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ILPF no Sudeste

A Região Sudeste, formada pelos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo é diversa em termos de clima, relevo e de produção o. Algumas localidades caracterizam-se mais como montanhosas; outras, têm a ênfase produtiva voltada à pecuária leiteira ou à agricultura.

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Como estimar a produção das árvores?

A estimativa de produção das árvores madeireiras é realizada mediante o monitoramento do crescimento das árvores. Os equipamentos para medir a Ht e o DAP podem ser sofisticados e caros, por isso os custos devem ser avaliados a fim de verificar se a relação custo-benefício pode ser absorvida pelo empreendimento. Uma pessoa treinada pode realizar o monitoramento da Ht utilizando um hipsômetro de mira ótica, ou um clinômetro, ou ainda uma régua graduada (para árvores de até 12 m somente) e uma fita métrica comum para o DAP; que são equipamentos relativamente baratos e garantem uma precisão aceitável comercialmente. Para calcular o volume de madeira de uma árvore, é necessário conhecer o DAP e a Ht da árvore e utilizar cálculos matemáticos como o exemplificado pela fórmula a seguir:

V = Ht x DAP2 x 0,7854 x f

Em que:

V = volume da árvore (m3);

Ht = altura da árvore (m);

DAP = diâmetro a altura do peito (m);

f = fator de forma.

Utilizando, então, os valores de uma árvore com 21 m de Ht, 0,1321 m de DAP, e fator de forma (f) igual a 0,45, obtém-se a estimativa de 0,1295 m3 de madeira para tal árvore. Uma maneira simples de estimar a altura de uma árvore quando não se tem tais equipamentos é utilizar o método do bastão, ou método auxiliar, que pode ser obtido no documento de Porfírio-da-Silva et al. (2009).

PORFÍRIO-DA-SILVA, V.; MEDRADO, M. J. S.; NICODEMO, M. L. F.; DERETI, R. M. Arborização de pastagens com espécies florestais madeireiras: implantação e manejo. Colombo: Embrapa Florestas, 2009. 48 p. Disponível em: <https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/132912/1/2014-reimp-Cartilha-Arborizacao-2014.pdf>.

Capítulo: Implantação e Manejo do Componente Florestal em Sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta

Número da Pergunta: 104

Ano: 2015

Oportunidades de uso da ILPF na Região Sudeste

Oportunidades de uso da ILPF na Região Sudeste

Esta mesa redonda reúne três especialistas para falar sobre o potencial de uso dos sistemas integrados de produção agropecuária na região Sudeste. Quais estratégias podem ser mais interessantes? Em quais tipos de solo? Quais as oportunidades de mercado? Quais as vantagens desses sistemas?

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Minas Gerais

O que devo saber sobre a ILPF em Minas Gerais?

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O que devo saber sobre a ILPF no Rio de Janeiro?

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O que devo saber sobre a ILPF em São Paulo?

Podcast

Oportunidades e usos da ILPF nas regiões de Mares e Morros do Sul e Sudeste

Foto sobre Região de Mares e Morros.

Oportunidades e usos da ILPF nas regiões de Mares e Morros do Sul e Sudeste

Oportunidades e usos da ILPF nas regiões de Mares e Morros do Sul e Sudeste

A região mais próxima do litoral, no Sul e Sudeste do Brasil, tem características semelhantes. Além do bioma Mata Atlântica, a topografia acidentada com a serra do mar, serra da Mantiqueira, serra da Canastra e outras serras é uma constante. Em meio a isso, há áreas com solos mais produtivos, como a terra roxa, e outras com solos mais desafiadores. Ao mesmo tempo, esta região concentra a maior parte da população brasileira e a melhor logística do país. Todos esses fatores influenciam na hora do produtor rural definir qual sistema produtivo irá adotar. O podcast fala sobre as oportunidades de uso de sistemas ILPF nesta região.

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Publicado: 26/06/2024