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Exibindo 463 resultados encontrados
  • Competição de espécies invasoras

    O controle deve começar antes do plantio e continuar, em geral, nos primeiros meses ou anos do projeto. Essa competição é apontada como uma das principais causas de fracasso em restauração. A eliminação da vegetação invasora precisa ser gradual em situações, por exemplo, de alta densidade, para evitar exposição do solo e erosão. Deve-se checar restrições legais e ambientais para o uso de herbicidas, que podem ser necessários em alguns casos. Sempre que possível, priorizam-se controles manuais e culturais, como adubação verde e nativas de rápido crescimento. 

  • Processos erosivos

    Deve-se sempre considerar medidas de conservação do solo e da água, respeitando as condições de relevo do local e utilizando técnicas que promovam a infiltração de água no solo, como o  uso de plantas de cobertura e o estabelecimento das  linhas de plantio de mudas ou de semeadura, em curva de nível. Quando existem processos erosivos intensos, é necessário adotar medidas de contenção, com o uso de técnicas de engenharia natural (plantas rústicas associadas com troncos, pedras, mantas de fibras de coco, entre outros).

  • Preparo do solo

    Dependendo do diagnóstico, algumas atividades podem ser necessárias, como: aração, gradagem, subsolagem ou escarificação para descompactação do solo;  correção do pH (calagem) e adubação (química ou verde): deve-se seguir formulação e quantidade, em área total, ou por cova ou linha, de acordo com a análise de solos e ou de acordo com manuais de calagem e adubação para os estados, ou ainda, segundo o conhecimento do técnico extensionista.  Preferencialmente realizá-la um mês antes do plantio para que haja previamente, a reação do calcário e do adubo no solo; do contrário fazer a incorporação dentro da própria cova. É interessante também fazer o aproveitamento de resíduos orgânicos existentes no imóvel rural, como fonte de adubação natural.

  • Depois da implantação do projeto

    Depois da implantação do projeto é essencial realizar a manutenção da área pelo tempo necessário para se garantir o sucesso da recomposição. A manutenção consiste em ações de acompanhamento dos fatores de degradação que podem prejudicar o avanço da restauração, tais como: controlar plantas invasoras, combater formigas cortadeiras e evitar a ocorrência de incêndios. A falta de cuidados técnicos pode comprometer o desenvolvimento das plantas introduzidas ou manejadas, o retorno de eventuais processos erosivos ou a ocorrência de incêndios, entre outros aspectos.

    O período da manutenção pode ser determinado pela observação de que a área em restauração já está em condições de superar os fatores de degradação. Todas as ações adotadas na implantação devem seguir, em maior ou menor grau, durante o processo de manutenção. Durante essa etapa, algumas ações podem ser necessárias:

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