Para realizar a adubação da palma-forrageira, o primeiro passo é a análise do solo, com a coleta de amostras e interpretação dos teores químicos, a fim de identificar nutrientes em deficiência ou em excesso. A diagnose nutricional das plantas, por meio da observação de sintomas visuais e de análises foliares, também é uma ferramenta importante para identificar necessidades específicas de adubação.
Ao longo das pesquisas do IPA, desde o ano de 1958, a adubação orgânica tem mostrado ganhos mais significativos do que a adubação mineral. No entanto, a adubação deve combinar fontes orgânicas (como esterco e matéria orgânica) e minerais, de acordo com os resultados obtidos na análise do solo.
Nutrientes como nitrogênio (N), fósforo (P) e potássio (K) são especialmente importantes, sendo que a palma-forrageira responde bem à adubação com K e N. Além disso, é fundamental observar os níveis de micronutrientes, principalmente quando os teores do solo estiverem abaixo dos níveis adequados.
Outro aspecto essencial é verificar a necessidade de calagem antes do plantio ou nos primeiros ciclos de cultivo, especialmente em solos ácidos ou com baixos teores de cálcio (Ca) e magnésio (Mg). A calagem corrige o pH do solo, reduz a toxicidade do alumínio e melhora a disponibilidade de nutrientes para as plantas.
Publicações
Sistema de produção de palma-forrageira para o Estado da Paraíba
Sistema de produção de palma-forrageira para o Estado da Paraíba
O objetivo desta publicação é apresentar informações dos sistemas de produção de palma forrageira considerando o Zarc, a aptidão dos solos, bem como apresentar recomendações de manejo para a cultura no estado da Paraíba.
Publicado: 30/03/2026