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ILPF no Sudeste

A Região Sudeste, formada pelos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo é diversa em termos de clima, relevo e de produção o. Algumas localidades caracterizam-se mais como montanhosas; outras, têm a ênfase produtiva voltada à pecuária leiteira ou à agricultura.

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Que estratégias de manejo devem ser utilizados para entra­da dos animais nos pastos de safrinha após a soja na região Centro-Oeste brasileira?

Basicamente existem duas estratégias de manejo de pastagem na pecuária de safrinha, dependendo da época em que a forrageira foi semeada em relação ao final do período chuvoso do ano agrícola. No melhor cenário, em que, depois de semeada a forrageira (normalmente a braquiária – U. ruziziensis) ainda terá, pelo menos, 60 dias dentro do período chuvoso da região, recomenda-se a entrada de animais leves (até cerca de 220 kg – desmama) entre 35 e 45 dias (de modo que a altura média do dossel da braquiária não ultrapasse 35 cm, fato que dependerá das condições de solo e das chuvas) depois da semeadura, numa taxa de lotação dos animais que ainda permita o acúmulo de biomassa da forrageira durante o restante do período chuvoso. Ao final do período chuvoso, avalia-se a biomassa de forragem acumulada e ajusta-se a taxa de lotação dos animais de modo que a demanda de matéria seca seja atendida pela oferta de forragem acumulada. No caso de pastos de safrinha de dupla aptidão (forragem e palhada), é importante manter aproximadamente 4 t/ha de palhada seca para o SPD da soja no ano agrícola seguinte. Parte dessa palhada será proveniente da rebrota da forrageira depois da retirada dos animais no começo do período chuvoso (normalmente no início de outubro).

No pior cenário, em que, depois de semeada, a forrageira terá menos de 60 dias dentro do período chuvoso da região, são necessários, pelo menos, de 100 mm a 120 mm de chuva para que haja acúmulo de biomassa significativo na pastagem. Recomenda-se aguardar o máximo acúmulo de biomassa da forrageira (final do período chuvoso) para somente depois entrar com os animais. O cálculo da taxa de lotação dos animais segue os mesmos critérios discutidos anteriormente.

Capítulo: Práticas e Manejo de Sistemas de Integração Lavoura-Pecuária na Safra e Safrinha para as Regiões Centro-Oeste e Sudeste

Número da Pergunta: 118

Ano: 2015

Oportunidades de uso da ILPF na Região Sudeste

Oportunidades de uso da ILPF na Região Sudeste

Esta mesa redonda reúne três especialistas para falar sobre o potencial de uso dos sistemas integrados de produção agropecuária na região Sudeste. Quais estratégias podem ser mais interessantes? Em quais tipos de solo? Quais as oportunidades de mercado? Quais as vantagens desses sistemas?

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Minas Gerais

O que devo saber sobre a ILPF em Minas Gerais?

Rio de Janeiro e Espírito Santo

O que devo saber sobre a ILPF no Rio de Janeiro?

São Paulo

O que devo saber sobre a ILPF em São Paulo?

Podcast

Oportunidades e usos da ILPF nas regiões de Mares e Morros do Sul e Sudeste

Foto sobre Região de Mares e Morros.

Oportunidades e usos da ILPF nas regiões de Mares e Morros do Sul e Sudeste

Oportunidades e usos da ILPF nas regiões de Mares e Morros do Sul e Sudeste

A região mais próxima do litoral, no Sul e Sudeste do Brasil, tem características semelhantes. Além do bioma Mata Atlântica, a topografia acidentada com a serra do mar, serra da Mantiqueira, serra da Canastra e outras serras é uma constante. Em meio a isso, há áreas com solos mais produtivos, como a terra roxa, e outras com solos mais desafiadores. Ao mesmo tempo, esta região concentra a maior parte da população brasileira e a melhor logística do país. Todos esses fatores influenciam na hora do produtor rural definir qual sistema produtivo irá adotar. O podcast fala sobre as oportunidades de uso de sistemas ILPF nesta região.

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Publicado: 26/06/2024