É a inflamação da glândula mamária (úbere) causada por vários fatores, patógenos contagiosos e ambientais (vírus, bactérias, fungos).
A transmissão ocorre pela exposição e contato dos tetos a ambientes contaminados (chão do curral e da sala de espera).
Para prevenir, é preciso cuidar da higiene dos tetos e realizar algumas medidas preventivas.
1) Fazer a desinfecção dos tetos depois da ordenha (pós-dipping).
2) Oferecer ração no cocho para manter as vacas em pé por 30 minutos após a ordenha.
3) Identificar e tratar rapidamente os casos de mastite clínica.
4) A vaca com mastite deve ser a última a ser ordenhada para não contaminar o ambiente.
5) Descartar as vacas com mastite crônica (animais que repetidamente apresentam casos de mastite).
6) Realizar a "terapia da vaca seca", utilizando antibiótico intramamário de longa duração na última ordenha, 60 dias antes do parto.
Para aumentar a imunidade das vacas e reduzir a doença é preciso oferecer:
- Uma dieta balanceada, contendo minerais (como o cobre, zinco e selênio) e vitaminas (especialmente A e E).
2) Proporcionar o bem-estar às vacas no período de transição (3 semanas antes e após o parto) e durante a lactação: água, alimentos e sombra abundante e de boa qualidade.