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Exibindo 463 resultados encontrados
  • Área rural ocupada antes de 22/07/2008, com construções ou atividades produtivas (inclusive com pousio permitido).

  • Imóvel com até quatro módulos fiscais, usado para atividades agropecuárias, incluindo áreas de povos tradicionais e indígenas.

  • Medida em hectares definida pelo Incra para cada município, baseada no tipo de produção e renda local; varia de 5 a 110 hectares no Brasil, conforme o bioma.

  • São áreas protegidas pela legislação brasileira por desempenharem funções ambientais importantes. São espaços que podem estar com vegetação nativa ou não, mas que devem ser mantidos e protegidos para conservar a água, o solo, a biodiversidade, a estabilidade do terreno e o bem-estar das pessoas. Essas áreas ajudam a evitar erosão, proteger rios e nascentes, manter o equilíbrio da fauna e da flora e preservar a paisagem. A retirada da vegetação em APP, ou seja, o corte ou eliminação da cobertura vegetal da área, só pode ocorrer com autorização oficial e em casos de utilidade pública ou interesse social, devidamente justificados, quando não houver alternativa técnica ou de localização. Acesse aqui e saiba mais detalhes sobre APPs.

  • Trata-se de uma parte da propriedade que precisa ser mantida com vegetação para garantir o uso sustentável dos recursos naturais, conservar a biodiversidade e manter os processos ecológicos funcionando. Também serve para proteger a fauna e a flora nativas. Diferente da APP, que está ligada a locais específicos como margens de rios e nascentes, a ARL corresponde a um percentual da área total da propriedade e sua vegetação não pode ser totalmente retirada. O uso permitido é por meio de manejo florestal sustentável, seguindo critérios técnicos definidos em regulamento. Para pequenas propriedades ou posses rurais familiares, a lei permite que, para fins de cumprimento ou compensação da Área de Reserva Legal, sejam considerados plantios de árvores frutíferas, ornamentais ou industriais com espécies exóticas, desde que estejam cultivadas junto com espécies nativas, em sistema intercalar ou consorciado. Acesse aqui e saiba mais informações e percentuais das Reservas Legais.

  • Constituem uma nova categoria de áreas protegidas contemplada na Lei n° 12.651/2012, que inclui os pantanais e as planícies pantaneiras, bem como áreas com declividade entre 25° e 45°. Nas áreas com essa inclinação, são permitidas atividades agrossilvipastoris e o manejo florestal sustentável, desde que observadas as orientações de órgãos de pesquisa quanto à adoção de boas práticas agropecuárias. Por se tratar de áreas ambientalmente sensíveis, sua utilização exige práticas adequadas de conservação do solo, a fim de evitar processos erosivos que podem causar perda de solo e impactos sobre os corpos hídricos localizados nas partes mais baixas do relevo. A conversão de novas áreas, entretanto, somente é admitida quando caracterizada como de interesse social ou utilidade pública. De modo semelhante, pantanais e planícies pantaneiras podem ser explorados mediante a adoção de recomendações técnicas de órgãos de pesquisa, sendo que novas supressões de vegetação dependem dessas recomendações e de autorização do órgão ambiental estadual competente.

  • Registro oficial que identifica quem é agricultor(a) familiar no Brasil. Ele substituiu a antiga DAP (Declaração de Aptidão ao PRONAF) e funciona como uma “porta de entrada” para que produtores familiares possam acessar políticas públicas voltadas à agricultura familiar, políticas ambientais e de restauração. Por meio dele, o agricultor pode acessar: PRONAF (inclusive PRONAF Verde), PAA (Programa de Aquisição de Alimentos), PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar), programas de crédito rural específicos, políticas de assistência técnica e extensão rural e programas ambientais e de incentivo à produção sustentável. Para se inscrever no CAF, é necessário procurar uma entidade que integra a Rede CAF (prefeitura, sindicatos rurais de agricultura familiar ou Emater) com os documentos de identificação. Acesse aqui e saiba mais sobre o CAF.

  • A Amazônia Legal é uma área

    A Amazônia Legal é uma área instituída para melhorar o planejamento e desenvolvimento socioeconômico da região amazônica. É formada por nove estados brasileiros: Acre, Amapá, Amazonas, pelo norte de Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e parte do estado do Maranhão

    Encontrado na página: Legislação

  • As políticas públicas são ações

    As políticas públicas são ações, programas e decisões criadas pelo governo para atender às necessidades da sociedade e melhorar a qualidade de vida da população. Elas surgem quando um problema coletivo é identificado, como dificuldades no acesso à saúde, educação, renda, moradia ou preservação do meio ambiente, e o poder público define formas para resolvê-lo.

    Essas ações podem acontecer de diferentes formas, como: criação de leis e normas,  oferta de serviços públicos, programas de apoio financeiro ou técnico e investimentos em infraestrutura e desenvolvimento social.

    Na área ambiental, as políticas públicas têm um papel fundamental na proteção dos recursos naturais, na recuperação de áreas degradadas e no incentivo a práticas sustentáveis. Elas promovem ações de restauração de ecossistemas, proteção de nascentes, recuperação de solos e redução dos efeitos  das mudanças climáticas, garantindo que essas iniciativas sejam realizadas de forma planejada, responsável e com benefícios de longo prazo para a sociedade e o meio ambiente.

    A seguir, iremos falar sobre as políticas públicas voltadas à restauração de ecossistemas e como elas contribuem para a proteção da natureza e para o desenvolvimento sustentável.

    Encontrado na página: Políticas públicas

  • Plano Nacional de Desenvolvimento de Florestas Plantadas (PNDF)

    Plano voltado à ampliação das florestas plantadas para fins comerciais e à promoção da bioeconomia florestal no Brasil. A iniciativa estimula cadeias produtivas sustentáveis, contribui para a conservação ambiental e gera impactos sociais e econômicos positivos, em articulação com políticas de agricultura de baixa emissão de carbono e envolvendo produtores rurais, empresas, governos e organizações da sociedade civil.

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    Encontrado na página: Políticas públicas

  • Programa Nacional de Florestas Produtivas (MDA/SFDT)

    Programa voltado à recuperação de áreas degradadas e ao fortalecimento da agricultura familiar, com destaque para sistemas agroflorestais e o cultivo de espécies nativas. A iniciativa busca ampliar a produção de alimentos saudáveis e produtos da sociobiodiversidade, promovendo geração de renda, desenvolvimento sustentável e conservação das florestas.

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    Encontrado na página: Políticas públicas

  • Programas de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA)

    Instrumentos previstos pela Lei nº 14.119/2021 que remuneram produtores rurais, comunidades e organizações por ações de conservação e restauração ambiental. Os programas incentivam práticas como proteção de nascentes, manutenção da vegetação nativa, recuperação de áreas degradadas e conservação da biodiversidade, transformando o cuidado com o meio ambiente em oportunidade de geração de renda. As iniciativas de PSA vêm se expandindo no Brasil por meio de programas federais, estaduais e municipais, incluindo ações voltadas à conservação da água, reflorestamento, restauração florestal e fortalecimento da bioeconomia.

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    Encontrado na página: Políticas públicas

  • A restauração de ecossistemas é um processo

    A restauração de ecossistemas é um processo que envolve diferentes etapas e pode levar anos para ser completamente consolidado, dependendo do nível de degradação e das condições da paisagem. A identificação dos passos a serem seguidos para se alcançar a recuperação de um ecossistema degradado sugere a divisão das ações de restauração em etapas subsequentes, do diagnóstico e planejamento ao monitoramento, passando pela implantação, manutenção e monitoramento das áreas em restauração.

     

    Duas perguntas podem representar o início da reflexão para a tomada de decisão sobre as ações a serem implementadas:

    • O que impede que essa área se recupere naturalmente?
    • O que pode ser feito para superar os fatores que dificultam essa regeneração natural?

     

    De qualquer forma, em todas as etapas devemos buscar um amplo envolvimento das pessoas interessadas, unindo o conhecimento científico ao local, fazendo o registro detalhado dos avanços e das dificuldades, para a adoção do manejo adaptativo e a correção de eventuais problemas.

    Encontrado na página: Etapas

  • 1ª etapa

    Conhecimento local do meio natural (relevo, solos, recursos hídricos e vegetação), dos sistemas de produção e de aspectos socioeconômicos e culturais.

    Encontrado na página: Etapas

  • Fundo Clima

    Criado em 2009, por meio da Lei nº 12.114, como um dos instrumentos da Política Nacional sobre Mudança do Clima. O programa utiliza recursos do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima, operados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para apoiar projetos e financiamentos voltados à redução das emissões de gases de efeito estufa e à adaptação aos impactos das mudanças climáticas. Na prática, o Fundo Clima financia empreendimentos, tecnologias, máquinas e equipamentos que contribuam para uma economia mais sustentável, incluindo ações nas áreas de florestas nativas, recursos hídricos, transição energética, indústria sustentável, mobilidade verde, inovação ambiental e aquisição de máquinas com menor impacto climático. O objetivo é viabilizar investimentos que aliem desenvolvimento econômico, proteção ambiental e aumento da resistência frente às mudanças do clima. Saiba mais →

    Encontrado na página: Etapas

  • PRONAF Floresta

    O PRONAF Floresta é uma linha de crédito do governo federal voltada à agricultura familiar, destinada ao apoio de sistemas agroflorestais, recuperação ambiental e uso sustentável da vegetação nativa. O financiamento pode ser utilizado para recuperação de áreas degradadas, recomposição de APPs e Reserva Legal, manejo florestal sustentável, implantação de espécies nativas e aquisição de equipamentos previstos em projeto técnico. A iniciativa busca fortalecer a produção sustentável, diversificar a renda e incentivar a conservação ambiental nas propriedades rurais. Saiba mais →

    Encontrado na página: Etapas

  • Fundo Amazônia

    Fundo destinado ao financiamento de ações de prevenção e combate ao desmatamento, conservação e uso sustentável das florestas na Amazônia Legal. Por meio de recursos não reembolsáveis, apoia projetos de gestão florestal, fiscalização ambiental, manejo sustentável, recuperação de áreas degradadas, regularização fundiária e conservação da biodiversidade, contribuindo para a redução das emissões de gases de efeito estufa e o fortalecimento da agenda socioambiental na região amazônica. Saiba mais →

    Encontrado na página: Etapas

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    Publicado: 26/05/2026

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    Publicado: 26/05/2026

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    Publicado: 26/05/2026

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    Publicado: 26/05/2026

  • Com este conjunto de informações é possível:

    Com este conjunto de informações é possível:

    • Verificar as áreas de fragilidades ambientais e se elas estão protegidas, ou se estão degradadas ou alteradas em função da ausência de vegetação nativa ou pela ocupação com  sistemas de produção mal manejados (sem boas práticas de conservação de solo e água; com uso de agrotóxicos);
    • Saber quais são as condições de mão de obra e acesso a máquinas e equipamentos para a realização da restauração ecológica;
    • Dar valor à visão, ao conhecimento e ao interesse da família agricultora nas formas de restauração ecológica e das espécies a implantar, tendo em vista que o técnico não deve trazer uma receita pronta.

    Encontrado na página: Etapas

  • Como integrar restauração florestal e produção agrícola

    O vídeo apresenta casos práticos de restauração florestal integrados à produção agrícola de larga escala, demonstrando como áreas antes ocupadas por lavouras de baixa produtividade foram transformadas em florestas conectadas e resilientes.

    Encontrado na página: Etapas

  • Competição de espécies invasoras

    O controle deve começar antes do plantio e continuar, em geral, nos primeiros meses ou anos do projeto. Essa competição é apontada como uma das principais causas de fracasso em restauração. A eliminação da vegetação invasora precisa ser gradual em situações, por exemplo, de alta densidade, para evitar exposição do solo e erosão. Deve-se checar restrições legais e ambientais para o uso de herbicidas, que podem ser necessários em alguns casos. Sempre que possível, priorizam-se controles manuais e culturais, como adubação verde e nativas de rápido crescimento. 

    Encontrado na página: Etapas

  • Processos erosivos

    Deve-se sempre considerar medidas de conservação do solo e da água, respeitando as condições de relevo do local e utilizando técnicas que promovam a infiltração de água no solo, como o  uso de plantas de cobertura e o estabelecimento das  linhas de plantio de mudas ou de semeadura, em curva de nível. Quando existem processos erosivos intensos, é necessário adotar medidas de contenção, com o uso de técnicas de engenharia natural (plantas rústicas associadas com troncos, pedras, mantas de fibras de coco, entre outros).

    Encontrado na página: Etapas

  • Preparo do solo

    Dependendo do diagnóstico, algumas atividades podem ser necessárias, como: aração, gradagem, subsolagem ou escarificação para descompactação do solo;  correção do pH (calagem) e adubação (química ou verde): deve-se seguir formulação e quantidade, em área total, ou por cova ou linha, de acordo com a análise de solos e ou de acordo com manuais de calagem e adubação para os estados, ou ainda, segundo o conhecimento do técnico extensionista.  Preferencialmente realizá-la um mês antes do plantio para que haja previamente, a reação do calcário e do adubo no solo; do contrário fazer a incorporação dentro da própria cova. É interessante também fazer o aproveitamento de resíduos orgânicos existentes no imóvel rural, como fonte de adubação natural.

    Encontrado na página: Etapas

  • Depois da implantação do projeto

    Depois da implantação do projeto é essencial realizar a manutenção da área pelo tempo necessário para se garantir o sucesso da recomposição. A manutenção consiste em ações de acompanhamento dos fatores de degradação que podem prejudicar o avanço da restauração, tais como: controlar plantas invasoras, combater formigas cortadeiras e evitar a ocorrência de incêndios. A falta de cuidados técnicos pode comprometer o desenvolvimento das plantas introduzidas ou manejadas, o retorno de eventuais processos erosivos ou a ocorrência de incêndios, entre outros aspectos.

    O período da manutenção pode ser determinado pela observação de que a área em restauração já está em condições de superar os fatores de degradação. Todas as ações adotadas na implantação devem seguir, em maior ou menor grau, durante o processo de manutenção. Durante essa etapa, algumas ações podem ser necessárias:

    Encontrado na página: Manutenção

  • Adubações complementares

    Adubações complementares

    Especialmente nos casos onde há interesse econômico de algumas espécies, podem ser necessárias adubações de cobertura complementares. É importante evitar que a adubação acabe promovendo o crescimento de espécies competidoras nos arredores da espécie de interesse.

    Encontrado na página: Manutenção

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    Publicado: 28/05/2026

  • Irrigação

    Irrigação

    Por conta de períodos secos ou eventos climáticos extremos (cada vez mais comuns e imprevisíveis) ou ainda a depender da condição do solo (como os rasos e arenosos, que retêm menos água), recomenda-se irrigação por ao menos um mês após o plantio ou semeadura, até ocorrer o pegamento das mudas ou o estabelecimento das plântulas originadas da germinação das sementes.

    Encontrado na página: Manutenção

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    Publicado: 28/05/2026

  • Replantios, ressemeaduras ou ações de adensamento e enriquecimento

    Replantios, ressemeaduras ou ações de adensamento e enriquecimento

    Os monitoramentos, sejam os relacionados à gestão do projeto ou para cumprimento de condicionantes legais, podem indicar a necessidade de preencher os vazios gerados pela mortalidade ou pela falha de desenvolvimento da regeneração natural. É importante sempre contar com a necessidade dessa ação, criando uma reserva de mudas ou sementes, normalmente em torno de 10% do quantitativo planejado.

    Encontrado na página: Manutenção

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    Publicado: 28/05/2026

  • O tempo necessário para a manutenção

    O tempo necessário para a manutenção das áreas dependerá da frequência, da qualidade das ações realizadas e da qualidade das mudas e sementes, aliadas às intempéries climáticas e eventos não previstos.

    Encontrado na página: Manutenção

  • A engenharia natural reúne técnicas

    A engenharia natural reúne técnicas que utilizam materiais vegetais vivos associados a materiais inertes, como rochas e madeira, para a recuperação de áreas degradadas, controle da erosão e estabilização de encostas e de taludes de estradas e de margens de cursos d’água. Diferentemente das soluções convencionais rígidas de engenharia, prioriza processos naturais, favorecendo a infiltração da água, a redução da velocidade do escoamento superficial, a proteção do solo, formação de vegetação natural e a integração das técnicas com a paisagem. A engenharia natural tende a aumentar a estabilidade com o tempo, enquanto que na engenharia convencional ocorre o oposto.

    Entre os materiais utilizados, destacam-se estacas vivas, mudas de espécies nativas, sementes de espécies nativas e de adubação verde, troncos, bambu, rochas e biomantas biodegradáveis de fibras vegetais.

    Dentre as principais técnicas empregadas estão:

    • Enrocamento vivo: associação de rochas com estacas de plantas;
    • Grades vivas: estruturas de madeira preenchidas com material vegetal para estabilização de taludes;
    • Biomantas vegetadas: coberturas biodegradáveis utilizadas para proteger superficialmente o solo, em especial em superfícies declivosas;
    • Entrançado vivo: trata-se de um entrelaçado de estacas vivas em estacas de madeira que ficam enterradas no solo para a providenciar firmeza. Outras possibilidades, a depender do material disponível, são estacas vivas entrelaçadas em feixes de bambus inseridos horizontalmente ao solo e presos por estacas de madeira, ou esta mesma situação, mas sem as estacas vivas.

    Encontrado na página: Implantação

  • Os PRAs estaduais também definem os parâmetros

    Os PRAs estaduais também definem os parâmetros de quitação, ou seja, os valores mínimos a serem alcançados por cada indicador ao final do projeto. O acompanhamento dos valores obtidos pelos indicadores de restauração por meio do monitoramento e sua avaliação de acordo com os parâmetros de quitação fornece subsídios para a avaliação contínua do processo. Esse acompanhamento pode, inclusive, gerar a necessidade de ajustes no manejo da área, nas estratégias ou na introdução de espécies. Esta previsão de ajustes no processo ao longo do tempo é conhecida como “manejo adaptativo”.

    Monitorar é essencial não somente para cumprir leis, mas para criar referenciais técnicos, científicos, sociais, econômicos e administrativos. Isso facilita o trabalho de quem atua na região!

    Encontrado na página: Monitoramento

  • Manejo Adaptativo: primeiras experiências na Restauração de Ecossistemas

    Manejo Adaptativo: primeiras experiências na Restauração de Ecossistemas

    Manejo Adaptativo: primeiras experiências na Restauração de Ecossistemas

    O livro apresenta em doze capítulos recomendações técnicas e práticas para otimizar a qualidade ecológica de áreas em recuperação e reduzir os custos de implantação. Com uma linguagem simples e acessível a técnicos e praticantes, a publicação pode ser uma ferramenta estratégica para subsidiar a tomada de decisão e apoiar o cumprimento das metas legais de recomposição vegetal em Áreas de Preservação Permanente e Reservas Legais. Além disso, demonstra como o manejo adaptativo gera benefícios diretos para a qualidade ambiental e o bem-estar social.

    Baixe aqui

    Publicado: 02/06/2026

    Encontrado na página: Monitoramento

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    Publicado: 02/06/2026

  • Pontos-chave no caminho da restauração

    Este vídeo é uma ferramenta prática de apoio a formações em restauração ecológica, desenvolvido pelo Projeto Tecendo Redes e Restaurando Cerrado, da Rede de Sementes do Cerrado. O material funciona como um guia dinâmico que destaca os pontos essenciais de cada etapa do processo de restauração, de acordo com as diferentes realidades e os desafios de cada território. O conteúdo foca na democratização do conhecimento e na valorização da troca de saberes entre comunidades, técnicos e instituições, e pode servir de referência para iniciativas que apostam em uma restauração inclusiva, participativa e conectada com o fortalecimento de coletores, agricultores e lideranças locais no Brasil.

    Encontrado na página: Monitoramento

  • Na etapa de diagnóstico da área é essencial

    Na etapa de diagnóstico da área é essencial que seja avaliado o potencial de regeneração natural no local. Esse potencial reflete a capacidade da vegetação nativa se impor e se restabelecer naturalmente, recobrindo o solo e aumentando a diversidade de espécies. Porém, isso somente ocorrerá se houver contenção dos processos de degradação e de atividades agropecuárias que não condizem com uso e manejo do solo adequados.

    Quanto maior o potencial de regeneração natural na área, menores tendem a ser os custos da restauração. Além disso, a presença de plantas já adaptadas ao local tende a aumentar as chances de sucesso do projeto.

    A figura abaixo apresenta uma síntese das condições locais mais usuais para considerar as possíveis estratégias de recomposição:

    Encontrado na página: Diagnóstico e planejamento

  • itens - planejamento

    ➜ Identificar os fatores de degradação atuantes no local e indicar onde isolá-los ou eliminá-los;

    ➜ Levantar quais espécies são indicadas para a região, a partir de listas do órgão ambiental, de instituições de pesquisa na região ou de conhecimento prévio do agricultor. Dê preferência às espécies nativas regionais. Uma boa fonte também é a aba de espécies do site do WebAmbiente;

    ➜ A escolha das espécies deve levar em conta a adaptação delas para o clima, o relevo e os tipos de solos no local de implantação, sobretudo aos mais restritivos, como os solos arenosos, rasos, úmidos ou encharcados;

    ➜ Considere sempre os objetivos do projeto, sempre em diálogo com a família agricultora, para ajustar as densidades de plantio ou semeadura, o espaçamento de entrelinhas, as proporções de grupos ecológicos ou funcionais e as futuras ações de manutenção e manejo, tendo em vista que pode-se depender da capacidade de mão de obra, bem como do tipo ou dimensões do maquinário da família, ou do município;

    ➜ Cheque a infraestrutura de logística local, como acessos de estradas, maquinários, mão-de-obra local, fornecedores de insumos e ferramentas etc.

     

    No caso dos PRADs (Plano de Recuperação de Áreas Degradadas), protocole todas as etapas do projeto junto aos órgãos ambientais envolvidos, mantendo também registros fotográficos e documentais. Respeite também as legislações trabalhistas aplicáveis, independentemente da motivação do projeto, e crie planilhas de controle financeiro e de cronograma de todas as etapas. Está é uma necessidade formal nessa situação, mas que também é válida em outros tipos de projetos vinculados a editais de financiamento, por exemplo.

    Encontrado na página: Diagnóstico e planejamento

  • O plantio de mudas é a técnica

    O plantio de mudas é a técnica mais consolidada e a mais comumente usada em todo o território nacional, majoritariamente para a restauração de ecossistemas florestais. Pode ser feito de modo aleatório ou sistemático (em linhas), com espaçamentos diversos que podem variar em função da ecologia da espécie considerada, do relevo, do tipo de vegetação a ser restaurado e da velocidade com que se quer recobrir o solo.

    Os espaçamentos entre as mudas plantadas mais usuais são 2 m x 2 m (2,5 mil plantas por hectare) e 3 m (entre as linhas) x 2 m (entre as mudas nas linhas) (1.667 plantas por hectare), que deve estar indicado no croqui dos plantios. Caso se planeje fazer o controle da matocompetição com roçadeiras mecanizadas acopladas a trator, também é importante ajustar o espaçamento mais adequado para isso.

    O plantio de mudas pode ser feito em área total, quando a área a ser restaurada está totalmente desprovida da vegetação nativa. Outras estratégias mais comuns de plantio são o enriquecimento, quando a recomendação é aumentar a riqueza de espécies nativas, e o adensamento, em situações em que há vegetação nativa em uma densidade de indivíduos muito baixa.

    Encontrado na página: Plantio de mudas

  • É importante mencionar

    ➜ É importante mencionar que estas indicações são com base em experiências em ambientes florestais, destacando que para ambientes savânicos ou campestres presentes em vários biomas os espaçamentos podem ser maiores e devem também levar em consideração outras formas biológicas. Deve-se evitar, sempre que possível, o uso de espécies exóticas, com exceção de plantios em RLs e de sistemas agroflorestais.

    Encontrado na página: Plantio de mudas

  • Qualidade das mudas

    Deve-se evitar ao máximo plantar mudas com sinais de deficiência nutricional, de seca ou murchamento, de ataques de pragas e doenças e com raízes enoveladas (mudas grandes em sacos plásticos pequenos resultam em raízes enroladas).

    Encontrado na página: Plantio de mudas

  • Preparo de covas (ou berços)

    Para preparo das covas (ou berços) de plantio, podem ser utilizados sulcadores e subsoladores, motoperfuratrizes e mesmo ferramentas manuais (enxadão, cavadeira, pá-de-corte). As covas devem ter dimensões de pelo menos 20 cm x 20 cm x 20 cm. Vale ressaltar que as perfuratrizes podem causar o espelhamento das paredes da cova e levar ao enovelamento das raízes. A depender da análise de solo podem ser necessárias correções nutricionais. Observação: covas maiores que as dimensões aqui sugeridas podem ser benéficas para o bom desenvolvimento das mudas, mas é preciso avaliar os custos desta escolha.

    Encontrado na página: Plantio de mudas

  • Época de plantio

    Existem variações de acordo com as diferentes condições climáticas. Alguns exemplos são:

    ➜ Climas subtropicais com estiagem na primavera e verão: a partir do final de agosto até outubro;

    ➜ Climas subtropicais com chuva bem distribuída no ano: de agosto até fevereiro;

    ➜ Climas tropicais com estiagem no inverno: de setembro a janeiro;

    ➜ Climas tropicais com chuvas bem distribuídas no ano: de setembro a maio;

    ➜ Clima equatorial: de novembro a maio, dependendo da região

    Encontrado na página: Plantio de mudas

  • Medidas adicionais

    Outras medidas usualmente são necessárias no plantio, como a irrigação, a aplicação de hidrogel, o tutoramento de mudas, e além do uso de cobertura morta (palhada) como barreira física para manter a umidade e para o combate à matocompetição, além de todos os cuidados já destacados em “Etapas”.

    Encontrado na página: Plantio de mudas

  • A seleção de espécies deve priorizar

    A seleção de espécies deve priorizar aquelas nativas do bioma e adaptadas às condições locais/regionais, levando em conta o seu papel nas diferentes fases da evolução da restauração.

    Essa combinação deve contemplar um conjunto de espécies de várias classes sucessionais (espécies de recobrimento e espécies clímax) e formas de vida, visando favorecer a sucessão ecológica, o rápido recobrimento do solo e garantir a continuidade dos processos ecológicos no longo prazo, ou seja, garantir a longevidade das áreas restauradas.

    O uso de espécies exóticas, como algumas de adubação verde, pode ser considerado, levando em conta as condições e limites de ocupação da área estabelecidos pela legislação.

    Encontrado na página: Semeadura

  • A nucleação consiste na formação

    A nucleação consiste na formação de "ilhas" ou núcleos de vegetação. A partir desses núcleos, a vegetação natural tende a se expandir ao longo do tempo, acelerando a formação de cobertura de vegetação nativa  na área. O controle de fatores ambientais locais que dificultem a expansão dos núcleos, como a presença de vegetação invasora, a baixa fertilidade e umidade do solo e o relevo, deve merecer muita atenção.

    As principais técnicas para implantação de núcleos em áreas de restauração de ecossistemas são:

    Encontrado na página: Nucleação

  • Os Sistemas Agroflorestais (SAFs)

    Os Sistemas Agroflorestais (SAFs) ou agroflorestas são uma alternativa eficiente na restauração de ecossistemas, ao mesmo tempo em que mantêm a produção ativa na propriedade, gerando segurança alimentar e nutricional e podendo gerar renda.

    Nesse modelo, culturas agrícolas, espécies arbustivas, forrageiras e árvores (nativas ou exóticas) são cultivadas de forma consorciada, valorizando a diversidade e as interações naturais entre as plantas. Dependendo do planejamento, o sistema também pode incluir a criação de animais, tornando o manejo ainda mais integrado.

    Ao combinar diferentes espécies no mesmo espaço, os SAFs melhoram o aproveitamento da área, favorecem a saúde do solo, aumentam a biodiversidade e reduzem a necessidade de insumos externos. Além disso, permitem produzir alimentos, madeira, frutas e outros produtos enquanto a área se recupera ambientalmente.

    Dessa forma, os SAFs se consolidam como uma estratégia que integra produção e conservação, unindo geração de renda com proteção dos recursos naturais.

    Encontrado na página: Sistemas agroflorestais

  • Fique atento(a)

    Fique atento(a)

    Fique atento(a)

    Os SAFs são permitidos em áreas de Reserva Legal (ARL), em APPs de pequenas propriedades ou posse rural familiar e em áreas de uso restrito (AUR) com declividade entre 25° e 45°, além de áreas consolidadas; porém, o plantio consorciado de espécies exóticas com nativas de ocorrência regional não pode ultrapassar 50% da área total a ser recuperada. Clique aqui para saber mais sobre SAFs como estratégia de recuperação.

    Publicado: 04/06/2026

    Encontrado na página: Sistemas agroflorestais

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    Publicado: 04/06/2026

  • Além das pessoas, as sementes e mudas

    Além das pessoas, as sementes e mudas estão na base de qualquer projeto de restauração de ecossistemas. Uma das primeiras perguntas com que um restaurador se depara quando planeja uma ação de restauração é: onde encontro sementes e mudas?

    O setor vem avançando bastante nos últimos anos, buscando profissionalização e atendimento à legislação, mas tentando também conciliar as particularidades do setor. A elevada riqueza de espécies nos vários biomas e a diversidade social dos prestadores de serviços impõem desafios importantes.

    Bons pontos de partida em escala nacional para encontrar fornecedores de sementes e mudas nativas são os seguintes:

    Encontrado na página: Sementes e mudas

  • Mapa das Sementes do Comitê Técnico de Sementes Florestais

    Mapa das Sementes do Comitê Técnico de Sementes Florestais

    O CTS, parte da Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes, promove a comunicação e o fortalecimento científico e tecnológico do setor de sementes nativas e florestais integrado à construção de políticas públicas.

    Encontrado na página: Sementes e mudas

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    Publicado: 04/06/2026

  • Redário

    Redário

    Articulação entre redes e grupos de coletores de sementes, para estruturação da base da cadeia de restauração em larga escala, através da oferta de sementes de qualidade adequadas a cada projeto.

    Encontrado na página: Sementes e mudas

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    Publicado: 04/06/2026

  • Coletivos biomáticos

    Coletivos biomáticos

    Atente-se também para os sites dos coletivos biomáticos de restauração (ver aba “Biomas brasileiros”), onde podem ser encontradas informações mais regionalizadas.

    Encontrado na página: Sementes e mudas

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    Publicado: 04/06/2026

  • Trilha de aprendizagem em Recomposição de Áreas Degradadas e/ou Alteradas para os Biomas Brasileiros - Cerrado

    Aprenda estratégias gerais de recomposição da vegetação nativa, recomposição de áreas degradadas e/ou alteradas para o bioma Cerrado e monitoramento da recomposição de áreas degradadas ou alteradas. Cursos gratuitos e com certificado.

    Organizadora: Embrapa Cerrados

    Duração: Oferta contínua

    Carga horária: 60 horas

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  • Trilha de aprendizagem em Recomposição de Áreas Degradadas e/ou Alteradas para os Biomas Brasileiros - Mata Atlântica

    Aprenda estratégias gerais de recomposição da vegetação nativa, recomposição de áreas degradadas e/ou alteradas para o bioma Mata Atlântica e monitoramento da recomposição de áreas degradadas ou alteradas. Cursos gratuitos e com certificado.

    Organizadora: Embrapa Florestas

    Duração: Oferta contínua

    Carga horária: 60 horas

    Encontrado na página: Sementes e mudas

  • Trilha de aprendizagem em Recomposição de Áreas Degradadas e/ou Alteradas para os Biomas Brasileiros - Pantanal

    Aprenda estratégias gerais de recomposição da vegetação nativa, recomposição de áreas degradadas e/ou alteradas para o bioma Pantanal e monitoramento da recomposição de áreas degradadas ou alteradas. Cursos gratuitos e com certificado.

    Organizadora: Embrapa Pantanal

    Duração: Oferta contínua

    Carga horária: 72 horas

    Encontrado na página: Sementes e mudas

  • Trilha de aprendizagem em Recomposição de Áreas Degradadas e/ou Alteradas para os Biomas Brasileiros - Caatinga

    Aprenda estratégias gerais de recomposição da vegetação nativa, recomposição de áreas degradadas e/ou alteradas para o bioma Caatinga e monitoramento da recomposição de áreas degradadas ou alteradas. Cursos gratuitos e com certificado.

    Organizadora: Embrapa Caprinos e Ovinos

    Duração: Oferta contínua

    Carga horária: 48 horas

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  • Semeadura Direta para Recomposição da Vegetação Nativa

    Aprenda a coletar, beneficiar e armazenar sementes nativas e a preparar o solo, semear, monitorar a área e os custos para tomar decisões de manutenção e manejo.

    Organizadora: Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia

    Duração: Oferta contínua

    Carga horária: 40 horas

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  • Diagnóstico para escolha do método - Aula 2

    Quais fatores devem ser levados em consideração para a escolha do método mais adequado à realidade da área a ser recomposta? Nesta conversa o objetivo principal é dar subsídios para um bom diagnóstico das áreas a serem restauradas. São abordadas formas práticas para a identificação do ecossistema de referência, assim como para a avaliação das condições que influenciam o potencial de regeneração natural da área, a situação social e econômica do proprietário rural. E como tudo isso influencia e direciona as recomendações de métodos possíveis de restauração da vegetação nativa.

    Esse vídeo faz parte do curso sobre "Restauração ecológica de vegetação nativa", uma parceria da Sec. de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA), Sec. de Infraestrutura e Meio Ambiente (SIMA), Comp. Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), Agroicone, Iniciativa Caminhos da Semente, The Nature Conservancy Brasil (TNC) e Partnerships for Forests (P4F) - Programa do Reino Unido.

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  • Áreas com potencial de regeneração - Aula 3

    Nesta aula aprenda os métodos e técnicas que favorecem a restauração da vegetação nativa de áreas com alto e médio potencial de regeneração natural. Confira como é feito o diagnóstico para avaliar o potencial, o nível de regeneração natural e os gargalos que estão impedindo que ela aconteça; dando ênfase para o local a ser restaurado e a paisagem do entorno. Além das técnicas para áreas com alto e médio potencial de regeneração, a aula também aborda a importância de após qualquer intervenção, monitorar para avaliar se o planejado foi alcançado, o tempo de espera e quando agir outra vez para garantir que a restauração avance.

    Esse vídeo faz parte do curso sobre "Restauração ecológica de vegetação nativa", uma parceria da Sec. de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA), Sec. de Infraestrutura e Meio Ambiente (SIMA), Comp. Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), Agroicone, Iniciativa Caminhos da Semente, The Nature Conservancy Brasil (TNC) e Partnerships for Forests (P4F) - Programa do Reino Unido.

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  • Políticas públicas de restauração florestal no Brasil e no estado do Pará

    Políticas públicas de restauração florestal no Brasil e no estado do Pará

    Políticas públicas de restauração florestal no Brasil e no estado do Pará

    A publicação analisa as políticas públicas de restauração florestal no Brasil e no Pará, destacando seu papel estratégico no combate às mudanças climáticas e na reversão do desmatamento amazônico. O estudo aponta que, apesar dos avanços e do forte incentivo ao setor, a implementação dessas políticas ainda esbarra em lacunas de infraestrutura, carência de recursos e na insuficiência de mecanismos funcionais de monitoramento e avaliação. Como conclusão, a pesquisa enfatiza a necessidade urgente de aprimorar a fiscalização ambiental para proteger os remanescentes florestais e garantir o cumprimento da legislação, visando tornar as ações de restauração mais robustas, eficientes e inclusivas.

    Baixe aqui

    Publicado: 05/06/2026

    Encontrado na página: Sementes e mudas

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    Publicado: 05/06/2026

  • Adequação agroambiental da propriedade rural

    Adequação agroambiental da propriedade rural

    Adequação agroambiental da propriedade rural

    Este capítulo aborda a adequação agroambiental da propriedade rural sob a perspectiva da gestão da paisagem, integrando a produção agropecuária – associada a boas práticas – com a conservação de áreas naturais, eliminando ou mitigando riscos e potencializando a oferta de serviços ecossistêmicos e ambientais. Dado que as contribuições desses componentes são difusas, a adequação agroambiental é discutida do ponto de vista legal acerca do uso e da ocupação das áreas da propriedade, assim como das previsões legais sobre as diferentes formas para a recuperação de áreas degradadas ou alteradas. Ao lado disso, também são discutidas a adoção de boas práticas agropecuárias (BPA), incluindo aspectos relacionados ao uso e manejo sustentável do solo e da água, e de processos tecnológicos sustentáveis relacionados à condução de culturas e criações.

    Baixe aqui

    Publicado: 05/06/2026

    Encontrado na página: Sementes e mudas

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    Publicado: 05/06/2026

  • Sociedade Brasileira de Restauração Ecológica (SOBRE)

    Você já conhece a SOBRE?

    Você já conhece a SOBRE?

    A Sociedade Brasileira de Restauração Ecológica (SOBRE) é uma associação civil sem fins lucrativos, fundada em 2014 por membros da Rede Brasileira de Restauração Ecológica. Conta com mais de 500 associados para a construção coletiva e disseminação do conhecimento científico e das melhores práticas de restauração ecológica, bem como para engajar a sociedade, orientar e informar os processos locais, regionais e nacionais de tomada de decisões, políticas públicas e legislação relacionadas com o tema. Saiba mais nos canais oficiais da SOBRE.

    Site Linkedin Instagram

    Publicado: 09/06/2026

    Encontrado na página: Conceitos e princípios

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    Publicado: 09/06/2026

  • handshake--v1
    Restauração inclusiva

    Coloca as comunidades locais no centro das decisões, aliando recuperação ambiental com geração de renda e justiça social.

    ➜ Foco em comunidade (participação ativa local)

    Encontrado na página: Conceitos e princípios

  • Encontrado na página: Conceitos e princípios

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    Publicado: 09/06/2026

  • Encontrado na página: Conceitos e princípios

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    Publicado: 09/06/2026

  • Rede Sul de Restauração Ecológica

    Rede Sul de Restauração Ecológica

    A iniciativa reúne representantes de governos estaduais, ONGs, universidades e o setor empresarial para debater estratégias de recuperação de ecossistemas na Região Sul (bioma Pampa e Mata Atlântica subtropical). Suas atividades são divididas em grupos temáticos focados em pesquisas científicas, execução de projetos, coleta de sementes e difusão de técnicas.

    Encontrado na página: Conceitos e princípios

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    Publicado: 09/06/2026

  • Pacto pela Restauração do Pantanal

    Pacto pela Restauração do Pantanal

    Seu objetivo é articular governos, ONGs, comunidades locais e o setor privado em ações de restauração ecológica e conservação do Pantanal.

    Encontrado na página: Conceitos e princípios

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    Publicado: 09/06/2026

  • Encontrado na página: Conceitos e princípios

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    Publicado: 09/06/2026

  • Encontrado na página: Conceitos e princípios

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    Publicado: 09/06/2026

  • Encontrado na página: Conceitos e princípios

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    Publicado: 09/06/2026

  • Principais lições

    ➜ Comunicar a restauração por meio de histórias humanas e concretas é mais eficaz do que dados isolados. A websérie demonstrou que narrativas pessoais engajam o público e desmistificam a ideia de que restaurar é caro ou inviável para pequenos produtores. 

    ➜ A diversidade de biomas e perfis de negócio representados demonstrou que a restauração florestal não é um modelo único, ela se adapta a diferentes realidades, escalas e objetivos econômicos.

    ➜ A produção bilíngue (inglês com áudio em português) foi uma estratégia inteligente para alcançar audiências internacionais sem perder a autenticidade das histórias locais.

    ➜ O protagonismo de mulheres agricultoras, como Silvany Lima, reforçou a dimensão de gênero e inclusão social da restauração florestal como política pública e modelo de negócio.

    Encontrado na página: Conceitos e princípios

  • Limites identificados

    ➜ A websérie tem caráter de comunicação e sensibilização, não de assistência técnica direta. Seu impacto depende da existência de políticas e programas complementares que transformem a inspiração em ação concreta no campo.

    ➜ O formato de vídeo, embora potente, pode ter alcance limitado em comunidades rurais com baixa conectividade — reduzindo o acesso justamente de quem mais poderia se beneficiar.

    ➜ O foco em casos de sucesso pode criar uma percepção idealizada da restauração, sem evidenciar os desafios, riscos e o tempo necessário para que os resultados se concretizem.

    Encontrado na página: Conceitos e princípios

  • Limites identificados

    ➜ A desconfiança comunitária pode ser uma barreira persistente em contextos rurais, exigindo investimento contínuo em comunicação e construção de confiança antes da adesão de novos produtores.

    ➜ O relato não menciona mecanismos de monitoramento de longo prazo da nascente ou dos indicadores de carbono,  um ponto que pode ser fortalecido para futuras comunicações.

    ➜ A dependência de equipes técnicas externas para mapeamento e execução pode ser um limitador de escala sem estratégias de formação local.

    Encontrado na página: Conceitos e princípios

  • Fique atento(a): Regularização de Passivos Ambientais

    Fique atento(a): Regularização de Passivos Ambientais

    Fique atento(a): Regularização de Passivos Ambientais

    ➜ Áreas de Preservação Permanente (APP): Em áreas consolidadas até julho de 2008, a recomposição é obrigatória. Nas pequenas propriedades ou posses rurais, a largura mínima de recomposição ao longo dos cursos d’água não depende da largura do curso hídrico, mas do número de módulos fiscais do imóvel. Clique aqui e saiba mais sobre APP. 

    ➜ Reserva Legal (RL): Imóveis com mais de 4 módulos fiscais devem recompor a RL integralmente. É permitido o cômputo de áreas de APP no cálculo da Reserva Legal, desde que não haja nova conversão de solo e a área esteja conservada ou em recuperação. Clique aqui e saiba mais sobre Reserva Legal.

    ➜ Formas de Regularização 
    ∙ Recomposição: Através de regeneração natural, plantio de nativas ou sistemas agroflorestais-SAF (com até 50% de espécies exóticas). O uso de SAF é permitido para a recomposição de RL; no caso de APP, é permitido em pequenas propriedades ou posses rurais.
    ∙ Compensação: Disponível para Reserva Legal via Cota de Reserva Ambiental (CRA), arrendamento de áreas, doação de terras em Unidades de Conservação ou cadastramento de áreas excedentes no mesmo bioma. Confira as normas completas no Portal do Serviço Florestal Brasileiro.

    Publicado: 10/06/2026

    Encontrado na página: Legislação

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    Publicado: 10/06/2026

  • Principais lições

    ➜ Parcerias de longo prazo são transformadoras. Os 14 anos de atuação contínua da OCT permitiram construir confiança, acumular aprendizados e gerar impactos progressivos que parcerias pontuais não alcançariam.

    ➜ O PSA como ferramenta de viabilização econômica da conservação foi central. Ao remunerar os serviços ambientais, a iniciativa tornou a restauração financeiramente atrativa para as famílias.

    ➜ A certificação orgânica participativa agregou valor ao produto e abriu mercados diferenciados, fortalecendo a renda das famílias.

    ➜ A integração entre floresta e produção,  com o manejo agroecológico do cacau, demonstrou na prática que os dois pilares se reforçam mutuamente.

    Encontrado na página: Legislação

  • Limites identificados

    ➜ Os desafios internos de governança comunitária costumam ser complexos em assentamentos com diferentes perfis produtivos.

    ➜ A dependência de parcerias internacionais para viabilizar plantios de maior escala aponta para a necessidade de diversificação das fontes de financiamento.

    ➜ A manutenção da certificação orgânica exige esforço contínuo de documentação e adequação, o que pode ser oneroso para pequenos produtores sem suporte técnico permanente.

    Encontrado na página: Legislação

  • Seu João e a restauração florestal

    Seu João é um dos pioneiros que ocupou um lote na Amazônia, fez uso do desmatamento para produzir e, anos depois, se vê numa situação de impasse. A fertilidade do solo diminuiu, falta água e até os frutos nativos da região já não se encontram na sua propriedade. Acompanhe nesta história o caminho de Seu João para recuperar os serviços ambientais em seu lote.

    Encontrado na página: Legislação

  • Modelos com aproveitamento econômico e SAF - Aula 7

    Encontrado na página: Legislação

  • Plano nacional propõe recuperação de 12 milhões de hectares de florestas e biomas desmatados

    Plano nacional propõe recuperação de 12 milhões de hectares de florestas e biomas desmatados

    Plano nacional propõe recuperação de 12 milhões de hectares de florestas e biomas desmatados

    Episódio do podcast Ambiente é o Meio sobre o Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa (Planaveg). A pesquisadora e bióloga Luisa Latorre, do Instituto Internacional para a Sustentabilidade (IIS), explica que o Planaveg está alinhado aos compromissos internacionais do Brasil para restaurar ecossistemas degradados, buscando mitigar as mudanças climáticas e recuperar a biodiversidade. O plano prevê a recuperação de 12 milhões de hectares de florestas e outros ecossistemas até 2030, e, segundo a bióloga, restaurar 30% de cada bioma já seria suficiente para combater os efeitos climáticos. Um estudo do IIS, com mais de 80 pesquisadores, identificou as áreas prioritárias para a restauração, com uma recuperação que também cria novos hábitats para plantas e animais.

    Ouça no Spotify

    Publicado: 25/06/2026

    Encontrado na página: Legislação

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    Publicado: 25/06/2026

  • Microrganismos e a saúde do solo

    Microrganismos e a saúde do solo

    Microrganismos e a saúde do solo

    Neste episódio, a Dra. Paula Moreira Martins, bióloga, pesquisadora e técnica no laboratório de Evolução Molecular da Unesp, conversa sobre a biodiversidade de microrganismos do solo. Paula explica como fungos e bactérias são fundamentais para a ciclagem de nutrientes e como as mudanças do clima podem ser um desafio para a conservação dos solos. Também aborda a possibilidade de recuperar solos danificados e apresenta um pouco das pesquisas que estão sendo desenvolvidas no laboratório de Evolução Molecular.

    Ouça no Spotify

    Publicado: 25/06/2026

    Encontrado na página: Legislação

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    Publicado: 25/06/2026

  • Plantar árvores é algo positivo, mas não suficiente para restaurar a Mata Atlântica

    Restauração florestal da Mata Atlântica visa recuperar espécies nativas

    Restauração florestal da Mata Atlântica visa recuperar espécies nativas

    O episódio do podcast conversa com a bióloga e doutora pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, Crislaine de Almeida, sobre restauração florestal da Mata Atlântica. A conversa traz a expertise de Crislaine na área de restauração florestal e educação ambiental, na qual divide o seu tempo com as pesquisas no laboratório.

    A bióloga explica que a mata Atlântica é uma área que sofreu muito com o desmatamento por conta de sua localização desde a colonização do Brasil e foi também uma das primeiras florestas a serem restauradas. A pesquisadora alerta que a restauração florestal ainda é uma ciência nova e precisa estudar as características de cada local para o plantio de novas árvores.

    Ouça no Spotify

    Publicado: 25/06/2026

    Encontrado na página: Legislação

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    Publicado: 25/06/2026

  • Da agrofloresta para o seu prato: a restauração aliada à produção de alimentos

    Da agrofloresta para o seu prato: a restauração aliada à produção de alimentos

    Da agrofloresta para o seu prato: a restauração aliada à produção de alimentos

    Neste episódio do Tom da Mata, o podcast do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica, o tema é alimentação. O episódio convida a chef de cozinha Bel Coelho, que fala sobre alimentação sustentável, para um bate-papo com Bárbara Loureiro (do MST Distrito Federal e coordenação do Plantar Árvores, Produzir Alimentos Saudáveis) e Thais Corral (fundadora da Sinal do Vale e membra da The World Future Council, o WFC). Conheça também o Corredor Caipira, um projeto que contribui com a transformação agroecológica em Piracicaba, no interior de São Paulo, e um estudo que apresenta os resultados ecológicos de agroflorestas e restauração 15 anos após o plantio. 

    Ouça no Spotify

    Publicado: 25/06/2026

    Encontrado na página: Legislação

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    Publicado: 25/06/2026

  • Cientistas apontam caminhos para recuperação do equilíbrio planetário

    Cientistas apontam caminhos para recuperação do equilíbrio planetário

    Cientistas apontam caminhos para recuperação do equilíbrio planetário

    Depois do alerta vermelho, é hora de reconstruir. Este episódio do "S.O.S! Terra Chamando!" investiga o que significa, na prática, reabilitar um planeta em crise. O caminho para a "alta" definitiva depende de uma ciência rigorosa e de metas ambiciosas de regeneração. Mergulhe nos conceitos que estão moldando o futuro da preservação ambiental e acompanhe este debate essencial sobre como transformar a degradação em regeneração e por que investir na saúde da Terra é a estratégia mais inteligente (e barata) para garantir o nosso próprio futuro. O podcast é uma produção original da Radioagência Nacional (EBC) em parceria com a Casa de Oswaldo Cruz (Fiocruz).

    Ouça no Spotify

    Publicado: 25/06/2026

    Encontrado na página: Legislação

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    Publicado: 25/06/2026

  • Listagem florística de espécies arbóreas e arbustivas de Mato Grosso: um ponto de partida para projetos de restauração ecológica

    Listagem florística de espécies arbóreas e arbustivas de Mato Grosso: um ponto de partida para projetos de restauração ecológica

    Listagem florística de espécies arbóreas e arbustivas de Mato Grosso: um ponto de partida para projetos de restauração ecológica

    A publicação foi concebida para auxiliar no conhecimento da flora do estado de Mato Grosso, de forma a subsidiar a escolha de espécies arbustivas e arbóreas para projetos de restauração ecológica, embora também possa ser útil para projetos de manejo da vegetação nativa, plantios comerciais ou aqueles que busquem inserir essas espécies nativas em sistemas integrados de produção.

    Baixe aqui

    Publicado: 25/06/2026

    Encontrado na página: Legislação

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    Publicado: 23/06/2026

  • Guia para a regularização ambiental de propriedades da agricultura familiar em Mato Grosso

    Guia para a regularização ambiental de propriedades da agricultura familiar em Mato Grosso

    Guia para a regularização ambiental de propriedades da agricultura familiar em Mato Grosso

    O Instituto Centro de Vida (ICV), com apoio do Instituto Clima e Sociedade, desenvolveu o presente Guia como um instrumento de apoio para agricultores e agricultoras familiares, técnicos(as) e gestores(as) públicos envolvidos na implementação do Código Florestal. O material busca sistematizar experiências práticas e apresentar caminhos para superar os desafios da regularização ambiental, a partir de modelos viáveis e replicáveis.

    Baixe aqui

    Publicado: 30/06/2026

    Encontrado na página: Legislação

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    Publicado: 23/06/2026

  • Guia de plantas do Cerrado para recomposição da vegetação nativa

    Guia para a regularização ambiental de propriedades da agricultura familiar em Mato Grosso

    Guia para a regularização ambiental de propriedades da agricultura familiar em Mato Grosso

    O guia reúne informações sobre identificação, distribuição geográfica e fitofisionomias de centenas de plantas do Cerrado. Ilustrada com fotografias e aquarelas, a publicação detalha metodologias aplicadas para coleta de sementes, propagação e cultivo, servindo como ferramenta de suporte ao cumprimento da Lei de Proteção da Vegetação Nativa (Código Florestal) via Programas Estaduais de Regularização Ambiental, e às metas do Plano ABC+ para sistemas agroflorestais e silvipastoris.

    Baixe aqui

    Publicado: 30/06/2026

    Encontrado na página: Legislação

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    Publicado: 23/06/2026

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