenvolvidas raças de suínos específicas para o Siscal. Como esse sistema visa o máximo de produtividade sem agredir o meio ambiente e com menos investimentos em construções, é necessário utilizar animais de alto padrão genético. Para tanto, deve-se usar machos que contribuam para incorporar aos animais destinados ao abate bom de­sempenho produtivo, isto é, alto ganho de peso diário, baixa conversão alimentar e boas características de carcaça, ou seja, baixa quantidade de gordura e alto rendimento de carne. As fêmeas devem possuir, além das características do macho, a capacidade de gerar grande quantidade de leitões.

    Nos sistemas existentes na região Sul, observa-se o uso de machos da raça Duroc ou sintéticos (híbridos), cruzando com fêmeas mestiças F-1, isto é, filhas de macho Large White com fêmea Landrace.

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 45

    Ano: 1998

    Encontrado na página: Início

  • Durante a gestação, recomenda-se formar lotes de oito matrizes, no máximo, dividir a área que elas ocupam em seis subpiquetes, mantendo os 800 m2 por matriz, e usar os subpiquetes no sistema de rodízio. Durante a lactação, a área utilizada por matriz (800 m2) deve ser dividida em duas de 400 m2 usadas alternadamente. Para os leitões após o desmame, sugere-se área de 70 m2 por leitão. A área necessária para um determinado grupo deve ser dividida em dois piquetes tendo em vista a sua utilização em siste­ma rotativo.

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 48

    Ano: 1998

    Encontrado na página: Início

  • Sim. Recomenda-se a rotação da área total utilizada pelo sistema a cada período de dois a três anos, no intuito de reduzir a degradação do solo, problemas sanitários e o aproveitamento do solo adubado para o cultivo de culturas anuais.

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 49

    Ano: 1998

    Encontrado na página: Início

  • Fig_pag37a.jpg

    A água é armazenada numa caixa d’água instalada no ponto mais alto do terreno, de onde é levada até os bebedouros. A canalização deve ser enterrada a uma profundidade de mais ou menos 35 cm, a fim de evitar o aquecimento da água nos dias mais quentes.

    Deve-se evitar que a água escorra para o interior dos piquetes, impe­dindo a formação de lamaçal, o que pode ser feito com o uso de uma chapa coletora de água sob os bebedouros e a colocação dos mesmos na parte mais baixa dos piquetes.

    Os bebedouros podem ser do tipo vasos comunicantes com boia, que devem ser limpos no mínimo duas vezes por semana e protegidos da ação do sol.

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 51

    Ano: 1998

    Encontrado na página: Início

  • Fig_pag37b.jpg

    Sim. O meio mais eficaz para isto é a utilização do destrompe. Proce­de-se da seguinte maneira: pega-se um pedaço de fio de cobre rígido (4,0 mm) de 15 cm de comprimento e faz-se, numa das extremidades, uma ponta em forma de agulha e, na outra, uma argola soldada. Esse fio é introduzido no focinho do animal entre o tecido fibroso subcutâneo e a cartilagem do septo nasal. Em seguida, faz-se com esse fio uma argola móvel de 3 cm a 5 cm de diâ­metro. Assim, quando o suíno fuça o solo, a argola força e machuca o septo nasal (nariz), impedindo que o animal continue fuçando.

    Capítulo: Sistema de Produção

    Número da Pergunta: 52

    Ano: 1998

    Encontrado na página: Início

  • O uso do SMC de produção na maternidade implica na ocorrência ininterrupta de partos e na presença simultânea de matrizes com leitões recém-nascidos e com leitões mais velhos. A partir do momento em que a concentração de agentes patogênicos ultrapassar o limiar de infecção, po­derão ocorrer patologias como diarreias, pneumonias ou artrites e a taxa de mortalidade e de refugos tende a aumentar progressivamente.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 54

    Ano: 1998

    Encontrado na página: Início

  • O produtor que adota o sistema de produção de ciclo completo, isto é, todas a fases da criação presentes na propriedade, deve atingir os seguintes índices de produtividade:

    Parâmetro Índices
    Número de partos por porca/ano > 2,3
    Leitões nascidos vivos por parto > 10,5
    Taxa de leitões natimortos < 6,0%
    Taxa de mortalidade do nascimento ao desmame <10,0%
    Número de leitões desmamados por parto > 9,5
    Número de leitões desmamados por matriz/ano > 21,8
    Taxa de abortos < 1,0%
    Taxa de repetições de cio < 10%
    Taxa de partos > 90,0%
    Consumo de ração por matriz 1.080 kg/ano ou 90 kg/mês
    Número de suínos terminados por parto > 9,0
    Animais entregues ao abate por matriz alojada incluindo leitoa coberta 170% por mês
    Taxa de mortalidade na creche < 3,0%
    Taxa de mortalidade na terminação < 1,5%
    Número de animais terminados por matriz/ano > 20,8

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 57

    Ano: 1998

    Encontrado na página: Início

  • O sistema all in all out (todos dentro todos fora) consiste na formação de um grupo de animais da mesma idade, manejado em períodos regulares de uma instalação para outra, de modo a permitir a limpeza e o vazio sani­tário da instalação desocupada, antes de sua reocupação.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 55

    Ano: 1998

    Encontrado na página: Início

  • Divide-se o plantel de fêmeas em seis lotes, fazendo-se a cobertura de cada grupo no menor intervalo possível dentro do mês correspondente (ver tabela). Isto permitirá que as parições se concentrem em torno de al­guns dias, no mês de parição e, consequentemente, também o desmame de cada grupo num dia ou em dias próximos de cada mês possibilitando, assim, a venda dos produtos de cada grupo uma vez por mês ou lenta­mente ao longo do mês.

    Na tabela a seguir é apresentado o esquema de organização mensal num rebanho com 36 fêmeas dividido em seis grupos. Desmame com 28 a 35 dias. (Des/Cob = Desmame/Cobertura).

    Mês Grupos
    A B C D E F
    Janeiro Cobertura
    Fevereiro Cobertura
    Março Cobertura
    Abril Cobertura
    Maio Parição Cobertura
    Junho Des/Cob Parição Cobertura
    Julho Des/Cob Parição
    Agosto Des/Cob Parição
    Setembro Des/Cob Parição
    Outubro Parição Des/Cob Parição
    Novembro Parição Des/Cob
    Dezembro Des/Cob Parição
    aneiro Des/Cob Parição
    Fevereiro Des/Cob Parição
    Março Parição Parição
    Abril Parição Des/Cob
    Maio Parição Des/Cob
    Junho Parição

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 58

    Ano: 1998

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  • Aleitamento – Fase que vai do nascimento ao desmame (21, 28 ou 35 dias).

    Recria ou creche – Fase que vai do desmame aos 70 dias.

    Crescimento e terminação – Fase que vai da creche até mais ou menos 150 dias.

    Reprodução – Esta fase inclui a pré-gestação, cobrição, gestação e lactação.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 60

    Ano: 1998

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  • Existe grande variabilidade em termos de ganho de peso dos suínos em função do grau de tecnologia usada. A tabela a seguir apresenta os pesos de suínos (lotes mistos) em diversas idades, representando três níveis tecnológicos usados na produção de suínos para abate.

    Peso do suíno (kg) em função da idade e do nível tecnológico adotado na granja.

    Idade (dias) Nível tecnológico
    Ruim Regular Bom
    Nascimento <1,20 1,35 1,45
    21 5,00 6,20 7,50
    28 6,00 7,80 9,50
    35 8,50 10,00 12,00
    42 10,40 12,80 15,00
    49 12,50 15,00 18,00
    63 19,00 21,00 26,00
    105 41,00 50,00 65,00
    140 70,00 83,00 100,00
    161 87,00 100,00 -
    175 100,00 - -

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 61

    Ano: 1998

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  • É um conjunto de medidas sanitárias e de higiene cuja finalidade é proporcionar ao animal condições ótimas de saúde, que lhe permitam de­senvolver a maior produtividade de que é potencialmente capaz.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 62

    Ano: 1998

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  • Como as granjas de suínos diferem entre si, principalmente quanto ao ambiente proporcionado aos animais, não é possível especificar a forma de fazer a limpeza e desinfecção.

    Nessas condições, é mais seguro o técnico responsável pela granja elaborar um programa de limpeza e desinfecção que se adeque à granja. Esse programa deve incluir as atividades diárias adotadas em cada fase de criação.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 64

    Ano: 1998

    Encontrado na página: Início

  • Não. Deve-se, também, evitar o uso excessivo de água a fim de dimi­nuir o volume dos dejetos a serem armazenados.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 66

    Ano: 1998

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  • Pá, vassoura, escova, regador e lava-jato.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 67

    Ano: 1998

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  • É o período em que a instalação permanece vazia após a limpeza e a desinfecção. Esse período permite a eliminação de microrganismos não destruídos pela desinfecção. O vazio sanitário permite, também, a secagem da instalação. Para a secagem completa, são necessários de quatro a oito dias. O período de vazio sanitário só tem validade se a instalação permane­cer completamente vedada à passagem de qualquer pessoa ou animal.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 63

    Ano: 1998

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  • O quadro a seguir mostra as principais etapas de um programa de limpeza e desinfecção:

    Etapa Atividade
    Limpeza seca

    Iniciar, no máximo, três horas após a saída dos animais

    Retirar da instalação os equipamentos desmontáveis (ex.: comedouros, lâmpadas suplementares de calor)

    As sobras de ração dos comedouros podem ser fornecidas para animais na terminação

    Remover a maravalha e o esterco solto ou incrustado no piso

    Remover a sujeira das partes superiores das paredes e do teto

    Limpar as caixas de pedilúvio

    Limpeza úmida

    Molhar superfícies com 1 litro a 1,5 litro por m2 de uma solução de detergente

    Deixar impregnar por um período de, no mínimo, três horas

    Molhar novamente com 0,3 litro de água/m2 e depois limpar com água, vassoura ou escova até que a estrutura da superfície esteja visível; de preferência usar água a uma temperatura de 40 °C

    Retirar a água estagnada sobre o piso, nos comedouros e/ou nos bebedouros

    Deixar secar durante a noite

    Lavar os equipamentos retirados da instalação e deixá-los secar

    Desinfecção

    Preparar a solução de desinfetante, considerando uma aplicação de 0,4 litro da solução por m2

    Aplicar a solução sobre divisórias, piso, comedouros e implementos, de preferência a uma temperatura de 40 °C

    Doze horas após a aplicação do desinfetante, montar os equipamentos desmontados

    Em alguns casos, recomenda-se fazer nova desinfecção quatro a cinco horas após a primeira

    Fumigação

    Calcular a área da sala, utilizar 10 g de permanganato de potássio e 20 mL de formol por m3

    Fechar as janelas, colocar os balde(s) em lugar(es) estratégicos, derramar o formol sobre o permanganato de potássio

    Abandonar rapidamente a sala e fechar a porta

    Manter a sala fechada por 24 a 48 horas

    Melhor efeito obtém-se molhando paredes, pisos e equipamento antes da fumigação

    Vazio sanitário

    Instalação permanece vazia por um período de quatro a oito dias

    Desinfecção

    Segunda desinfecção: duas horas antes de introduzir os animais

    Preparar a solução de desinfetante, considerando uma aplicação de 0,4 litro/m2

    Realizar a desinfecção

    Não utilizar soda cáustica nem desinfetantes ou concentrações irritantes para animais

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 69

    Ano: 1998

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  • Quem trabalha na criação de suínos deve preocupar-se princi­palmente com as doenças que atacam os animais, como a brucelose, leptospirose e a tuberculose. Por isso, é importante que as matrizes e os cachaços sejam livres dessas doenças. Deve-se monitorar essas doenças solicitando a um veterinário fazer exames sorológicos para brucelose e leptospirose e para a tuberculinização nos reprodutores machos e fêmeas. Entretanto, mesmo que o rebanho esteja totalmente isento dessas doenças, é sempre importante fazer uso de luvas de plástico para auxiliar o parto das fêmeas. Para as outras práticas de manejo, como castração e vaci­nações, recomenda-se lavar e desinfetar as mãos, com solução iodada, antes e após sua realiza­ção. Nas atividades diárias de limpeza das instalações, deve-se usar sem­pre botas e macacão.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 70

    Ano: 1998

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  • Os leitões devem ser limpos e secos à medida em que vão nascendo. Os líquidos fetais, bem como os restos de membranas que envolvem o recém-nascido, devem ser removidos com toalhas de papel ou panos limpos, dando preferência à toalha de papel, por ser mais higiênica. Em primeiro lugar, limpa-se a cabeça do recém-nascido, removendo os líquidos fetais existentes ao redor da cavidade bucal e das narinas, para evitar a obstrução das vias respiratórias. A seguir, limpa-se o restante do corpo do leitão, massageando o dorso e a região pulmonar, para ativar a circulação e esti­mular a respiração. Quanto mais tempo o leitão permanecer úmido, maior a quantidade de calor perdido.

    Alguns leitões podem nascer parcial ou totalmente envoltos pelas membranas fetais e podem morrer sufocados se não forem removidas ime­diatamente. Após sua remoção, recomenda-se fazer uma massagem enér­gica no leitão, para reanimá-lo.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 72

    Ano: 1998

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  • Fig_pag47.jpg

    Logo após o nascimento, recomenda-se fazer a ligadura e o corte do cordão umbilical de 3 a 4 cm de sua inserção e, em seguida, a desinfecção. Para a ligadura, usa-se um cordão previamente desinfetado ou embebido em desinfetante. Para o corte, usa-se tesoura cirúrgica desinfetada. Para a desinfecção do umbigo, usa-se um frasco de boca larga com tintura de iodo (5% a 7%) ou iodo glicerinado. Mergulha-se o umbigo na solução pressionan­do o frasco contra o abdômen do leitão e fazendo um movimento de 180 graus para que o desinfetante atinja a base do umbigo. O umbigo deve permane­cer em contato com o desinfetante por três a cinco segundos. O corte e a desinfecção do umbigo só têm validade se forem realizados nos primeiros minutos após o parto. Essa validade, aliás, está condicionada à adoção de esquema adequado de limpeza e desinfecção das instalações.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 73

    Ano: 1998

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  • Quanto maior o peso ao nascer, maior será o ganho diário do leitão na fase de aleitamento. A mortalidade também é reduzida em recém-nascidos de peso elevado. Por isso, o ideal seria que todos os leitões tivessem, ao nascer, pelo menos 1,2 kg.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 74

    Ano: 1998

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  • A maior dificuldade para a adequada nutrição do leitão durante a lactação reside no desconhecimento da quantidade de leite que a matriz produz. Para cobrir as exigências nutricionais de uma leitegada com dez leitões, a matriz deve produzir 6,5 litros de leite/dia ao final da primeira semana e 11 litros de leite/dia no final da terceira semana de lactação. Na prática, porém, isto não ocorre. Por esse motivo, deve-se fornecer ração pré-inicial peletizada para os leitões, a partir do sétimo dia de vida. No início, as quantidades fornecidas devem ser pequenas e substituídas quan­do houver sobras, a fim de não ocorrer alteração no sabor e na composição da ração. Assim, os leitões dispõem de alimento na medida de suas necessi­dades de modo a poderem expressar todo seu potencial de ganho de peso.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 75

    Ano: 1998

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  • Fig_pag48.jpg

    Sim, principalmente quando a cela é mal construída. A área disponí­vel para a matriz e os leitões deve ser de 4 m2, no mínimo, e a altura da pri­meira barra da cela parideira de 28 cm do piso, no mínimo.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 77

    Ano: 1998

    Encontrado na página: Início

  • A transferência deve ser realizada, o mais tardar, nos primeiros três dias após o parto da matriz adotiva, uma vez que as glândulas mamárias excedentes e não utilizadas tendem a involuir (secar). É impossível prever se uma matriz vai ou não aceitar os animais transferidos. Se a matriz que adota sentir odor diferente no leitão recém-chegado, ela pode simplesmen­te rejeitá-lo ou mesmo matá-lo.

    Geralmente, quando a transferência é feita logo após o parto e a pla­centa da fêmea adotiva ainda estiver disponível, recomenda-se esfregá-la nos leitões a serem transferidos para que tenham o mesmo cheiro dos seus leitões. Quando isso não é possível, deve-se reunir os leitões da matriz ado­tiva com aqueles que se pretende transferir, num cesto, durante dez a 25 minutos, e pulverizá-los com uma solução fraca de creolina ou outro produ­to para dificultar seu reconhecimento, pela matriz, através do cheiro. Outra possibilidade é manter o grupo de leitões separados da mãe adotiva durante duas a três horas para que seu úbere atinja um grau de enchimento tal que a matriz sinta necessidade de amamentá-los devido à pressão existente nas glândulas mamárias. Nesse caso, também, é aconselhável dificultar o reco­nhecimento do leitão estranho, através de produtos.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 79

    Ano: 1998

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  • Como substituto do leite da matriz, pode-se utilizar leite de vaca, de ovelha ou de cabra, conforme a tabela a seguir.

    Componentes
    e volume
    Tipo de leite
    Vaca Cabra Ovelha
    Volume 1/4 litro 1/4 litro 1/4 litro
    Nata 1 colher das de sopa - -
    Ácido cítrico(1) 0,1 g - 0,2 g 0,1 g - 0,2 g 0,1 g - 0,2 g
    Tetraciclina 50 mg 50 mg 50 mg

    (1) O ácido cítrico pode ser substituído por suco de limão, na dosagem de uma colher das de chá até uma das de sopa.


    A nata é adicionada ao leite de vaca devido a seu baixo percentual de gordura em comparação ao leite da matriz, o que não ocorre com o leite de cabra e de ovelha. O antibiótico é adicionado como profilático contra infecções e para proporcionar melhor desenvolvimento aos leitões.

    Outra possibilidade é preparar o substituto do leite da matriz, adi­cionando ao leite de vaca 50 mL de nata, uma clara de ovo, suco de limão e 15 mg de tetraciclina por litro de leite.

    Atualmente, é possível encontrar no mercado alguns produtos prontos para substituir o leite da matriz ou para suplementar a alimentação de leitões mais fracos, bem como produtos à base de leite para serem reconsti­tuídos (adicionando água).

    A dosagem do substituto do leite depende da idade do leitão e varia de 20 mL (duas colheres das de sopa) a 50 mL, numa frequência de 20 a 22 vezes ao dia para leitões recém-nascidos. A dosagem pode ser aumen­tada com a idade dos animais. Após uma semana, aumenta-se o intervalo de fornecimento do substituto do leite e coloca-se à disposição dos leitões uma ração inicial. Dependendo do desenvolvimento dos leitões e do consumo de ração inicial, pode-se substituir o alimento artificial pela ração quando os leitões atingirem a idade de três semanas.

    É importante que, por ocasião da amamentação, o substituto do leite da matriz esteja a uma temperatura entre 37 °C e 40 °C.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 82

    Ano: 1998

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  • Os leitões devem ter água limpa e de boa qualidade à disposição a partir do primeiro dia de vida.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 83

    Ano: 1998

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    • Lotes uniformes em idade e peso, evitando superlotação.
    • Número adequado de bebedouros (1:10) e comedouros (uma boca: quatro animais).
    • Fornecimento à vontade de ração e água, ambas de boa qualidade.
    • Adoção de rotina de limpeza.
    • Manutenção de programa de vacinação.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 86

    Ano: 1998

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  • Deve-se utilizar a lotação máxima de três leitões/m2 nas baias suspensas e de 2,5 leitões/m2 nas baias no chão.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 85

    Ano: 1998

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  • A alimentação à vontade proporciona um ganho de peso diário (do nascimento ao abate) superior a 50 g/dia a 60 g/dia ao ganho proporcionado pela alimentação restrita. Esse ganho pode desaparecer se a conversão alimen­tar for reduzida em cerca de 0,15 unidade, mantendo as demais condições constantes. Se a restrição alimentar não conseguir melhora superior a 0,15 unidade na conversão alimentar, é possível que haja perdas com o uso desse sistema de alimentação se o suíno para abate for vendido por quilograma de peso vivo.

    Há de se considerar, porém, que os animais com restrição alimentar, apesar de retardarem o momento de abate, melhoram a carcaça, deposi­tando menos gordura. Assim, a diminuição do ganho na terminação precisa levar em conta os preços do alimento, do suíno vivo e do prêmio em preço por melhor carcaça.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 88

    Ano: 1998

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  • Sob o aspecto de rendimento de carne da carcaça, quando os animais na terminação recebem a mesma ração, as leitoas devem ser abatidas com até 110 kg e os castrados com até 100 kg. Dependendo do ambiente e da genética, as leitoas com 90 kg de peso podem possuir ao redor de 54% a 55% de carne magra na carcaça. Até 100 kg, essa percen­tagem é reduzida lentamente em 1%. Castrados com 80 kg possuem entre 53% e 54% de carne magra na carcaça e a partir daí essa percentagem decresce linearmente. Cada semana a mais na terminação custa ao redor de 1% de carne magra na carcaça. Separando os machos das fêmeas e adotando peso de abate diferenciado, o produtor consegue aumentar em média em 1% a proporção de carne magra na carcaça. Automaticamente a conversão alimentar me­lhora e os custos diminuem.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 89

    Ano: 1998

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  • Machos castrados ingerem mais alimentos e mais rapidamente do que leitoas e depositam mais gordura com menor idade, resultando em carca­ças com menos carne.

    Somente a separação, sem estratégia de peso de abate diferenciado e com a mesma quantidade de ração, proporciona carcaças mais magras porque as fêmeas não sofrerão a competição dos castrados pela ração. A instalação em lotes separados possibilita a venda de todos os lotes mais cedo.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 90

    Ano: 1998

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  • A limpeza das baias com pá e vassoura para a retirada dos dejetos e detritos deverá ser feita diariamente.

    As baias devem ser sempre limpas e lavadas no mesmo dia da deso­cupação. Após a secagem, devem ser desinfetadas e permanecerem vazias por cinco dias, no mínimo, antes da entrada dos novos lotes.

    O tipo e o modo de utilização dos desinfetantes são definidos pelo veterinário.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 92

    Ano: 1998

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  • Se os animais de reposição vêm de outra granja, devem passar por um período de quarentena.

    As leitoas de reposição devem ser alojadas no prédio de gestação com idade média de aproximadamente 155 dias, em baias coletivas próxi­mas aos machos e até duas semanas antes da cobrição deverão receber ração de crescimento à vontade, sendo alimentadas duas vezes ao dia.

    Os machos de reposição devem ser alojados no prédio de gestação com idade média de aproximadamente 165 dias em baias individuais, onde permanecerão até o fim de sua vida útil. Os machos só deverão ser utiliza­dos em montas após feita uma avaliação do sêmen que comprove sua qua­lidade. Devem receber 2 kg de ração de gestação por dia, sendo um de manhã e outro à tarde.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 93

    Ano: 1998

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  • Seguir rigorosamente as orientações de manejo da fêmea desde a cobertura até o final da gestação.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 101

    Ano: 1998

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  • Retirar as fezes e a parte úmida da cama dos leitões. A lavagem da cela com água e sua posterior desinfecção são recomendadas, principal­mente em casos de diarreia dos leitões. A solução desinfetante deve ser de baixa toxicidade e não irritante, e aplicada com pulverizador. Depois que o ambiente estiver seco, coloca-se a cama nova antes de soltar os leitões que devem estar em caixa com fonte de calor ou no escamoteador, para não serem molhados.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 103

    Ano: 1998

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  • Varia de rebanho para rebanho e de raça para raça, mas a duração média pode ser considerada de 114 dias (três meses, três semanas e três dias).

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 94

    Ano: 1998

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  • Fig_pag54.jpg

    As fêmeas em gestação devem ser mantidas em ambiente calmo, tranquilo e con­fortável e devem receber água e ração de boa qualidade.

    Além das quantidades de ração recomendadas, o criador pode forne­cer algum tipo de pasto ou forragem para as fêmeas.

    Observar diariamente, com o auxílio do macho, se as fêmeas retornaram ao cio. A temperatura deve ser controlada a fim de proporcionar uma faixa adequada, nessa fase, que vai de 16 °C a 20 °C.

    Diariamente, há necessidade de limpar as instalações de gestação com pá e vassoura e, uma vez por semana, limpar com água.

    As vacinas a serem aplicadas dependem do programa de vacinação da granja.

    O controle de endo e ectoparasitos deve ser realizado periodicamen­te e, em casos de granjas com problemas, antes de as fêmeas serem transferidas para a maternidade.

    Sete a dez dias antes da data prevista para o parto, as fêmeas devem ser transferidas para a maternidade, depois de terem sido lavadas.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 97

    Ano: 1998

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  • A alimentação na gestação não deve ser maximizada e sim controla­da e de acordo com o estado corporal das matrizes.

    A alimentação durante a gestação tem função estratégica. Além de influenciar o desenrolar do parto, o tamanho e o peso da leitegada, afeta também a produtividade no período de lactação. Matrizes nutridas com pouca energia ou deficiência de nutrientes essenciais durante a gestação, produ­zem leitegadas com peso desuniforme e com maior proporção de leitões fracos. As desvantagens do fornecimento excessivo de energia nessa fase são morte embrionária, dificuldade no parto e redução de apetite e da ingestão de ração. Isso vai se refletir na perda de peso na lactação, na incapacidade fisiológica para altas produções de leite e no retardamento do cio pós-desmame.

    Matrizes superalimentadas durante a gestação perdem mais peso durante a lactação subsequente quando comparadas com matrizes alimen­tadas de forma restrita, com o objetivo de apenas ganhar peso moderado durante a gestação.

    Como regra geral, o estado corporal das matrizes, após a cobrição, deve ser o parâmetro para decidir qual a quantidade de ração a ser fornecida. As matrizes em bom estado devem receber 2,0 kg/dia, matrizes finas de­vem receber 2,5 kg/dia, matrizes magras 2,7 kg/dia e matrizes gordas de­vem receber somente 1,8 kg/dia.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 98

    Ano: 1998

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  • O tratamento hormonal no parto pode ser usado para:

    • Induzir e sincronizar o parto.
    • Corrigir a insuficiência de contrações uterinas durante o parto.

    A indução e a sincronização do parto são utilizadas com o objetivo de facilitar o trabalho nas grandes criações suinícolas, concentrando a ocor­rência das parições no horário normal de trabalho. Essa prática permite melhorar a assistência ao parto, reduzindo a perda de leitões nas primeiras horas de vida. Além disso, permite equalizar o tamanho das leitegadas, fa­cilitar a desinfecção e o vazio sanitário da maternidade, sincronizando os desmames.

    O intervalo médio entre a injeção do hormônio (prostaglandina) e o início da parição varia de 24 a 28 horas, mas somente 50% a 60% das matri­zes parem durante as oito a dez horas diárias de trabalho, e cerca de 20% das matrizes podem iniciar o parto antes de serem transcorridas 22 horas após a injeção. Portanto, se o objetivo da indução de parto é permitir aos funcionários a supervisão dos nascimentos para melhorar a sobrevivência, muitas matrizes vão escapar a essa supervisão.

    Para realizar esse tratamento, deve-se levar em conta a duração média da gestação no rebanho (por exemplo, 115 dias); conhecido esse período, dois dias antes da data prevista para o parto (dia 113) faz-se o tratamento, que consiste na aplicação de 1 mL de cloprostenol, (fármaco análogo à prostaglandina), intramuscular (IM), no início da manhã (7h30) do 113° dia de gestação. Tem sido recomendada, igualmente, a aplicação do hormônio ocitocina, (10 Ul), IM, entre 20 e 24 horas após a injeção de prostaglandina a fim de aumentar a proporção de matrizes parindo no inter­valo de 20 horas a 28 horas após a injeção de prostaglandina.

    Com relação à insuficiência de contrações uterinas, deve-se conside­rar que, na espécie suína, o parto geralmente ocorre sem maiores compli­cações. Em parto demorado, em que não se diagnosticou nenhum obstáculo à expulsão dos leitões bem como em fêmeas que apresentem baixa intensi­dade de contrações uterinas, com intervalo muito longo de nascimento en­tre leitões (40 a 60 minutos), recomenda-se a aplicação de ocitocina, IM, na dose de 10 Ul. Em dias quentes ou quando a matriz estiver muito cansada, deve-se dar um banho no animal de dez a quinze minutos antes de aplicar a ocitocina. Minutos após a aplicação, colocam-se os leitões nascidos para mamar. A ocitocina não deve ser aplicada antes do toque vaginal e do nas­cimento do primeiro leitão, pois pode estar ocorrendo, por exemplo, estreitamento da via fetal óssea ou mole (observado com mais frequência em fêmeas de primeira cria), contra o qual o medicamento não tem efeito, podendo ser prejudicial.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 100

    Ano: 1998

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  • Média de dez desmamados por parto ou um total de 21 desmamados por matriz/ano para cada fêmea mantida no rebanho. O ideal é procurar obter 22 desmamados e 21 terminados por matriz/ano.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 121

    Ano: 1998

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  • O uso de gonadotrofinas, hormônios que agem sobre os ovários, em leitoas com 160 dias de idade, estimula o aparecimento do cio entre quatro e cinco dias depois da injeção. O uso desses hormônios é feito, exclusiva­mente, sob prescrição veterinária.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 122

    Ano: 1998

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  • Fig_pag58b.jpg

    Nas criações modernas, evita-se, em geral, o uso de cama para a matriz, colocando-se apenas uma cama de maravalha ou similar no escamoteador (caixa) para os leitões.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 104

    Ano: 1998

    Encontrado na página: Início

  • Pela aplicação de oxitocina. Minutos após a aplicação, o colostro começa a sair e deve ser recolhido numa vasilha limpa.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 106

    Ano: 1998

    Encontrado na página: Início

  • O colostro possui alto teor de proteína (acima de 18%) cuja composi­ção contém 50% de globulinas, em especial gamaglobulinas, que atuam protegendo passivamente o leitão recém-nascido contra diversos patógenos presentes na maternidade e que agem sobre os sistemas respiratório e diges­tivo.

    A fração das gamaglobulinas, que tem como origem principal o plas­ma sanguíneo da mãe, é composta por três grupos de imunoglobulinas (Ig), das quais duas – a IgM e a IgQ – só conseguem atravessar a parede intestinal nas primeiras horas de vida do leitão, proporcionando-lhe, assim, proteção contra infecções por patógenos específicos presentes na maternidade, num processo chamado de imunização passiva.

    Para que esse processo seja desenvolvido de forma satisfatória, é necessário que a ingestão ocorra durante as primeiras dez horas, no máximo, após o nascimento. Há dois motivos que tornam o fator tempo importante:

    • A concentração de gamaglobulina no colostro diminui rapidamente em função da maior produção de leite.
    • A capacidade de as imunoglobulinas atravessarem o intestino é ra­pidamente reduzida devido à menor permeabilidade da parede intestinal. Doze horas após o nascimento, apenas 10% das gamaglobulinas ingeridas são absorvidas integralmente.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 108

    Ano: 1998

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  • Fica a critério do produtor, desde que as fêmeas apresentem as se­guintes características:

    • Pesar no mínimo 90 kg aos 150 dias de idade.
    • Nascer numa leitegada numerosa.
    • Possuir pelo menos sete pares ou quatorze tetas funcionais, bem distribuídas e de bom tamanho.
    • Não ter irmãos com defeitos de nascença.
    • Ter vulva de tamanho proporcional à idade.
    • Apresentar boa sustentação (bom aprumo).
    • Não apresentar desvios na coluna.
    • Ter bom comprimento e profundidade.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 110

    Ano: 1998

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  • A duração do cio pode variar de 48 a 108 horas e está relacionada ao intervalo desmame/cio. Fêmeas com intervalo desmame/cio de três a quatro dias apresentam maior duração do cio (em média 71 horas), diferen­temente daquelas com maior intervalo desmame/cio, em que a duração média do cio é de 56 a 63 horas.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 112

    Ano: 1998

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  • Se não houver acasalamento (cobertura), o cio repete-se de forma cíclica a cada 21 dias na maioria das fêmeas, podendo variar de 17 a 25 dias.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 113

    Ano: 1998

    Encontrado na página: Início

  • Na fêmea suína, o primeiro cio já foi observado a partir de 127 dias até 250 dias de idade. No entanto, a idade média do aparecimento do cio fica em torno dos 200 dias. A ocorrência de cios precoces e tardios é devida a fatores ambientais.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 114

    Ano: 1998

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  • A fêmea apresenta alterações no comportamento e modificações no organismo, em períodos diferenciados:

    Pró-estro

    Alterações no comportamento, de dois a quatro dias, em média, antes do início do cio:

    • Vulva inchada e avermelhada, mais visível nas leitoas e em animais das raças brancas.
    • Secreção vulvar com consistência de muco aquoso.
    • Nervosismo, redução do apetite.
    • Salta sobre as companheiras, mas não aceita o salto das outras.
    • Procura o macho, mas não permite a cobertura. 

    Estro ou cio

    • Imobilidade, membros posteriores afastados, cabeça baixa, movimento de elevação das orelhas.
    • Aceitação do salto e da cópula.
    • Tolerância à pressão do criador sobre o lombo e os flancos.

    Pós-estro

    Volta à normalização: a fêmea recupera o apetite e as atividades nor­mais, mas não tolera a monta do macho ou a pressão lombar.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 116

    Ano: 1998

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  • Enquanto parir uma boa leitegada (11 leitões) e desmamá-la sem perdas acima de índices considerados normais, a fêmea pode ser mantida no plantel.

    Em geral, as fêmeas são utilizadas até seis parições, em média.

    Capítulo: Manejo

    Número da Pergunta: 118

    Ano: 1998

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