Durante o Seminário Piauiense de Apicultura, realizado em maio de 2025, a Embrapa, por meio da Plataforma Ater+ - Apicultura, apresentou uma ação inovadora: o uso de realidade virtual para ensinar práticas apícolas. Com vídeos em 3D e 360°, os participantes vivenciaram de forma imersiva o manejo de apiários, produção de pólen e própolis, e outras técnicas, como se estivessem no campo — mesmo estando em um evento urbano.
A transmissão de conhecimentos técnicos, de forma acessível e atrativa, ainda é um desafio, especialmente diante da necessidade crescente de inovação no meio rural, considerando o interesse de públicos jovens.
- Grande engajamento do público no estande da Embrapa durante o seminário.
- Interesse de estudantes e jovens apicultores pelas possibilidades da tecnologia.
- Facilidade na compreensão de conteúdos técnicos complexos por meio da realidade virtual.
- Tecnologias imersivas tornam o aprendizado mais concreto e atraente, especialmente para públicos jovens.
- A interatividade digital aumenta a efetividade da comunicação técnica.
- Ferramentas como a realidade virtual podem ser usadas tanto em eventos presenciais quanto em estratégias remotas.
- Infraestrutura limitada: o uso da realidade virtual depende de energia elétrica, computadores e óculos VR — recursos que nem sempre estão disponíveis em todos os contextos.
- Custo elevado: os equipamentos ainda têm preços altos, dificultando a adoção em larga escala.
- Capacitação técnica: é necessário treinar as equipes para operar os dispositivos e conduzir atividades com tecnologia imersiva.
- A ação demonstrou que experiências sensoriais com tecnologias imersivas não são apenas tendências, mas caminhos viáveis para conectar inovação, ciência e sustentabilidade no meio rural.
- A iniciativa despertou interesse e mostrou potencial de uso em eventos, escolas e ações formativas de Ater.