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Arroz de terras altas

O arroz de terras altas é cultivado em sistemas de sequeiro e ocupa áreas estratégicas para a expansão da fronteira agrícola. É uma alternativa viável para pequenos e médios produtores, especialmente em regiões do Cerrado, com cultivares adaptadas à menor disponibilidade hídrica.
O arroz de terras altas é cultivado em áreas não irrigadas, sob regime de chuva natural, predominando nas regiões de Cerrado e em sistemas agrícolas diversificados. Esse sistema se caracteriza pela adaptação a condições de menor disponibilidade hídrica, maior integração com outras culturas e potencial de mecanização plena. A produção depende fortemente da escolha correta da cultivar e de práticas de manejo que favoreçam o uso eficiente de água e nutrientes. O cultivo de sequeiro vem se destacando pela sustentabilidade e pela possibilidade de uso em rotação com soja, milho e pastagens, ampliando as alternativas econômicas dos produtores.

Adaptação climática e manejo hídrico

A adaptação climática é um dos pilares do sucesso na produção de arroz de sequeiro, já que esse sistema depende diretamente da distribuição das chuvas ao longo do ciclo. O Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARCorienta de forma precisa as melhores janelas de plantio para cada região, reduzindo a exposição a períodos críticos de estiagem e aumentando a segurança no planejamento. Além disso, práticas como o escalonamento de plantio, o uso de cultivares mais precoces e a adoção de irrigação suplementar por pivô central contribuem para mitigar os efeitos da irregularidade hídrica, garantindo melhor expressão do potencial produtivo.

O monitoramento meteorológico contínuo, aliado a ferramentas digitais e estações locais, permite ajustar o manejo hídrico e antecipar decisões importantes ao longo do ciclo. Essa combinação de planejamento, escolha adequada de cultivares e uso estratégico da água fortalece a resiliência da lavoura e melhora a eficiência no aproveitamento dos recursos climáticos disponíveis.

Sistemas de cultivo e rotação de culturas

Os sistemas de cultivo em terras altas são flexíveis e permitem integração com várias cadeias produtivas. A rotação de culturas com leguminosas, como feijão e soja, ou com pastagens, melhora a fertilidade do solo e reduz a pressão de doenças. Essa prática é base para a integração lavoura-pecuária (ILP), que alia eficiência produtiva à conservação ambiental. A diversificação agrícola contribui para a ciclagem de nutrientes, o aumento da matéria orgânica e o uso racional da área, tornando o arroz um componente estratégico em sistemas de produção sustentáveis.

Tecnologias e capacitação

A capacitação técnica é essencial para o sucesso do arroz de terras altas, especialmente em ambientes de alta tecnologia. A Embrapa oferece cursos, vídeos e publicações que orientam sobre manejo do solo, adubação, controle de pragas e doenças, e uso de microrganismos benéficos. O domínio dessas práticas melhora a eficiência do sistema e a sustentabilidade produtiva. A disseminação de conhecimento técnico transforma o produtor em gestor da sua lavoura, promovendo inovação, autonomia e aumento da competitividade na cadeia do arroz.

Entenda

Entenda Arroz de Terras Altas

O arroz de terras altas é cultivado em áreas não irrigadas, sob regime de chuva natural, predominando nas regiões de Cerrado e em sistemas agrícolas diversificados. Esse sistema se caracteriza pela adaptação a condições de menor disponibilidade hídrica, maior integração com outras culturas e potencial de mecanização plena. A produção depende fortemente da escolha correta da cultivar e de práticas de manejo que favoreçam o uso eficiente de água e nutrientes. O cultivo de sequeiro vem se destacando pela sustentabilidade e pela possibilidade de uso em rotação com soja, milho e pastagens, ampliando as alternativas econômicas dos produtores.

 

Adaptação climática e manejo hídrico

A adaptação climática é um dos pilares do sucesso na produção de arroz de sequeiro. O Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) orienta as melhores janelas de plantio conforme o regime de chuvas e as características regionais, reduzindo os riscos de frustração de safra. O escalonamento de plantio, o uso de cultivares precoces e a adoção de irrigação suplementar por pivô central são estratégias eficazes para mitigar efeitos de estiagens. O monitoramento meteorológico contínuo permite ajustar o manejo hídrico e garantir maior estabilidade produtiva e eficiência do uso da água. Saiba mais.

 

 

Sistemas de cultivo e rotação de culturas

Os sistemas de cultivo em terras altas são flexíveis e permitem integração com várias cadeias produtivas. A rotação de culturas com leguminosas, como feijão e soja, ou com pastagens, melhora a fertilidade do solo e reduz a pressão de doenças. Essa prática é base para a integração lavoura-pecuária (ILP), que alia eficiência produtiva à conservação ambiental. A diversificação agrícola contribui para a ciclagem de nutrientes, o aumento da matéria orgânica e o uso racional da área, tornando o arroz um componente estratégico em sistemas de produção sustentáveis.

 

Tecnologias e capacitação

A capacitação técnica é essencial para o sucesso do arroz de terras altas, especialmente em ambientes de alta tecnologia. A Embrapa oferece cursos, vídeos e publicações que orientam sobre manejo do solo, adubação, controle de pragas e doenças, e uso de microrganismos benéficos. O domínio dessas práticas melhora a eficiência do sistema e a sustentabilidade produtiva. A disseminação de conhecimento técnico transforma o produtor em gestor da sua lavoura, promovendo inovação, autonomia e aumento da competitividade na cadeia do arroz. Saiba mais.

 

Cultivares lançamento

Infográficos

Áudios

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Prosa Rural: BRS A502 - Excelente opção de cultivar de arroz para o sistema de terras altas

Este episódio do Prosa Rural fala sobre a BRS A502, cultivar de arroz de terras altas. Essa cultivar de ciclo médio destaca-se pela alta produtividade de grãos, resistência ao acamamento, elevada estabilidade de rendimento de grãos inteiros no beneficiamento e excelente qualidade culinária. A BRS A502 tem contribuído para o fortalecimento da cadeia produtiva do arroz de terras altas em várias regiões brasileiras, oferecendo ao produtor mais segurança para a obtenção de alta produtividade por hectare com sustentabilidade.

Cultivares lançamento

Acesse o catálogo de cultivares de arroz da Embrapa para a safra 2025/2026. Um guia ilustrado com informações relevantes sobre cada cultivar, suas indicações, principais características, regiões de adaptação e reações a estresses.

Saiba: ONDE ENCONTRAR SEMENTES DE ARROZ

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Arroz BRS A503

Arroz BRS A503

A BRS A503 é uma cultivar de arroz de terras altas com elevado potencial produtivo, ciclo médio e excelente sanidade. Apresenta boa resistência ao acamamento e grãos de alta qualidade, tanto para a indústria quanto para o preparo culinário. Indicada para diversos sistemas de cultivo, a BRS A503 é especialmente recomendada para a rotação e sucessão de culturas em áreas sob agricultura intensiva (terras velhas) nas principais regiões produtoras de arroz do Brasil.

Arroz BRS A502

Arroz BRS A502

A Embrapa apresenta a BRS A502, uma cultivar de arroz para o sistema de terras altas (sequeiro). Essa cultivar destaca-se pela tolerância ao acamamento e alta estabilidade de rendimento de grãos inteiros, que permite ao produtor uma maior flexibilidade de colheita. Essas características, associadas ao alto potencial produtivo e à excelente qualidade industrial e culinária de grãos, fazem dessa cultivar uma excelente opção para sistemas de produção de grãos e de renovação de pastagens.

Arroz BRS A504 CL

Arroz BRS A504 CL

Cultivar de arroz de terras altas para o Sistema de Produção Clearfield® (BASF), com resistência a herbicidas, altamente efetiva no controle das plantas daninhas em sistemas intensivos de rotação de culturas. Possuindo elevado potencial produtivo, ampla adaptabilidade, stay green, qualidade excelente de grãos, com alto rendimento de inteiros e renda final.