Resultado de pesquisa
Exibindo 463 resultados encontrados
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➜ Assistência técnica presencial e continuada foi decisiva para vencer a resistência inicial. A equipe da OCT (Bruna Sobral e Rogério Ribeiro) visitou a área, mapeou a propriedade e explicou o projeto com transparência.
➜ O modelo de Pagamento por Serviços Ambientais tornou a participação atrativa, mostrando que conservar e gerar renda não são objetivos opostos.
➜ A combinação de espécies nativas com culturas produtivas (cacau em SAF) garantiu tanto a restauração ecológica quanto a viabilidade econômica da propriedade.
➜ A confiança construída individualmente com o produtor foi o ponto de virada, sem essa relação, a adesão não teria acontecido.
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Jovan Nascimento expressa o desejo de continuar contribuindo para que seus filhos e netos possam conhecer e conservar a floresta. Sua propriedade tornou-se uma prova viva de que pequenas propriedades rurais podem ser protagonistas da restauração ambiental sem abrir mão da produção. O caso representa um modelo replicável para outras comunidades do entorno, com potencial de efeito demonstrativo importante, convertendo o ceticismo inicial dos vizinhos em possíveis novas adesões ao projeto.
"Quero continuar fazendo a minha parte para possibilitar que meus filhos e netos conheçam e conservem a floresta." — Jovan Nascimento
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O Assentamento Dois Riachões, em Ibirapitanga (BA), é formado por cerca de 40 famílias e tornou-se referência estadual em agricultura sustentável e agroindústria comunitária. Ao longo de 14 anos de parceria com a Organização de Conservação da Terra, a comunidade desenvolveu um modelo integrado que combina restauração florestal, educação ambiental, certificação orgânica participativa e Pagamento por Serviços Ambientais (PSA). A OCT atua com assistência técnica contínua e suporte estratégico, sendo pioneira na implementação do PSA nos municípios baianos há mais de uma década.
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A Mata Atlântica, um dos biomas mais ricos do planeta, perdeu cerca de 88% de sua cobertura original, restando apenas 12% dos mais de 1,3 milhão de km² que ocupava originalmente em 17 estados. A região de Ibirapitanga insere-se neste cenário crítico. As famílias do assentamento enfrentavam o desafio de gerar renda a partir da terra sem comprometer os recursos naturais disponíveis, num contexto em que ainda predominava a visão de que produção agrícola e conservação ambiental são atividades incompatíveis.
