O uso eficiente da forragem produzida e o aumento da vida útil dos pastos são consequências diretas da aplicação do manejo adequado em gramíneas forrageiras no ecossistema de pastagem. O manejo de pastagens sempre se constituiu numa dificuldade para os produtores e técnicos que trabalham com a produção animal em pasto.
A principal dificuldade reside em ofertar uma quantidade adequada de forragem para satisfazer as exigências do animal em pastejo e garantir a sobrevivência da espécie forrageira pastejada garantindo a manutenção de quantidade de folhas remanescentes suficientes para realizar a fotossíntese (principal mecanismo na nutrição dos vegetais) e não comprometer excessivamente as substâncias de reserva (carboidratos) utilizados na rebrota após a desfolha.
O pastejo do capim-buffel pode ser realizado na forma rotacionada ou contínua, assim como na maioria das gramíneas. O capim-buffel pode ser manejado com intervalos de corte variando de 15 a 45 dias e alturas de corte entre 10 e 30 cm. Com taxa de lotação de 1 a 1,4 cabeça por hectare ao ano para bovinos e para ovinos de 11,78 cabeças por hectare ao ano.
Recomenda-se que o pastejo seja leve e realizado na primeira estiagem após o plantio. O pastejo regular deve começar após a segunda estiagem.
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