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Exibindo 463 resultados encontrados
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Deve-se evitar ao máximo plantar mudas com sinais de deficiência nutricional, de seca ou murchamento, de ataques de pragas e doenças e com raízes enoveladas (mudas grandes em sacos plásticos pequenos resultam em raízes enroladas).
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Para preparo das covas (ou berços) de plantio, podem ser utilizados sulcadores e subsoladores, motoperfuratrizes e mesmo ferramentas manuais (enxadão, cavadeira, pá-de-corte). As covas devem ter dimensões de pelo menos 20 cm x 20 cm x 20 cm. Vale ressaltar que as perfuratrizes podem causar o espelhamento das paredes da cova e levar ao enovelamento das raízes. A depender da análise de solo podem ser necessárias correções nutricionais. Observação: covas maiores que as dimensões aqui sugeridas podem ser benéficas para o bom desenvolvimento das mudas, mas é preciso avaliar os custos desta escolha.
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Existem variações de acordo com as diferentes condições climáticas. Alguns exemplos são:
➜ Climas subtropicais com estiagem na primavera e verão: a partir do final de agosto até outubro;
➜ Climas subtropicais com chuva bem distribuída no ano: de agosto até fevereiro;
➜ Climas tropicais com estiagem no inverno: de setembro a janeiro;
➜ Climas tropicais com chuvas bem distribuídas no ano: de setembro a maio;
➜ Clima equatorial: de novembro a maio, dependendo da região
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Outras medidas usualmente são necessárias no plantio, como a irrigação, a aplicação de hidrogel, o tutoramento de mudas, e além do uso de cobertura morta (palhada) como barreira física para manter a umidade e para o combate à matocompetição, além de todos os cuidados já destacados em “Etapas”.
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A seleção de espécies deve priorizar
A seleção de espécies deve priorizar aquelas nativas do bioma e adaptadas às condições locais/regionais, levando em conta o seu papel nas diferentes fases da evolução da restauração.
Essa combinação deve contemplar um conjunto de espécies de várias classes sucessionais (espécies de recobrimento e espécies clímax) e formas de vida, visando favorecer a sucessão ecológica, o rápido recobrimento do solo e garantir a continuidade dos processos ecológicos no longo prazo, ou seja, garantir a longevidade das áreas restauradas.
O uso de espécies exóticas, como algumas de adubação verde, pode ser considerado, levando em conta as condições e limites de ocupação da área estabelecidos pela legislação.
Encontrado na página: Semeadura
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A nucleação consiste na formação
A nucleação consiste na formação de "ilhas" ou núcleos de vegetação. A partir desses núcleos, a vegetação natural tende a se expandir ao longo do tempo, acelerando a formação de cobertura de vegetação nativa na área. O controle de fatores ambientais locais que dificultem a expansão dos núcleos, como a presença de vegetação invasora, a baixa fertilidade e umidade do solo e o relevo, deve merecer muita atenção.
As principais técnicas para implantação de núcleos em áreas de restauração de ecossistemas são:
Encontrado na página: Nucleação
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Os Sistemas Agroflorestais (SAFs)
Os Sistemas Agroflorestais (SAFs) ou agroflorestas são uma alternativa eficiente na restauração de ecossistemas, ao mesmo tempo em que mantêm a produção ativa na propriedade, gerando segurança alimentar e nutricional e podendo gerar renda.
Nesse modelo, culturas agrícolas, espécies arbustivas, forrageiras e árvores (nativas ou exóticas) são cultivadas de forma consorciada, valorizando a diversidade e as interações naturais entre as plantas. Dependendo do planejamento, o sistema também pode incluir a criação de animais, tornando o manejo ainda mais integrado.
Ao combinar diferentes espécies no mesmo espaço, os SAFs melhoram o aproveitamento da área, favorecem a saúde do solo, aumentam a biodiversidade e reduzem a necessidade de insumos externos. Além disso, permitem produzir alimentos, madeira, frutas e outros produtos enquanto a área se recupera ambientalmente.
Dessa forma, os SAFs se consolidam como uma estratégia que integra produção e conservação, unindo geração de renda com proteção dos recursos naturais.
Encontrado na página: Sistemas agroflorestais
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Fique atento(a)
Fique atento(a)
Os SAFs são permitidos em áreas de Reserva Legal (ARL), em APPs de pequenas propriedades ou posse rural familiar e em áreas de uso restrito (AUR) com declividade entre 25° e 45°, além de áreas consolidadas; porém, o plantio consorciado de espécies exóticas com nativas de ocorrência regional não pode ultrapassar 50% da área total a ser recuperada. Clique aqui para saber mais sobre SAFs como estratégia de recuperação.
Publicado: 04/06/2026
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Além das pessoas, as sementes e mudas
Além das pessoas, as sementes e mudas estão na base de qualquer projeto de restauração de ecossistemas. Uma das primeiras perguntas com que um restaurador se depara quando planeja uma ação de restauração é: onde encontro sementes e mudas?
O setor vem avançando bastante nos últimos anos, buscando profissionalização e atendimento à legislação, mas tentando também conciliar as particularidades do setor. A elevada riqueza de espécies nos vários biomas e a diversidade social dos prestadores de serviços impõem desafios importantes.
Bons pontos de partida em escala nacional para encontrar fornecedores de sementes e mudas nativas são os seguintes:
Encontrado na página: Sementes e mudas
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Mapa das Sementes do Comitê Técnico de Sementes Florestais
O CTS, parte da Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes, promove a comunicação e o fortalecimento científico e tecnológico do setor de sementes nativas e florestais integrado à construção de políticas públicas.
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Redário
Articulação entre redes e grupos de coletores de sementes, para estruturação da base da cadeia de restauração em larga escala, através da oferta de sementes de qualidade adequadas a cada projeto.
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Coletivos biomáticos
Atente-se também para os sites dos coletivos biomáticos de restauração (ver aba “Biomas brasileiros”), onde podem ser encontradas informações mais regionalizadas.
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Trilha de aprendizagem em Recomposição de Áreas Degradadas e/ou Alteradas para os Biomas Brasileiros - Cerrado
Aprenda estratégias gerais de recomposição da vegetação nativa, recomposição de áreas degradadas e/ou alteradas para o bioma Cerrado e monitoramento da recomposição de áreas degradadas ou alteradas. Cursos gratuitos e com certificado.
Organizadora: Embrapa Cerrados
Duração: Oferta contínua
Carga horária: 60 horas
Encontrado na página: Sementes e mudas
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Trilha de aprendizagem em Recomposição de Áreas Degradadas e/ou Alteradas para os Biomas Brasileiros - Mata Atlântica
Aprenda estratégias gerais de recomposição da vegetação nativa, recomposição de áreas degradadas e/ou alteradas para o bioma Mata Atlântica e monitoramento da recomposição de áreas degradadas ou alteradas. Cursos gratuitos e com certificado.
Organizadora: Embrapa Florestas
Duração: Oferta contínua
Carga horária: 60 horas
Encontrado na página: Sementes e mudas
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Trilha de aprendizagem em Recomposição de Áreas Degradadas e/ou Alteradas para os Biomas Brasileiros - Pantanal
Aprenda estratégias gerais de recomposição da vegetação nativa, recomposição de áreas degradadas e/ou alteradas para o bioma Pantanal e monitoramento da recomposição de áreas degradadas ou alteradas. Cursos gratuitos e com certificado.
Organizadora: Embrapa Pantanal
Duração: Oferta contínua
Carga horária: 72 horas
Encontrado na página: Sementes e mudas
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Trilha de aprendizagem em Recomposição de Áreas Degradadas e/ou Alteradas para os Biomas Brasileiros - Caatinga
Aprenda estratégias gerais de recomposição da vegetação nativa, recomposição de áreas degradadas e/ou alteradas para o bioma Caatinga e monitoramento da recomposição de áreas degradadas ou alteradas. Cursos gratuitos e com certificado.
Organizadora: Embrapa Caprinos e Ovinos
Duração: Oferta contínua
Carga horária: 48 horas
Encontrado na página: Sementes e mudas
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Semeadura Direta para Recomposição da Vegetação Nativa
Aprenda a coletar, beneficiar e armazenar sementes nativas e a preparar o solo, semear, monitorar a área e os custos para tomar decisões de manutenção e manejo.
Organizadora: Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia
Duração: Oferta contínua
Carga horária: 40 horas
Encontrado na página: Sementes e mudas
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Diagnóstico para escolha do método - Aula 2
Quais fatores devem ser levados em consideração para a escolha do método mais adequado à realidade da área a ser recomposta? Nesta conversa o objetivo principal é dar subsídios para um bom diagnóstico das áreas a serem restauradas. São abordadas formas práticas para a identificação do ecossistema de referência, assim como para a avaliação das condições que influenciam o potencial de regeneração natural da área, a situação social e econômica do proprietário rural. E como tudo isso influencia e direciona as recomendações de métodos possíveis de restauração da vegetação nativa.
Esse vídeo faz parte do curso sobre "Restauração ecológica de vegetação nativa", uma parceria da Sec. de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA), Sec. de Infraestrutura e Meio Ambiente (SIMA), Comp. Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), Agroicone, Iniciativa Caminhos da Semente, The Nature Conservancy Brasil (TNC) e Partnerships for Forests (P4F) - Programa do Reino Unido.
Encontrado na página: Sementes e mudas
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Áreas com potencial de regeneração - Aula 3
Nesta aula aprenda os métodos e técnicas que favorecem a restauração da vegetação nativa de áreas com alto e médio potencial de regeneração natural. Confira como é feito o diagnóstico para avaliar o potencial, o nível de regeneração natural e os gargalos que estão impedindo que ela aconteça; dando ênfase para o local a ser restaurado e a paisagem do entorno. Além das técnicas para áreas com alto e médio potencial de regeneração, a aula também aborda a importância de após qualquer intervenção, monitorar para avaliar se o planejado foi alcançado, o tempo de espera e quando agir outra vez para garantir que a restauração avance.
Esse vídeo faz parte do curso sobre "Restauração ecológica de vegetação nativa", uma parceria da Sec. de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA), Sec. de Infraestrutura e Meio Ambiente (SIMA), Comp. Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), Agroicone, Iniciativa Caminhos da Semente, The Nature Conservancy Brasil (TNC) e Partnerships for Forests (P4F) - Programa do Reino Unido.
Encontrado na página: Sementes e mudas
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Políticas públicas de restauração florestal no Brasil e no estado do Pará
Políticas públicas de restauração florestal no Brasil e no estado do Pará
Baixe aquiA publicação analisa as políticas públicas de restauração florestal no Brasil e no Pará, destacando seu papel estratégico no combate às mudanças climáticas e na reversão do desmatamento amazônico. O estudo aponta que, apesar dos avanços e do forte incentivo ao setor, a implementação dessas políticas ainda esbarra em lacunas de infraestrutura, carência de recursos e na insuficiência de mecanismos funcionais de monitoramento e avaliação. Como conclusão, a pesquisa enfatiza a necessidade urgente de aprimorar a fiscalização ambiental para proteger os remanescentes florestais e garantir o cumprimento da legislação, visando tornar as ações de restauração mais robustas, eficientes e inclusivas.
Publicado: 05/06/2026
